Vanderlei Luxemburgo passou duas vezes por Paulo Roberto Falcão e seu Bahia em sete dias, em dois Estados e sem nenhum problema.
Luxa enfrenta, agora, Felipão, treinador do outro tamanho, campeão do Brasil – entre outros feitos superiores no currículo.
Serão 270 minutos contra o Palmeiras, 180 minutos valem uma final de Copa do Brasil (outra é pelo Brasileirão, domingo, 18h30min, na Capital), quase um ano de trabalho, o namoro com uma taça nacional após uma longa e desafinada década.
Antes de encostar nas semifinais da Copa do Brasil, o Grêmio venceu todos os adversários. Quinta-feira, no Olímpico, dominou os baianos do começo ao fim. Estrangulou qualquer possibilidade ofensiva, teve mais posse de bola e situações de gol – só no primeiro tempo foram oito escanteios contra a goleira de Marcelo Lomba, que salvou os nordestinos de sofrer uma goleada gorda.
Miralles e Moreno decidiram o jogo, um gol em cada tempo, uma dupla que se afirma, pede jogo e sequência. Miralles se dá melhor com Moreno. André Lima é opção de segundo tempo, mas sofre demais sem a bola aérea.
O Tricolor fez uma boa partida, animou a torcida, que ainda pede mais, espera mais.



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