O Gre-Nal envolveu o terceiro melhor ataque (57 gols) contra a quinta pior defesa (57).
Deu o ataque, vitória do Inter, gol de pênalti de D'Alessandro .
O ano foi mais vermelho do que azul no Rio Grande do Sul, bem mais. O Inter ganhou o Gauchão no Olímpico, ergueu a Recopa no Beira-Rio e levou uma vaga na Copa Libertadores da América.
O ano de 2011 não pode ser considerado ruim. O Inter teve três técnicos, problemas de gestão, as obras do Beira-Rio que não andam, mas dentro de campo o espaço na Libertadores é real. O tornio latino abre novas portas, uma deles mostra o Japão. Só vai ao Mundial de Clubes da Fifa quem está na Libertadores.
O Gre-Nal foi equilibrado, nervoso, lotado de passes errados e de pouca qualidade técnica. Melhorou no segundo tempo, quando o Inter fez o gol e depois perdeu mais algumas chances de ouro. O Grêmio não reagiu. Faltou qualidade outra vez.
Gostei de D'Alessandro, o clássico homem Gre-Nal, Tinga foi bem, Victor fez um boa partida, Fernando marcou demais.
Dou nota baixa para todos os atacantes em campo. Foi um clássico de defensores e jogadores de meio-campo. Os homens de frente sumiram na sombra da defesa.
Vitória justa (1 a 0), o Inter está mais organizado, tem melhor grupo, experiência, e um técnico em que todos (ou quase todos) confiam.
O Grêmio viveu um 2011 que merece ser esquecido. Deve ter assimilado lições. Se vai seguir os ensinamentos é outra questão, complicada questão.



Comentários