Messi, que alcançou seu 202º gol no Barcelona, com 14 "tripletes", será escolhido em dezembro como o melhor jogador do mundo de 2011. Não há plano B ou C.
Ninguém se compara ao argentino nos melhores (e nos piores) dias da atual temporada.
Messi é o melhor do mundo. O argentino é incontestável. O trono é seu
M ais de 200 capitães e técnicos de seleções de todos os continentes vão escolher Messi. A maioria vê os jogos que todos vemos. Não haverá surpresa, zebra, nome tirado do fundo de uma cartola mágica, onde vivem pombos brancos, cartas triplas e um casal de coelhos.
Neymar, 19 anos, é uma grata surpresa. É um emergente, um projeto de craque, é campeão da Libertadores. É um mimo da Fifa e da France Football, a revista que também dá sustentação ao prêmio planetário, ao Brasil sede da Copa do Mundo de 2014. É cara nova na lista dos melhores. Futebol é renovação.
Desde 2007 que o Brasil não consegue escalar ninguém no topo. Kaká foi o último representante. Kaká não se livra das lesões e nem é mais titular absoluto do Real Madrid. A decadência física o pegou pelo pé. É uma pena. Kaká é craque.
Neymar poderá brigar por cetro e coroa quando jogar entre os grandes, num clube de ponta da Europa, quando disputar com os maiores jogadores do mundo o título e a tabela de goleadores da Liga dos campeões. Neymar está apenas começando. Ainda tem muita trava de chuteira para gastar. Ele conquistou o Brasil e a América, mas ainda precisa jogar o que sabe e pode na Seleção, deve fincar sua bandeira na Europa.
Jogar bem no Brasil contra brasileiros não faz cócegas na Fifa e nos europeus. O carimbo final de quem é o melhor do mundo ainda é deles. Na prática, Messi prova que é ele.
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