O que Mano Menezes falou na entrevista coletiva na CBF, no Rio, nesta sexta-feira depois de convocar a Seleção para quatro amistosos
Mano e José Maria Marin, presidente da CBF:
– Temos uma linha direta com o presidente. O presidente falou sobre esses assuntos (conhecer antes da divulgação a lista dos convocados) e eu não vou entrar no mérito disso, e também não sou ingênuo. Porque ingênuo no futebol não vai a lugar nenhum. O que vale muito nisso é aquilo que a gente convive
Mano e o ambiente de Seleção;
Se você for se influenciar por tudo que se escreve, que se supõe, você perde a linha de referência. Ele ( Marin) sabe exatamente como é o ambiente da seleção brasileira. Não é possível viver num ambiente assim com valores deturpados, você não vai muito longe. A gente vai continuar conduzindo a seleção de acordo com aquilo que a gente acredita ser certo.
Mano e a demissão;
– Meu trabalho na Olimpíada é determinante para as minhas observações pessoais. Nunca me preocupei muito com isso (demissão). Não vou estabelecer dificuldades a mais para um ótimo desempenho nas Olimpíadas. É importante deixar claro que os adversários são os outros. É deles que temos que ganhar os jogos.
Mano e o futuro:
– Eu não peço garantias. Fui eu que falei para o presidente que resultado é importante. O presidente não me cobrou resultado. Eu considero para o técnico, a presença de resultado algo muito importante para conseguir a confiança dentro do grupo
Mano e Ronaldinho I:
– Quando falo de projeto, não estou dizendo que não pode ser reavaliado, repensado. O projeto passa por etapas. Quando algo acontece e te aponta que as coisas não estão indo bem, você reavalia e precisa mudar. Mas eu não falo que desconsidero tudo o que eu disse sobre ele. Eu sempre penso que os grandes jogadores são capazes de se recuperar e nos surpreender, e ele está entre esses jogadores", completou.
Mano e Ronaldinho II:
– Ele [Ronaldinho] não foi convocado pelo mesmo motivo que foi nas outra vezes. O técnico da seleção entendeu nas outras vezes que deveria convocá-lo e agora, não. Às vezes, se pega um jogador como bode expiatório para o rendimento do futebol brasileiro e nós temos que respeitá-lo porque ele é pentacampeão mundial"
Mano e os jovens:
– É o momento de observarmos os jogadores mais jovens, porque estamos pensando neles. Se levo o Ronaldinho, eu o levo para jogar. Agora surgiu a oportunidade de observar os mais jovens
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