
Em Salvador, depois da chuva forte, antes de Grêmio e Bahia (1 a 2), um incomodado Falcão pediu respeito ao futebol baiano. Lembrou que os dois grandes do Estado, Bahia e Vitória, estão na Copa do Brasil. O treinador se escudava no título regional, que ganhou domingo passado.
Parecia dominado pela confiança. Mas, com 12 minutos, a torcida local inaugurou as vaias. Os visitantes azuis dominaram completamente o primeiro tempo (seis escanteios, 11 finalizações), perderam gols, marcaram muito e o 1 a 1 foi injusto. 0 2 a 1 teria mais a cara do jogo. Futebol, porém, não se mede assim.
Gol fora em torneio mata-mata é uma benesse. O Grêmio vibrou com o empate, gol de falta de Fernando. Ficaria feliz se tudo terminasse assim.
O Bahia melhorou muito no começo da segunda etapa. Foi outro time, que propôs o jogo, atacou, mas raramente ameaçou a goleira de Victor. Quando os baianos dominavam, sofreram um ataque e Naldo fez o 2 a 1, depois de aproveitar um cruzamento de Marco Antônio. Os dois vibraram. A TV mostrou que o gol foi do zagueiro.
Vanderlei Luxemburgo superou Paulo Roberto Falcão no campo de jogo. O Grêmio foi superior em quase toda a partida. Ganhou. Mereceu.
A vantagem é gremista quinta-feira que vem, joga por qualquer empate. O Bahia vai precisar atacar no Olímpico.




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