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Conmebol só age contra racismo sob pressão

14 de fevereiro de 2014 1

A Conmebol, que manda no futebol sul-americano, costuma fechar os ouvidos aos atos racistas em partidas da Copa Libertadores da América. Ficou em cima do muro no Caso Tinga.

O jogador do Cruzeiro foi insultado, quarta-feira, na partida entre Real Garcilaso e Cruzeiro (2 a 1), na cidade de Huancayo, no Peru. A entidade só mudou de atitude quando começou a sofrer pressão do governo brasileiro – com uma ligação do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, para o presidente da Conmebol, o uruguaio Eugenio Figueredo, exigindo providências –, da CBF e até da Fifa. Solicitou, então, que a sua unidade disciplinar investigue o caso, o que pode levar à abertura de um expediente contra o clube peruano.

No ano passado, a luta contra o racismo no mundo do futebol foi considerada prioridade para a Fifa, que criou um código com as possíveis punições.

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Comentários (1)

  • Leonardo diz: 17 de fevereiro de 2014

    Não entendo a repercussão do caso. Aqui no RS tem uma torcida que em todos os jogos canta “Chora macaco imundo” e a imprensa local finge que está tudo bem, afinal chamar os outros de macaco é algo “carinhoso” e da cultura de certo time.

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