No inverno alemão, -2°C, Grafite, por telefone, confirma que recebeu um chamado do Inter. Hoje, não pode aceitar.
O Wolfsburg, ex-time de D’Alessandro, já avisou que não vai liberar o centroavante na janela de janeiro, um ano antes do final do seu contrato.
Em junho, a conversa pode ser outra. Grafite gostaria de voltar ao seu país e o Inter seria um bom novo endereço, ele afirma. Sobre o interesse do Vasco, não sabe de nada.
Edinaldo Batista Libânio, o Grafite, 31 anos, está ligado no Mundial de Clubes, que conquistou com o São Paulo (2005).
Diz que os europeus dão muito mais atenção a Liga dos Campeões, ao contrário dos sul-americanos, e que, segundo os torcedores do continente, a Inter surge como favorita.
Opinião que ele não segue.
Ele viu os dois times em ação nos últimos meses e acha que a crise técnica dos italianos favorece aos gaúchos. O jogador tem convicção de que o Inter será bicampeão mundial.




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