Marcelo Lomba; Madson, Titi, Rafael Donato e Gerley; Fahel (Morais), Diones, Hélder, Gabriel (Vander) e Lulinha; Souza.
Os 13 jogadores acima, orientados por Paulo Roberto Falcão, ganharam o título regional, em Salvador, no eletrizante empate em três gols com o Vitória. Transformaram-se em celebridades instantâneas.
O Bahia conquistou o primeiro campeonato em 11 intermináveis anos.
A façanha é combustível para animar, acelerar, turbinar o time na Copa do Brasil.
O Campeonato Baiano era prioridade. A direção, o treinador, os jogadores sabiam e diziam sem alterar o tom de voz.
Era a taça que a equipe podia erguer, a mais óbvia, a mais natural.
A Copa do Brasil é uma missão mais, muito mais, complicada, mas é mata-mata, o que afasta o favoritismo, o joga para escanteio.
É como zebra que o Bahia quer se portar contra o Grêmio, quinta-feira, às 21h, na capital baiana, no primeiro jogo. Seu semestre está garantido. Tudo que vier agora é lucro, o que tranquiliza os baianos para os dois jogos decisivos contra os gaúchos.
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