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Posts do dia 9 junho 2012

O castigado gramado do Engenhão

09 de junho de 2012 2

Em seis meses, o Engenhão, palco de Fluminense e Inter, no Rio, recebeu 41 partidas (contra 20 do Beira-Rio).

O gramado melhorou, depois de uma pausa de 11 dias.

Mas, quinta-feira, foi castigado pela chuva e por Botafogo e Cruzeiro. Neste sábado, abrigaria Flamengo e Curitiba.

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Messi mostra aos brasileiros como é que se faz

09 de junho de 2012 10

Gênio da bola do Século 21, que se inicia com ele, Messi fez três gols notáveis e destruiu o Brasil em New Jersey. Venceu a Argentina, 4 a 3, num jogo que alegrou todos que gostam de futebol.

A Argentina tem hoje o que a Seleção e todos os clubes basileiros procuram e não encontram, um craque extraordinário, um Messi.

Messi é o que Maradona imaginava ser, gostaria de ter sido, não foi, apesar de todo o seu extraordinário talento, título mundial, gols e pilhas de jogadas de superespecialista - apesar dos dribles que levou da vida.

Messi marcou 82 gols na temporada 2011/2012. Beliscou a perfeição. Na disputa com Neymar, seleção contra seleção, venceu duas vezes, com quatro gols em 180 minutos. A comparação com Neymar é indevida. São jogadores de planetas diferentes, por enquanto. As viagens espaciais ainda nem começaram.

O Brasil não tem uma Seleção, tem Neymar, Oscar, que ocupou o espaço de PH Ganso, Thiago Silva ... e? E?. Tem um grupo de jovens. Não tem olímpicos, como se diz, todos são jovens, porém experientes, rodados, com cicatrizes de Liga Europa, Liga dos Campeões, Copa Libertadores, duros campeonatos nacionais. Não há inexperientes no grupo.

Os amistosos, quatro deles, exibiram um time desconexo, com uma defesa frágil, um meio-campo desestruturado e algumas valores individuais. Nada mais, nada menos. Venceu duas vezes, perdeu duas, justamente para os adversários mais estruturados, México e Argentina. O saldo não é positivo.

A Seleção tem base para vencer os Jogos Olímpicos de Londres. Os adversários na Inglaterra não têm jogadores tão experientes, carimbados em times como Santos, São Paulo, Inter, Milan, Barcelona, Manchester United, entre outros. Mas a mesma Seleção, por outro lado, não possui quase nada para erguer a Copa de 2014 no Maracanã.

A Seleção (e Mano Menezes por tabela) ainda deve futebol ao país. Nós somos credores.  

O Brasil carece de material humano, de grandes jogadores, de craques, de um Messi com sotaque gaúcho, carioca, paulista, nordestino...

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Messi mostra aos brasileiros como é que se faz

09 de junho de 2012 16

Gênio da bola do Século 21, que se inicia com ele, Messi fez três gols notáveis e destruiu o Brasil em New Jersey. Venceu a Argentina, 4 a 3, num jogo que alegrou todos que gostam de futebol.

A Argentina tem hoje o que a Seleção e todos os clubes basileiros procuram e não encontram, um craque extraordinário, um Messi.

Messi é o que Maradona imaginava ser, gostaria de ter sido, não foi, apesar de todo o seu extraordinário talento, título mundial, gols e pilhas de jogadas de superespecialista - apesar dos dribles que levou da vida.

Messi marcou 82 gols na temporada 2011/2012. Encontrou a perfeição.

Na disputa com Neymar, seleção contra seleção, venceu duas vezes, com quatro gols em 180 minutos. A comparação com Neymar é indevida. São jogadores de planetas diferentes, por enquanto. As viagens espaciais ainda nem começaram.

O Brasil não tem uma Seleção, tem Neymar, Oscar, que ocupou o espaço de PH Ganso, Thiago Silva ... e? E outras unanimidades?. Quase nada. Tem um grupo de jovens. Não tem olímpicos, como se diz, todos são jovens, porém experientes, rodados, com cicatrizes de Liga Europa, Liga dos Campeões, Copa Libertadores, duros campeonatos nacionais. Não há inexperientes no grupo.

Os amistosos, quatro deles, exibiram um time desconexo, com uma defesa frágil, um meio-campo desestruturado e algumas valores individuais. Nada mais, nada menos. A Seleção (e por tabela Mano Menezes), ainda deve futebol ao Brasil.

A Seleção tem base e qualidade para vencer os Jogos Olímpicos de Londres, onde enfrentará adversários bem menos experientes e qualificados. Mas não mostra nada firme, decisivo, organizado, para erguer a Copa de 2014 no Maracanã.

Ao Brasil falta material humano, jogadores especiais, craques, um Messi com sotaque carioca, paulista, gaúcho, paranaense, mineiro, nordestino....

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Superjogo na Arena

09 de junho de 2012 8

O Grêmio ofereceu a Arena para que Ronaldo Fenômeno e Zidane realizem na em dezembro o jogo anual entre as equipes, que reúnem os amigos dos ex-craques.

O encontro recebe cobertura mundial de TV, tem apoio da Fifa e da Uefa e levanta fundos para o combate à pobreza na África.

Mas tudo depende ainda de um bom patrocínio e da movimentação de empresários.

A partida entraria na programação oficial da inauguração do estádio.

A cidade de Hamburgo, na Alemanha, recebeu o jogo de 2011, no dia 13 de dezembro. Zé Roberto, agora no Grêmio, foi um dos convidados, ao lado de Drogba, Figo, Dida, Pires, Michel Salgado, Canavarro, Hagi, Makelele, Barthez, entre outros.

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AC Verardi: "Meu amigo Sabella"

09 de junho de 2012 1

Desde os anos 1970 no Grêmio, 78 anos de idade, o superintendente Antonio Carlos Verardi (detalhe) tem boas recordações de Alejandro Sabella (acima), ex-jogador do clube nos anos 1980 e atual técnico da seleção argentina, que neste sábado enfrenta o Brasil, nos EUA.

Como o Sabella veio para no Olímpico?

Verardi – Foi sugestão do Hugo de León, creio. Ele estava no Estudiantes, que enfrentou o Grêmio na Libertadores 1983. Era habilidoso, craque de bola.

Ele tinha bom trânsito no clube?

Verardi – É uma pessoa fora de série. Boa gente, tranquilo, ajudava muito no vestiário. Se dava com os colegas, não era tímido e aceitava as brincadeiras com naturalidade. Ainda mantemos contato, mesmo distantes. Gosto dele.

Nada de broncas, então?

Verardi – Tinha (risos). Ele se queixava do Tim (Gilberto Tim, preparador físico da época). Me dizia, suado, ofegante: “Ele vai me matar, ele vai me matar...”. O Tim pegava pesado, tirava o couro da rapaziada. O Sabella não estava acostumado.

O senhor lembra de um jogo especial com o Sabella?

Verardi – O Trofeu Cidade Palma de Mallorca, na Espanha. O Grêmio enfrentou o Barcelona, ganhou, e o gringo jogou uma enormidade. Tanto que provocou a expulsão do alemão Schuster que, enlouquecido, deu uma voadora no Sabella.

Além do senhor, quem era amigo dele.

Verardi – O Valdo. Se acertavam dentro e fora do campo. Davam carinho à bola.

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