Pelos títulos que ganhou nos últimos anos, pela sequência de contratações, até com nomes importados, o Inter é visto como um time rico por jogadores, empresários e dirigentes de outros clubes. A fama faz o alvo da direção pedir, às vezes, um salário fora da realidade, um contrato de superestrela.
O Inter não é um clube rico. É um clube com dificuldades econômicas – e não está sozinho no futebol brasileiro. Não tem dinheiro sobrando para contratar. Precisa procurar negócios de ocasião. Negociar, usar a experiência.
O Corinthians ofereceu R$ 16 milhões por Luis Fabiano. O Sevilla recusou. O atacante é sonho do Inter, que não tem este punhado de euros para oferecer ao clube espanhol.
O Inter precisaria de um investidor (investidores) para garantir uma grande nome. Com a saída de Fernando Carvalho, o Grupo Sonda recuou um pouco.
Os novos homens do futebol colorado precisarão de muita habilidade para conseguir reforços de qualidade sem aquele dinheiro em caixa que sempre torna tudo mais fácil. Comandar clube com dinheiro sobrando é fácil. Contratar na crise finaceira é o mesmo que subir na montanha sem boas cordas.



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