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Goleadores gaúchos em extinção

09 de dezembro de 2011 5

Entre as edições de 2001 e 2011, o Campeonato Brasileiro teve 14 goleadores.

Seis deles (Rodrigo Fabri, Washington, Souza, Kleber Pereira, Jonas e Borges), passaram pela Dupla Gre-Nal em diferentes momentos, mas nenhum deles nasceu no Rio Grande do Sul.

Onde estão os goleador gaúchos?

No berço ou na memória?

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Comentários (5)

  • Bruno Costa diz: 9 de dezembro de 2011

    Simples:
    O Grêmio forma meias, não atacantes, não obstante teve uma década fraca.
    O Inter forma atacantes, mas não se mobiliza para jogar sério o brasileirão.

  • ilidio vilmar nicolini diz: 9 de dezembro de 2011

    tambem com as sumidades de treinadores que tivemos nada a de se esperar, deixam o coitado do avante lá na frente sózinho, enfrentado dois ou 3 adversários, só sabem copiar tudo que vem de fora e mal aplicar, acharam o máximo a tal de Laranja Mecanica, no estilo pelada ou onde a vaca vai, o boi vai atraz, formem dois atacantes jogando em conjunto(estilo Larry e Bodinho e dois ponteiros bem abertos estilo Lula e Valdomiro) E SE O ADVERSARIO FIZER UM NOS TEMOS QUE FAZER DOIS E ASSIM POR DIANTE ………………

  • Cassio diz: 10 de dezembro de 2011

    Leandro Damião, Nilmar, Alexandre Pato, Rafael Sobis, preciso continuar?

  • Décio A. Fischer diz: 10 de dezembro de 2011

    DECISÃO ILEGAL E INCONSTITUCIONAL

    Não torcemos pelo Sport Club Internacional, como não somos simpáticos ao mesmo, mas o que o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) fez com o jogador Bolívar é ilegal e inconstitucional, embora possa aparentar ter resquícios de moralidade e justeza.
    Não sei se é sabido que CBJD – Código Brasileiro de Justiça Desportiva, não é uma lei, mas a Resolução no. 29, de 10.12.2009, do Conselho Nacional do Esporte, mediante função delegada. A Constituição é clara e taxativa, nunca exemplificativa, para dizer que o indivíduo pode fazer ou deixar de fazer senão por força de dispositivo legal (lei).
    Ademais, a organização esportiva em nosso país é caótica e mal dirigida “pelos mesmos” desde há muito. Assim, há distorções, arranjos e acertos nada ortodoxos e nada éticos. E, o pior de tudo é que nada se faz para mudar essa situação.
    Outra observação pertinente e importante é que o futebol é a única atividade esportiva de paixão nacional e o que, na realidade, importa. As demais práticas esportivas são acessórias e consideradas supérfluas e dispensáveis. Portanto, ou a pessoa gosta do ludopédio ou está fora do contexto. É a nossa cultura.
    A destacar o “Estatuto de Defesa do Torcedor” – lei federal nr. 10.671, de 15 de maio de 2003, que estabelece normas em defesa e proteção ao torcedor. Contudo, o “código” que é adotado para regular e orientar, julgar e punir o atleta é uma RESOLUÇÃO. Para informar, ainda, que até a bem pouco tempo havia dois códigos disciplinares: um para o futebol e outro para os demais esportes.
    As confederações, federações e ligas parecem entidades onde o processo democrático está manietado e a alternância diretiva é proibida. São feudos altamente rentáveis em que a perpetuação no comando é uma triste realidade. Para isso ocorrer há um grande “portfolio” de práticas próprias de países totalitários com o uso de toda metodologia do autoritarismo.
    Portanto, a condenação do pebolista Bolívar, do Inter de Porto Alegre, em 4 (quatro jogos) e 180 (cento e oitenta) dias ou até e recuperação do atleta lesionado é totalmente irregular e ilegal. Isso é invasão de competência, pois caberia eventual ação no âmbito do direito cível, criminal ou trabalhista, cujo direito de ação seria da vítima ou do clube em que joga.
    O procurador de STJD que “se acha” o “suprassumo” do conhecimento jurídico-esportivo, tomou atitude atrabiliária e esdrúxula, em denunciar o faltoso, com o acatamento pelo pessoal do mesmo órgão. A profissão de jogador de futebol é regulada em lei. Assim, o ato do STJD é esquisito e impróprio, além de cercear o direito de exercício da profissão. Cabe, perfeitamente, ação cível indenizatória contra o órgão judicante esportivo. Ainda mais, a dita “agressão” não foi relatada pelo árbitro da partida.
    Assim não dá, assim “você me mata.”

    Décio Aquiles Fischer – Graduado em Direito e Economia.
    daquiles@terra.com.br

  • joacir diz: 10 de dezembro de 2011

    Não tem goleadores gauchos, pq a Dupla Grenal gosta mais de Volantes e Zagueiros, Talvez esteja aí o motivo pelo qual a dupla não conquista um títulofaz tempo.

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