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Posts de maio 2012

Inter tem novo vice-presidente

31 de maio de 2012 0

Alexandre Mussoi Moreira é o novo vice-presidente de Serviços Especializados do Inter.

Ele substitui Luciano Davi, hoje vice-presidente de futebol, que ocupa o posto que era de Luis Anápio Gomes desde a temporada passada.

Eles são do Movimento Inter Grande (MIG), que lidera o clube desde o começo da década passada.

Pelo cargo, pelo comando do futebol, Davi entra naturalmente no processo sucessório do presidente  Giovanni Luigi, que tentará novo mandato de dois anos no segundo semestre. O líder do futebol é quase sempre um futuro presidente. Está no DNA dos clubes de futebol do Brasil.

Segundo a opinião de conselheiros colorados de diversos movimento políticos, Luigi é hoje nome imbatível em eleições no Beira-Rio.

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Parar, uma opção de Ronaldinho

31 de maio de 2012 8

O Flamengo fingia que pagava. Ronaldinho dizia que jogava.

Como ninguém tinha coragem de afastar a estrela do time, só a torcida conseguia gritar. A direção não se movia. Esperava dois milagres:

1) A volta do futebol perdido do atacante

2) O jorro do dinheiro que quase todos juravam que desaguaria nos cofres depois da contratação da estrela.

Não nasceu um só.

Ronaldinho é passado do clube. Vai embora, deixa um processo do seu tamanho na Gávea. A contração de Ronaldinho foi o maior erro da história recente de erros absurdos do Flamengo. O Grêmio escapou por milagre de embarcar no Titanic R10.

Antes de chamar a advogada Gislaine Nunes, terror dos clubes brasileiros, e conseguir no TRT do Rio uma liminar para que Ronaldinho deixasse o Flamengo, o irmão e empresário Assis Moreira consultou empresários gaúchos.

Ouviu que a decisão era certa, que Ronaldinho não era querido no clube e que seu futuro poderia ser na China, no Oriente Médio, ou nos EUA, onde seria menos exigido.

Mas não será surpresa se o jogador abandonar o futebol nos próximos meses. Aos 32 anos, ele não suporta mais levar vida de atleta, ao menos de competição, como se exige no Brasil e na Europa rica. Parar é opção defendida por gente bem próxima ao R10.

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Futuro de Nilmar é o Beira-Rio

31 de maio de 2012 11

Os grandes gols de Nilmar foram feitos no Brasil, entre Inter (2002/2004 e 2007/2009) e Corinthians (2005/2007).

Suas duas incursões europeias, Lyon (2004/2005) e Villarreal (onde começou em 2009) não recomendam. Ele foi melhor e mais decisivo nos nossos gramados. Basta perguntar aos torcedores dos quatro times.

Nilmar encontrou seu jogo real no Brasil. Tentou duas vezes a Europa. Não funcionou como todos imaginavam, talvez até ele mesmo. Ficou rico, o que é um mérito. Agora, mais maduro, pode pensar a vida de outra maneira. Tem 27 anos, cinco anos de futebol pela frente de futebol, talvez mais. Ele é um jogador que sofre muito com lesões.

Nilmar pode fixar residência no Beira-Rio, é uma hipótese. Imaginar uma grande carreira no Inter. Fazer história, já fez um pouco, mas pode fazer mais. Com o seu talento e gols, seria um dos jogadores do Inter do novo século. Figura especial em álbuns de figurinhas.

Ele quer ficar, já disse, e o Inter trabalha duro para repatriá-lo. Tudo esbarra ainda na questão financeira. O Villarreal precisa negociar o atacante. Depende do dinheiro para montar um time competitivo e sair da segundona espanhola na próxima temporada. Mas os espanhóis miram primeiro o mercado europeu, a Itália como ficha um.

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Caso Oscar: a liberdade do jogador

31 de maio de 2012 7

O advogado Décio Neuhaus, 51 anos, 14 como presidente do Sindicato do Atletas Profissionais do Rio Grande do Sul, não ficou surpreso com o desfecho do Caso Oscar entre Inter e São Paulo.

Ele acha que quando disputas deste tipo envolvem um jogador famoso, dois grandes clubes e uma fortuna em dinheiro, tudo se acerta, tudo fica bem, até a CBF ajuda, apesar de demorar um pouco.

– Se fosse com um jogador menos famoso e de um time menor, a mídia não ofereceria tanta cobertura e o entendimento se arrastaria na Justiça – explica.

Neuhaus entende que ainda permanece no ar a necessidade de uma discussão mais profunda e urgente sobre a liberdade de trabalho do atleta profissional no Brasil.

– A discussão começou, mas não terminou. Não houve avanços – diz.

Apesar das tentativas, ele não nota políticos interessados em discutir a profissão e o futuro dos atletas no Brasil. O advogado afirma que todo mundo vê o topo da pirâmide, de altos salários, e não o todo, a começar pela base, de salários mínimos.

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Sete gols em dois jogos, a Seleção, enfim, se apresenta

30 de maio de 2012 13

Os números começam a jogar e a tabelar com Mano Menezes e sua Seleção Brasileira, a que precisa ser olímpica em Londres, em dois meses, a que necessita motivar o Brasil inteiro na Copa do Mundo 2014, em dois anos.

Quem ajuda na matemática, soma e divide, são, em sua maioria, os jovens. Afirmações como o goleiro Rafael, o lateral Marcelo, o volante Sandro, o meia Oscar e o atacante, único craque do grupo, Neymar, ao lado de um zagueiro especial como Thiago Silva, que não tem mais idade olímpica.

A base começa a nascer, florescer. São seis jogadores. Falta o recheio. Há cinco vagas abertas.

Já são duas vitórias, sete gols pró, dois contra, em dois amistosos em cinco dias. Números obrigam certas afirmações. Alimentam teses.

O bom 4 a 1 sobre o EUA, em Washington, nesta quarta-feira, exibe a evolução do time brasileiro, que fez outro bom jogo, dominou e mandou, apesar de ter exibido problemas sérios na defesa na parte final do segundo tempo. Dificuldades de posicionamento no meio da zaga, eu penso. Observei  também falta de atenção defensiva dos laterais, especialmente do esquerdo Marcelo, que tem o poder do jogo ofensivo no DNA, e uma certa desatenção dos volantes, que atuaram juntos só duas vezes.

Amistosos ajudam nas experiências. Mano já testou muito, agora prefere manter uma base, deixar jogar um time. Contra os EUA, Neymar foi a grande mudança. Não brilhou, mas foi decisivo em jogadas pessoais, fez um gol de pênalti (que não existiu), serviu de garçom em outro.

Ele é o ponto de referência. Com ele, a Seleção encorpa, ganha mais respeito, a atenção sobre o santista é dobrada, o que facilita a vida de outros atacantes brasileiros.

Em torno de Neymar, se ergue uma Seleção. Mas o poder real de Mano e dos seus ainda vão ser testados.

A Seleção quer recuperar o tempo perdido desde 2010 e driblar algumas críticas mais pesadas. O México e Argentina, que completam os quatro amistosos do meio do ano fora do Brasil, podem ajudar a tirar outras dúvidas de todo o mundo, do treinador especialmente.

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Como reage o jogador que volta depois de lesão

30 de maio de 2012 4

Com mais de duas décadas de experiência no futebol, o médico Márcio Bolzoni, do Grêmio, sabe que nem todos os jogadores se comportam da mesma maneira quando retornam ao gramado depois de uma lesão séria.

Ontem, Kleber, dois meses em recuperação de uma cirurgia na fíbula do tornozelo direito, voltou a trabalhar normalmente com o grupo.

Como o jogador reage?

Depende da cabeça de cada um. O Jonas, por exemplo, demorou mais de um ano para se sentir à vontade depois de uma lesão nos ligamentos do joelho. Sentia medo. Precisou superar tudo. Quando conseguiu, seu futebol voltou.

E o Kleber?

Ele é um jogador corajoso, voluntarioso. Conversamos bastante, expliquei. Fui ao detalhe, tudo para que ele não tenha receio na hora da dividida. Disse que a dor num primeiro momento pode ser até normal. Mas o Kleber, quando começou a treinar fisicamente, já não sentia dor alguma.

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Oscar é do Inter até 2016

30 de maio de 2012 31

Ficou tudo ok entre Inter e São Paulo. Por R$ 15 milhões, parcelados, Oscar é colorado, fica no Beira-Rio até 2016.

Com o cheiro do dinheiro, o clube paulista anula todas as ações que estavam na Justiça.

Oscar está livre de uma incomodação do tamanho do Morumbi, estádio e bairro. Pode concentrar toda força profissional no Inter e na Seleção, os Jogos Olímpicos de Londres chegam no mês que vem.

Oscar será ainda mais valorizado se vestir com sucesso a camisa 10 da Seleção Brasileira, o número mais cultuado do nosso futebol.

O Inter não pensava em pagar R$ 15 milhões pelo jogador. Seus cálculos otimistas imaginavam um valor menor, não esperava que o São Paulo insistisse tanto na Justiça.

O Inter usou em Oscar um dinheiro que estava reservado para futuras contratações. Mas Oscar deve valer o dobro se for negociado com a Europa, o sonho de todos os jogadores profissionais do Brasil.

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Entre Pato e Leandro Damião

30 de maio de 2012 25

Mano Menezes acerta ao testar Alexandre Pato hoje, 21h, contra os EUA, em Washington. Amistoso é mesmo campo de experimentos.

O técnico precisa saber o poder do atacante que arrasta atrás de si uma coleção de lesões musculares.

Mano é fã de Pato, acha que pode contar com ele, não só para os Jogos Olímpicos de Londres, entre julho e agosto, mas também para a Copa do Mundo de 2014.

Com Pato entre os 11, sai Leandro Damião. Eu prefiro Damião.

Ele é mais forte e mais goleador do que o jovem do Milan. Não tem problemas de lesões, tem uma bela média de gols e é um jogador mais decisivo.

Pato é uma opção, o centroavante colorado é uma realidade. Pato precisa recomeçar. Damião está só no começo.


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As três listras no Brasil

30 de maio de 2012 7

A proposta milionária da Adidas ao Flamengo, R$ 350 milhões por 10 anos de contrato, segundo revelou O Globo, pode marcar o desembarque da marca alemã no Brasil em nome do seu projeto Copa do Mundo 2014.

Nos últimos meses, a Nike avançou sobre o mercado brasileiro. Já com a Seleção, seu maior trunfo no país do Mundial que tem a Adidas, antiga parceira da Fifa, como patrocinadora exclusiva e oficial, marcou território em São Paulo (Corinthians e Santos), Paraná (Coritiba), Bahia (Bahia) e Rio Grande do Sul (Inter) – quatro Estados que vão sediar os principais jogos da Copa.

Com apenas dois times de ponta em seu portfólio brasileiro, Fluminense e Palmeiras, a Adidas precisa recuperar terreno e visibilidade no país. Grêmio e Atlético-MG, que usam Topper, são candidatos. Há dinheiro, que sairá do bolso do marketing internacional da empresa.

Especialistas dizem que entre 2013 e 2016, Copa e Olimpíada, o Brasil receberá milhões em investimentos das maiores marcas esportivas.

Os clubes locais têm agora condições de fazer contratos com valores que sequer imaginavam.

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Felipão procura Máxi Lopez

29 de maio de 2012 14

Felipão quer Máxi Lopez. O Milan não aprovou o atacante de 28 anos, que voltou ao Catania. Descontente, quer deixar o clube.

O Palmeiras vai atrás do argentino na janela de agosto. Felipão quer jogadores mais experientes no ataque.

No Milan, Máxi teve poucas chances. Quando jogou, não foi bem.

Ele foi contratado para ocupar o lugar de Alexandre Pato, que não conseguiu entrar em forma na temporada 2011/2012.

O argentino tem bom nome no mercado brasileiro. Fez bons campeonatos com o Catania, tanto que o Milan o requisitou.

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Um volante tipo exportação

29 de maio de 2012 40

Esquecido por Mano Menezes, mas na pré-lista de 52 nomes da seleção olímpica, que será reduzida para 35, dia 8, Fernando, 20 anos, é um dos melhores volantes em atividade no futebol brasileiro.

Se o técnico da Seleção Brasileira não vê, os europeus enxergam tudo claramente.

A Inter de Milão, que forma novo time, colocou Fernando no topo da sua lista de reforços.

Fará uma investida na janela de agosto.

O Barcelona também já sondou o jogador criado na base do Olímpico.

O negócio pode envolver até R$ 35 milhões.

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Palmeiras já pressiona arbitragem da Copa do Brasil

28 de maio de 2012 12

Há uma luta nos bastidores entre Palmeiras, a arbitragem e a CBF.

Os dirigentes paulistas já se lamentaram à entidade. Desta vez, querem ir ao Rio e reclamar ao vivo.

Queixam-se de que o clube foi prejudicado na Copa do Brasil, no Paulistão e no Brasileirão, domingo contra o Grêmio.

Reclamam de pênaltis não marcados.

Felipão é o mais exaltado. Quer árbitros top nos dois jogos com o Grêmio no mês que vem.

O Palmeiras sabe, mas não gosta de dizer: o segundo homem mais poderoso do futebol do Brasil, dono de uma assento no comitê da Fifa e da Conmebol, chama-se Marco Polo Del Nero, palmeirense assumido e com trabalho na direção do clube.



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Grêmio busca novos líderes

28 de maio de 2012 7

Ao acertar com Zé Roberto, 37 anos, e Fábio Aurélio, 32, Vanderlei Luxemburgo, 60, buscou experiência.

O técnico ainda não vê no vestiário gremista grandes líderes, jogadores capazes de assumir, em campo, o comando do time em jogos decisivos.

Domingo, depois do jogo, no Aeroporto Salgado Filho, ele embarcou no mesmo voo que levou a delegação do Palmeiras para São Paulo.

– Dei uns tapas no Felipão – disse, muito bem humorado, depois de deixar o portão de desembarque antes dos adversários da Copa do Brasil.

Era uma piada, claro, sobre o passado da dupla. Os dois são dão bem hoje.  

Na viagem, eles poderiam ter trocado alguma ideias.

Felipão também busca jogadores rodados para o seu time na janela do mês que vem e eles não poderão disputar a Copa do Brasil.

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Oscar, a mítica camisa 10 não pesou

28 de maio de 2012 14

Nas costas, Oscar carregou um número emblemático no mundo do futebol, o 10, símbolo de Pelé.

A camisa não pesou na Alemanha, a Dinamarca não segurou o Brasil.

O leve e ágil Oscar fez uma boa partida. Armou, ajudou a marcar, participou dos gols. Jogou como se estivesse no Beira-Rio. Terá novas chances, uma sequência de partidas. Será o 10 brasileiro nos Jogos Olímpicos.

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Fabrício e as lições do Rio

28 de maio de 2012 15

Sem os seus melhores jogadores, Dorival Júnior tentou se defender no Rio. Quando usou três volantes, o Inter perdeu. Empatou (3 a 3) ao ser mais ousado.

O jogo com o Flamengo mostrou a falta que fazem D’Alessandro, Oscar, Leandro Damião e Sandro Silva, escancarou os problemas defensivos e reafirmou o valor de Dátolo, um dos nomes da partida. O empate foi bom, o começo de Brasileirão recomenda, seis pontos jogados, quatro conquistados.

Mas um jogador não pode se voltar contra técnico dentro de campo (e nem fora). Fabrício não agiu corretamente no Engenhão, ao gesticular contra Dorival Júnior.

O lateral é subordinado. Precisa respeitar o comandante. Futebol também se faz com disciplina.

Imagina se todos os 11 jogadores começarem a questionar o treinador em momentos decisivos numa partida?

Fabrício errou, ele sabe, todos no Inter entendem. A história de que a direção vê como positiva a reação do jogador é conversa para consumo externo.

Fabrício será advertido pela direção de futebol, pelo diretor executivo da área e pelo técnico. Ele merece.

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Adidas, Topper e Grêmio

27 de maio de 2012 27

A blog foi driblada neste final de semana

 Quem fechou contrato com a Topper, substituta da Puma, foi a atual direção do Grêmio, em dezembro de 2010, e não a gestão que deixou o clube neste mesmo mês e ano.

Mas clube e Adidas já conversaram, trocaram informações e as negociações tendem a evoluir nos próximos meses.

A Topper deve lançar uma camisa preta do Grêmio em breve.

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Grêmio e Palmeiras: o detalhe decidiu

27 de maio de 2012 20

Dois times muito parecidos, sem craques, com dois técnicos acima da média, com sistemas de jogo semelhantes, têm tudo para gerar empate em 90 minutos. Uma bola parada, levantada por Fernando, o melhor gremista de 2012, com desvio do contestado, mas oportunista André Lima, tirou o natural 0 a 0 de Grêmio e Palmeiras.

Foi o gol do detalhe, da bola parada e do merecimento.

O gol que ofereceu sete posições ao Grêmio, um pulo do 15º para o sétimo lugar em uma só rodada.

Apoiado no fator Olímpico, o Grêmio dominou o jogo inteiro, cercou os paulistas no próprio campo, atacou. Botou pressão.

Mas, outra vez, quase se perde na falta de criatividade ofensiva. As situações de gol foram raras. Os passes errados, uma realidade, assim como dois pênaltis em 180 minutos, Marcelo Moreno, no Rio, Léo Gago, ontem, em Porto Alegre.

O Grêmio se mostra bem organizado, pensado, treinado. O trabalho do treinador é evidente. Defende bem, marca bem.

Só que, na hora de criar, os jogadores se perdem. A torcida pegou no pé esquerdo de Léo Gago, que errou um pênalti e não se achou mais. O jovem Rondinelly deu nova luz ofensiva quando substitui o irregular Marco Antônio. Ele tem o poder do drible, o que apavora e abre uma defesa.

Os times voltam a se ver na Copa do Brasil. Serão jogos iguais. O fator casa será decisivo. Chegará às finais o que se comportar melhor em seu estádio. Grêmio e Palmeiras fazem um clássico brasileiro. Clássicos são mais imprevisíveis que um jogo normal.

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Torcedor é flagrado bebendo no Olímpico

27 de maio de 2012 14

Um fato atípico aconteceu quinta-feira à noite no Olímpico, durante Grêmio e Bahia (2 a 0).

Um torcedor foi flagrado consumindo bebida alcoólica no interior do estádio, o que é proibido por lei.

Ele foi advertido verbalmente e liberado. A venda de bebida alcoólica é proibida dentro dos estádios, no entanto não há pena prevista para quem for flagrado com a bebida para consumo próprio, informa o Jecrim.

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Adidas em azul, preto e branco

27 de maio de 2012 11

O namoro entre Grêmio e Adidas sofre altos e baixos. Hoje, a fase é de reaproximação.

A marca alemã quer investir forte no Brasil. Olha o avanço da Nike com alta preocupação. Ela precisa marcar espaço no país porque não é uma das patrocinadores oficiais do Mundial 2014, ao contrário das três listras, antiga parceira da Fifa.

O Grêmio é um dos principais novos alvos da Adidas na América.

A aproximação foi feita e há conversas em alto nível. O acerto só não saiu porque a Topper tem um contrato até 2015 e está segura por uma multa de R$ 32 milhões. É negócio para 2013, dizem pessoas ligadas ao Tricolor.

A atual gestão critica os dirigentes do biênio 2009/2010 por fecharem um contrato tão longo com a Topper, boa parceira, mas sem o peso mundial da grife Adidas.

Acham que eles subestimaram o efeito Copa do Mundo sobre o futebol brasileiro, que potencializaria o poder da marca dos nossos times.

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Mano conhece poder de Hulk

26 de maio de 2012 10

Mano Menezes ficou surpreso – até ele. Pela primeira vez, a sua Seleção fez três gols  num primeiro tempo e, neste sábado de sol pleno na Alemanha, liquidou a Dinamarca (3 a 1), uma das 16 equipes da Eurocopa, que se inicia dia 8, em oito estádios, entre Ucrânia e Polônia.

O primeiro gol nasceu de uma falha do goleiro Sorensen. O segundo foi contra, do zagueiro Zimlig. Hulk, que havia aberto o placar e participado do segundo gol, fez o terceiro.

Ele foi o nome do primeiro dos quatro amistosos programados para os próximos dias. Seus gols vão render a cobiçada sequência de jogos, sonho de qualquer jogador com poder para atuar na Seleção Brasileira.

Mano (e o Brasil) conheceu o poder de Hulk, algo que os portugueses, país que o descobriu, já falavam em voz alta. Seus direitos federativos são cobiçados. Valem mais de R$ 100 milhões.

Hulk não vê apenas a grande área como seu território. Seu olhar abrange mais. Na Europa, ele foi meia, foi organizador e ainda cobriu o lateral. Se manter a média, será titular. É um jogador muito competitivo.

Oscar não fez gol, mas se envolveu nos três, usou a camisa 10, sem peso, participou do jogo, organizou o ataque, roubou bolas, foi ativo. O bom Oscar garantiu outras chances nos jogos que se seguem. Leandro Damião fez uma partida discreta. Todos esperavam mais dele.

O Brasil se mostrou bem em campo, ganhou elogios. Todos querem ver de novo. Saber se o Brasil de Mano, muito criticado, pode mais.

O time nunca havia jogado junto, treinou pouco, e mostrou falhas na defesa, especialmente do lado esquerdo, com sérios problemas de posicionamento.

Algumas individualidades brasileiras se superaram, ainda mais depois de encontrar uma morna Dinamarca pela frente, que só resolveu jogar na segunda etapa, quando tudo já estava definido. Mas, aí fez pressão, e a defesa vacilou.

Com a vitória, Mano ganha um pouco de paz, os jogadores, tranquilidade e confiança. Mas tudo recomeça nos EUA, quarta-feira. Outra vez não haverá tempo para alguns treinos a mais. Tudo precisará se feito, refeito, inventado em campo, aliás como sempre viveu o futebol brasileiro em dias de Seleção.

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Flamengo pena com Ronaldinho

26 de maio de 2012 9

Ronaldinho não consegue gerar dinheiro ao Flamengo.

A imagem do jogadores está desgastada. A torcida evita comprar os produtos com a grife do número 10 e os patrocinadores rejeitam usar a sua imagem.

O clube pensa em fazer uma excursão a Ásia com reservas e jogadores das categorias de base e usar Ronaldinho como atração principal nos amistosos.

Os dirigentes acham que ele não faria falta ao time titular que disputa o Brasileirão.

Hoje, Ronaldinho enfrenta o Inter, no Rio.

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O sucesso das categorias de base do Inter

26 de maio de 2012 39

Ao comentar a Seleção Brasileira, os dirigentes do Inter espalham muito sorrisos. Não pelo time, mas por alguns jogadores.

Falam dos acertos das últimas gestões coloradas com as categorias de base, aliada à contratação de jovens de outros Estados.

Como exemplo, lembravam que dos 11 titulares que enfrentam a Dinamarca, quatro são produtos do clube: Sandro e Juan, que atuam na Europa, e Oscar e Leandro Damião, que continuam no Beira-Rio – sem falar em Giuliano, que atua no leste europeu.

Oscar e Damião valem mais de R$ 80 milhões no mercado externo.

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Base do Inter na Seleção

26 de maio de 2012 4

Ao comentar a Seleção Brasileira, os dirigentes do Inter ficam animados ( apesar da bronca com a CBF). Não pelo time, mas por alguns jogadores.

Falam dos acertos das últimas gestões coloradas com as categorias de base, aliada à contratação de jovens de outros Estados.

Como exemplo, lembram que dos 11 titulares que enfrentam a Dinamarca, quatro são produtos do clube: Sandro e Juan, que atuam na Europa, e Oscar (embora tenha chegado do São Paulo, evoluiu no Inter) e Leandro Damião, que continuam no Beira-Rio – sem falar em Giuliano, que joga no leste europeu.

Oscar e Damião valem mais de R$ 80 milhões no mercado externo, acreditam os dirigentes.

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A Dinamarca e o amanhã de Mano Menezes

25 de maio de 2012 3

Técnico top no país, Mano Menezes chegou à Seleção por um atalho chamado Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians e superaliado de Ricardo Teixeira. Sem Teixeira, o poder de Sánchez murchou e a CBF mudou de mão, de conceitos e de ideias.

Mano não navega mais por águas azuis. Há trovões e raios no céu. O futuro é incerto.

A Seleção é a razão de ser da CBF e o novo líder, o ex-vice malufista José Maria Marin, não escolheu o técnico, que é nome da gestão anterior. Marin quer Muricy Ramalho no cargo.

Mano está fragilizado. Ouviu, pela imprensa, que Marin não queria Ronaldinho, entre outras cobranças. O técnico não tem apoio político numa CBF dominada por paulistas.

Os resultados também não o ajudam após dois anos de contestado trabalho. Sente a pressão da mídia do Rio e de São Paulo. Os índices de popularidade são baixos. Pesquisas pedem mudanças na Seleção da Copa 2014.

Mano começa hoje, contra a boa Dinamarca, de Bendtner (foto), da Euro2014, a sua fase mais delicada. Depois, antes dos Jogos Olímpicos, entre julho e agosto, terá mais três partidas: EUA, México e Argentina.

Sem um time afinado e um grupo definido, sem Neymar e Ganso (o veto a Ronaldinho tirou uma opção de camisa 10), sem sequência, com vários jogadores voltando de lesão, Mano nunca sentiu tanta pressão. A tensão entre Marin e a comissão técnica é visível. Um bom jogo na Alemanha pode criar uma bolha de esperança para o treinador. Uma derrota pode potencializar todas as discórdias.

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CBF desmancha o Inter

25 de maio de 2012 22

A Seleção quebrou o Inter. Roubou Leandro Damião e Oscar, seus dois melhores jogadores. É um absurdo marcar jogo de uma campeonato do tamanho do Brasileirão quando um time perde dois jogadores para o time nacional em amistosos europeus.

Na Europa, quando uma seleção se movimenta, o campeonato do país ganha uma folga.

 A CBF ainda precisa aprender lições importantes sobre a vida no futebol. A CBF ainda vive um futebol pré-histórico.

Sem Damião e Oscar, o torcedor não verá Kleber, Sandro Silva e D’Alessandro, machucados. Assistirá meio time contra o Flamengo. Ainda bem que é contra o Rubro-Negro, que é um time em decadência, com jogadores desinteressados, integrantes de um time desorganizado – ao menos se repetir performance igual a de sábado passado, contra o Sport, em Recife.

Dorival Junior chamou três volantes, Elton, Guiñazu, Josimar. Pode liberar assim Dátolo, que se aproximaria mais de Dagoberto e Gilberto, os atacantes. É uma escalação de emergência. Qualquer time sofre sem cinco titulares.

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