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Cabeça de Braian Rodríguez salva tensa noite do Grêmio na Arena

23 de maio de 2015 0

Felipão deixou o Grêmio, mas sua pior herança ficou. Não se muda um time inteiro em uma rápida semana, em cinco treinos, em 90 minutos. Os problemas ficaram todos, a desorganização tática em primeiro lugar. Um técnico interino, apesar do empenho, não consegue fazer de um time médio e tenso algo grande e competitivo rapidamente.

James Freitas, porém, mudou o jogo contra o Figueirense neste sábado numa Arena quase deserta. Chamou Braian Rodríguez no intervalo. Arriscou. O atacante havia marcado apenas um gol numa longa sequência de partidas. 

O uruguaio salvou a noite ao aparar de cabeça o perfeito cruzamento de Marcelo Oliveira, um dos raros destaques da partida, ao lado de Luan, o mais lúcido entre todos. Fez um gol de centroavante de carteirinha, no interior da grande área. Foi o clássico número 9, o que não teme a imposição física dos zagueiros. Subiu, brigou, caiu embolado na zaga, mas marcou na força e na raça.

O Grêmio foi um time nervoso. Os sintomas da crise estavam em cada passe errado. Nos dribles e nos lançamentos. A vontade de vencer também. Tudo ficou mais calmo depois do gol. Logo, Luan quase marcou um gol de placa ao driblar vários adversários. O goleiro Muralha salvou, fez a defesa da partida.

O 1 a 0 ofereceu três pontos, a primeira vitória no Brasileirão, mas mostrou, outra vez, alguns jogadores que insistem em não dar certo, como Douglas e Galhardo - nem adianta insistir. Bem recomendado, Maicon sobrecarrega o meio-campo. Não é o jogador que ganhou nome no São Paulo. Giuliano é um mistério. Não consegue qualificar o time. Fazer uma só grande partida.

O time que ganhou do Figueirense, que só pensou em marcar, marcar e raramente arriscou um ataque, está de passagem. Não ficará, nem será o titular com o novo treinador.

O Tricolor precisa de reforços, de laterais, de meias e, especialmente, de atacantes, as mesmas carências do começo da temporada. Não há dinheiro. O Grêmio precisará se reinventar com a criatividade que hoje o departamento de futebol não tem.

 

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Nilmar mostra no Rio que está pronto para encestar o Santa Fe

23 de maio de 2015 0

O gol salva qualquer atuação. Nilmar teve duas oportunidades claras no péssimo gramado de São Januário. Aproveitou uma.

Nilmar, que vem de lesão, é uma certeza. Com ele quase sempre tem gol. Nilmar e Valdívia, ausente neste sábado, no Rio, são os jogadores mais importantes e letais de Diego Aguirre.

Nilmar mostrou que está em dia, pronto para enfrentar o Santa Fe. O lugar no centro de ataque não é do argentino Lisandro López. É do brasileiro.

Sem dois gols, ao menos para começar, na próxima quarta-feira, no Estádio Beira-Rio, o Inter passará um trabalho de outro mundo contra os determinados colombianos na Copa Libertadores da América.

O empate com o Vasco, 1 a 1, é um ponto somado e não dois perdidos. Foi o time B que enfrentou o A dos campeões cariocas, que só alcançaram o gol depois da expulsão de Alan Ruschel. O resultado fez bem aos corações colorados, mas não agradou aos olhos.

Os passes errados irritaram e os buracos na defesa e no meio-campo e a falta de criatividade preocuparam o tempo inteiro. Ainda bem que eram os reservas. A sorte do Inter é que Nilmar corria entre os 11 eleitos.

Réver fez bom jogo, Nilton foi o garçom do gol, Anderson correu e Vitinho entrou desligado como de costume. São reservas. Ninguém espera muito deles. Todos esperam tudo dos titulares em quatro dias no jogo decisivo no maior torneio da região.

O Inter jogou e empatou no Rio pelo Brasileirão, mas todos os pensamentos estavam em Porto Alegre e na Libertadores. 

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Grêmio estreia camisa 3 em busca de melhor sorte

23 de maio de 2015 0

O modelo de inverno de mangas longas da camisa número 3 do Grêmio, lançada na quarta-feira passada, custa R$ 249,90.

Ou R$ 50 a menos do que a clássica tricolor da coleção 2015.

O uniforme mostra inovações.

A gola é polo com botões pretos. O escudo do clube em 3D é cortado a laser e montado em camadas. O dégradé das cores vai do preto ao azul.

A estreia da camisa será neste sábado, às 21h, na Arena, contra o Figueirense.

Os gremistas esperam que o novo uniforme traga mais sorte.

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Leandro Vuaden supera testes físicos da Fifa

23 de maio de 2015 0

Leandro Vuaden ainda não voltou à escala dos principais árbitros do Brasil. Mas desde terça-feira passada o árbitro gaúcho da Fifa está apto a trabalhar em partidas da Copa Libertadores, do Brasileirão e da Copa do Brasil.

Ele refez com sucesso as baterias de testes físicos exigidas pela Fifa, em Brasília. Passou com folga.

Seu colega de escudo, o conterrâneo Anderson Daronco é um dos jovens árbitros como melhor trânsito na CBF.

Faz domingo o terceiro jogo envolvendo grandes times em três rodadas do Brasileirão. Apita Cruzeiro e Ponte Preta, em Belo Horizonte.

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Vuaden pode voltar ao Brasileirão (Agência RBS/BD)

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Preparador físico fala sobre a grande surpresa da Libertadores

23 de maio de 2015 0
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O preparador físico gaúcho Felipe Celia trabalhou no Guaraní, do Paraguai (Arquivo Pessoal/Divulgação)

 

Gaúcho, 35 anos, o preparador físico e fisiologista Felipe Celia (ao lado) trabalhou entre 2011 e 2014, com uma breve passagem pela China, em 2013, no Guaraní, do Paraguai. Sensação da Libertadores, depois de eliminar o Corinthians e superar o Racing no jogo de ida das quartas de final, o time paraguaio (abaixo) tem um forte trabalho de base e é treinado por um ex-olheiro do Barcelona,
Fernando Jubero. Por celular, Celia me falou sobre o Guaraní.

De onde vem a força do time?
O clube é modesto, mas a filosofia é trabalhar em dobro e apostar nas categorias de base. Quando contrata, prioriza o atleta e não o jogador de futebol. O Guaraní é de uma família rica, os Acosta, investem pesado.

Que trabalho você realizou em Assunção?
Fui chamado para ajudar a organizar o clube. Num primeiro momento, dei aula para 15 profissionais. Nossa equipe começou a cuidar de garotos de 13 anos e então subimos até o grupo principal. Investimos na formação. Eu cuidei da preparação física.

E o que mudou?
As mudanças foram profundas. Um exemplo: hoje os jogadores atuam com GPS, o que dá o mapa das atuações e a quilometragem deles. O clube usa um sistema de telemetria que avalia o desempenho dos atletas nos treinos, o que permite ler a intensidade de cada um no trabalho. O clube se modernizou.

Os jogadores aprovaram?
No começo, quando cheguei, muitos atletas apareciam às 6h no clube e queriam treinar antes mesmo de tomar um bom café. O jogador paraguaio é humilde. Gosta de trabalhar e é raçudo. Hoje tudo mudou, o clube freta avião antes dos jogos da Libertadores.

O que você espera do Guaraní na fase mata-mata da Libertadores?
Nos dois últimos anos, dois times paraguaios chegaram às finais do torneio, Olímpia e Nacional. O Guaraní não é favorito, claro, mas não dá para subestimar o hoje competitivo futebol do país.

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Jogadores do Guaraní festejam o gol contra o Racing, em Assunção (Norberto Duarte/AFP)

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Grêmio quer anunciar argentino nos próximos dias

22 de maio de 2015 3

O Grêmio negocia o empréstimo do lateral e volante destro Julio Alberto Buffarini, 26 anos.

O jogador do San Lorenzo, campeão da Copa Libertadores da América de 2014, pode ser anunciado nos próximos dias. Está quase tudo certo entre os clubes e o jogador. Falta apenas o anúncio oficial.

Quem trata do negócio é o empresário Fernando Hidalgo.

O jogador esteve perto do Grêmio no começo da temporada.

A informação é de empresários que atuam no futebol argentino e da imprensa de Buenos Aires.

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Buffarini ergue as mãos e festeja o título da Libertadores 2014 (Juan Mabromata/AFP/BD)

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Grêmio tenta liberação de Doriva no Vasco

22 de maio de 2015 0

O nome preferido do Grêmio é mesmo Doriva Guidoni Júnior, 42 anos. O treinador paulista, com títulos regionais em São Paulo, em 2014, e no Rio de Janeiro, em 2015, já foi convencido pelo Grêmio.

Gostou do projeto. Aprovou.

O Grêmio luta para ter o ex-volante que jogou em Portugal, na Espanha, na Itália e na Inglaterra. É o nome preferido, é o número 1 da lista.

A nova tarefa do presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr., é tentar convencer seu colega vascaíno Eurico Mirando e seu experiente homem de futebol, Paulo Angioni.

Ninguém imagina qual será a atitude de Eurico, homem de forte temperamento, quando Romildo falar que está tirando do Vasco o técnico campeão carioca da temporada.

Neste sábado, às 18h30min, o Vasco espera o Inter no Rio de Janeiro.

Ninguém sabe ainda se com ou sem Doriva.

Tudo dependerá da conversa entre Eurico e Romildo.

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O volante Doriva, de azul, em jogo do Celta, da Espanha, em setembro do ano 2000 (Jesus Diges/AFP/BD)

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Como anda a dívida tributária da dupla Gre-Nal

22 de maio de 2015 0

O endividamento tributário é a maior fatia do passivo dos grandes clubes brasileiros.

Era R$ 1,803 bilhão em 2011.

Chegou a R$ 2,475 bilhões em 2014.

No ranking dos devedores, liderado pelo Flamengo, R$ 254,6 milhões, o Inter é o oitavo, com R$ 140,9 milhões.

O Grêmio aparece em 11º na lista, com R$ 117,2 milhões.

Na relação dos 20 maiores, o Criciúma, agora na Série B, é o que vive situação mais confortável. Deve só R$ 700 mil, segundo informações da BDO.

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O Inter está na lista dos dos clubes que mais devem tributos no Brasil (Agência RBS/BD)

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Barça perde melhor meio-campo do Século 21

21 de maio de 2015 0

Não é pecado afirmar que Xavier Hernández foi o melhor jogador de meio campo do Século 21. Estamos em 2015.

O fantástico camisa 6 do Barcelona jogou nos últimos 17 anos. Xavi é uma lenda, recordista de partidas oficiais do clube que o burilou desde as categorias de base. Ele trocará a Europa pelo Catar, com um contrato de duas temporadas.

Ele está por trás do inquebrantável tiki-taka que levou a seleção da Espanha ao topo. O Xavi dos passes curtos ou longos, rápidos, perfeitos, cerebrais, deixava o adversário tonto. No auge, ele jogava entre as duas áreas, entrava nas duas. Podia ser volante, meia e atacante.

Depois de Xavi, os volantes nunca mais foram os mesmos. Ele sepultou o volante tradicional. Baixinho, mudou as características dos antigos armários protetores de zaga. A defesa também pode ser muito bem protegida por quem sabe jogar.

Em 2010, quando a Espanha controlava a Europa e dominava o Mundo, perguntaram o que ele mais gostava de fazer em campo.
– O drible? O gol?
Negativo. Errado.
– Obom passe. O passe – ele disse sem ocultar o sorriso.

Quem viu El Maestro, notou o craque. Xavi é puro futebol.

 

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A camisa que Xavi usará neste sábado, contra o Deportivo La Coruña, no seu último jogo pelo Campeonato Espanhol (Barcelona/Divulgação)

 

 

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O futebol precisa livrar-se de Eurico Miranda

21 de maio de 2015 0
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Eurico Mirada, um dirigente do pior passado do futebol brasileiro (André Mourão/Agência O DIA/Agência O DIA/Estadão)

 

Doriva fica em São Januário. O Grêmio perdeu seu técnico preferido. Vai em busca de outro profissional. Não há mais nome favorito na longa lista.

O presidente do Vasco, Eurico Miranda, criticou a decisão do Grêmio em procurar o treinador do seu time, campeão carioca de 2015. Eurico deve viver em outro mundo. Buscar um treinador empregado em outro clube não é crime mesmo durante a disputa de competições importantes como o Brasileirão. É do mercado. É normal. 

Há multas nos contratos assinados por jogadores e treinadores. Quem decide é quem recebe a resposta. Se sai ou não sai.

Eurico tem o direito de ficar indignado ou reclamar da ação gremista, mas não pode ofender ninguém. Eurico é um dirigente da velha escola. Fala muito, não respeita ninguém. Nem sei o que Eurico ainda faz no futebol brasileiro.

Ele quebrou o Vasco e voltou. Eurico é o mais acabado exemplo do dirigente que o futebol deveria se livrar o mais rápido possível. 

 

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No furacão dos erros do Grêmio

21 de maio de 2015 3

O grande problema do Grêmio era o onipresente Felipão, que falava de tudo e por todos. Mas não se encerrava nele, que não ergueu um time competitivo em quase 10 meses e ajudou a contratar torto e errado.

O nó da grave questão é mais acima. Atinge o presidente Romildo Bolzan Jr. que, a exemplo de outros dirigentes, não consegue oferecer ao clube um claro projeto de futebol. Antes, até a semana passada, o projeto chamava-se “Felipão”. Hoje o clube está sem um caminho, uma luz, uma definição. 

Romildo, sempre elogiado como gestor, não tem o vestiário no corpo. Não cresceu no seu interior. Foi talhado em gabinete.
Não adianta manter Rui Costa. O executivo teve três anos e meio, quatro treinadores, cada um com um perfil distinto, e dezenas de contratações para mostrar quem é. Ao contrário de contratar pouco e bem, agiu no atacado – e mal.

O vice político César Pacheco é experiente, mas nunca foi um homem de gestão de futebol ou vestiário. Tudo é político no Grêmio, até o questionado departamento médico. As distintas facções políticas, cada uma com seu tamanho ou com a importância que não têm, estrangulam o Grêmio. O clube está anestesiado com as pequenas e insistentes guerras nos bastidores. 

Como não tem experiência em futebol, até porque não atuou no setor, Romildo precisa do amparo de Costa e Pacheco com o time em 18º lugar no Brasileirão. Não existe mais espaço para erros, o Gauchão passou e o meio do ano esta aí. O presidente precisará se reinventar na mão forte e firme de um novo vice-presidente de futebol. Só que a chave do sucesso não está na mão de um ou de outro, não existe salvador, mas no conjunto, no grupo que comanda.

Romildo precisa de apoio. Sem ele, o clube afunda mais uma vez. O filme não é inédito. Você mesmo já assistiu em duas décadas seguidas.  

 

 

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O que a derrota na Colômbia mostrou ao Inter

21 de maio de 2015 1

O Santa Fe pressionou os 90 minutos em Bogotá. Controlou o jogo, dominou e atacou. Perdeu gols na frente do goleiro Alisson, cara a cara. Acertou o travessão. Alcançou as redes somente aos 46 minutos do segundo tempo depois que o Inter já tinha o empate quase na mão.

A derrota nasceu na pura desatenção da linha defensiva. Mosquera subiu mais alto que a zaga e marcou de cabeça o solitário gol da partida.

O Inter desembarcou na Colômbia com uma ideia fixa. Empatar. Foi cauteloso, cauteloso demais em campo. Com o domínio do adversário, Diego Aguirre aumentou mais os cuidados. Colocou mais um volante ao lado dos dois volantes naturais do time no segundo tempo. Bem no final, reforçou o sistema defensivo com mais um zagueiro, sacando um atacante.

O Inter recuou e imaginou que encontraria a felicidade no contra-ataque. Não encaixou um só, muito pelas discretas performances ofensivas de Valdívia, Sasha e especialmente de D’Alessandro e Lisandro López. Nilmar perdeu um gol por puro preciosismo. López se atrapalhou em outro lance decisivo na risca da grande área. A defesa, que falhou no final, foi o melhor setor do time. O ataque desta vez decepcionou.  

Enfrentar colombianos em suas terras é tarefa árdua. Os brasileiros sempre sofrem. Mesmo com a vitória, o Santa Fe, de bom toque de bola, não é nada superior ao time gaúcho. Caso jogue uma partida normal no Estádio Beira-Rio, na semana que vem, o Inter vencerá os estrangeiros sem a ajuda do sobrenatural, dos milagres, da sorte. Ganhará normalmente.

O Inter não perdeu em Porto Alegre nesta edição da Copa Libertadores da América. Joga bem em casa e marca gols, protegido e alimentado pelo Beira-Rio superlotado. Fazer dois gols no Santa Fé não é tarefa de outro mundo. É bem viável.

O Inter guarda na bagagem de Bogotá várias lições. Uma delas é não abdicar do ataque em lugar algum. Outra é que nem sempre três volantes significam marcação segura. Mais uma? Trocar zagueiro por atacante em final de partida é a jogada mais arriscada do mundo do futebol.

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O Brasil cansou de técnicos como Felipão

20 de maio de 2015 2

Com toda a reverência possível ao passado, o futebol brasileiro está cansado de treinadores como Felipão, Vanderlei Luxemburgo, Muricy Ramalho, Mano Menezes, Abel Braga – entre outros. Os veteranos ainda se comportam como se vivessem em outra era. Passaram.

Acham-se mais importantes do que os clubes, os dirigentes e os torcedores. A época do supertécnico passou.

Dos cinco técnicos citados, quatro estão desempregados. São aqueles que se envolvem na vida do clube como se não fossem empregados, mas acionistas, donos, presidentes de honra. Dão palpite em tudo. Reclamam da torcida, falam dos outros times, de ingressos e de camarotes, lamentam a falta de dinheiro para contratações, criticam a estrutura do CT, falam mal da grama do estádio e ainda se preocupam com os aspectos políticos dos clubes.

Eles sempre encontram uma fila de culpados para os fracassos, o que nunca passa por eles. O responsável é sempre o outro.

Depois de deixar o Grêmio, na segunda-feira passada, Felipão criticou a política de contratações, como se ele vivesse no Beira-Rio, e culpou as quase incontáveis e ineficientes facções políticas do clube como responsáveis por muitos problemas. O discurso soa antigo, rançoso, ultrapassado. Não dedicou um só segundo ao seu ineficiente ex-time e não tocou nas contratações fracassadas.

O técnico é empregado do clube. Está subordinado ao departamento de futebol, que vive abaixo de um vice político. Há uma hierarquia clara.

O técnico não pode opinar sobre outros assuntos do clube. Ele precisa é treinar e treinar. Fazer um time. Explicar por que ganha, empata ou perde. É sua tarefa, não há outra, não enquanto vestir as cores de determinado clube.

O treinador, boa parte deles, não se considera um empregado, mas um ser acima do bem e do mal. O que eles não sabem ou não querem saber é que eles precisam treinar bem um time – só e mais nada.

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Felipão (2014/2015): caiu o último milagreiro

19 de maio de 2015 5

A era do Grêmio dos milagres terminou na manhã de 19 de maio de 2015, uma terça-feira abafada, com sotaque de verão. Felipão recolheu seu material de trabalho e abandonou o CT Luiz Carvalho em silêncio. Mudo como alguém que não conseguiu completar o trabalho. Não deixou uma só palavra aos que o apoiaram. Temia perguntas mais duras, questionamentos, análises sobre o seu baixo desempenho.

O novo Felipão saiu sem títulos, sem taças, sem grandes vitórias. Não deixará saudades. Do antigo ninguém tira as glórias, esse está na galeria histórica do clube.

Felipão foi o último dos milagreiros. Chegou depois de Renato Portaluppi, desembarcou na metade do segundo ano do mandato do presidente Fábio Koff (2013/2014). Desceu na Arena com ares de Jesus Cristo, discurso de salvador. Era o terceiro em três anos. Falhou como os outros. O estoque de salvadores está esgotado.

O Grêmio do Século 21 ainda acredita em messias, nomes mágicos capazes de conquistar tudo com a sua simples presença na direção ou no comando técnico. Não se anima com projetos, com novas idéias, com gestão séria e transparente. Tudo que é feito hoje se encerra amanhã de manhã. Não existe um conceito de futebol envolvendo o clube. Basta ver os perfis dos últimos técnicos contratados: Luxemburgo, Renato, Enderson, Felipão…

Felipão pisou em Porto Alegre defasado, atrasado por uma devastadora Copa do Mundo. Ganhou carinho de uma torcida apaixonada, mas não retribuiu com um grande trabalho. Nem uma comissão técnica de qualidade conseguiu atrair. Os resultados dos treinos eram observados em campo. Um time pobre em esquemas táticos, lento, desorganizado e previsível, tomado por contratações equivocadas. Felipão falhou.

Felipão sempre mandou no Grêmio, terceirizou o futebol. Agiu como número 1. Pediu e vetou contratações. Engoliu um departamento de futebol que jamais se afirmou. Felipão era o homem do futebol. Ninguém falava “não” ao treinador.  Grande parte do gigantesco peso dos maus resultados dos últimos meses levou a assinatura de Felipão.

O treinador sai na hora certa. Deixa o Grêmio sem que os jogadores se importem, especialmente os mais jovens. O treinador os criticava indiretamente nas entrevistas coletivas. Leva a comissão técnica. Poderia carregar outros integrantes do futebol. Não fariam falta.

Não é um novo técnico que vai salvar o Grêmio, fragmentado em cerca de 15 grupos políticos de significação mínima. É o conjunto da obra. É no presidente que começa tudo. É no projeto político de um dos clubes mais divididos do Brasil. 

 

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O adeus de Gerrarad no mítico Anfield

16 de maio de 2015 0

É impossível não falar do Liverpool nos últimos 15 anos, época de expansão da TV por assinatura especializada em futebol que ocupou as nossas salas com os melhores campeonatos de futebol do mundo, sem lembrar-se de Steve Gerrard.

O volante com coração de leão de um dos times mais amados do planeta, com mais torcedores concentrados fora das ilhas britânicas, despede-se hoje de Anfield, contra o Crystal Palace, pela penúltima rodada da Premier League.

O mítico estádio receberá a partida 709ª do jogador que atua em todas as posições do meio-campo, é dono de um passe perfeito e um apetite de goleador.

Em 17 anos, Gerrard viveu desilusões muito cruéis e conquistas incríveis. Ganhou a Liga dos Campeões, mas nunca foi campeão da Premier League.
A camisa 8 será imortalizada.

Antes da despedida em seu estádio – haverá uma segunda na semana que vem –, Steve G, como os torcedores o chamam, disse que deseja evitar as lágrimas e fazer um jogo como se fosse o primeiro da sua vida profissional.

Poderá lembrar-se quando pegava dois ônibus para treinar no CT aos oito anos de idade ou quando Zidane o chamou de melhor jogador do mundo em 2009. O futuro será no Los Angeles Galaxy (EUA), mas o Liverpool jamais sairá da sua pele.

Você pode acompanhar a despedida neste sábado, às 13h30min, na ESPN Brasil e FOX Sports.

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Gerrard diz adeus ao seu povo no mítico estádio de Anfield, em Liverpool (Paul Ellis, AFP/BD)

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Inter dá vida nova ao Beira-Rio

16 de maio de 2015 3

Em cinco meses, a direção do Inter mostrou que é possível ser criativo na gestão de um estádio, como vender lotes promocionais de ingressos, abrir as portas para torcida mista em Gre-Nal, incentivar os consulados a exibir faixas nos jogos e criar um show de luzes em noites especiais.

O Beira-Rio só não lotou na Libertadores porque os preços das áreas VIPS, como os camarotes, ainda é alto demais e não atraem as empresas, principais clientes dos espaços diferenciados.

Mas o problema não está restrito à casa colorada. Há pontos vazios em grandes partidas também no Mineirão, no Maracanã e na Arena, entre outros.

Quando o Inter enfrentou o Atlético-MG, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, no dia 6, um assento num camarote custava R$ 500. Ficaram vazios.

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Criatividade da direção mudou o Beira-Rio (Agência RBS/BD)

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O menu do futebol de sábado na TV

15 de maio de 2015 0

Os jogos que a TV exibirá neste sábado, 16 de maio de 2015:

8h15 – Futebol – Campeonato Inglês (2.ª Divisão): Norwich x Ipswich Town; ESPN

8h45 – Futebol – Campeonato Inglês: Southampton x Aston Villa; ESPN Brasil e FOX Sports

10h30 – Futebol – Campeonato Alemão: Freiburg x Bayern de Munique; ESPN

11 horas – Futebol – Campeonato Inglês: Tottenham x Hull City; ESPN Brasil e FOX Sports

11 horas – Futebol – Campeonato Inglês: West Ham x Everton; FOX Sports 2

13 horas – Futebol – Campeonato Italiano: Internazionale x Juventus; FOX Sports 2

13h30 – Futebol – Campeonato Inglês: Liverpool x Crystal Palace; ESPN Brasil e FOX Sports

15h45 – Futebol – Campeonato Italiano: Sampdoria x Lazio; ESPN Brasil

16 horas – Futebol – Campeonato Francês: Montpellier x Paris Saint-Germain; SporTV e ESPN

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Ibribrahimovic é uma das atrações da tarde deste sábado na TV (John Thys/AFP/BD)

 

16h30 – Futebol – Série B do Brasileiro: Botafogo-RJ x CRB-AL; RedeTV!

16h30 – Futebol – Série B do Brasileiro: Bragantino-SP x Paysandu-PA; Pay-per-view

16h30 – Futebol – Série B do Brasileiro: Oeste-SP x Vitória-BA; Pay-per-view

16h30 – Futebol – Série B do Brasileiro: Boa-MG x Náutico-PE; Pay-per-view

18h30 – Futebol – Brasileirão: Coritiba-PR x Grêmio-RS; SporTV

18h30 – Futebol – Brasileirão: Goiás-GO x Atlético-PR; Pay-per-view

18h30 – Futebol – Série C do Brasileiro: Juventude-RS x Brasil-RS; TV Brasil

21 horas – Futebol – Série B do Brasileiro: Luverdense-MT x América-MG; Pay-per-view

23h30 – Futebol – Major League Soccer (MLS): San Jose Earthquakes x Columbus Crew; SporTV 2

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Saiba o preço da nova camisa do Grêmio

15 de maio de 2015 0

A camisa número 3 do Grêmio, que será lançada na quinta-feira da semana que vem, na Arena, já tem preço definido.

O novo uniforme com número custará R$ 239,90.

Sem, R$ 229,90.

A informação é de fontes do varejo da Capital.

A camisa começará a ser vendida no mesmo dia da apresentação, no próximo dia 21.

 

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Parceiros da dupla Gre-Nal perderam quase R$ 2 bilhões

15 de maio de 2015 0

Investigadas pela Operação Lava-Jato da Polícia Federal, as construtoras OAS e Andrade Gutierrez, parceiras nos dois estádios padrão Fifa da dupla Gre-Nal, acumularam pesados prejuízos no ano passado.

A OAS perdeu R$ 1,51 bilhão em 2014.

Está em recuperação judicial e deve R$ 8 bilhões.

A AG registrou um prejuízo líquido de R$ 417 milhões.

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Conheça a nova camisa número 3 do Grêmio

14 de maio de 2015 1

O Grêmio lançará a camisa número 3 na próxima quinta-feira, no dia 21 de maio. Minutos depois da apresentação, na Arena, os torcedores poderão comprar o novo uniforme.

O preço não foi divulgado oficialmente, mas a data de estreia do terceiro uniforme da temporada 2015 está definida: dia 23, um sábado, às 21 horas, contra o Figueirense, na Arena.

Nesta partida pela terceira rodada do Brasileirão, os jogadores já exibirão números definitivos nas camisas.

Segundo a Umbro, a estratégia publicitária adotada para o lançamento da terceira camisa de jogo do Grêmio simboliza toda a raça e a paixão do Tricolor gaúcho. Além do tradicional azul celeste, o novo manto é composto pela combinação da cor preta, tendo como destaque a mistura dos tons que resultam em um estilo inovador”.

Assista abaixo imagens da nova camisa da grife Umbro:

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Empresários oferecem dupla de Boca e River ao Grêmio

14 de maio de 2015 1

Empresários argentinos procuraram o Grêmio dias atrás. Ofereceram três jogadores, dois argentinos e um chileno. A época é de ofertas, o Brasileirão recém começou e os clubes estão em busca de reforços.
Não haveria custo no empréstimo por 12 meses.

O trio (ou qualquer um deles) jogaria só pelos salários, sempre atrelados ao dólar.
Quem são eles:

1) Ariel Rojas, 29 anos, é volante do River. Esteve na mira do Corinthians no começo da temporada. Nunca saiu da Argentina.

2) Gonzalo Castellani, 27 anos, é meia ofensivo, Joga pela esquerda ou direita. É do Boca. Passou duas temporadas no Villareal, da Espanha.

3) Gustavo Canales, 33 anos, é um atacante de 1m86cm, bom de cabeça e defende a La U, que perdeu duas vezes para o Inter na fase de grupos da Libertadores.

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Ariel Rojas (D) enfrenta o Juan Aurich, do Peru, na Copa Libertadores, em março passado (Juan Mabromata/AFP/BD)

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Inter mostra que tem bola para buscar o Tri da Libertadores

14 de maio de 2015 2

Quem olhou para o lado, respirou, piscou, não viu tudo. Perdeu segundos do grande jogo do ano em Porto Alegre, arrepiantes 90 minutos que garantiram a classificação do Inter as quartas de final da Copa Libertadores da América.

O Atlético-MG buscou o empate, a virada, até o último segundo. Lutou como um dos melhores times brasileiros da atualidade. Mas não tomou a passagem de avião do Inter, que agora enfrenta o Santa Fé, em Bogotá.

O craque do jogo foi Alisson, com defesas decisivas. Poderia ter sido D’Alessandro, com um gol de cinema.

O chileno Aránguiz seria uma boa escolha, talvez o veterano Juan.

Valdívia marcou o gol mais bonito da nova era Beira-Rio, que abrigou um público recorde (em jogos do Inter) de 42.888 espectadores.

É difícil encontrar um nome que agrade a todo o mundo num jogo tão espetacular. Inter e Atlético-MG repetiram tudo o que haviam apresentado na quarta-feira passada em Belo Horizonte: um futebol de pegada e de qualidade técnica, de passes e dribles, de erros e acertos, de gols, quatro gols, e de uma intensidade européia.

Ao contrário do empate em 2 a 2 no jogo de ida, o Inter venceu por 3 a 1. Os mineiros tiveram chances de gol, acertaram o travessão, concluíram 12 vezes. Não contavam com a absoluta precisão dos gaúchos. Marcaram Valdívia, D’Alessandro, o goleiro Victor sofreu com o argentino outra vez, e Lisandro López, depois de um inesperado presente do desatento Dátolo.

Foi duro superar o Galo, que quase sempre teve a posse de bola, atacou mais, mas encontrou um adversário que teve um aproveitamento de time competente e competitivo. Foi também um jogo do técnico Diego Aguirre que perdeu Sacha, apostou em Jorge Henrique, mas como o meia foi mal, o substituiu por Nico Freitas. Aguirre leu a partida com inteligência. O progresso do Inter na competição tem a sua assinatura.

As fases passam, o Inter encorpa, joga bem em casa e fora e se candidata a algo mais na competição.  No vermelho Beira-Rio desta quarta-feira, a torcida gritou: “Eu acredito”. Era uma brincadeira com os mineiros. No fundo, porém, a torcida falava para ela mesma.

O Inter tem bola para alcançar a sua terceira Libertadores. Já mostrou. Pode mais ainda.

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Pedro Rocha faz dois gols e pede vaga no ataque de Felipão

13 de maio de 2015 0

Luan marcou uma vez em Alagoas. Perdeu outro gol na cara do gol. Não é novidade. O atacante é um dos goleadores da temporada, mesmo errando gols fáceis. A surpresa nordestina foi Pedro Rocha.

O jovem atacante que recebe raras oportunidades entre os titulares marcou duas vezes. Mostrou que conhece o caminho do gol. Merece todas as oportunidades do mundo. É rápido, veloz, sabe chutar e não teme zagueirão ou os perigos da grande área.

Mais do que os gols, que oferece confiança e abre caminho, Pedro Rocha avisou ao treinador Felipão que é possível atuar sem um camisa 9 fixo, o grandalhão que chama a grande área de sua. Luan e Pedro Rocha é uma dupla que merece ser observada.

Nem três gols, 3 a 0, fazem Felipão mudar outros conceitos. No meio do segundo tempo, preocupado, sacou Pedro Rocha e chamou Fellipe Bastos. Esperou os alagoanos com quatro volantes. Logo substituiu Maicon por Douglas. Com três, sofreu um gol, numa falha coletiva da zaga.

O Grêmio ganhou o jogo no primeiro tempo. Foi dominado no segundo. Concluiu só depois dos 30 minutos. parecia enfadado com a partida. Marcelo Grohe fez uma grande defesa aos 45 minutos. Salvou o segundo gol.

O CRB é fraco, é time do Nordeste, atraiu apenas 8 mil pessoas ao estádio. O salário do irregular Giuliano paga os rendimentos de dois, três meses, do time inteiro. Não há dinheiro para investir em futebol.

A vitória de 3 a 1 evitou o jogo de volta em Porto Alegre. O Grêmio enfrentará o Criciúma na terceira fase da Copa do Brasil, ainda sem data definida, talvez em junho. A viagem é mais curta, mas o adversário é mais indigesto. 

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O jovem Pedro Rocha marcou duas vezes e foi o nome da partida em Alagoas (Agência RBS/BD)

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Inter não levará suas organizadas ao Gre-Nal do Brasileirão na Arena

13 de maio de 2015 2

O Inter decidiu. Não levará suas torcidas organizadas ao primeiro Gre-Nal do Brasileirão, no dia 9 de agosto, na Arena.

Como o clube tem uma lista, com nomes, fotos e CPF dos cerca de mil integrantes das organizadas, ficará fácil vender ingressos só para os reais torcedores. Os dirigentes colorados não solicitarão nem escolta da Brigada Militar.

O projeto Torcida Mista, a grande ideia de Alexandre Limeira, vice-presidente de administração do Inter, permanece intacto e forte. Em três clássicos em dois estádios reuniu mais de 6 mil torcedores gremistas e colorados sem que fosse detectado qualquer incidente. A ideia é aumentar o espaço para gremistas e colorados que desejam assistir aos Gre-Nais lado a lado nos dois estádios.

O Inter decidiu proibir a entrada da Torcida Geral do Grêmio no Beira-Rio, depois que vândalos quebraram mais de 200 cadeiras no Gre-Nal decisivo do Gauchão, no começo deste mês.

Não aceitará a presença da polêmica organizada em clássicos em sua casa. Espera que a direção gremista também vete todas as outras quando o jogo for no Beira-Rio.

O Inter esperava uma atitude mais dura do Grêmio em relação aos torcedores que depredaram cadeiras. Não notou qualquer ação mais drásticas. Os dirigentes colorados ficaram frustrados.

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Torcida mista será incentivada, mas o Inter não quer receber torcidas organizadas gremistas no Gre-Nal do Brasileirão                      no Beira-Rio e nem vai levar as suas no clássico da Arena (Agência RBS/BD)

 

 

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Romildo segura Rui Costa apesar da pressão de conselheiros

12 de maio de 2015 5

O diretor executivo do Grêmio, Rui Costa é o maior alvo de conselheiros da situação e oposição. Pedem a demissão do gestor do futebol. Não entendem como Costa pode manter-se no cargo depois de sofrer derrotas consecutivas em quase três anos e em todas as competições.

Os técnicos caem, como Renato, Luxemburgo e Enderson, e ele permanece intocado.
O presidente Romildo Bolzan Jr., é o avalista do dirigente, herdado da administração Fábio Koff (2013/2014). Não fala em troca. Os conselheiros querem mudanças ainda neste mês.

Felipão não está livre dos questionamentos. Muitos entendem que a sua comissão técnica está defasada e que precisa ser renovada. Querem ainda um dirigente de futebol que consiga enfrentar Felipão. Que não diga sempre “sim” como os atuais.

Ao mesmo tempo que elogiam as ações de Romildo no setor financeiro e administrativo, criticam a sua timidez quando precisa influenciar no futebol.

Os mesmos conselheiros avaliam as recentes contratações como desastrosas e lembram de Galhardo, Braian Rodríguez e Douglas.

Maicon e Marcelo Oliveira não decolaram. Decepcionaram no Gre-Nal decisivo do Gauchão e na estreia do Brasileirão. 

Cristian Rodríguez foi embora antes de jogar uma partida inteira.

A base não gerou um só atacante de grande área capaz de agradar a um treinador nem tão exigente.

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Cristian Rodríguez foi um bom negócio que deu totalmente errado (Lucas Uebel/Grêmio, Divulgação/BD)

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