Palco dos dois últimos jogos na Capital, mais de 50 mil torcedores, o Olímpico foi fiscalizado pelo Jecrim.
Três pessoas foram flagradas com maconha nas arquibancadas.
Uma delas, de Lajeado, se comprometeu a frequentar 12 palestras sobre a conscientização do uso de entorpecentes numa igreja da sua cidade.
Os dois outros farão o mesmo, mas na Capital e em Canoas.
A violência deu uma trégua no Olímpico e no Beira-Rio. A droga é o grande problema dos dois maiores estádios gaúchos neste começo de século. Há uma campanha nas ruas alertando os torcedores.



E as drogas dentro de campo, quando vão tirar? Marco Antonio, Gabriel, etc...