A Inter, que o Inter pega em dezembro, em Abu Dhabi, se a lógica do futebol ajudar, mostra cada vez mais que é um time irregular e, assim, inconfiável. Ganha bem, perde. Não encontrou a regularidade de 2009/2010.
Sábado, perdeu em Roma (1 a 0), mesmo jogando melhor boa parte do encontro pela Série A. Nesta quarta, sob os olhos de todos os colorados em São Paulo, que buscam o Palmeiras na Arena Barueri, patrolou os alemães do Werder Bremen (4 a 0), com três gols de Samuel Eto'o - aliás o melhor jogador do time do norte da Itália nesta começo de temporada. Fez três e ainda deu passe para o quarto (acima, foto do goleador com o brasileiro Coutinho).
Outro destaque da partida, em Milão, uma das melhores da rodada da Liga dos Campeões, foi o brasileiro Coutinho, ex-Vasco. Quase marcou, criou, serviu. Fez a sua melhor partida no clube. Coutinho é da geração de Neymar, é hábil, inteligente, mas ainda franzino. Precisa ganhar mais músculos, enfrentar com alguma possibilidade de vitória os grandalhões da Europa. Só habilidade não resiste.
A torcida gostou, aplaudiu o time e recuperou um pouco da confiança perdida nos últimos 45 dias. O Inter precisa torcer para que a Inter tropece na Itália e na Europa. Corra atrás dos maiores. Assim perderá a concentração no Mundial de Clubes. A prioridade dos europeus nunca é o Mundial, ao contrário dos latinos. É sempre a Liga dos Campeões. Não é de hoje. É histórica. Quem lucra é sempre o adversário.




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