Os italianos chamam Andrea Pirlo de maestro. Os torcedores o destacam pela habilidade. Os companheiros sabem que ele distribuiu bolas com o passe dos craques.
Pirlo é um dos jogadores mais aclamados pelos técnicos europeus. Ele joga de cabeça em pé, não olha a grama, muito menos a bola. Ele está colocada no seu pé direito.
Pirlo, 1m75cm, é um meia perfeito. Seja na mobilidade, na posse, no passe, no chute, na cobrança de falta – até na hora do pênalti ele é especial. Enganou John Hart, da Inglaterra, com uma cavadinha (ou "colher" como dizem os italianos), nas decisão das quartas de final da Euro-2012. É um dos melhores jogadores do torneio. É um meia que entraria fácil na Seleção Brasileira. Mano Menezes reza todos os dias para ter um assim. Pirlo é Xavi/Iniesta da seleção italiana. É o que PH Ganso gostaria muito de ser.
Aos 33 anos, 17 de carreira, revelado pelo pequeno Brescia, ele fez o mundo com a camisa do Milan. Quando o Milan vacilou, entrou a Juventus, que logo no primeiro ano com o jogador foi campeã da Itália. Pirlo não perde um jogo pelo campeonato italiano desde dezembro de 2010. Depois de 87 jogos e 10 gols, a seleção é sua casa também, campeão do mundo em 2006.
Com a seleção, ele não perde jogo desde 2010. São 10 vitórias e quatro empates.
Contra a Alemanha, uma das duas melhores seleções da Europa (e do mundo) ao lado da Espanha, Pirlo será o cérebro italiano, o condutor, o maestro.
Os alemães sabem, conhecem e gritam em coro aos seus jogadores: "Sufoquem Pirlo, não o deixem jogar". Pirlo seria bem-vindo em qualque time ou seleção do Planeta, como no meio-campo da própria Alemanha, adversário desta quinta-feira, e da Espanha. Ele é o maestro.
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