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Posts do dia 16 abril 2010

Camisa 10 em discussão no Beira-Rio

16 de abril de 2010 56

Nesta sexta-feira, Zero Hora traz uma matéria comparando os números de D'Alessandro e Andrezinho na temporada (reprodução abaixo).


Nas trajetórias desde a chegada de ambos ao Beira-Rio:

Andrezinho estreou em janeiro de 2008 no Gauchão. Desde então jogou 130 partidas e marcou 21 gols. D’Alessandro, que chegou sete meses depois, atuou 79 vezes e fez 17 gols.

Em dois anos, Andrezinho nunca se firmou entre os 11 de diferentes técnicos. D'Alessandro, por sua vez, era titular indiscutível, mas sua presença entre os eleitos de Fossati não é mais tão clara assim.

E você, leitor, escalaria qual deles? Andrezinho ou D'Alessandro?

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Marca Grêmio tem o maior índice de crescimento entre clubes brasileiros

16 de abril de 2010 52

A Crowe Horwhat RCS anunciou que a marca Grêmio cresceu 218% entre 2004 e 2008.

Foi o maior índice de crescimento entre clubes brasileiros. Dos seus 1,8 mil itens licenciados, o Grêmio quer arrecadar cerca de R$ 10 milhões em 2010, ou 30% a mais do que em 2009.

Por falar em produto, desde o desfile Donna Fashion, semana passada, a demanda pela camisa camuflada (foto) licenciada pela marca Use Grêmio já passou das 3 mil unidades para a rede Grêmio Mania e outras lojas do ramo.

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Entre Silas, Ferdinando, Borges e Battaglia

16 de abril de 2010 127

O pessimismo me afeta quando eu vejo o Grêmio de Silas. Não vejo um futuro azul. Silas precisa se reencontrar como técnico, ser o que estava fazendo milagres no Avaí, ser o dobro que o melhor dos emergentes de 2009.

Silas ainda peca pela inexperiência, talvez não seja nem mesmo aquele técnico que nós pensávamos que ele poderia ser em pouco tempo. Seus treinos são fechados. Não podemos conhecer seu método de trabalho.

Não sei se ele gosta de jogadas ensaiadas, nem sei se ele gosta de treiná-las. Nos jogos não se vê nada de especial. Seu time é comum - assim como é comum o Inter de Jorge Fossati que não apresenta nada de especial nos jogos, nem mesmo um bom futebol.

O Grêmio de Silas joga como um time normal. Não vejo uma jogada forte, uma cobrança de falta mais organizada, um escanteio pensado, as tabelas que encantam, as jogadas pelas laterais que desequilibram defesas, os lançamentos longos, os passes perfeitos em série.

O Grêmio joga como um time comum, normal, e vence adversários comuns, normais. Quando o time do outro lado aperta, as falhas aparecem com uma claridade espantosa.

Já disse e repito:

Edilson não é o cara. Mário Fernandes precisa ser o ala. Saimon entra no seu lugar, nunca o durão Ozeia.  Rodrigo é bom na bola baixa, um problema sério na bola alta porque não tem tamanho de zagueiro. Fábio Santos é aquilo que vocês conhecem, e eu falo desde o distante 2009. Ferdinando não tem a bola de um camisa 5 do Grêmio.

Ainda preciso ver mais Douglas em ação. Acho que ele é um jogador pouco participativo, não exibe o mesmo preparo físico dos companheiros, se desloca pouco e aparece menos ainda. Ele precisa ser um camisa 10 mais intenso, mas tem uma grande qualidade técnica e um passe preciso.

Por outro lado, Willian Magrão joga melhor a cada partida. Sua dinâmica em campo é especial. Será um dos nomes de 2010. Borges é um acerto, um grande goleador, tem um giro espetacular. É forte, entroncado, o zagueira bate nele e volta.

Maylson é uma das certezas da temporada. Jonas melhora a cada jogo. É um atacante mortal. Se move pelas redondezas da grande área, frequenta a zona do agrião. Faz gols de cabeça, de pé direito, esquerdo, de longe e de perto.

O Grêmio pode formar um time mais competitivo, mais confiável. Basta contratar dois laterais, um volante de verdade, mais um atacante e botar pilhas alcalinas em Hugo e Leandro.

O número cinco do Grêmio pode ser Battaglia, do Boca, que já foi oferecido e é um volante de verdade. Basta mandar Rochemback adiante. Com os R$ 200 mil mensais do gaúcho, Silas terá Battaglia e ainda sobra troco para buscar Paulinho, do Novo Hamburgo.

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