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Posts do dia 5 junho 2012

Se D'Ale sair, Oscar será o nº 10

05 de junho de 2012 13

O Inter não se importa muito em perder D’Alessandro, como se especulou nesta terca-feira, desde que o dinheiro seja bom, chinês ou não.

Seu substituto já está no Beira-Rio.

Chama-se Oscar. Joga assim na Seleção. E joga bem. A camisa 10 seria sua, caberia bem, sem ajustes, só com alguns treinos e jogos para adaptação.

Desde Celso Roth (2011) há uma certeza: Oscar poderia render bem mais atuando no meio.

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Brasileirão: custo da arbitragem

05 de junho de 2012 2

Os árbitros já sabem quanto receberão em cada partida do Brasileirão 2012.

Que tem distintivo da Fifa: R$ 3,3 mil

Aspirante Fifa:                              R$ 2,5 mil

CBF:                                                      R$ 2,2 mil

Os auxiliares, bandeirinhas, receberão 50% do valor pago aos árbitros.

Quem trabalha ao lado da goleira, ganhará R$ 400 a cada 90 minutos.

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Atlético-MG, a última parada de Ronaldinho

05 de junho de 2012 25

Pelé disse que Ronaldinho não é mais o craque que foi. Seria só mais um no grupo de um time de futebol.

O Rei está certo.

Nunca um jogador se desvalorizou tanto em tão pouco tempo dentro e fora do campo. A queda foi casada, tudo junto e ao mesmo tempo. Festa na rua, cansaço no estádio. Produção = zero.

Ronaldinho se acostumou a bater a porta na cara dos clubes que o buscaram. É assim desde o Olímpico na virada do milênio. Foi assim no Rio. Ele renega seu passado a cada novo passo. É como se o ontem não existisse mesmo, o anteontem fosse só a Seleção, amanhã tudo se resolve no extenso Brasil.

Sua fase final no Barcelona, a trágica passagem pelo Milan, o fiasco no Flamengo, o descrédito na Seleção, o rápido acerto com o Atlético-MG, exibem a derrocada nos últimos quatro anos. Ele não leva mais a vidade um jogador de futebol. Cada novo passo é uma queda, sempre parecida, mas cada vez mais radical. O Flamengo o acusa de chegar ébrio aos treinos.

Ele desembarcou ao país em janeiro de 2011 como uma grife do futebol planetário. Menos de um ano e meio depois veste a histórica camisa do Galo apenas como um jogador a mais da nossa constelação.

Não houve a euforia midiática das primeiras horas na Gávea, nem a mobilização da torcida, o frenesi natural dos fãs apaixonados de um clube de massa. Desembarcou em Minas Geriras como mais um jogador de futebol, normal, sem fanfarra.

Nas palavras dos especialistas do marketing do futebol, e eles sabem o que falam, Ronaldinho é uma marca "gasta", sem grande valor, sem mais atração.

Sem a grife de dias gloriosos, sem futebol de outros tempos, só a lembrança salva Ronaldinho, a distante lembrança: ele poderia fazer de novo, outra vez, mais uma, bis. Só que não faz, nem demonstra vontade para tanto. Vive num mundo paralelo.

Do mesmo mal padeceram torcedores do Barcelona, Milan e Flamengo, os mais recentes. Mas eles não querem refrecar a memória dos "Anos Ronaldinho"

Os mineiros são os novos cobaias do experimento R10, talvez os últimos brasileiros em ação.

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Jejum de Leandro Damião abre vaga na Seleção

05 de junho de 2012 30

Os números driblam Leandro Damião na Seleção com a facilidade de um Neymar. O centroavante não encontra defesa. Em sete jogos, sempre com Mano Menezes no comando, marcou um gol, um solitário gol.

A fábrica de gols que o salva no Inter fechou na Seleção Brasileira. Damião corre perigo no cargo. Sua vaga entre os 11 de Mano Menezes está ameaçada. E todo entendem os motivos. Falta combustível, o jejum aparece nos EUA, depois de passar pela Europa.

Ele ganhou todas as chances possíveis com diferentes companheiros no ataque, outros laterais, distintos armadores. Atuou contra times fracos, regulares, mais ou menos e bons – e ainda não pegou um muito bom. Seu aproveitamento não condiz com a capacidade goleadora que o Beira-Rio conhece, valoriza e espalha.

Currículo de centroavante se mede por gols. Jogos também, mas há atenuantes. Vez ou outra o atacante joga bem, cria, passa, serve e todos entende os motivos da ausência dos gols. Mas nem o papel de garçom faz bem ao jogador colorado.

A Argentina é o último amistoso, sábado, uma nova chances, se é que o banco de reservas não vai chamá-lo com a voz de Mano Menezes. Hulk pode compor com Neymar. Pato quer uma chance maior. Mano tem outras opções.

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