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O inexplicável atraso da Dupla no Brasileirão

22 de julho de 2014 0

Entre os grandes centros do país, o Rio Grande do Sul é o que vive a maior abstinência de títulos brasileiros: 18 anos.

O Grêmio venceu em 1996.

O Inter, em 1979.

Neste tempo todo, cariocas e paulistas venceram a maioria das competições. Até paranaenses e mineiros festejaram.

Os gaúchos continua mudos desde os anos 1990.

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Dunga volta, mas precisa começar do zero

22 de julho de 2014 0
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O poder do futebol brasileiro na sede da CBF: Rinaldi (E), Dunga e Marin (Foto Vanderlei Almeida/AFP)

Ao lado de José Maria Marin, sob o olhar de Gilmar Rinaldi, Dunga reassumiu como o treinador número 1 do Brasil. Não em qualidade, mas em poder. Vai comandar a Seleção nos próximos quatro anos, se tiver fôlego, se os resultados ajudarem.

Será obrigado a montar uma nova equipe em seis meses, a organizar um grupo. Precisa vencer. Não existe outro caminho.

– É um homem preparado, experiente –disse Marin.

– Quanto à desconfiança de alguns, não adianta ser explicado, é preciso ser mostrado – falou Rinaldi.

Nesta manhã de terça-feira, na milionária sede da CBF, na Barra da Tijuca, no Rio, Dunga dividiu o microfone com Marin e Rinaldi. Voltou como saiu, como sempre chega. Como desembarcou na própria Seleção, em 2006, e no Inter, em 2013. Dunga é o mesmo. Não mudou, Ninguém se transforma em 10 meses. Os gaúchos o conhecem do Inter do ano passado.

Cheio de ideais, sério, destacou sua ética. Falou até em crianças, as que choraram no desastre no Mineirão. Começou nervoso. Foi se acalmando aos poucos. Olhou para os jornalistas que faziam as perguntas (uma novidade aí). Disse que não dará privilégios a determinados jornalistas (“mesmo falando que foi “jornalista” durante o Mundial”), prometeu melhorar seu relacionamento com a imprensa. Afirmou que não sente a rejeição da torcida com relação ao seu nome. É o que ele viu nas ruas. 

Ele prometeu mesclar jogadores jovens e experientes (“o que faz bem”), já na primeira competição oficial, a Copa América de 2015. Tem um time na cabeça. Não revelou um só dos 11.

– O importante é colocar novos e experientes (jogadores) no momento certo – garantiu Dunga.

Nos últimos 14 anos, Dunga trabalhou menos de cinco anos como treinador, entre a Granja Comary e o Beira-Rio. Na entrevista, falou várias vezes os nomes de técnicos e ex-jogadores estrangeiros que encontrou nos 31 dias de Copa do Mundo, entre um avião e outro, nos hotéis, nas caminhadas, almoços e jantares. Foi uma maneira de dizer que está conectado com a Europa, terra da atual campeã mundial da Fifa, ao contrário do seu autossuficiente antecessor. Comentou ainda sobre o “futebol total” da Alemanha (citou a seleção como modelo de planejamento), sobre “futebol arte” e outros conceitos.

– E parece que o mundo descobriu a Alemanha agora. Mas sempre foi organizada, sempre teve planejamento. A Alemanha sempre deu importância para o esporte em geral, sempre foi assim. – declarou.

Dunga não é um estudioso. Não fez cursos técnicos na Europa, não realizou estágios em clubes de fora do país, não aperfeiçoou seu lado tático. Nem acredita em “futebol arte” (nem eu). Seu futebol é o de resultado (“o meu é o bem jogado”). Dá tanta atenção ao goleiro quanto ao goleador, ao lateral, ao camisa 10. Ele é do futebol coletivo (“o meu também”).

Dunga desembarcou na Seleção cheio de vontade, mas sem o crédito da maioria dos torcedores, dos profissionais do futebol e sem o ok da imprensa. Tudo pode ser revertido.

Gostaria de Tite no comando da Seleção.

Veio Dunga, o que eu acho um erro. Mas, boa sorte, Dunga. 

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Andershow vale R$ 20 milhões

22 de julho de 2014 0
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Anderson (D) será negociado pelo Manchester United na janela de verão da Europa (foto Paul Ellis/AFP,BD)

Ex-Grêmio, sete temporadas no Manchester United, o porto-alegrense Anderson, 26 anos, será negociado na janela do verão europeu (14 de julho/13 de agosto).

Preço: R$ 20 milhões.

Com uma lesão na panturrilha, o meia canhoto ficou de fora da pré-temporada do time inglês nos Estados Unidos.

No seu lugar, viajou o o elogiado volante espanhol Ander Herrera, 24 anos, comprado junto ao Athletic de Bilbao por R$ 108 milhões.

O Manchester United navega sob nova direção, nas mãos do holandês Louis Van Gaal, ex-seleção.

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A herança de Dunga no Beira-Rio

22 de julho de 2014 0
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O técnico Dunga trabalhou 10 meses no Beira-Rio, em 2013 (foto Agência RBS/BD)

A passagem de Dunga pelo Inter – janeiro a outubro do ano passado – não deixou saudades.

O treinador arrumou atritos em todas as áreas no Beira-Rio, da rouparia à presidência. Sempre reclamou muito das categorias de base do clube. “Ele dizia que tudo era ruim”, lembrou um dirigente.

Dunga não promoveu a integração entre a comissão técnica, os jovens e seus técnicos da base. Ele ignorava as orientações dos dirigentes quando pediam para apostar mais em determinado garoto. Chamado para o diálogo, não aceitava.

Mas elogiam seu profissionalismo. Sua honestidade também é destacada. 

O que os funcionários antigos mais notavam no dia a dia de Dunga era a sua falta de experiência no cargo.

O homem mais respeitado pelo técnico nos tempos de Inter era o professor Paulo Paixão, um multicampeão no futebol.

O preparador físico era o único que tinha influência sobre Dunga nos 10 meses de Beira-Rio.

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Abel Braga considera grupo fechado

22 de julho de 2014 0

Abel Braga avisou os dirigentes colorados que o grupo de jogadores para os últimos cinco meses de 2014 está fechado.

O treinador está satisfeito com os atletas. Não espera reforços. Nem pediu.

O Inter só contratará se surgir um negócio de ocasião, especialmente se for um zagueiro.

Moledo, que joga na convulsionada Ucrânia, está sob observação. Mas só virá se a negociação fo facilitada pelos ucranianos.

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Dunga e o bônus de R$ 15 mlhões

21 de julho de 2014 0
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Dunga quase assinou um contrato de quatro anos com a seleção da Venezuela (foto Agência RBS/BD)

Antes de acertar com a CBF, Dunga quase assinou um contrato milionário de quatro anos com a Venezuela. Receberia cerca de R$ 400 mil mensais.

Caso conseguisse classificar a seleção para a Copa do Mundo da Rússia de 2018, ganharia um bônus de R$ 15 milhões. O filho do presidente da Venezuela, que tem o mesmo nome do pai, Nicolás Maduro –sucessor de Hugo Chávez – tratava pessoalmente do negócio. Chegou a oferecer um jatinho para que o treinador acertasse as bases do acordo, em Caracas.

Dunga recusou.

Dias antes, não quis aprofundar conversas com dirigentes da Federação Japonesa de Futebol.

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Zé Mário, o técnico da resistência

21 de julho de 2014 0
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Ex-técnico do Inter, Zé Mario é presidente da Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol (foto Banco de Dados/ZH)

José Mário de Almeida Barros, 65 anos, quase cinco décadas no futebol, pede cinco minutos. É o que precisa para estacionar o carro na entupida Barra da Tijuca, no Rio. Rodou três quilômetros em 45 minutos. É meio-dia, está estressado. Não de mau humor.

Quando pergunto o que Zé Mário, presidente da Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol (FBTF), que tem o apoio de Luiz Felipe Scolari, Carlos Alberto Parreira, Tite, Mano Menezes, Celso Roth, Marcelo Oliveira, Muricy Ramalho, Abel Braga, entre outros, acha da volta de Dunga à Seleção Brasileira, conforme especulação da imprensa paulista, ele leva um susto? Faz silêncio. Fala.
– Quem? Dunga? Não acredito. Ele não deu certo e seu tempo já passou.

Zé Mário se doou à federação nos últimos meses e à organização da sua desunida classe. Recusou um convite para viver no Egito, mas sabe que a imagem do treinador brasileiro perdeu Ibope no mundo depois dos incríveis sete gols da Alemanha.
– O nosso mercado no Exterior vai encolher. A derrota foi muito forte, impactou. Os europeus já ironizavam os treinadores brasileiros. Diziam que os jogadores ganharam as cinco Copas do Mundo sozinhos. Imagina agora. Mas eu batia de frente com eles. Falava para os holandeses direto, na cara. “Por que vocês não criam outra Laranja Mecânica”?
O fracasso do Brasil no torneio da Fifa envolve um nome: Felipão. Zé Mário vai adiante. Pisa firme.

– Adoro o Felipão. É um disciplinador, obriga o jogador a ficar concentrado e não perde o foco. Mas não é um grande organizador tático. Pecou nesta parte na Copa. A Seleção estava muito desorganizada. Bastava ver a movimentação dos laterais, dos volantes e o isolamento do pobre do Fred. Mas falar de fora é mais fácil.

– A tetracampeã Alemanha nos deixou ensinamentos?
– Não ensinou nada. Exibiu um futebol simples, solidário, todo mundo ataca e todos defendem. Já vi o filme. Eles não têm um grande jogador, como Neymar ou Messi, mas usam o coletivo para suprir a ausência de um craque. Ganhou o favorito. Só.

Ex-técnico do Inter (“o melhor clube em que trabalhei”) em 2000 e 2001, morou cerca de 20 anos fora do Brasil, entre o Oriente Médio e a Ásia. Não é contra o desembarque de técnicos estrangeiros no país.

– Gostaria que eles viessem trabalhar, mas nos clubes. Ensinar algo, mostrar novidades para treinadores, jogadores e dirigentes, embora eu ache que eles só fazem o feijão com arroz. Nós, brasileiros, somos mais criativos. Mas apoio o intercâmbio, todos ganham, todos crescem.

– Nosso treinador é competente?
– O técnico no Brasil não trabalha pelos clubes. Trabalha pelo resultado. Se ganha três, fica. Se perde, sai, nem que tenha sido campeão dois meses atrás. Ele não tem tempo. Não pode desenvolver um projeto. Um é demitido no Norte e, logo, assume no Sul. O clube paga os salários? Não.
– Qualquer um pode ser técnico no futebol brasileiro?
– Sim, basta o clube querer. Não é como na Europa, que oferece diferentes cursos de formação, de especialização e leva em conta na hora de contratar. A CBF não liga. Não ajuda o treinador e não tem nem um banco de dados decente dos profissionais para saber quem é quem, reciclar e apoiar. Acho que somos mais de 4 mil no Brasil. Venha ao Rio, passe na CBF e pergunte por Abel Braga. A CBF não sabe que ele trabalha no Inter, não tem seus números ou o currículo. A CBF é um atraso.

– É por falta de conhecimento técnico que o brasileiro, ao contrário do argentino, não consegue emprego nos grandes clubes da Europa?
– Não é só o idioma. O espanhol Pep Guardiola aprendeu alemão para liderar o Bayern de Munique. Eu falo inglês, mas não consigo expressar minhas emoções em inglês. Hoje os europeus olham o currículo. Não basta só treinar ou falar três idiomas. E preciso estudar, buscar especialização, ralar. Sem cursos técnicos, o brasileiro não se capacita.
– Nem com o Gilmar Rinaldi (novo coordenador de seleções da CBF)?
– Ridículo. Como um agente de jogadores pode comandar as seleções? Os atletas deles podem ser convocados? Ou não serão mais? Me diga.

– Eu não sei. A CBF é quem sabe.
– A CBF só faz palhaçada. A CBF precisa ser reinventada.

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Fábio Koff continuará no Grêmio em 2015

21 de julho de 2014 0

 

 

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Presidente Koff: negociações com a OAS (foto Agência RBS/BD)

 

Candidato da situação à presidência do Grêmio, em setembro, Romildo Bolzan Jr terá o atual presidente, Fábio Koff, como vice. Está quase tudo certo para o anúncio oficial.

Koff integrará o Conselho de Administração, mas terá uma função toda especial, caso a situação continue no poder. Será o principal negociador do Grêmio com a empreiteira OAS.

Os atuais dirigentes do clube continuam com a ideia fixa de comprar a Arena, controlar a gestão da nova casa.

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Inter veta argentino e busca zagueiro

21 de julho de 2014 0

O Inter procura zagueiro nos mercados do Brasil e da Europa.

Empresários argentinos, numa parceria com o ex-goleiro paraguaio José Benítez, ofereceram o conterrâneo Juan Manuel Insaurralde, 29 anos, 1m88cm, que defendeu o Spartak, de Moscou.

O técnico Abel Braga não aprovou a contratação de El Vasco, como o jogador é conhecido

A direção colorada assinou embaixo. Vetou a contratação na semana passada.
A busca continua.

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Governo veta convidados do Bom Senso FC em reunião com Dilma

20 de julho de 2014 0
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Reunião de jogadores do Bom Senso FC, no ano passado, em São Paulo (foto Agência RBS/BD

O Bom Senso FC convidou, mas o governo federal vetou a participação da Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) no encontro de hoje com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília.

A entidade une 18 sindicatos estaduais e representa legalmente 17 mil jogadores de futebol. 

Solidários à Fenapf, os representantes da Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol (FBTF), que reúne nomes como Felipão, Parreira, Tite, Abel, Muricy, entre outros, não participarão do encontro.

Integrantes do Bom Senso FC, que tem projeto para mudar o futebol brasileiro, temem que o encontro possa ser visto como um apoio do movimento à campanha de reeleição do governo Dilma. Nos próximos meses, o grupo tentará uma reunião com a CBF. O Bom Senso não apoia Dilma e nem José Maria Marin e Marco Polo Del Nero. 

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No dia de Fernandão, Inter vive tarde inesquecível

20 de julho de 2014 0

 

 

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Abel Braga gostou do que viu, elogiou os jogadores e festejou os 4 a 0 sobre o Flamengo (foto Ricardo Duarte/Agência RBS)

O Inter encontrou uma tarde quase perfeita na 11ª rodada do Brasileirão. Reabriu o seu remodelado estádio de Copa do Mundo, homenageou o ídolo Fernandão (1978/2014), goleou o Flamengo, escalou a tabela de classificação, mas temeu pela nova lesão nos ligamentos de Aránguiz – que abriu espaço para a estreia do discreto Luque.

Fazer 4 a 0 no time mais popular do Brasil repercute em todos os cantos do país. É diferente de que meter cinco no Atlético-PR, o que cria um barulho localizado, só no Sul. O placar enfureceu os vândalos (sempre eles) cariocas, que atacaram André Santos no entorno do estádio. A BM precisou agir. 

É preciso descontar a fragilidade do adversário carioca, 20º colocado numa competição de 20 clubes e que atuou com 10 homens desde a primeira etapa. A má fase do adversário – uma vitória em 11 partidas –, porém, não diminui a bom desempenho do Inter na partida. O jogo foi controlado do 1º ao 90º minutos.

A torcida cantou, gritou olé a cada boa jogada e vibrou com saudade nos quatro gols. O jogo foi definido no primeiro tempo, com Aránguiz e D’Alessandro, um dos nomes da partida, controlando o meio campo, criando e abastecendo os atacantes. Depois, os 4 a 0 surgiram com naturalidade. A superioridade técnica dos locais se refletiu no resultado.

O placar encostaria no 7 a 0 se Rafael Moura, que abriu o placar, exibisse uma pontaria mais calibrada. Mesmo assim, ele é o goleador da temporada, com 14 gols desde janeiro.

O Inter precisa repetir seu desempenho com o Flamengo em outros jogos no Beira-Rio. Garantir os três pontos em Porto Alegre e buscar algo fora. Sem equilíbrio, o título do Brasileirão não virá, só outra disputa por uma vaga no G-4 e um posto na Libertadores 2015.

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Grêmio vence com gol de Giuliano, mas Alán Ruiz é o melhor

19 de julho de 2014 0

Autor do magro e solitário gol da partida, em Florianópolis, Giuliano falou depois do 1 a 0:

- O Grêmio tirou um peso das costas.

Certo o número 88: 1 a 0 gera três pontos.

Ganhar do Figueirense, um dos piores times do Brasileirão, ofereceu um pouco de paz aos jogadores de Enderson Moreira e ao próprio técnico. A vitória faz bem, anima, gera bom humor, mas não significa grande futebol.

Superar a pior defensa da competição, mesmo em seus domínios, não foi tarefa difícil. O Grêmio encontrou um gol antes dos cinco minutos, controlou o jogo e mostrou-se feliz como resultado. Atacou pouco e ousou menos ainda. As chances de gols foram mínimas. O Grêmio preferiu tocar a bola e abusar dos toques laterais. Mas subiu na tabela. Dormiu neste sábado entre os quatro melhores. O domingão vai mudar o cenário.

Dez horas sem marcar gol, Barcos, outra vez, foi um poste entre a intermediária e a grande área. Giuliano arrancou bem, depois sumiu. Alán Ruiz foi o mais intenso de todos. Criou, defendeu e atacou. Jogou pelos dois lados e serviu Giuliano no gol. Saiu com todos os troféus de melhor em campo. Luan entrou em campo, mas não jogou. Não recuperou os desempenhos dos primeiros meses de 2014.

Firme na defesa, com dois volantes rápidos, o Grêmio cumpre bem o papel defensivo. O problema é mais à frente. Os meias ainda não se entendem. Criam pouco e chutam menos ainda. Barcos vive isolado, mas, quando se move, não define a jogada pessoal. A falta da jogada lateral é um problema. O time precisa concluir mais, entrar na área, definir.

É bom vencer, seria melhor vencer com um futebol de qualidade. Neste ritmo, o Grêmio vai lutar outra vez por uma vaga na Libertadores.

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Olho vivo atrás das goleiras no Brasileirão

19 de julho de 2014 0

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Como apenas os 12 estádios da Copa do Mundo do Brasil dispõem da Goal Line Technology, a tecnologia que avisa se a bola ultrapassou a linha do gol, a CBF anunciou que não adotará o experimento da Fifa no Brasileirão.

Não deseja criar distorções na cabeça dos árbitros, misturando goleiras adaptadas ao olho eletrônico, como as do Beira-Rio e do Maracanã, por exemplo, com outras que não contam com o equipamento europeu, como o Orlando Scarpelli, a Arena ou o Morumbi.

A CBF manterá árbitros adicionais ao lado das goleiras. O uso do olho eletrônico custa R$ 9 mil por jogo. Cada equipamento, com 14 câmaras de alta definição, sai por R$ 600 mil.

A entidade decidiu escalar trios fixos de árbitros nas séries A, B e C do Campeonato Brasileiro. Os responsáveis pelas arbitragens acreditam que a repetição de um juiz e dois bandeirinhas ajudará a diminuir os erros nos 90 minutos. O trio brasileiro da Copa, liderado por Sandro Meira Ricci, apita Inter e Flamengo.

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Urnas gremistas e coloradas no horizonte

19 de julho de 2014 0

Com eleição presidencial em outubro, Romildo Bolzan Jr, integrante do Conselho de Administração do Grêmio, já trabalha como candidato. Nome preferido de Koff, Romildo conversou reservadamente até com o MGI, principal grupo oposicionista.
O MGI, no entanto, vai lançar nome próprio (Homero Bellini Jr,.) conta com 90 conselheiros e acredita que já está no segundo turno. Sua bandeira é a da renovação.

Depois de muito tempo, o Inter observa nos bastidores uma encorpada tentava de reaproximação de diferentes grupos da situação e da oposição. A grande expectativa é saber se Vitorio Piffero vai mesmo participar das eleições. Ele continua mudo. Nem os amigos oferecem pistas.
Desta vez, o Convergência Colorada, principal grupo da oposição, não descarta uma aliança com Piffero ou com a situação, que talvez anuncie Marcelo Medeiros.

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Fifa indica gaúcha aos russos da Copa de 2018

19 de julho de 2014 0

A agrônoma gaúcha Maristela Kuhn (abaixo, foto Agência RBS/BD), uma das principais responsáveis pela qualidade dos gramados dos 12 estádios do Mundial, foi sondada para repetir seu elogiado trabalho nas Copas do Mundo de 2018 e 2022.

Aos russos, que receberão o próximo Mundial, disse que não teria interesse em trabalhar no país.

Aos dirigentes do Catar, pediu mais detalhes sobre o bilionário projeto do primeiro torneio da Fifa no Oriente Médio.

Ela foi indicada pela Fifa.

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Grêmio aposta em centroavante de 17 anos

18 de julho de 2014 0

Camisa 9, 17 anos, 1m86cm, o Grêmio aposta em Luis Felipe, ex-Friburguense (RJ).

Trouxe junto a mãe do jogador, Deise Martins, para facilitar a adaptação do jogador.

Inter, São Paulo, Cruzeiro, Santos e Palmeiras disputavam a promessa.

Luis Felipe vai jogar nas categorias de base. Ganhou um contrato de três anos.

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Conmebol projeta times dos EUA na Libertadores

18 de julho de 2014 0

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A Conmebol está encantada com os novos índices de popularidade do futebol nos Estados Unidos. Festejará o centenário da Copa América no pais, entre 3 e 26 de junho de 2016. Antes, fará um torneio normal no Chile, entre 11 de junho e 4 de julho do ano que vem, em oito cidades, com 10 seleções e dois convidados especiais, México e Jamaica. O Japão desistiu.

Dezesseis seleções serão chamadas para a competição em solo norte-americano: seis da América do Norte, Central e Caribe e 10 da América do Sul. As cidades-sede ainda não foram anunciadas.
O torneio se chamará Copa América Centenário.

O projeto EUA da Conmebol não se encerra em dois anos. Dirigentes como Eugenio Figueredo, presidente da entidade, e Julio Grondona, da Associação do Futebol Argentino (AFA), querem mudar o modelo da Copa Libertadores da América.

Os dirigentes pensam em incluir clubes dos EUA e da América Central, aumentar o número de partipantes – 32 na atual 55ª edição – e transformar o torneio numa competição anual das três Américas.

A Copa serviu para aproximar os dirigentes e mostrar que há dinheiro novo (graúdo) no futebol dos Estados Unidos. A vibração da torcida da seleção dos EUA no Mundial mexeu até com os escolados líderes da Conmebol.

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O alerta da Fifa ao Beira-Rio e a Arena

18 de julho de 2014 0

Especialistas em gramados da Fifa alertaram os gestores da Arena e do Beira-Rio.

O número ideal de partidas por mês em cada estádio não pode passar de seis, com dois treinos.

As arenas da Europa não permitem treinos, no máximo um rápido trabalho com bola.

Os atletas não usam chuteiras, só tênis.

Os gramados perfeitos da Europa têm um uso mínimo. A grama, puro tapete verde, é tratada com o mesmo carinho destinado aos craques.

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Empresários russos observam Luan em Porto Alegre

18 de julho de 2014 0

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Dois empresários moscovitas desembarcaram em Porto Alegre na quarta-feira.

À noite, observaram Luan, 21 anos (foto, Agência RBS/BD), no mais do que comum jogo contra o Goiás. Não gostaram muito do desempenho da jovem revelação tricolor.

Como as referências do atacante são as melhores possíveis, os russos estarão em Florianópolis, amanhã, conferindo a partida contra o Figueirense. Querem encontrar o melhor futebol do gremista avaliado em mais de R$ 35 milhões. Os agentes de um clube da capital da Rússia têm em mãos CDs com as melhores partidas e jogadas de Luan.

No mesmo camarote da Arena, dirigentes do Standard, de Liége, vieram conhecer o zagueiro Saimon, 23 anos, que atuou como lateral. Os belgas procuram um jogador brasileiro para a zaga do time.

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Só Abel Braga gostou do Inter na derrota no Itaquerão

17 de julho de 2014 0

Pode ser o efeito Copa do Mundo. Pode. Corinthians e Inter (2 a 1) mostraram um legítimo jogo de Brasileirão, sem muitos minutos de qualidade. Típica partida que chama o controle remoto, que pede uma zapeada, um documentário, um musical, um filme. Pura decepção. A sequência de jogadas equivocadas chegavam de todos os lados.

As férias não ajudaram Mano Menezes e Abel Braga. Se houve trabalho, o torcedor não viu. Sumiu o bom futebol, faltou organização, nem a intensidade apareceu. Todos esperavam mais. Os dois times atraem torcedores de todo o Brasil. A decepção é nacional. Os colorados jogaram com uma braçadeira negra em homenagem ao ídolo Fernandão, morto num acidente no mês passado.

Paulistas e gaúchos pareciam dispostos a perder. O péssimo juiz, Wagner Reway (MT), lembrou um personagem de Série B. Ajudava a deixar a partida ainda mais truncada. Os jogadores erravam passes no atacado. Willians parecia Edinho nos lançamentos de 30 metros: 100% de incerteza. Rafael Moura estava cravado na área. D’Alessandro não criou.

Nos primeiros 10 minutos, no Itaquerão do Mundial, o Inter sofreu, como diria o sábio Felipão, “um apagão”. Levou dois gols em nove minutos, nas duas melhores jogadas da partida, obra de Jadson, o nome do jogo. Não se recuperou, mesmo com o recuo dos corintianos. Perder em São Paulo é normal. Perder para o Corinthians dos nossos dias não é.

O Inter reagiu no segundo tempo, acertou o travessão, mas só achou o gol no final, com Cláudio Winck, o destaque colorado. Mas não foi suficiente para conquistar a primeira vitória longe do Rio Grande do Sul, depois de cinco jogos. Times caseiros não fazem sucesso em campeonatos nacionais.

Aránguiz fez falta. Todos reclamam. Mas o Inter precisa ser bem mais competitivo, mais ambicioso. Sua volta matou a saudade. Só não trouxe o futebol diferenciado que todos esperam.

Abel Braga gostou do time. Os treinadores sempre gostam. Eu, não. Esperava um Inter muito mais disposto, mais intenso e mais interessado na vitória. Tanto que já caiu na tabela.

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Nem Barcos consegue se ajudar mais

17 de julho de 2014 0

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O poder de Barcos (acima, foto Agência RBS/BD) no vestiário é imenso. Ele é a voz dos companheiros, encara os dirigentes e fala como um dos líderes do Bom Senso FC. É direto e honesto.

Os dirigentes e os colegas de chuteiras gostam dele. Os estrangeiros do grupo o tem como grande referência.

Os técnicos o adoram. Foi titular de Vanderlei Luxemburgo, um entusiasta da sua contratação, capitaneada por Rui Costa, um dos 11 de Renato Portaluppi, que o tratava como um igual e discutia táticas de jogo. É agora homem de confiança de Enderson Moreira.

Luxa e Renato o defendiam com ardor nas entrevistas. Enderson segue o mesmo blá, blá, blá. Todos querem ajudar Barcos, do gandula ao ponta esquerda, do massagistas ao presidente, mas o centroavante não se ajuda. Não comparece as redes adversárias, não faz gol, não levanta a torcida, não empolga. Barcos está perdido, não se acham mais em campo. não é o jogador decisivo que foi no Plameiras. Barcos vive a pior crise da carreira.

Barcos foi recebido como a solução para a camisa 9. Um ano e meio depois da sua chegada, seu desempenho lembra a de um atacante comum. Se viesse do Vitória com salário menor, já estaria em outro Náutico da vida. Como chegou do Palmeiras, brindado com um supersalário, mérito seu, ganhou sete vidas no Grêmio. Nem no México quis jogar.

Se todo mundo que tem voz clube continua segurando Barcos no time, a torcida cansou. Não aguenta mais. As vaias na Arena, quarta-feira, representam o rompimento de grande parte da torcida com o camisa 9.

O goleador que não faz gols é o alvo preferencial da ira das cadeiras. A reserva seria seu caminho natural, fosse Barcos um jogador comum. Protegido como é, será titular. No Grêmio, longe dos 90 minutos, ele tem superpoderes. No retângulo verde, é só mais um. 

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Ex-goleiro do Inter vai mandar nas seleções da CBF

17 de julho de 2014 0

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A CBF é uma caixa de más surpresas. O ex-goleiro e empresário Gilmar Rinaldi, 55 anos, foi anunciado como o novo coordenador técnico de seleções da entidade. Substituirá Carlos Alberto Parreira e ajudará a escolher o substituto de Luiz Felipe Scolari.

Em tese, o novo treinador, que deve ser anunciado na semana que vem, precisará se reportar ao ex-jogador gaúcho do Inter, São Paulo, Flamengo, da Seleção (foto acima, Agência RBS/BD) e Cerezo Osaka, do Japão.

– Conversamos algumas coisas e estamos em contato. Estamos fazendo um perfil. Vamos conversar e vamos ver se é exatamente o que estamos pensando. O mais importante é definir o que queremos, definir o perfil que queremos – disse.

Na prática, o novo treinador não terá o que falar, discutir, argumentar, com Rinaldi. Imagine uma profunda conversa tática entre Rinaldi e o novo treinador sobre como organizar uma defesa ou ataque. Pense como seria a elaboração de um projeto de treino e de jogo com o ex-empresário, um goleiro dos anos 1980/1990. 

– A minha atividade que exerci por 14 anos, que era agente de futebol, já não existe mais – explicou na coletiva que o anunciou, ao lado do presidente da CBF, José Maria Marin, entre outros.

Rinaldi não é um gestor, um coordenador de verdade, um estudioso do futebol, um analista, uma referência. Ele não vai ensinar. Precisará aprender. Não é um Leonardo, o ex-lateral que já trabalhou como treinador, coordenador técnico e diretor na Europa e está pronto. A escolha de Gilmar é mais um erro da apressada CBF.

Nas últimas duas décadas, o ex-goleiro esteve envolvido com compra, venda e empréstimo de jogadores no Brasil e no Exterior. Um dos seus mais famosos clientes foi Adriano Imperador. Como empresário fez sucesso, como coordenador de seleções da CBF é pura interrogação. Não tem a experiência e o prepara intelectual para o cargo.

Os dirigentes da CBF permanecem atordoados com os históricos 7 a 1 da Alemanha na semana passada. Ainda sentem os efeitos colaterais. Não conseguem atrair gente qualificada, capaz de promover as mudanças que o futebol brasileiro precisa depois do fracasso na “sua” Copa do Mundo.

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Grêmio volta das férias e cansa torcedor em 90 minutos

16 de julho de 2014 0

Pior do que o empate com o Goiás, murcho 0 a 0, foi o desanimador futebol que o Grêmio exibiu na noite da Arena. As férias não ajudaram. Os treinos durante os perfeitos dias de Copa do Mundo não fizeram efeito.

O time voltou como se não tivesse saído. O empate contra os limitados goianos frustrou quem esperava a recuperação. As partidas do Mundial não fizeram efeito no ânimo dos jogadores, da comissão técnica e dos dirigentes.

Enderson Moreira começou com quatro zagueiros, sem laterais – ou você imagina que Pará possa ser uma ala? Usou dois volantes, três meias e um atacante. O time parecia dividido em dois blocos apartados: os zagueiros e os volantes em um lado, os meias e os atacantes no outro.

A defesa se postou bem e os volantes controlaram os espaços. Os meias não se encontraram e não se aproximaram. Não criaram. O gol ficou sempre distante, assim como um posto no G-4.

O Grêmio teve a posse de bola e o controle do jogo. Mas atacou pouco, não pressionou e também não exibiu jogadas ensaiadas em faltas ou escanteios. Foi um time comum. O treinador disse que a equipe fez um “grande jogo”. Os técnicos, claro, sempre têm um olhar diferente.

Ainda fora de forma e de ritmo, Giuliano não fez a diferença, nem o lento e quase desligado Luan. O canhoto Alán Ruiz foi discreto, mas, pelo menos, tentou o gol.

Barcos mantém o ritmo, não faz gol – nem o Grêmio, quatro partidas sem marcar. Ele só está entre os 11 por ser o capitão, o líder, a voz dos jogadores.  Lucas Coelho jogou 25 minutos e produziu mais. Merece mais tempo em campo.

O treinador encontrou mil desculpas por todos os erros do centroavante titular. Fase que começou em 2013 e se arrasta pelo interior de 2014.  

A torcida, quase 30 mil pessoas,  saiu frustrada da Arena. Vaiou os jogadores. O recado que o Grêmio ofereceu em campo aos fãs foi desanimador. Pegou o Goiás em casa e fracassou. Mostrou que é o mesmo time do primeiro semestre, uma equipe que não tem o apetite pelo gol. O treinador não acerta a mão, nem depois de semanas de treinos, treinos e treinos. Tem gente que acha que ele não tem mais solução. Eu não estou entre eles, ainda não.

Depois de sete meses de trabalho, o Grêmio precisaria estar mais competitivo. Acho que nem Fábio Koff pensa diferente. Enderson Moreira é o novo alvo da torcida.

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Porto Alegre será sede da Fundação Fernandão

16 de julho de 2014 0

Um grupo de leais amigos de Fernandão (1978/2014) insiste para que sua viúva, Fernanda Costa, lidere um projeto chamado Fundação Fernandão, com sede em Porto Alegre.

Uma das cabeças do movimento que ganha corpo na Capital, o presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Francisco Novelletto – que tinha o ex-jogador como um filho –, vai reunir-se com Fernanda e outras pessoas próximas, gente de Porto Alegre, São Paulo e Goiânia, para começar a traçar um projeto.

A bandeira principal seria proporcionar escolinhas de futebol para crianças carentes.

A Fundação F9 começará a tomar forma quando a viúva Fernanda, ao lado dos dois filhos, fixar residência em Porto Alegre, a partir do mês que vem.

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Nike visita Beira-Rio para lançar duas camisas do Inter

16 de julho de 2014 0

Um grupo de executivos da Nike visitará o Beira-Rio na tarde de amanhã. Tratará do lançamento da coleção de uniformes 2015 do Inter, marcado para os primeiros dias de agosto, talvez no dia 10.

A data e o local da apresentação das camisas vermelha e branca serão definidos neste encontro. O certo é que não haverá uma grande festa ou um jogo especial.

A marca norte-americana prefere utilizar as redes sociais para anunciar as novidades para todo o Brasil – camisas do Inter são encontradas facilmente nas lojas da Nike no país e no Exterior.

As camisas custarão entre R$ 340 e R$ 370.

A vermelha, desta vez, apresentará mais detalhes em branco, possivelmente na gola e na manga. O uniforme número 2 lembrará uma peça adotada pelo time nos anos 1950, mas sem ser retrô.

O Inter tem mais um ano e meio de contrato com a Nike. As conversas para alinhavar um novo compromisso pode começar nesta visita. As duas partes estão interessadas.

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