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O desafio da vida de Giovanni Luigi

03 de janeiro de 2011 5

Giovanni Luigi começa uma longa, apaixonada e, por certo, trepidante jornada de dois anos no Beira-Rio. É o novo comandante de todos os vermelhos gaúchos.

Foi escolhido pelos sócios, resultado da democracia das urnas, numa das maiores eleições de clubes da história do país.

Luigi pode sofrer críticas. Os presidente são alvos naturais dos críticos.

Mas ninguém pode dizer que ele não é o presidente da maioria. Eles superou dois candidatos, ganhou fácil, venceu como o preferido. Claro, recebeu no pleito a mão de Fernando Carvalho, um dos nomes históricos do Inter.

Luigi tem uma missão complicada, complicadíssima. Ele pega o Inter Bicampeão da Libertadores. Se ganhar o Tricampeonato, não terá feito mais do que seu antecessor. Se ganhar o Bi-Mundial, no Japão, aí sim, poderá superar a todos.

Ele tem desafios, o do campo, o dos títulos, o das contratações, o da mudança da fotografia, o da remotivação depois da histórica derrota nos Emirados Árabes Unidos.

Ele tem desafios, o da gestão, profissionalizar o clube, valorizar a marca, buscar novos mercados, equilibrar as contas, encontrar uma saída para o Projeto Beira-Rio Copa do Mundo 2014, ajustar a folha de pagamento ao poder econômico do clube. Mas ele pensa na frente. A contratação de um CEO é um passo rumo ao futuro.

Desafios é o que não faltam. Experiência não falta. Ele é cria da gestão formada nos últimos 10 anos no Inter e que conquistou as maiores glórias do centenário colorado. O que não falta ao dirigente é experiência, referências, exemplos – todos dentro de casa (Beira-Rio).

Luigi encontrou o desafio da sua vida. A cobrança será do tamanho do Inter. Nem um centímetro abaixo, acima.

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Comentários (5)

  • Agenor Jose diz: 4 de janeiro de 2011

    Tomara que não venha a ser o Obino do Beira Rio.

  • Evaldo Roque diz: 4 de janeiro de 2011

    No futebol é urgente implantar a remuneração variável. Nas empresas modernas apenas trabalhadores das áreas de limpeza, segurança e portaria recebem salários fixos, isso quando não são terceirizados. Não dá para admitir que jogador de futebol tenha salário astronômico independente do desempenho da equipe nas competições.

    Uma sugestão: 50% fixo e os demais 50% para um Fundo/Caixinha. O recurso da caixinha seria dividido como prêmio pelas conquistas dos títulos que o clube disputar no ano. Os jogadores fariam juz ao prêmio na proporção que contribuíram para a formação do Fundo. O prêmio seria integral somente se conquistassem os títulos. Qualquer outra colocação do clube nas competições reduziria a participação neste fundo. E se eventualmente conquistassem o mundial deveriam ter uma premiação extra bem significativa.

    Não é concebivel ver um Alecsandro receber seu salário de 6 dígitos seja qual for o seu desempenho em campo bem como o desempenho do clube. Para mim a parte variável da remuneração deveria estar vinculada ao desempenho da equipe como um todo e não ao desempenho individual. Ninguém, nem mesmo Pelé, ganha jogo ou campeonato sozinho. A parte da renda variável deve servir como estímulo para o comprometimento de todos na conquista dos títulos.

    Tenho certeza que se o Internacional já tivesse adotado essa forma de remuneração a mais tempo não estaríamos a 32 anos na fila para a conquista do Brasileirão. E se formos o primeiro clube a adotar esta forma de remuneração logo seremos copiados pelos demais.

  • jarbas galgaro diz: 4 de janeiro de 2011

    Luigi foi eleito pela maioria em Novembro,mas será que seria eleito em Janeiro?Tenho minhas dúvidas,o torcedor é movido pela paixão e a relação está em crise.A direção traiu a confiança do torcedor e o torcedor está “louco” pra dar o troco.Espero mesmo que o Luigi faça um bom mandato,espero que ele tenha peito pra fazer valer a sua vontade e não mais a do Carvalho,que caiu em descrédito com os colorados.Espero que ele e a sua equipe tragam bons jogadores e não apenas jogadores famosos e caros.A torcida está ferida,indignada,mas com certeza está com muita vontade de abraçar novamente o seu time do coração.A raiva do trocedor é passageira,o amor pelo Inter é eterno.Se a direção fizer a sua parte e renovar a esperança do torcedor,esse vai lotar novamente o Gigante e gritar muito alto pelo nosso colorado.Boa sorte Luigi.

  • cezar paulo lazzarotto diz: 4 de janeiro de 2011

    Começou mal.
    Manteve Alecsandro como opçao de ataque, renovou com Gleidson, enfim, manteve a velharada ineficiente.
    Tomara que não seja o ano do carteiraço de novo, e os meninos todos assistindo…
    tão lamentável que dá vontade de ir embora, como fez o Valter.
    Deus ajude Luigi, mas começou com a mesma mentalidade do carteiraço.
    Tomara que mude!!!!!

  • Jose Carlos diz: 4 de janeiro de 2011

    90% dos codigos nao da pra ler

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