Dia 18, no Rio, a CBF chama uma assembleia geral para escolher o sucessor de José Maria Marin (foto), hoje presidente, em uma das vice-presidências da entidade. Os vice hoje são quatro: da Bahia, de Santa Catarina, de Brasília e do Maranhão. Falta um.
A quinta vaga é cobiçada por Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol. Mas o Rio de Janeiro também luta pela vaga. Vem nova briga pesada por aí.
Vinte e sete presidentes de federações têm direito a voto. Os clubes da Série A só votam na eleição de presidente. O grupo rebelde, apoiado pela FGF, não segue Del Nero. Acha que a CBF está tomada por paulistas, do primeiro ao terceiro escalão, e pedem equilíbrio político. Querem a vice-presidência. Sabe que a saúde de Marin não é boa.
Caso Del Nero ocupe uma das vice-presidências, tem chances de ser presidente da CBF em breve. Ele seria o vice com maior idade, 71 anos.
Os rebeldes reclamam, dizem que Ricardo Teixeira controla a CBF desde Miami, onde vive. Dizem que na cúpula da confederação nada mudou, que os nomes são os mesmos.



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