Conselheiros experientes dos diferentes grupos da situação colorada começam a trabalhar 24 horas por dia para que a sucessão presidencial, em dezembro, tenha um nome de consenso e evite um racha num grande momento do clube.
Na reunião do Conselho Deliberativo, segunda-feira, a palavra consenso foi repetida por todas as correntes no Beira-Rio – e até mesmo entre oposicionistas.
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Conselheiros gremistas de distintos grupos também trabalham em nome de um improvável consenso no Olímpico.
Entendem que a crise gremista é profunda e que, depois de tantos anos, chegou a hora da união de gremistas históricos, porém rivais.
Acreditam que nenhum clube se mantem grande em qualquer lugar do planeta Terra com mudanças radicais de projeto e de nomes a cada dois anos.



Esta história de consenso é iniciativa da atual Direção, do Cacalo e do Fábio Koff e seus seguidores. Eles pretendem manter seu poder e e suas vaidades, à custa do Grêmio. A torcida está majoritariamente na Oposição. As cavalgaduras que dirigem o Clube, por motivos políticos, acabaram com as inicativas profissionalizantes feitas na Administração anterior. Álém disso, colocaram na Presidência um autênco "picolé de chuchu", incompetente e sem comando.
Sinceramente Zini as fontes que tem passado informações para a imprensa são muito desinformadas ou mal-intencionadas. Existem diferenças de pensamento, abissais hoje na situação e não deverá haver candidato de consenso. Quem aposta nisso vai errar feito. Para se trabalhar junto, há que se ter muita confiança um no outro. Só assim uma direção funciona. E isso não existe mais hoje no Beira-Rio.
Ta certo! O gremio tem muito o que aprender com o Inter.