Gre-Nal é jogo único. Tão especial que um juiz de três Copas do Mundo é colocado em dúvida, pesado, questionado – se tem ou não condições de apitar o clássico gaúcho. Pura bobagem!
Se alguém contar a história fora do Rio Grande, vai receber risadas. Simon seria bem-vindo em qualquer clássico do país, da América, do mundo. Ainda mais se ao seu lado forem alinhados os bandeirinhas, Altemir Hausenann e Roberto Braatz, que também estiveram no Mundial da África do Sul. O trio é garantia de segurança.
Claro, o erro faz parte do futebol, como diz Joseph Blatter, ninguém está livre, nem o goleador na hora do pênalti.
A escolha de Simon tem mais de 24 horas e ninguém fala mais nas estrelas do Gre-Nal. O árbitro é sempre um coadjuvante, não pode ser a estrela. Os craques é que precisam brilhar. Vamos falar deles. Deixar que a arbitragem passe pelo clássico sem que o mundo a veja. Quando mais invisível for o árbitro, melhor
Mas a polêmica Simon é tão gigantesca nas nossas terras que o árbitro é o centro das atenções, ao contrário de Jonas e D'Alessandro, Victor e Guiñazu.



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