Renato errou na escalação inicial no entardecer paranaense. Começou com dois laterais esquerdos, um segundo volante, dois meias iguais e dois atacantes.
Saiu perdendo em Curitiba. Natural.
Outra vez o técnico pecou por não começar um time pela defesa.
Jogou aberto. Quase entrega a partida. Uma defesa forte ajuda o meio-campo, fortalece o ataque. Ninguém joga bem com uma defesa insegura.
Caiu a ficha no intervalo, Então Renato acelerou a entrada de Adilson e o Grêmio melhorou. Empatou, acertou bola no poste do Atlético-PR e poderia ter virado. Não seria errado voltar do Paraná com três pontos. A vitória esteve ao seu alcance.
Maylson, que não é craque e e que ainda luta para ser um jogador útil, joga muito mais do que Gilson, um lateral adaptado no meio. Fábio Santos continua destoando, mas se mantém no time. Rochemback foi o melhor em campo. Vilson, zagueiro do chutão, fez o gol, mas não dá segurança. Souza e Douglas não podem jogar juntos. A má fase de Jonas, cada vez mais fominha, é verdadeira.
0 1 a 1 não foi o ideal. Só não foi ruim porque os colegas de zona de rebaixamento foram ainda pior. O Grêmio se mantém no pântano.
Em nove jogos fora, o Grêmio 2010 não ganhou uma partida sequer no Brasileirão. A herança Duda Kroeff é ainda mais pesada. Em dois anos, o time quase não ganhou fora do Olímpico. O Grêmio era um time caseiro até bem pouco tempo atrás. Hoje, não ganha mais nem em casa. Quarta, contra o Guarani, recebe a chance de sair do G-4 do Mal. Mas precisa jogar mais.






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