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Maio vermelho no Beira-Rio

26 de maio de 2011 7

Não será surpresa se o Convergência Colorada, grupo mais articulado de oposição do Inter, votar em bloco contra as contas da gestão passada do presidente Vitorio Piffero, segunda-feira, na reunião do Conselho Fiscal.

O encontro no Beira-Rio, segundo conselheiros de diferentes tendências, promete ser tenso. Os números finais de Piffero têm resistência até mesmo entre alguns integrantes do seu grupo, Movimento Inter Grande.

Aliás, Piffero pode mudar de grupo, se organizar em outro movimento, levar alguns fiéis e disputar a presidência em 2012, segundo colorados ilustres.

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Comentários (7)

  • SILVIO diz: 26 de maio de 2011

    OLá Zini:…..Se tem “gato na tuba” tem que ser extirpado imediatamente. A denuncia é grave e que estes Colorados ilustres venham a público e mostrem suas caras ao torcedor, para que saibamos com quem está com a verdade.
    Já não basta um (des) governo recheado de politicos corruptos maltratando o povo brasileiro, agora temos no INTER uma tempestade se aproximando. Belo prato à midia esportiva, principalmente de outros estados, ávidos por sangue.

  • Emerson de Lima Torres diz: 26 de maio de 2011

    Isso vai mudar a cotação do Dolar ??? Vai fazer o desempenho do time melhorar ??? Vamos ganhar ou perder algumas posições na tabela ???
    Ou como já escreveu o Theddy e mais um Fábrica de Crises.

  • Thiago diz: 26 de maio de 2011

    Pelo visto, muita coisa terá que ser explicada, pois a gastança foi demasiada. Me preocupa, especialmente, a constatação da auditoria de que houve um pagamento em duplicidade de R$ 360.000,00.

    Tomara que haja uma explicação razoável da direção anterior para descaracterizar tal apontamento da auditoria, caso contrário, será caso de polícia.

  • ivan diz: 26 de maio de 2011

    Está mais que na hora de pormos as cartas na mesa, preto no branco e sabermos para onde foi toda aquela fortuna da venda de jogadores pelo Inter. Meu candidato para as proximas eleições é o nosso galo de rinha Siegmann.

  • Danilo Paulo Merljak diz: 27 de maio de 2011

    Certa ocasião, quando diretor de futebol do Inter, o Fernando Carvalho ao ser indagado por um reporter, se me lembro bem a respeito de contratação de jogador, afirmou que a ele caberia contratar. Quanto ao problema financeiro ele dexava a cargo do Vitório Piffero, que tinha mais capacidade do que êle no assunto. Estão lembrados da demora da apresentação do Balanço de 2009 ? Foi aprovado, inobstante problemas apresentados e principalmente pelo acrescimo de 90 milhões de reais em dívida de curto prazo. Até hoje não se sabe os motivos deste acrescimo. O Inter recebeu fortunas pelas vendas de Nilmar, duas vezes, Alexandre Pato e outros jogadores. Dizia-se que as vendas eram necessárias para o equilibrio financeiro. Como explicar o endividamento? O Taison e o Giuliano foram vendidos, rapidamente, para reduzir a dívida. O Inter vendeu o Eucalitos por 28 milhões de reais e mesmo assim , segundo noticiou-se à época, contraiu um emprêstimo significativo no fim de 2010. O prejuizo de aproximadamente 3 milhões de reais, apontado no Balanço final da gestão Vitório Piffero, teria sido de cerca 31 milhões, não fora a inclusão do valor como receita do velho estádio. Agora fala-se num prejuizo a maior, desconsiderada uma possível maquiagem contabil. Vem a baila, também, gastos enormes com cartões de crédito dos dirigentes. Lembram-se do que o Vitório queria tornar remunerada as funções diretivas do Clube? Tudo o que esta vindo a tona tem a contribuição, por omissão, da oposição, até mesmo a tál Convergência, que só após a última eleição, onde cresceu na importancia, está saido de cima do muro, com intuito de projetar-se ainda mais e buscar eleger-se. Parabens ao Luigui, que está procurando intriduzir uma gestão administrativa técnica, contábil e econômica séria. No futebol foi um fracasso. Na Presidência está me surprendendo positivamente. Correta a sua atitude em contratar uma auditoria externa da sua confiança, mesmo que tenha sido sugerida pelo Conselho Fiscal. O Grupo que dirigiu até agora o Inter desintegrou-se. O Vitório Piffero que vá cuidar de seus negócios particulares. Que o Fernando Carvalho faça o mesmo. Muito obrigado pelos títulos conquistados. Mas a herança que deixaram é triste para a nação colorada. Agora a notícia de que deixaram de contratar , quando tinha 16 anos, junto ao Chivas do Méxixo, o centroavante do Manchester que jogará contra o Barcelona neste fim de semana, ao preço de 1 milhão de dolares. O Carvalho, talvêz, tenha visto mais qualidade no Marinho do Fluminense, ou ainda, o Italo ou o Vagner Libano, um dos dois, de um clube português. O Marinho teria custado 1 milhão de reais. Os portugueses queriam um milhão de dolares. Não se sabe, na realidade, o que o Inter pagou por eles. Nos colorados, queremos a verdade e que não se faça que nem no Grêmio, quando a sujeira foi para baixo do tapete. Que o Inter seja diferente do que ocorre na politica nacional, onde o dinheiro público é usurpado por senadores, deputados, ministros, governadores, prefeitos sem punição alguma. Muitos dos torcedores e sócios ganham salário mínimo ou um pouco a mais. No total, porem, representam cerca de 3 milhões de reais mensais para o Clube. Isto não dá direito algum a quaisquer dirigentes a agirem de forma irresponsável com este dinheiro. Principalmente em se tratando da gastança com cartões de crédito. Que a verdade venha a tona.

  • Dejalmo diz: 27 de maio de 2011

    É lógico que isso influencia no time de futebol? Afinal é o clube que paga os salários dos jogadores. Imagine você trabalhando com a possibilidade de não receber futuramente? Ou até mesmo do Clube falir?
    Não é à toa que Aod teve vida curta. Viu a situação e fugiu. Time de futebol, que não os do eixo rio-são paulo tem que ter uma administração formidável, pois as receitas que entram são bem menores que para aqueles. Lisura é o mínimo que se espera.
    Em tempo: Time de futebol é igual governo! Todo mundo mete a mão, afinal o dinheiro está alí dando sopa.

  • Roger diz: 27 de maio de 2011

    Onde entra dinheiro, meu caro, êste caldeirão rubro, é rôlo para mais de metro. O Rôlo Compressor vai ter briga de foice e martelo por meses, no seu embróglio político e no seu Conselho Deliberativo. A situação e a oposição estarão frente a frente, daqui em diante, cada uma, com a faca nos aodentes.
    Cartões corporativos ? Despesas diversas ?
    Não estou tomando partido de nenhum dos lados, só estou constatando o cenário que está por vir.

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