A quarta é do Inter, não do Grêmio.
O tricolor tem a Copa do Brasil, jogo importante, em Ipatinga, mas não decisivo, há a volta no Olímpico. O adversário é de segunda divisão do campeonato mineiro. Os azuis não pode perder nem em sonho.
O colorado se apresenta na Libertadores num jogo de vida ou morte, onde enfrenta o Santos, um dos dos três melhores times do país, ao lado de Fluminense e Corinthians. O futuro do Inter no torneio continental passa pelo Beira-Rio.
Os torcedores inteligentes entendem o tamanho das competições. Os mais fanáticos, não. O que vale são os que têm os pés no chão, os que sabem raciocinar durante uma partida de futebol.
O Inter entra em campo mutilado, sem três dos quatro principais jogadores. Mas tem chance. Tem Tinga, Dátolo, Dagoberto, Leandro Damião.
O pode de fogo ofensivo é consistente. Se a defesa, que é razoável, e o meio-campo, que é improvisado, segurarem Neymar, Ganso, Borges. Ibson e Cia., as chances de uma vitória são boas. Deter o contra-ataque paulista é quase um dever, caso o Inter pense nos três pontos. A vitória libera o perfume da classificação na madrugada do Beira-Rio.



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