Victor sofreu três gols, mas não falhou – e ainda fez defesas importantes. Os méritos foram de Damião, Andrezinho e D'Alessandro.
Renan vacilou no segundo gol, largou uma bola nos pés de Borges.
Renan vestia a camisa dos vilões no final da partida. Bastou uma série de pênaltis para transformar o goleiro no nome próprio da decisão. Ele não foi o melhor em campo. O título do jogo é de Zé Roberto – Mário Fernandes foi o melhor entre os azuis.
Renan segurou três pênaltis em sete cobranças. Victor, dois.
No momento mais crítico quem fez a diferença foi Renan e não o goleiro da Seleção. Renan merece ser lembrado pelas grandes defesas. Não pela falha isolada. Os acertos devem superar os erros.
Ele foi o número 1 da decisão.
Mas o Gre-Nal foi tão bom, mas tão bom que foi um crime decidir nos pênaltis. Merecia uma prorrogação. Teríamos, por certo, mais gols e mais emoção. Eu vi o melhor Gre-Nal em muitos anos, semelhante ao da semana passada no Beira-Rio. Não foi o mais importante, mas foi, seguramente, um dos mais emocionantes, com cinco gols, gols perdidos, lances especiais, adrenalima pura.
(terça-feira passada eu escrevi que nada estava decidido, que Gre-Nal nos ensina lições todos os anos, não deu outra),



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