O Santos está na final.
Fez 3 a 1 no Kashiwa Reysol, que veio da segunda divisão, ganhou o título da primeira, se credenciou ao Mundial. Mas é japonês. Muita obediência tática, movimentação, mas quase zero de criatividade. Não há um só santista satisfeito com o futebol do seu time.
A vitória foi bem-vinda. A classificação para a final alegrou, mas se quiser algo mais na competição precisa jogar muito mais. O Santos foi salvo por suas individualidades, Neymar, Ganso, Borges e Danilo. O conjunto não foi bem. Quatro jogadores não são suficientes para alcançar um título. A individualidade não alcança títulos, só vitórias esparsas.
O Santos venceu a Libertadores 2011. Palmas!!!. Foi o melhor. Se encolheu depois, desistiu do Brasileirão, a Seleção atrapalhou, as lesões mais ainda, e o time perdeu o ritmo, o equilíbrio e competitividade. Sua defesa é um buraco, Elano voltou de lesão, o meio-campo está desentrosado. Neymar parece a salvação quando os problemas começam a pesar.
Diz a inexistente lógica do futebol que o Barcelona vai superar seu rival do Oriente Médio nesta quinta-feira.
Mostra a realidade que o Santos não tem como segurar o Barcelona em 90 minutos. O futebol é mágico porque nunca é exato ou definitivo. Com a bola nos pés todo mundo pode tudo uma vez na vida.



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