A África do Sul acordou hoje com a revelação que seu polígamo presidente Jacob Zuma aguarda o 21º filho, o segundo com a esposa número dois, MaNtuli.
“Child Nº 21 for Zuma? foi a manchete do The Star, principal jornal de Joannesburgo, cidade-sede da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da África do Sul.
Ao mesmo tempo, um livro espanta os leitores. Chamado Young Mandela, de David James Smith, a obra narra histórias da agitada juventude do ex-presidente Nelson Mandela, seu envolvimento com várias mulheres e uma denúncia séria: que Mandela batia na sua primeira mulher, Evelyn, de quem se divorciou em 1958.
Longe dos escândalos políticos, mas preocupada com a segurança, a Agência de Segurança do Estado, abrigada no guarda chuva do serviço de inteligência do país, está reforçando e apertando a segurança em volta das delegações hospedadas em diferentes regiões e redesenhando o esquema de vigilância das delegações que ainda não desembarcaram no país 10 dias antes do Mundial, que começa com as seleções de África do Sul e México, dia 11, às 11h. Onze é um número considerado mágico, pois a África do Sul fala 11 idiomas.
Os Estados Unidos pediu e o governo da África do Sul liberou, sem grandes discussões prévias. Os próprios americanos vão cuidar da segurança dos seus jogadores em Pretória – onde também está hospedada a seleção da Argentina. Uma lista de 40 possíveis terroristas preocupa a polícia local e os aeroportos e as fronteiras já recebem vigilância dobrada. Não há uma ameaça terrorista concreta, conhecida, na África do Sul envolvendo a Copa do Mundo.
A segurança do Fairway Hotel, com 60 luxuosos apartamentos e onde está concentrada a Seleção, passou por nova e rigorosa inspeção. Empregados, ajudantes temporários, funcionários de empresas que prestam serviço ao hotel e fornecedores foram todos entrevistados e alguns investigados pelas forças de segurança. Foram obrigado a fornecer antecedentes, endereços e receberam credenciais exclusivas para frequentar o Fairway, localizado no interior de um exclusiva campo de golfe. A imprensa, no entanto, circula livre em algumas dependências da área, embora não tenha acesso ao hotel dos jogadores, que tem uma entrada exclusiva e vigiada 24 horas a cada dia.























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