O técnico Renato disputou três jogos no Grêmio. Perdeu, venceu um. A estreia com o Goiás foi péssima, levou dois. Voltou ao encalço do Goiás, no Brasileirão, e venceu bem. Depois, voou até Fortaleza e um desinteressado Grêmio sofreu mais uma vez.
Renato ainda não encontrou a média do Grêmio no Brasileirão, nem a sua média no clube. Nem poderia. Não tem nem time, ainda não definiu sua equipe, ainda espera reforços, ainda sofre para escalar 11.
O Grêmio tem sérios problemas no grupo. Nem todos querem o que o técnico deseja, a vitória cima de tudo.
Hugo saiu, com ele parte uma pouco da comentada preguiça de parte do milionário elenco. O problema de Hugo não era no vestiário. Não era um agitador. Seu problema era em campo, nos treinos. Era a falta de vontade.
Renato ainda tem pouco tempo de casa. Técnico não faz milagre. Trabalha. Com trabalho, creia, o resultado nasce como o sol. O treinador precisa de mais um tempo. Mas talvez o Grêmio não tenha mais tanto tempo assim.
Ganhar do Santos, mesmo no Olímpico, é uma tarefa difícil, basta observar os resultados recentes dois dois.
A gestão Duda Kroeff recebeu o Grêmio na Libertadores. Está entregando o time na zona do rebaixamento 20 meses depois. A folha de pagamento do clube é uma das maiores do país. Que herança!






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