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Conmebol veta crianças no Beira-Rio

04 de março de 2015 3

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) proibiu a entrada de crianças ao lado dos jogadores nas partidas da Libertadores. Hoje, contra o Emelec, os atletas aparecerão sozinhos no túnel do Inter no Beira-Rio. O diretor do Projeto Criança Colorada, Otavio Rojas, critica a decisão.

O que aconteceu?
Não sei, não entendi. Fomos todos surpreendidos. A Conmebol vetou a entrada das crianças nos jogos da Libertadores em todo o Brasil. Já tínhamos selecionado 120, entre cinco e 11 anos, para a partida desta noite. Hoje o time vai entrar sozinho. Imagina a frustração da gurizada. Quase 60 crianças viriam de Novo Hamburgo. Sei que muitos vão chorar.

E se o Inter desrespeitar a ordem? Pode ser punido?
Será multado, já foi até avisado. Os valores começam com quase R$ 5 mil.

O Inter não contatou a Conmebol?
Sim. O setor jurídico entrou com uma representação na Conmebol contestando a decisão e pedindo a presença de nossas crianças no gramado. Mas não obtivemos resposta. Vejo tudo como um retrocesso, a involução do futebol. Na Liga dos Campões, na Europa, as crianças têm acesso ao gramado ao lado das estrelas do espetáculo. Na Copa do Mundo do Brasil aconteceu a mesma coisa. A Fifa estimula a presença das crianças. Agora, aqui na América do Sul, surge uma proibição. Não é um retrocesso total?

Os sócios do clube sabem do veto?
Não, ainda não. Será um choque. O projeto Criança Colorada tem todo o apoio do sócio.

O que é o Projeto Criança Colorada?
O projeto completará 15 anos em abril. Já envolvemos cerca de 60 mil crianças. Elas sempre tiveram um comportamento exemplar no Gauchão, no Brasileirão, na Copa do Brasil, na Copa Sul-Americana e na Libertadores. Não pedem fotos e autógrafos. Não atrasam os jogos. Não perturbam os atletas. A garotada entra em campo e sai em seguida, sem tumulto e sem problemas. A Conmebol está afastando os torcedores do futuro do Beira-Rio. A família, claro, vai embora junto.

 

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As crianças coloradas , entre cinco e 11 anos, que sempre acompanham a entrada do time, foram vetadas pela Conmebol em jogos da Copa Libertadores da América (Agência RBS/BD)

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"Família Rodríguez" não dá certo no Grêmio

03 de março de 2015 4

Braian Rodríguez, 28 anos, é uma nova tentativa. É a terceira em três anos, depois de Maxi e Matías.

O sobrenome Rodríguez teima em não dar certo na Arena e no Olímpico. Os jogadores não são parentes, mas têm o mesmo sobrenome, popular na América Latina.

Sem gols que o tirassem de uma carreira de quase 10 anos em times pequenos e médios, Braian chega com aura de goleador que não é e que nunca foi. É mais um jogador de grupo, não um puro titular. O Grêmio segue em busca de um Jardel II. Braian é outro candidato. Seu currículo, porém, joga contra. 

Conterrâneo de Braian, Maxi Rodríguez, uruguaio de Montevidéu, 24 anos, começou bem, mas afundou aos poucos, foi emprestado ao Vasco, então na segundona, no segundo semestre do ano passado. Hoje defende La U. No Chile, não faz sucesso neste começo de temporada. Saiu do Grêmio por ordem de Felipão.

Não sei, não sei mesmo, se Braian Rodriguez é melhor do que Lucas Coelho ou Everaldo.

O outro Rodríguez, só que argentino de San Luis, Matías, 28 anos, chegou ao Grêmio na metade do ano passado, durante a Copa do Mundo, e nunca alcançou a titularidade na lateral ou no meio. Fez jogos irregulares. O Gre-Nal de domingo passado foi a sua melhor partida.

Braian chega para tentar quebrar a maldição dos Rodríguez no Grêmio. Mas, pelas suas características, vai precisar de cruzamentos, bolas altas na grande área, jogada que o Grêmio ainda não tem.

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Braian chega ao grêmio como esperança de gols (Agência RBS/BD)

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Quem é o jogador do Emelec que o Inter precisa anular

03 de março de 2015 1
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Miller Bolaños é o goleado do Emelec ( Rodrigo Buendia/AFP/BD)

Miller Bolaños, 24 anos, é o jogador do momento no Equador. Ele defende o Emelec, bicampeão nacional, depois de passar uma temporada na filial norte-americana do mexicano Chivas, e testará o Inter amanhã, no Estádio Beira-Rio.

O equatoriano de 1m70cm é um habilidoso, veloz e atrevido meia-atacante que não teme a grande área e marcou duas vezes na atual edição da Libertadores. Como pode atuar em diferentes posições do meio-campo, sua velocidade é chave para os contra-ataques do líder do Grupo 4, com dois jogos e duas vitórias.

Contra o São Paulo, pela Copa Sul-Americana de 2014, Miller Bolaños marcou três gols nas vitória de 3 a 2, em Quito. Goleador da equipe na temporada passada, com 19 gols, ele estendeu o contrato com o seu clube por mais quatro temporadas.

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O acerto da torcida mista, o erro das organizadas

02 de março de 2015 0

Gre-Nal com torcida única é pura rendição. É claro sinal de que a violência venceu. Clássico com 10% de torcedores visitantes é quase a mesma coisa.

O número precisa crescer. Chegar aos 20%, encostar nos 30%. Dividir o estádio, meio a meio, não é mais possível. Os planos de sócios impedem o sonho.

O novo passo, depois do enorme sucesso da torcida mista, é duplicar o espaço dos visitantes na Arena e no Beira-Rio. Ocupá-lo com torcedores de verdade, sem os vândalos de sempre.

Torcida mista, grande ideia do colorado Alexandre Limeira, vai ficar. É uma vitória sobre os selvagens. O grupo une parentes e amigos, pessoas acostumadas a torcer juntas em casa e no bar. Não é problema. Oferece uma espetacular sensação de déjà vu. Recupera o futebol como um momento de lazer.

O transtorno é a marca registrada das torcidas organizadas. Minados de vândalos, os grupos dependem da BM para locomoção. Mas a escolta policial sempre toma o caminho errado, inverso. Garante os marginais nos estádios, quando deveria afastá-los.

Não é a torcida mista e nem as operações de guerra da BM que trarão paz aos estádios. Só novas ações envolvendo todos os atores do espetáculo podem ajudar – sem esquecer que a violência não é exclusividade do futebol no Brasil.

As antigas soluções, insistentemente repetidas, não funcionam mais. O problema é quase semanal e no país inteiro.

É preciso inovar, organizar e planejar, afastar as organizadas dos estádios, escoltá-las para bem longe do convívio do torcedor. Os estádios não as suportam mais.

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A torcida mista mostrou que tem vida longa nos clássicos (Agência RBS/BD)

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O que fazer com as torcidas organizadas

02 de março de 2015 2
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Marco Aurelio Klein produziu um relatório sobre a violência em torno do futebol brasileiro  (Arquivo Pessoal/BD)

 

Ao saber que o secular Gre-Nal contará com torcida mista, colorados e gremistas, sem esconder cor e coração, acomodados no mesmo setor das privilegiadas cadeiras do Beira-Rio da Copa, Marco Aurelio Klein, vibrou.
– Muito bom, muito bom.

Professor e escritor, uma autoridade sobre violência de torcidas – talvez a maior do Brasil –, autor de um espetacular relatório federal sobre o tema, em 2006, que o governo federal promete ler de novo e rapidamente, Klein mudou o tom quando ouviu que as torcidas organizadas gaúchas ganharão escolta antes, durante e depois do clássico.
– É inacreditável. A polícia protege os vândalos que afastam o verdadeiro torcedor do estádio. Mesmo escoltados, eles brigam, usam porretes, preparam bombas e, se der, ainda quebram carros, ônibus e trens. Fazem tudo o que o torcedor condena. Não acho que o problema seja de torcidas organizadas, mas dos vândalos que brotam sempre no meio delas. Torcedores podem ficar juntos, vândalos não.

O paulistano descendente de alemães e torcedor do Palmeiras, 64 anos, hoje secretário nacional da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, repete:
– É inacreditável. Quando ouço falar na possibilidade de ver torcida única em grandes jogos, penso que é uma rendição aos vândalos.

Do Rio, entre um compromisso e outro, Klein lembra que os ingleses afastaram os vândalos dos estádios. Ele conheceu o processo. Trabalhou com os britânicos, quase decorou o Relatório Taylor, o elogiado estudo que foi base para que as autoridades varressem os hooligans do mapa dos estádios. Quem conhece os dois documentos, como este colunista, pode elogiar a qualidade da análise assinada pelo brasileiro.
– Escolta? Quem merece escolta são a rainha e os presidentes. Escoltar vândalos é de um grande atraso. Quando ouço que a polícia preparou uma operação de guerra num clássico, temo por todos.

Ele continua:
– Não faz sentido proteger 3 mil que querem atacar 30 mil. É uma bobagem. Um torcedor não pode se envolver numa operação de guerra. Assim, ele foge do estádio, fica em casa. Não corre riscos. O torcedor precisa voltar a ver o futebol como um momento de lazer.

Klein tem a lição inglesa na cabeça, sabe de cor.
– Num primeiro momento, as autoridades afastaram os vândalos dos estádios. A Inglaterra não conhece torcidas organizadas.

Só grupos de marginais que brigavam, roubavam e depredavam. Com eles fora do estádio e do entorno, as praças esportivas foram pacificadas, ganharam vida nova e o torcedor voltou. Trouxe a família junto.
Solução, professor Klein acha que tem. Ele diz.
– Mas não nascerá no canetaço. É preciso organizar o espetáculo como um todo, reunir as partes interessadas e planejar, planejar muito. Vamos ouvir as pessoas. Repito, é necessário organização e planejamento e, depois, uma ação contínua. Não é a repressão que vai acabar com a violência. Não deu certo até agora, nem dará.

A Copa do Mundo de 2014, que iria curar todos os males do futebol do país, deixou um legado, pelo menos um. Klein lembra:
– O sistema interno de monitoramento funciona bem. Os torcedores sabem que estão sendo vigiados. O comportamento dentro dos estádios mudou para melhor. Quando o Brasil levou 7 a 1 da Alemanha, ninguém invadiu o gramado do Mineirão.

Não é o interior do estádio que preocupa. É o entorno. É o vândalo, que a ordem atual não eliminou depois de tantos anos. O Relatório Klein pode ser discutido, mas é eficaz. Questione os sumidos hooligans ingleses, terror nos anos 1990. Pergunte.

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Grêmio negocia com o centroavante Braian Rodríguez

02 de março de 2015 3

O Grêmio quer anunciar o uruguaio Braian Rodríguez nos próximos dias. Entre o clube e o centroavante uruguaio de 28 anos está tudo certo. Falta o acordo entre os gaúchos e os espanhóis do Betis. O jogador está emprestado ao Numancia, da segundona da Espanha, desde a metade de 2014.

Braian Rodríguez é um centroavante que agrada Felipão.  É alto, tem 1m93cm, e é forte na bola aérea.

O atacante recebeu o ok de Felipão, que é quem manda no futebol gremista.

Em 2013, com a camisa do Huachipato, do interior do Chile, Braian Rodríguez enfrentou o Grêmio de Vanderlei Luxemburgo. Na época, no Brasil, no Uruguaio e no Chile, falou-se no interesse do Inter pelo atacante.

O centroavante tem 10 anos de carreira em nove equipes. Rodou por Argentina, Peru e Chile, mas nunca defendeu times de ponta e nem a seleção uruguaia.

O Betis pagou cerca de R$ 3 milhões pelos direitos federativos de Braian Rodríguez junto ao Huachipato.

 

 

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Lincoln e Mamute precisam jogar mais

02 de março de 2015 2

O Gre-Nal 404 ofereceu surpresas, especialmente aos gremistas. Mostrou uma nova e promissora dupla, exibiu Lincoln e Mamute. Ágeis e velozes, envolveram a defesa colorada e merecem outras oportunidades. Lincoln acertou a trave com um forte chute de pé esquerdo.

Recuperou Wallace, um dos melhores, um volante que sabe jogar futebol.

Surpreendeu com Matias Rodríguez, que fez a melhor partida em quase oito meses, e é melhor do que Galhardo na lateral direita.

 Não é possível falar o mesmo de Fellipe Bastos, Douglas, lento, dispersivo, Giuliano, que não consegue fazer grandes jogos. Mas, claro, ninguém consegue esquecer o goleiro Marcelo Grohe. O grande jogador do time do ano passado ocupa a mesma posição em 2015.

No Inter do seguro goleiro Alison, que só melhora, o atacante Vitinho provou que é capaz de abrir uma defesa. Com boa companhia, vai render mais.

O volante Rodrigo Dourado e o meia Alisson Farias são opções. O canhoto Anderson se recupera aos poucos, logo será titular. Luque é uma incógnita. Mas Alex continua lento e Valdívia perdeu pontos, assim como Nilmar.

Desta vez, o árbitro ajudou. Jean Pierre Gonçalves de Lima queria espetáculo. Ignorou as simulações, deixou o jogo correr, apitou em nome da bola, como nome do primeiro time do apito do futebol brasileiro.

A ausência de gols no Gre-Nal 404 não é culpa dele.

 

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Felipão (D) e Diego Aguirre testaram alguns jogadores no Gre-Nal (Agência RBS/BD)

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Empate em Gre-Nal é uma frustração só

01 de março de 2015 9

Gre-Nal é um jogo de grandes descobertas. O clássico costuma abençoar os melhores, oferecer novas oportunidades, marcar na paleta quem vacila.

O Inter usou um time misto. Testou os reservas, o milionário banco da Libertadores. O Grêmio chamou os melhores, com quatro garotos, que fazem um decepcionante Gauchão. Só não queria perder. Conseguiu. O Inter nem se abateu com o resultado. Seu time de verdade estava de folga. O primeiro clássico de 2015 não deixou ninguém pelo caminho.

Felipão e Diego Aguirre ainda testam seus jogadores neste começo de temporada. O gremista deve ter aprovado a dupla Mamute e Lincoln. Saudado o retorno de Walace. O colorado deve ter batido palma para Rodrigo Dourado e Alisson Farias. Mas os rodados Nilmar e Fellipe Bastos não conseguem acertar.

Nos 90 minutos, gremistas e colorados procuraram o gol, concluíram. Lincoln acertou a trave. Marcelo Grohe fez a grande defesa. O gol não saiu, apesar do desejo dos quase 35 mil espectadores. Faltou qualidade na conclusão, assim como certeza no passe e disposição para grandes jogadas individuais.

O 0 a 0 é da cultura do Gre-Nal, partida da mais pura marcação. A correria prejudicou os passes. Em campo a vontade superou a inteligência. Empates não animam ninguém.

Jean Pierre Gonçalves de Lima queria espetáculo. Ignorou as simulações, deixou o jogo correr, apitou em nome do futebol e como um árbitro do primeiro time do futebol brasileiro.

Desta vez, o árbitro ajudou. Pena que os jogadores não aproveitaram as oportunidades de gol.

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Jean Pierre deixou o jogo correr e ignorou as simulações de falta (Agência RBS/BD)

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Minha aposta no Gre-Nal: Inter

28 de fevereiro de 2015 9

Na cabeça dos dirigentes, dia e noite, o Gre-Nal 404 é um incômodo. Na cuca do fã, nunca é. É discussão pura, apaixonada e diária, sadia ou nem tanto. “Grenalizar” é um verbo local, ainda fora das
gramáticas.

O Inter tem a Libertadores como prioridade máxima. O Grêmio tenta construir um time. O clássico não poderia nascer em pior hora. Não decide nada, mas pode abrir discussões e questionamentos.
O domingo 1º de março, segundo depois do Carnaval, horas antes do começo do ano de 2015 no Brasil, que se despede das longuíssimas férias de verão, observará um Gre-Nal atípico. Menos pelos times, totalmente indefinidos um dia antes, porém mais, bem mais, pela torcida mista que ocupará um espaço nobre nas cadeiras do
Beira-Rio da Copa.

Olhares curiosos do Brasil do futebol acompanharão os torcedores de vermelho ou azul, lado a lado, como um gigantesco Big Brother. A torcida, uma vez só em um século, será mais importante do que os
jogadores.

Do comportamento de 2 mil, unidos apesar da rivalidade, dependerá o futuro das torcidas nos dois grandes estádios da Capital. O gaúcho vai provar o seu atual estágio como torcedor, civilizado ou não. É o que importa, pois, no gramado, oito semanas depois da abertura da temporada, a diferença entre Inter e Grêmio está nos nomes e não na bola.

Enquanto o dono da casa informa que seu time é Nilmar e mais 10, o tricolor faz um esforço para garantir a presença de Yuri Mamute. Notou a diferença? Se o Inter tem um grupo de 18 jogadores de onde pode pinçar 11 qualificados, o adversário não vê nem meia dúzia.

Eu aposto no Inter.

E você?

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No Gre-Nal 404, o Beira-Rio vai unir gremistas e colorados num mesmo setor e reviver o clima de Copa do Mundo (Agência RBS/BD)

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Adversário do Inter na Libertadores trocou de treinador

28 de fevereiro de 2015 0

Líder do Grupo 4, terceiro adversário do Inter na Copa Libertadores da América, quarta-feira, no Beira-Rio, o Emelec perderá o técnico em duas semanas. O argentino Gustavo Quinteros, 50 anos, assumirá no próximo dia 15 a seleção do Equador, que disputará a Copa América.

 No jogo contra o Inter, no Equador, no dia 18 do mês que vem, que abre o segundo turno da fase de grupos, uma quarta-feira, o Emelec será dirigido pelo argentino Omar de Felipe, 52 anos, com passagem por Olimpo de Bahía Blanca, Quilmes e Independiente de Avellaneda. Especialista em tirar equipes da segundona argentina, o ex-zagueiro é um obstinado por treinar jogadas ensaiadas e cobranças de bolas paradas. Em determinados dias, ele só treina estes dois fundamentos.

Neste sábado, o Emelec, segundo colocado no Campeonato Equatoriano, enfrenta a Liga de Quito, na capital do país. Suspenso, o técnico Quinteros não treinará a equipe, que será recheada por reservas. Os titulares serão poupados.

A partida é tratado como de alto risco.

Quase 600 policiais tentarão controlar cerca de 30 mil torcedores, cerca de 8 mil do Emelec.

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Quinteros deixará o Emelec em 15 dias (foto Claudio Reyes/AFP)

 

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Surpresa: um Gre-Nal como você nunca ouviu

27 de fevereiro de 2015 0

O Gre-Nal deste domingo, o primeiro de 2015, terá uma novidade para os torcedores que têm os aplicativos móveis Colorado ZH e Gremista ZH em seus smartphones. A narração minuto a minuto do clássico será voltada aos torcedores.

Ou seja, Marcelo Gonzatto, do blog Torcedor Colorado ZH, e Guilherme Mazui, do blog Torcedor Gremista ZH, vão contar as emoções do jogo para vermelhos e azuis. 

Cada um na sua.

Cada lance com a emoção típica de quem está na arquibancada, acompanhando seu time, com descontração e bom humor. Em casa, você poderá se imaginar acomodado numa das cadeiras do Beira-Rio.

Os aplicativos podem ser baixados na Google Play e na App Store.

Mais detalhes, acesse http://www.zerohora.com/esportes.

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Julgamento de auditor do Caso Aranha foi ação entre amigos

27 de fevereiro de 2015 5

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) é o mais puro retrato do Brasil. Um julgamento rápido na manhã desta sexta-feira, nas portas do final de semana, não condenou o auditor Ricardo Graiche. A decisão não surpreendeu. Foi uma ação entre amigos.

Nos bastidores do STJD, no Rio, poucos acreditavam na condenação do auditor paulista que liberou mensagens de cunho supostamente racista em seu perfil no Facebook. O processo contra Graiche – que votou pela exclusão do Grêmio da Copa do Brasil, por conta dos insultos ao goleiro Aranha, em 2014 – foi arquivado.

Graiche mostrou que tem força e influência no Tribunal e ainda aliados poderosos. Seu caso chocou o Brasil.

Seu advogado de defesa foi o ex-presidente do STJD, Rubens Approbato Machado – ex-presidente da OAB,  ex-vice-presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) e conselheiro do Corinthians. Aprobbato é muito respeitado no STJD e na CBF. Sua presença no julgamento foi decisiva para livrar Graiche de qualquer punição.

Dos seis auditores, três votaram pela absolvição de Graiche, três queriam apenas uma advertência.  Com o empate, o presidente do STJD, Caio César Rocha, absolveu o auditor. Os empates favorecem quem é julgado.

O arquivamento do processo não repercutiu bem nos corredores do STJD. Muitos queriam a sua exclusão do Tribunal e ficarão desconfortáveis se voltarem a trabalhar com o auditor. A decisão não ajuda a melhorar a imagem do STJD, que é financiado pela CBF e trata da legalidade do futebol no Brasil.

Com a decisão, o STJD colou ainda mais a sua imagem ao danificado nome da CBF e deixa todos os fãs de futebol indignados. Quando parte do mundo civilizado se une em torno dos que lutam contra o racismo, o Brasil mostra, mais uma vez, que trafega em outro mundo.

 Com a colaboração de André Baibich (andre.baibich@zerohora.com.br)

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O auditor Ricardo Graiche foi absolvido por suposto caso de racismo ( Foto Nina Lima/ Extra/Agencia o Globo/BD

 

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Romildo mira cinco contratações até o Brasileirão

27 de fevereiro de 2015 3

O presidente Romildo Bolzan Jr. prometeu cinco reforços para o técnico Felipão até o início do Brasileirão, que começa em maio.

Só pretende contratar atletas experientes, sejam brasileiros ou estrangeiros.

Dois devem ser anunciados nos próximos dias.

Atacantes são as prioridades, um de área e outro de lado, assim como um meia.

O clube não revela os nomes.

 

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Romildo promete reforçar o time até o Brasileirão (Agência RBS/BD)

 

 

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Inter ganha, anima, mas não esconde defeitos

26 de fevereiro de 2015 7

Libertadores é sempre um filme de terror. Os sustos nascem e aparecem do começo ao fim de uma partida, todas decisivas.

La U petrificou a torcida colorada no Beira-Rio com um chute no travessão ainda no início da partida decisiva pelo Grupo 4, segunda rodada. Logo depois, ainda no primeiro tempo, Maxi Rodríguez, o mesmo que fez tremer a goleira, perdeu um gol quase da pequena área. Ele conseguiu observar a posição do goleiro Alison, mas chutou longe, alto. O atacante é canhoto, resolveu arriscar de pé direito.

A partida estava difícil, tensa, indefinida. O Inter errava passes demais, não criava e o cheiro do empate tomava conta do estádio no final do primeiro tempo. No último ataque, D’Alessandro foi puxado pela camisa na grande área. Pênalti? Não vi. O puxão não foi para tabto, creio. O argentino cobrou com perfeição, chute forte, marcou e aliviou os companheiros, Diego Aguirre, Vitório Piffero e toda a torcida – 32.133 pagaram ingresso.

O gol animou o Inter, mas não conseguiu esconder seus erros nem ocultar os calafrios da torcida. A defesa continua desprotegida, há um corredor nas duas laterais, Alan Costa e Réver ainda tentam se conhecer. Falta treino. Fazer um time em 50 dias é obra de milagreiros, ninguém faz.

Quando Aguirre chamou Alex e sacou Vitinho, não poderia imaginar que o segundo gol nasceria de um contra-ataque mortal. Alex lançou Jorge Henrique no meio da defesas desprotegida. O meia entrou na área, mirou o canto esquerdo e, com calma e precisão, acertou.

O 2 a 0 não cimentou o time. As costas de Fabrício foram o caminho que os chilenos encontraram para marcar seu gol, obra de Canales, jogador que o Grêmio observa. A torcida tremeu de novo na noite chuvosa de quinta-feira. Mas o terceiro gol gaúcho nasceu em seguida, quando Sasha marcou e foi festejar nos braços da torcida, atrás da goleira oposta ao Gigantinho. A torcida só começou a ficar mais aliviada depois dos 30 minutos do segundo tempo.

A vitória foi ótima, um clássico 3 a 1, o futebol nem tanto. O resultado deixa o Inter em segundo lugar entre quatro. Deixou também a torcida com a certeza que a equipe não está pronta. Não é um volante ou dois que vão deixar a defesa mais protegida e a zaga mais forte e segura. É a organização geral. A marcação começa no ataque e passa pelos meias. Só a sequência de treinos e partidas são capazes de fazer um time competitivo.

Domingo tem Gre-Nal, mas o Inter não está nem aí. Vai chamar um time misto.  Só a Libertadores interessa. O primeiro Gre-Nal do ano não está nos planos colorados. 

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Grêmio lançará fã clube e quer atrair 200 mil tricolores

26 de fevereiro de 2015 6

O Grêmio prepara uma nova campanha. Pretende criar um fã clube de gremistas. Quem pagar R$ 10 mensalmente terá acesso a 80 convênios com generosos descontos. O presidente Romildo Bolzan Jr. trabalha diretamente no projeto.

A ideia é reviver o Exército Gremista, um movimento que deu certo na década passada e que liberava descontos especiais em ingressos de jogos e oferecia uma série de promoções ao cadastrado, entre outras ações. O lançamento está marcado para a semana que vem.

– Esperamos reunir mais de 200 mil gremistas. A meta não me assusta. Acho viável – explicou o presidente.

Ao mesmo tempo, o Grêmio pretende recuperar cerca de 80 mil sócios. Atrair torcedores que já foram associados, mas deixaram de pagar suas mensalidades. Oferece até uma anistia em determinados casos.

O torcedor ficaria livre de pagar mensalidades atrasadas.

Começaria tudo de novo, independentemente da sua categoria de sócios.

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Grêmio tentar reaproximar o sócio, conquistas outros e aumentar o público da Arena (Agência RBS/BD)

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Grêmio observa atacante do Celta

26 de fevereiro de 2015 1

O Grêmio contatou os empresários argentinos de Joaquín Larrivey nesta semana.

Pediu informações sobre o número 9 argentino de 30 anos e 1m85cm.

Especialista em bola aérea, o atacante foi revelado pelo Huracán, da Argentina, jogou no Cagliari, da Itália, e defende o Celta, da Espanha, desde o ano passado.

O Grêmio tem uma prioridade. Encontrar atacantes. Quer dois. Está no mercado, escolhe sem pressa. Quer acertar as contratações antes de maio – agora não há dinheiro disponível.

O Gauchão continuará como um campo de teste para os atacantes mais jovens.

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Uma das opções de ataque de Felipão, Everaldo não consegue marcar gols (Agência RBS/BD)

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Vanderlei Luxemburgo quer cobrar milhões do Grêmio

26 de fevereiro de 2015 2

Vanderlei Luxemburgo, 62 anos, cobra cerca de R$ 7 milhões do Grêmio por salários atrasados e quebra de contrato.

O técnico mandou avisar aos dirigentes gremistas que aceita parcelar a dívida em suaves prestações. Não obteve resposta.

Luxa confessou a amigos que não deseja entrar na Justiça contra o clube que treinou entre 2012 e 2013. Sem acordo, porém, deve acionar seus advogados.

Na noite de segunda-feira, antes de seguir para Pelotas, Luxemburgo foi recepcionado em Porto Alegre por amigos gaúchos Ganhou um jantar e vinhos de rótulos exclusivos. Mais uma vez confessou o desejo de treinar o Inter. Não agora, que está bem no Flamengo. Mas no futuro.

Luxa acha que falta o Inter no seu currículo de mais de três décadas como  treinador.

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Luxemburgo (E), ao lado de Paulo Paixão (D), no seus tempos de Grêmio (Agência RBS/BD)

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Empresário oferece centroavante de Copa do Mundo ao Grêmio

25 de fevereiro de 2015 2

Atacante da seleção da Croácia, Samir, 27 anos, foi sugerido ao Grêmio por um empresário gaúcho. Baiano de nascimento, naturalizado croata, Samir defende o Getafe, da Espanha. Ele vestiu a camisa da seleção croata na Copa do Mundo do Brasil de 2014.

O clube espanhol vive uma séria crise financeira e o jogador está com os salários atrasados. Assim, Samir poderia atuar na Arena sem alto custo. Jorge Samir Cruz Campos viria só pelos salários.

Samir foi da base do Atlético-MG, passou pelo Atlético-PR e defendeu o Dínamo de Zagreb entre 2007 e 2014. Joga na Espanha desde o ano passado.

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O que os gremistas pensam do novo projeto financeiro do clube

24 de fevereiro de 2015 10

Pesquisa do Instituto Index em 30 cidades gaúchas mostra que 45,7% dos torcedores gremistas “concordam em parte” com a reestruturação financeira do Grêmio proposta pela gestão Romildo Bolzan, mas 24,4% “concordam totalmente”.

Os que “discordam totalmente” do projeto são 17,3%.

A enquete foi realizada no começo deste mês, antes do Carnaval.

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Romildo Bolzan prega austeridade no futebol gremista (Foto Agência RBS/BD)

 

 

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Os sete erros que o Grêmio precisa corrigir até o Gre-Nal

24 de fevereiro de 2015 3

Perder ou empatar na Arena é rotina em 2015. A casa gremista está aberta aos adversários. O time não assusta mais ninguém, nem o modesto Juventude. No 0 a 0 desta segunda-feira, os serranos foram dominados, mas conseguiram as melhores chances de gol. Só Zulu perdeu dois em sequência.

Em quatro defesas, Marcelo Grohe salvou suas cores e foi o nome da partida. O goleiro é a única garantia de um time desorganizado, desequilibrado na zaga, no meio e no ataque. Um time recheado de jogadores inexperientes não oferece ao Grêmio o potencial que o time precisa nas competições. A equipe, sempre muito mexida, insiste em não jogar bem. A temporada será extremamente difícil.

O novo time de Felipão é um problema só. Se não corrigir os erros em cinco dias, poderá passar, domingo, às 18h30min, por outro Gre-Nal desastroso. Fazia tempo que o Grêmio não começava tão mal uma temporada. No final, a torcida que visitou a Arena vaiou sem dó o time inteiro, oitavo colocado no Gauchão em sete rodadas

Os erros que precisam ser corrigidos com a urgência das urgências:

Um: A falta de combatividade e criatividade no meio-campo empobrece o time inteiro. Felipe Bastos é o carimbador. Todas as bolas passam por ele. Quase todos os passes errados e chutes tortos também passam por ele. Felipão arquivou Wallace em nome de Felipe Bastos.

Dois: A inoperância de Galhardo impressiona. Depois de liberar o sempre questionado Pará, a direção buscou um lateral que não consegue acertar uma só jogada ofensiva e ainda oferece um corredor ao adversário do lado direito. Ele não acerta cruzamentos. Era reserva do Bahia.

Três: A lentidão e imobilidade de Douglas fazem o ataque passar fome e sede de gols. Ele não é a referência técnica. Não cria, não é garçom. Não é o meia que a torcida imaginava. E ainda está acima do peso. Douglas chegou como referência. Não é. Giuliano ainda está em busca da sua melhor forma.

Quatro: Como os laterais e os homens de meio-campo não conseguem criar, o ataque, seja ele que for, não recebe bolas na cara do gol. Não consegue nem concluir. Some. O Grêmio não sabe mais atacar. Lucas Coelho, que tem alguma experiência, só entra no final das partidas.

Cinco: A lentidão do time facilita a marcação do adversário. O toque é lateral, quase inútil. Nem o clássico abafa de começo de jogo, de segundo tempo ou de final de partida, o Grêmio consegue produzir. Não pressiona o adversário.

Seis: O esquema tática de Felipão não pode ser mais óbvio: dois volantes, dois meias e dois atacantes. O time não é compacto, as linhas jogam distantes uma das outras. A marcação é frouxa. O ataque é previsível. Felipão culpa a inexperiência por tudo. Se fosse outro técnico qualquer, depois de quase sete semanas de trabalho, já estaria ameaçado, como Diego Aguirre no Inter.

Sete: A comissão técnica e os dirigentes pedem paciência com os jovens. Mas desde sempre no futebol quase todos sabem que não se forma um time com uma maioria de garotos. Sem dinheiro, o departamento de futebol não mostrou uma linha de criatividade. Não conseguiu atrair um só bom jogador do mercado brasileiro e do Exterior.

Felipão tem todo o trabalho do mundo pela frente até o final de semana. Vai enfrentar um adversário, e ainda no Beira-Rio, que tem um grupo melhor, maior e mais experiente. No seu melhor estilo, é bem provável, o treinador tricolor escalará um time bem fechado, protegido, recheado de marcadores. Como se só defensores pudessem vencer grandes jogos. Um time precisa de equilíbrio. Não de uma pilha de zagueiros e volantes.

 

 

 

 

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Quem são os três árbitros cotados para o Gre-Nal

23 de fevereiro de 2015 1

A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) sorteia sexta-feira à tarde na sua sede, no centro da Capital, o árbitro do Gre-Nal do próximo domingo.

Os três melhores do Estados estão pré-escalados para o clássico: Leandro Vuaden, Anderson Daronco e Jean Pierre Gonçalves de Lima. Do trio, dois entrarão no sorteio.

A dupla que entrará no sorteio será escolhida na quinta-feira, depois de uma reunião coordenada por Luiz Fernando Costa, que lidera o departamento de árbitros da entidade.

Caso a FGF libere um verba de R$ 2 mil, o árbitro e os bandeirinhas sorteados ficarão concentrados em um hotel de Porto Alegre. Entram num hotel às 18h de sábado e só saem momentos antes do Gre-Nal, às 18h30min, no Beira-Rio.

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Torcidas mistas no Gre-Nal é uma ideia espectacular

23 de fevereiro de 2015 3

Um espaço compartilhado entre torcedores da Dupla no Gre-Nal de domingo, no Beira-Rio, é a melhor notícia da nova temporada. Mil torcedores colorados poderão convidar mil gremistas e assistir ao clássico lado a lado, como é feito naturalmente em casa na sala da TV ou ao lado da churrasqueira. Como é na vida real.

A ideia é espetacular. Serve para atrair e fidelizar torcedores. Mostrar que o estádio é um local civilizado, capaz de chamar pai, mãe, filhos e parentes. Sem a maciça presença da família não existe a mínima (a mínima) possibilidade de sonhar com um público médio acima de 20 mil nos maiores estádios da Capital. Nossos estádios estão quase vazios por culpa da violência.

O maior especialista em violência no futebol no Brasil, Marco Aurélio Klein, que estudou o problema e produziu um relatório em 2006, entende que o interior dos estádios, legado da Copa do Mundo de 2014, esta livre das confusões. O perigo vive fora e no entorno.

Klein, que atualiza seu estudo a pedido do ministério do Esporte, lembra que no futebol inglês “tudo foi superado com um trabalho técnico que envolveu governo, clubes, entidades esportivas e mídia”. O vândalo destrói o espetáculo, mas um operação de guerra da polícia não o assusta. Só afasta o torcedor.

É preciso unir todos os envolvidos no espetáculo e agir com inteligência. A segurança não pode agir só e como dona de tudo.

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Clássico do Estado, o Gre-Nal merece cuidados especiais de todos os envolvidos no grande espetáculo, torcedores inclusive (Foto Agência RBS/BD)

 

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Grêmio recusa centroavante do Boca

23 de fevereiro de 2015 11

Com um olho no Chile e outro na Argentina, o Grêmio tenta acertar as contratações de Gustavo Canales, 32 anos e 1m88cm, da Universidad de Chile, e de Milton Caraglio, 26 anos e 1m86cm, do Vélez.

São os dois atacantes preferidos da direção gremista e ganharam o ok de Felipão, que é o que importa no clube.

No final de semana passado, o Grêmio recusou o empréstimo do atacante Emannuel Gigliotti, 27 anos e 1m83cm. O argentino defende o Boca Juniors desde 2013. Viria com os direitos federativos fixados em cerca de R$ 9 milhões. O empréstimo custaria cerca de R$ 900 mil, valor que poderia ser saldado em várias vezes. 

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O atacante chileno Gustavo Canales (E), com Guagua, da Liga de Quito (D), está na mira do Grêmio ( Martin Bernett/AFP/BD)

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Alex mostra com gols que o lugar de Anderson é seu

22 de fevereiro de 2015 7

É fácil eleger um pé esquerdo no Inter. Entre Alex e Anderson, o primeiro ganha fácil. Não só pela forma física e técnica, mas pelos gols. Alex é o goleador colorado neste começo de temporada. Múltiplo, ocupa até o espaço da progressiva má fase do atacante Nilmar. Alex não merece a reserva, Nilmar, sim.

O meia não pode ficar fora do segundo jogo da Libertadores. Ganhar de La U é uma questão de sobrevivência no torneio. O calibrado chute de Alex vale três pontos. Pena que Diego Aguirre não é corajoso. Fosse, uniria Alex, D’Alessandro, Vitinho e Sasha na quinta feira. Ser ofensivo é uma questão de sobrevivência.

Sem empolgar, o mistão colorado venceu o São Paulo, em Rio Grande, por 2 a 1. Alex foi o nome do jogo, marcou duas vezes. Nilmar errou pênalti e a defesa vazou outra vez. Nico Freitas estreou bem. É mais rápido do que Nilton e marca melhor, mas não é tão completo e erra passes com facilidade. O volante é mais uma opção, jogador de grupo.

O problema do Inter é coletivo. Não adianta colocar um volante ou dois volantes. O time inteiro precisa marcar. A marcação começa no ataque. Tudo é uma questão de treino e sequência de jogos. Num time que mescla reservas e titulares, a falta de entrosamento aparece mais. Mas era jogo de Gauchão, não de Libertadores. A vitória é celebrada, mas não com tantos foguetes. 

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Jogadores do Inter festejam o primeiro dos dois gols de Alex (C), em Rio Grande (Foto Lauro Alves/Agência RBS)

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Conmebol punirá adversário do Inter na Libertadores

21 de fevereiro de 2015 1

A Universidad de Chile está na mira da Conmebol. Seus torcedores usaram sinalizadores e foguetes durante o jogo contra o Emelec na terça-feira passada, no Estádio Nacional.

O incidente pode custar a La U, que foi punida pelo mesmo problema em 2014, uma ou duas partidas sem público como mandante na Libertadores. Os chilenos enfrentam The Strongest e Inter no mês que vem na capital Santiago.

Em oito jogos nos últimos 50 dias, La U ganhou um e sofreu 15 gols. O técnico uruguaio Martín Lasarte, 53 anos, pode ser demitido nos próximos dias. Neste final de semana, os titulares vão descansar, antes da viagem para Porto Alegre. Os reservas entrarão em campo na rodada do Campeonato Chileno.

Quinta-feira, o Inter espera La U, que vive péssima fase, no Beira Rio, pela segunda rodada do Grupo 4 da Libertadores. Não serão aceitos torcedores da equipe chilena no estádio gaúcho. A Conmebol puniu  o clube no ano passado.

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Sinalizadores prejudicaram a partida entre La U e Emelec, no Estádio Nacional, em Santiago (Foto Claudio Reyes/AFP/BD)

 

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