
Inter e Santos foi um grande jogo, partida de dois extremos, típico jogo pegado de Libertadores. Mais de 30 mil colorados no Beira-Rio ofereceram calor e adrenalina. O empate complicou a vida colorada na tabela de classificação.
De um lado Muriel, com uma atuação histórica, grandes defesas, salvando, pelo menos, três gols vivos. Do outro Neymar, um jogador extraclasse, demolidor de defesas, capaz de jogadas extraordinárias, um atacante daqueles que só se vê nos belos campos na Europa e na TV.
Quem viu Neymar no estádio pode contar em casa, falar com os amigos, lembrar para sempre. Neymar é uma raridade. Ele desequilibra.
O Santos só não venceu porque do outro lado, no gol, surgiu Muriel, que impediu a vitória paulista,
Sem três titulares decisivos, o Inter marcou o Santos sem parar, se esforçou, deu tudo. Abriu o placar, com um golaço de Nei, sofreu o empate com Alan Kardec.
O Santos teve grandes chances de gol, o Inter também não aproveitou as suas. Neymar sofreu marcação, dupla, tripla, amarelou parte do time colorado. Foi atacado pelo já clássico rodízio de faltas.
O Inter fez uma boa partida, mas do outro lado estava o mais recente campeão da Libertadores – e completo. O Santos tem um time que dá gosto ver jogar.
O jogo teve duas estrelas, Muriel e Neymar, uma de cada lado. Se for para escolher uma, ficou o goleiro colorado, o salvador da pátria colorada na grande noite de quarta-feira, num jogo eletrizante.
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