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Posts de julho 2011

Uma convicção chamada Marquinhos

23 de julho de 2011 18

Nem todos no Olímpico foram favoráveis a contratação do catarinense Marquinhos, que custou caro e recebe um alto salário.

Mas Antonio Vicente Martins, que bancou o jogador, tem certeza que ele dará certo no Grêmio. Hoje, o ex-camisa 10 do Avaí é reserva.

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A memória do futebol pede socorro em Porto Alegre

23 de julho de 2011 0

O Museu Hipólito José da Costa é fonte de pesquisa de jornais e revistas antigas em Porto Alegre. A memória do futebol e de outros esportes, por exemplo, está à disposição de jornalistas e pesquisadores.

Mas o local está em situação de quase abandono de verbas e meios para o seu bom funcionamento.

Maria Emilia Portella, da secretaria de Estado da Cultura, informa que o museu “está contemplado nos Projetos Estratégicos, que busca resolver as demandas de acordo com a disponibilidade”.

Diz ainda que a atual gestão recebeu o museu “praticamente abandonado” pelo governos anteriores.

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Os superpoderes de Fernandão no vestiário

23 de julho de 2011 8

O ex-capitão colorado Fernandão ganhou superpoderes no vestiário e no futebol do Inter.

Pode demitir, pode contratar.

Ele quer contar com os jogadores veteranos e não vai afastar ninguém.

Fernandão foi líder dos atuais líderes, Bolívar, Tinga, Índio, e é referência para os mais jovens, Oscar e Damião. Os dirigentes têm certeza que o grupo colorado vai começar a jogar também por Fernandão.

O ex-jogador deseja criar uma linha direta, 24 horas, com Fernando Carvalho

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VÍDEO: Zini, Wianey e a vida de treinador de futebol

22 de julho de 2011 5

Em mais uma edição de Bola Dividida, os colunistas Luiz Zini Pires e Wianey Carlet conversam sobre o quão fácil – ou não – é a vida de treinador de futebol.


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Fernando Carvalho, Cuca, Tite e Roth

22 de julho de 2011 32

Fernando Carvalho não está preocupado com a rejeição dos colorados (e do vestiário) com a possível contratação do técnico Cuca, seu preferido.

Ele acha que duas vitórias em sequência sepultam qualquer desconfiança.

Ele lembra que contratou Tite (2009) e Celso Roth (2010) apesar da bronca dos colorados e com eles ergueu dois títulos sul-americanos

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Marcelo Grohe, seis meses depois

22 de julho de 2011 3

No início do ano, Marcelo Grohe não era considerado um goleiro confiável no Olímpico. Tanto que a direção pediu ao São José a prioridade para a contratação de Tiago Volpi.

Chegou a manter contatos nesse sentido com Francisco Novelletto, presidente da FGF e principal investidor do clube da zona norte.

Passados seis meses, parte da torcida gostaria de ver Grohe como titular e não Victor

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Julinho precisa enfrentar os medalhões

21 de julho de 2011 37

O Grêmio de Paulo Odone e Antônio Vicente Martins não anda, não convence, não alegra, não se sustenta.

A temporada é um fracasso. Saiu da Libertadores nas oitavas de final, perdeu o Gauchão em casa quando podia empatar, afunda no Brasileirão com chuteiras de Titanic.

Foi correta a demissão, Renato não empolgava mais como técnico, só como ídolo. A torcida misturava os dois e o time não empolgava. Com Julinho quase nada mudou. É começo de trabalho, é preciso ver mais. Não se julga um técnico por três partidas. Mas o relógio está caminhando.

O grande problema vive na apatia de alguns jogadores. Douglas (armador de contra-ataque contra o próprio time) e Gabriel, protegidos de Renato, passam por uma fase técnica de arrepiar e só agradam aos adversários.

André Lima ainda busca a melhor forma (e os gols), Leandro insiste em cair, Rochemback está em todos os lugares, precisa carimbar todas as bolas, Gilberto Silva lembra um burocrata do meio-campo. Miralles, contratado como a grande esperança de gols, é reserva e ainda não marcou. O catarinense Marquinhos está no banco e não parece uma solução.

O Figueirense escancarou a realidade azul. O Grêmio fez um dos piores jogos de 2010. Lembroun os piores tempos de Renato.

Julinho precisa tocar nos medalhões. Buscar opções. A tabela mostra que o grupo não é bom ou, no mínimo, não está bem. Os jogadores, alguns com salários europeus, deveriam estar constrangidos. Não é possível jogar tantas partidas ruins em tão pouco tempo.

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Conceitos e dinheiro se misturam nas mãos dos cartolas

20 de julho de 2011 10

Futebol é algo sem nexo. Eu sinto, especialmente quando os dirigentes tropeçam nos seus conceitos, se é que eles têm algum, um. Não pessoal, local. É um problema nacional.

O Grêmio acertou com Cuca, depois desistiu – o mesmo Cuca que um dia pediu demissão do clube por não segurar a barra na metade da década passada.

O Inter buscou Dunga, que não aceitou, que não quer voltar agora, o mesmo Dunga que foi demitido pelo Inter, classificado como ex-jogador.

O Colorado então se fixou em Cuca, que foi derrubado pelo vestiário, em primeiro lugar, e depois aniquilado pelas redes sociais usadas por torcedores colorados. A direção recuou estrategicamente, se fixa em outros nomes. Cuca era uma certeza 12 horas atrás, Dunga, 24h,  hoje Cuca está mais distante do que Katmandu.

O técnico da vez se chama Dorival Jr, ex-volante do Grêmio, um dos nomes favoritos de Paulo Odone, respeitado no Brasil, um treinador sérioe competente. É um técnico jovem, ainda em fase de crescimento, comandou o Santos com glória, mas não consegue liderar o Atlético-MG. Mas quem consegue erguer o letárgico Galo?

Celso Roth? Roth já foi demitido pelo mesmo Atlético e por dirigentes que continuam no poder. Ele pode voltar o instável Atlético-MG.

Alguns técnicos têm a capacidade, mérito deles, de rodar por vários clubes, mesmo sem conseguir trabalhos qualificados, performances que os recomendem, títulos, honrarias, aplausos das torcidas.

Brincar com o dinheiro farto dos clubes é sempre um prazer para determinados dirigentes de futebol. A torcida vê. Antes protestava em pátios e tomava portões, hoje detona tudo nas redes sociais. O torcedor ganhou um arma atômica. Já está usando. A dupla Gre-Nal já sentiu o poder.

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Os novos desafios de Fernandão, sem chuteiras, no Beira-Rio

19 de julho de 2011 16

Fernandão não tem o preparo, a experiência e o poder de gestão de um diretor executivo de futebol.

Não importa.

Sua missão será outra. Será um diretor  (coordenador) técnico. Sua primeira entrevista coletiva foi clara.

Ele é um jogador que recém aposentou as chuteiras. Não suportava mais as dores no púbis. Mas vive na memória do torcedor colorado pelos seus feitos.

O cargo de diretor executivo requer outras ferramentas. Não basta a liderança. Conta a experiência, o conhecimento do mercado da bola, a relação com empresários, novos e antigos, poderosos ou nem tanto.

Fernandão é inteligente. Pode crescer na área, mas sabe que a responsabilidade é tremenda, o momento político é instável. Não terá duas chances. O futuro do Inter passa por ele agora. Não poderá falhar.

Fernandão fará o meio-campo entre o vestiário e o novo treinador, vai garimpar jogadores também, vai estar na base, preparando os jogadores para o futuro. Pavimentar a estrada, nem sempre reta, que liga boleiros e treinador. Nesta função, ele pode aprender o outro ofício, o de executivo de futebol.

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Dunga é o técnico preferido do Inter

18 de julho de 2011 21

Inter quer Dunga. É o favorito, o número 1, a meta da direção colorada, que já pensava no ex-treinador da Seleção para o lugar de Celso Roth logo depois da derrota para o Mazembe, em dezembro passado.

Quem faz o meio campo é o ex-presidente da FGF, Emídio Perondi. Ele e Dunga são amigos de longa data. Perondi é um dos poucos dirigentes do futebol brasileiro que Dunga dá atenção.

Dunga ainda precisa ser convencido. Ainda não há um número 2 no processo.

O contrato seria até o final de 2012. Hoje, o Inter gasta com três técnicos, Jorge Fossati, Celso Roth e Paulo Roberto Falcão.

A contratação de Fernandão é quase certa. Giovanni Luigi já conversou com o ex-jogador semanas atrás.  Ele será diretor de futebol, se as negociações fecharem.

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No telefone com Paulo Roberto Falcão

18 de julho de 2011 7

Falei rapidamente com Paulo Roberto Falcão por telefone antes das 19h30min desta segunda-feira que fez tremer o Beira-Rio. Da Redação da ZH, senti todo o abatimento do ex-técnico colorado, que estava na sua casa, ainda meio atônito, tentando entender todo o processo.

Ele está magoado, frustrado, chateado. Está muito incomodado.

Não esperava a demissão. Não na manhã desta segunda-feira, 18 de julho, quase cem dias antes da sua contratação.

Sua relação com o presidente Giovanni Luigi era péssima. Normalmente, os dois não conversavam, não trocavam ideais sobre futebol, não discutiam o dia a dia do clube.

Às vezes, Luigi tentava se intrometer na escalação no time, dar palpites, mas Falcão fingia ouvir. Não dava atenção, nem quando ele elogiava, como no jogo com o Corinthians ou em outros. Na hora da demissão, não deixou o presidente completar a sua fala. Disse que não desejava ouvir mais nada. Saiu do Beira-Rio e foi conversar com um amigo num shopping da zona sul da Capital. Foi logo alcançado por jogadores, ex-jogadores e técnicos que, por telefone, mandaram seus abraços.

Antes, se despediu dos jogadores. Foi abraçado por todos, alguns o beijaram, D’Alessandro e Bolatti desejaram boa sorte. Andrezinho era um dos mais chateados. O vestiário ficou comovido com a saída do treinador. O novo técnico vai precisar reconstruir o vestiário.

Falcão, Luigi e Carvalho

O presidente Luigi não queria Falcão no Inter, assim como Fernando Carvalho, que ainda manda no clube. É o grande líder, o poder, o dirigente histórico. Luigi desejava ficar com Roth, com o apoio de Carvalho. Foi Roberto Siegmann que demitiu o treinador e trouxe Falcão. A dupla vivia numa mundo a parte no Beira-Rio. Não tinha o respaldo da direção. Estava isolados. A derrota para o São Paulo foi usada para afastar os dois

Ao demitir Roberto Siegmann, Giovanni Luigi não afasta apenas seu homem forte do futebol e conselheiro do Inter. Tira do caminho um candidato potencial a presidência do clube no final de 2012.

Foi Siegmann que praticamente garantiu a eleição de Luigi depois de enfrentar alguns influentes políticos colorados que desejavam, entre outros movimentos, estender o mandado de Vitorio Piffero, em outubro de 2010.

O presidente prometeu contrações. Adiou. Prometeu outra vez. Não cumpriu. Falcão fez a sua lista de reforços, queria quatro jogadores. O presidente achou caro os reforços sugeridos pelo técnico. Mas o que é caro para o Inter dos nossos dias?

Falcão saiu do Inter ferido. Não esperava o golpe. Mas um dia quer voltar. Não sabe quando. Agora ele deve descansar um tempo, talvez sair da cidade, viajar. Mas quer continuar treinando clubes de futebol. Está no mercado.

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Choque entre Luigi e Siegmann atinge Falcão

18 de julho de 2011 33

O Inter perde o seu segundo técnico em sete meses. Falcão sai, sai também Roberto Siegmann. A decisão espantou os torcedores. Ninguém esperava, muito menos os jogadores, que ficaram igualmente espantados.

O caldeirão política do Beira-Rio, que ferve desde o ano passado, atinge os 100ºC.

O clube vive um intenso processo de transição depois de 10 anos com os mesmos nomes. O vitrioso Inter entrou em crise. Os resultados recentes provam. A tabela do Brasileirão é seu espelho.

A mudança não é pacífica. Há uma guerra nos bastidores colorados.

Siegmann foi grande e decisivo cabo eleitoral da eleição que garantiu a cadeira número 1 do Beira-Rio ao presidente Giovanni Luigi. Não fosse ele, o presidente seria outro. Meio ano depois, Luigi rompe os acordos políticos e destitui Siegmann. O grupo que comanda o clube rachou.

Luigi não queria Paulo Roberto Falcão, que foi bancado por Siegmann, também contra a vontade de Fernando Carvalho, que ainda é o grande nome do Inter e que nunca teve uma boa relação com o ex-treinador – especialmente sobre conceitos de futebol. Nada se faz no Beira-Rio sem o carimbo do ex-presidente de Carvalho. Ele ainda é o número 1, o poder.

Siegmann bateu de frente com os empresários que entram e saem do vestiário do Beira-Rio, especialmente Delcir Sonda, que desejava vestir de vermelho o zagueiro Breno. Sua relação com Luigi se esfacelou aos poucos. As três derrotas em série enfraqueceram Falcão e, por tabela, Siegmann. O Inter começou a segunda-feira sem técnico e sem um líder no departamento de futebol.

Perder o Inter.


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Sinal vermelho no Beira-Rio

17 de julho de 2011 25

O Inter perdeu. Perdeu de novo. A tabela é prova. A quesda está documentada.

Perdeu três vezes seguidas em oito dias, sofreu seis gols, não marcou um. E a derrota deste domingo foi em casa, 3 a 0 para o São Paulo.

O sinal vermelho foi ligado no Beira-Rio. Com alguns reservas, o Inter caiu, fez um péssimo primeiro tempo, melhorou depois, mas o São Paulo foi muito mais decisivo. Teve aquilo que falta ao Inter, o que faltou em São Paulo, contra o Corinthians, os gols, os chutes, as conclusões. O Inter 2011 perdeu qualidade.

O Inter precisa melhorar, contratar. A pressão aumenta. Só uma vitória acalma. E o próximo adversário é o Avaí, em Florianópolis, desesperado, lá no poço da tabela. Jogo é de alto, altíssimo risco, e para os dois lados.

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Seleção sem craques cai na real

17 de julho de 2011 22

Perder pênalti é normal. Errar uma sequência de quatro pênaltis é anormal, tão anormal quanto a Seleção que representa o Brasil, uma Seleção sem craques, sem brilho, sem a essência do futebol brasileiro. Quem chama, grita por um, não encontra ninguém. Não há. Pode procurar. Brasil: S.O.S. craques.

Uma seleção se constrói em cima dos melhores jogadores. Com craques fica melhor ainda. Mano Menezes herdou o direito de reorganizar, rejuvenescer a Seleção. Tentou. Não conseguiu em 11 meses. Falou braço, inteligência e material humano. Sua Seleção fracassou na Copa América. Faltou técnico, faltou conjunto, faltou jogadores.

Na soma, a bomba explodiu no colo de Mano, que é bom técnico e já foi garantido no cargo por Ricardo Teixeira. Mas quem acredita em cartola? Você?

Mas ele tem a sua parte de culpa. Ele é o técnico. Mano chamou os melhores. Os que ficaram de fora não mudariam, melhorariam a Seleção. Não fariam a diferença. Não há jogadores especulares falando português no Planeta Futebol. Você sabe de um? Avise-me.

A Seleção chamou três jovens, Pato, Ganso e Lucas, imaginou que eles pudessem fazer a grande diferença. Não fizeram. São jovens demais e não encontram nos mais experiências o auxílio ideal. Eles não podem pagar pelo fracasso na Copa América. Há vários jogadores que não têm mais o que fazer na Seleção.

A Seleção da Copa América não funcionou. Perdeu nos pênaltis, mas, no jogo real, teve o domínio total da partida, perdeu muitos gols, não encontrou um goleador, uma matador, um sucesso de Romário, Ronaldo Fenômeno. Pagou o preço de uma Seleção comum, sem brilho, sem criatividade, sem a qualidade que define (ou definia) o Brasil.

A CBF não costuma poupar técnicos que fazem feio em competições oficias. Mano corre riscos. Sua Seleção não recomenda três antes da Copa do Mundo do Brasil.

Não é justo colocar toda a culpa no treinador. É preciso dividir tudo com os novos jogadores e os veteranos. Derrotas e vitórias devem ser divididas, nunca individualizadas.

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Lições do Uruguai ao Brasil e ao futebol

17 de julho de 2011 15

Guarde os nomes: Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Victorino (Scotti) e Cáceres; Diego Pérez, Álvaro Gonzáles, Arévalo Rios (Eguren) e Álvaro Pereira (Gargano); Forlán e Luis Suárez.

São 14 nomes que mostraram algo que não está mais presente na média dos times e das seleções do Brasil.

Eles exibiram amor ao trabalho, paixão ao país, dedicação ao time.

Ofereceram profissionalismo acima de tudo.

O Uruguai é um seleção que se recusa a perder. Até pode ser derrotada, mas não será por falta de esforço, ao contrário do nosso futebol, onde alguns atletas “jogam e correm” quando bem entendem. Os uruguaios atuaram com 10 durante quase 50 minutos, enfrentaram a Argentina como se tivessem 11 e venceram nos pênaltis, cinco cobranças perfeitas.

Fosse eu técnico já teria em mãos o DVD do jogo, da prorrogação, dos pênaltis. Seria meu filme preferido pós ou pré palestras técnicas e táticas antes das partidas. Diria aos jogadores, dirigentes e torcedores: olhem a diferença que faz um time que se move com um conceito de futebol na cabeça e na ponta da chuteira, que repete a escalação, que mantém um técnico, que atua com profissionais de verdade.

O Uruguai é exemplo de dedicação. O Brasil pode seguir o exemplo?

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Empresário de revelação colorada é o mesmo de Ibrahimovic

17 de julho de 2011 3


O empresário de Lucas Roggia, a nova esperança colorada e que fica no banco neste domingo, é o italiano naturalizado holandês Mino Raiola, 44 anos, o mesmo de Ibrahimovic.

Foi ele que ajudou Robinho a trocar o Manchester City pelo Milan.

Em quatro negócios, entre julho de 2009 e agosto de 2010, Raiola ajudou a girar mais de R$ 400 milhões no mercado europeu.

Roggia é observado por clubes estrangeiros desde os 16 anos. Tem 20.

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La Plata, telão LED e a Arena gremista

16 de julho de 2011 6

Eduardo Antonini, presidente da Grêmio Empreendimentos, foi convidado para visitar o Estádio Ciudad de La Plata, casa do Estudiantes e que pertence à Província de Buenos Aires. Com 36 mil lugares, é um dos mais modernos da América Latina.

Ele viaja neste sábado.

Antonini vai conhecer a gestão do estádio. A Traffic, que mira negócios na Arena, comanda o processo na Argentina.

O executivo quer saber ainda como funciona o telão LED em forma de cubo (140 metros quadrados) e instalado a 28 metros acima do campo de jogo.

As instalações permitem acompanhar as imagens ao vivo em qualquer lugar no estádio e substitui com vantagem os telões postados atrás das goleiras. Um cubo semelhante pode ser utilizado na Arena.

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Messi, Forlan e a mente argentina

16 de julho de 2011 2

A Copa América pode ser Copa do Mundo quando quer. Com Argentina e Uruguai é.

É clássico mundial, mesmo nas quartas de final do torneio sul-americano. Com empate, nos 90 minutos, dá prorrogação. Outra igualdade, chame os pênaltis.

A dupla dividem 14 títulos continentais. Iguais.

No confronto no torneio, cada um tem 13 vitórias. Iguais.

Não será um jogo normal em Santa Fé, nem antes nem depois de uma boa garrafa de Malbec, ao menos para o espectador, num sábado no começo da noite – possivelmente com chuva.

O Uruguai fez um Copa do Mundo da África do Sul superior. Mas a Argentina, na soma, exibe melhores jogadores. No ranking de seleções da Fifa, os argentinos estão em 10º lugar, os uruguaios, em 18º.

A Celeste mostrou o melhor jogador do Mundial de 2010. Messi é o melhor do mundo nos últimos dois anos. O Uruguai disputa cada bola como se fosse a última. A Argentina joga um futebol miúdo, de pé em pé, sem a ferocidade e a velocidade de outros tempos. Seus jogadores foram rebatizados na Europa – até parece.

Os dois começaram mal a Copa América. Empataram os dois primeiros jogos, ganharam o terceiro, decidem o ano na quarta partida. Em clássicos as vantagens se evaporam. É normal, mas nada pode ser normal quando se tem um camisa 10 chamado Messi, já o melhor jogador da história da Argentina e dos países de língua espanhola.

Com Messi, tudo pode acontecer. Se o dia for seu, creia, a Argentina só terá Messi na mente.

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Beira-Rio, camarotes e Andrade Guitierrez

15 de julho de 2011 9

Ao que tudo indica, o contrato entre Inter e Andrade Gutierrez ainda está longe de ser assinado. Há muitos detalhes pendentes para que o trato de R$ 290 milhões seja concretizado logo.

Um deles: a construtora não gostou de saber que o Inter vendeu por apenas R$ 1 milhão (com uso por 10 anos) suas melhores suítes.

Quer rever estes preços.

Quer cobrar bem mais pelos valorizados setores.

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Zini e Benfica falam sobre a Seleção e o trabalho de Mano

15 de julho de 2011 2

Nesta edição de Bola Dividida, conversei com o apresentador Sílvio Benfica, da Rádio Gaúcha, sobre a Seleção Brasileira. Falamos sobre o jogo contra o Equador, projetamos a partida contra o Paraguai e fizemos uma avaliação do trabalho de Mano Menezes no comando do Brasil.

Confira:



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Grêmio vai ao Palácio Piratini

15 de julho de 2011 0

Tarso Genro, recebe hoje, às 18h, o presidente Paulo Odone, entre outros dirigentes, no Palácio Piratini. O Grêmio vai apresentar ao governador gaúcho o Projeto Arena, 28% já concluído.

Outro tema do encontro é o desenho político da delicada estratégia que permitirá a liberação de R$ 20 milhões do governo federal para o projeto de mobilidade urbana em torno da Arena, no Bairro Humaitá.

O clube mostrará o impacto que a Rodovia do Parque vai causar na entrada da Capital.

Brasília bancou a rodovia, mas não se preocupou com as ruas e avenidas da região.

Sem melhorias, a Arena sofrerá com os engarrafamentos.

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Corinthians testa o poder do Inter de Falcão

14 de julho de 2011 14

Corinthians e Inter é um clássico do futebol brasileiro. Um dos maiores, já decidiu Campeonato Brasileiro, já marcou Copa do Brasil, já foi polêmico como poucos.

Qualquer resultado, menos goleada, é aceitável. A inexistência de favorito dá um sabor especial ao jogo, seja no Pacaembu, como agora, ou no Beira-Rio, como veremos no segundo turno.

O Corinthians é o líder e tem o técnico Tite, que trabalha desde o ano passado em São Paulo e é um dos tops do Brasil. É uma equipe refeita, sem Roberto Carlos e Ronaldo, bem organizada e competitiva e que acumula vitórias no Brasileirão. E tem mais, mais um meia chamado Alex, jogador de R$ 14 milhões e que o Inter já chamou de seu numa época que empilhava títulos – oito entre 2004 e 2009. Alex é a atração da partida no estádio paulistano que receberá mais de 30 mil fãs.

O Inter, com Muriel; Nei, Bolívar, Juan e Kleber; Guiñazu, Bolatti, Oscar e D’Alessandro; Zé Roberto e Leandro Damião, estará quase completo, sentirá a ausência de Tinga, um jogador que voltou a crescer nas mãos de Falcão. Não sei se ganha com a volta do lento Bolatti, é um teste, mas sempre tem um D’Alessandro fazer o diferente e, às vezes, empolgar.

 O Corinthians é um bom teste para saber o tamanho real do time de Falcão na metade de julho, no meio do ano. É um jogo para se ter certezas, talvez acelerar contratações. Se bater o Coringão em São Paulo, o Inter saberá que pode mais em 2011, muito mais. Vitórias fora e contra grandes times sempre oferecem um grande impulso no Brasileirão.

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Beira-Rio, Arena e o Plano B

13 de julho de 2011 23

Nas longas e reservadas conversas entre autoridades gaúchas, de Porto Alegre e do Estado, e os suíços da Fifa, os estrangeiros nunca citam a Arena gremista como plano B, caso as reformas de R$ 290 milhões do Beira-Rio sofram qualquer problema.

O Beira-Rio é plano A. Não se fala num B. Pelo menos não em julho de 2011.

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Em campo, entre Julinho e Renato

13 de julho de 2011 5

A direção gremista já notou que Julinho Camargo treina mais forte do que Renato Portaluppi.

E ainda tem método de trabalho bem definido

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Banco não agrada Miralles

13 de julho de 2011 8

O argentino Miralles não está muito confortável no Olímpico. Mas não reclama. Treina. Normal, a reserva é um praga.

Ele imaginou que havia sido contratado para chegar e jogar.

Não pensava sair do Chile e encontrar a reserva no Brasil, especialmente depois dos discursos da direção que o apontava como solução para acabar com o jejum de gols do ataque tricolor.

Miralles foi contratado a pedido de Renato.

Julinho chegou. Preferiu André Lima. É do jogo.

Eu gostaria de ver Leandro e Miralles juntos. A dupla formaria um ataque mais veloz, mais ágil.

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