Com o Olímpico tomado e contra 10 jogadores desde os 7 minutos do segundo tempo – e olha que o expulso foi Neymar –, o Grêmio deixou de somar dois pontos preciosos. Permitiu o empate do Santos numa falha coletiva da defesa e não reagiu, nem com o grito de mais de 40 mil fãs.
Nem mesmo quando Vanderlei Luxemburgo lotou seu ataque com quatro homens de frente, dois deles especialistas em bolas aéreas. Jogada que o time não investe como deveria, nem com o gol de cabeça de Werley como exemplo.
A partida foi eletrizante. Os primeiros 45 minutos foram intensos e gremistas, tempo de um gol, escore que poderia ter sido dobrado, triplicado. Neymar estava controlado. A vitória parecia natural
O Santos renasceu depois. Surpreendeu, empatou, adotou duas linhas de quatro atletas e travou o Tricolor.
Se o Fluminense disparou e o vice Atlético-MG continua ao alcance, o Vasco é a novidade, agora mais próximo do Grêmio terceiro colocado, depois de três empates consecutivo, dois fora da Capital. Dos nove pontos possíveis, ganhou três.
Dezesseis rodadas em sequência no G-4, o Grêmio não sai do terceiro lugar há oito. Título é puro sonho, 11 rodadas antes do final. Uma vaga na Libertadores é bem real. Tão real quanto o título da Copa Sul-Americana.




Comentários