A 19ª Copa do Brasil do Grêmio terminou na semifinal, na Arena Barueri, no segundo jogo com o Palmeiras.
A derrota começou no Olímpico. Os gaúchos perderam o rumo em Porto Alegre, numa trágica quarta-feira 13. Livrar dois gols, ganhar nos pênaltis ou por três gols de diferença é tarefa rara.
O futebol dificilmente aceita viradas espetaculares.
Não faltou bravura ao Grêmio em terra estranha. Sobrou coragem, mas a ausência de qualidade técnica dos jogadores ficou gravada no placar (1 a 1). Bastou aparecer um jogador com um mínimo de talento, uma chileno chamado Valdivia, para que o jogo ganhasse outro rumo no justo momento em que o Tricolor vencia e buscava o segundo gol. A jogada pessoal de Valdívia desiquilibrou a partida. O Grêmio não teve uma só igual.
Com o empate, a partida ficou tensa, com expulsões e brigas. Felipão armou uma guerra na Grande São Paulo. Os seus reservas invadiram o gramado. O polêmico árbitro Ricardo Ribeiro (MG) achou normal.
O Grêmio, que jogou melhor as duas partidas e teve a classificção ao seu alcance, pagou o mesmo (e alto) preço de anos anteriores. Fez um time entre janeiro e fevereiro. Queria vencer uma competição nacional em junho. Perdeu. Derrotas sempre ensinam. Ao Grêmio falta continuidade e talentos.



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