O gigante número 2 da Espanha, o Real Madrid, caiu terça-feira na Alemanha.
O número 1, o Barcelona, foi abatido nesta quarta-feira fria e nublada em Londres.
Os espanhóis correm atrás de Bayern, de Munique (2 a 1), e de Chelsea (1 a 0) nas semifinais da Liga dos Campeões. Perderam o primeiro round. Há outro. Nada se encerra ainda. Os visitantes chegam com a certeza que o empate é o melhor resultado do mundo.
O jogo em Stanford Bridge foi atípico. O Barça dominou, mandou no jogo, teve o dobro de posse de bola, acertou o poste, criou, mas perdeu. Drogba, o melhor em campo, liquidou a partida.
A vitória inglesa foi injusta. Só nasceu porque encontrou o Barcelona em dia de crise técnica. As jogadas ofensivas teimavam em não dar certa. Batiam na defesa adversária e voltavam. Os ataques nasciam de todos os lados, no meio. Nada do gol de empate,
O domínio foi total, amplo, aterrorizador para o fã inglês, mas o acabamento das jogadas não deu certo. A defesa do Chelsea foi implacável, marcou até a sombra de Messi. O Barcelona tem todas as ferramentas para fazer dois ou mais gols em seu sagrado estádio.
Sábado, exausto, o Barça espera o Real Madrid.



Comentários