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Quem mais frequentou o G4- depois de 14 rodadas

25 de julho de 2015 0
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Em 14 rodadas do Brasileirão, o Sport, que enfrenta o Grêmio, neste sábado, na Arena, ficou 12 rodadas entre os quatro melhores times do Brasileirão ( Anderson Stevens/Eleven/Lancepress!/BD)

Depois de 14 rodadas, o Brasileirão, campeonato de 20 clubes, abrigou 10 equipes no G-4, o que deixa perto do título e da Libertadores. O mais longevo é o Sport, 12 rodadas. Os pernambucanos enfrentam o Grêmio neste sábado, ás 19h30min, na Arena. Ocupam o quarto lugar na competição.

Chegam em seguida Atlético-MG (nove), Atlético-PR, São Paulo, Corinthians e Fluminense (seis), Grêmio (quatro), Goiás e Ponte Preta (três) e Chapecoense (uma vez).

O Z-4, região do rebaixamento, foi frequentado por 10 clubes desde maio. O lanterna Joinville sempre esteve lá nas 14 rodadas.

Os outros são Vasco (11 vezes), Coritiba (10), Flamengo (seis), Santos (cinco), Cruzeiro (quatro), Figueirense (três), Goiás, Inter e Grêmio (uma oportunidade).

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Quem é o presidente que ganha salário no futebol brasileiro

25 de julho de 2015 0
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Marcelo Sant’Ana (E), presidente do Bahia (Felipe Oliveira/Bahia?Divulgação)

Dirigentes do Brasil discutem clube empresa e presidentes remunerados, assunto que já provocou polêmica em reuniões do Conselho Deliberativo do Inter. O Bahia saiu na frente.

O jornalista Marcelo Sant’Ana, 33 anos, recebe R$ 21 mil mensais para comandar a instituição de 84 anos e desenvolver uma gestão profissional. Uma das suas primeiras ações foi buscar o gaúcho Jorge Avancini, o premiado ex-executivo de marketing do Inter.

Sant’Ana me disse que acha normal receber salário. Leia abaixo parte da nossa conversa.

Existe diferença entre o presidente político e o remunerado num clube de futebol?
Eu fui eleito em dezembro do ano passado por três anos. Quem me elegeu queria mudanças. Como acompanho a vida do Bahia, senti que o dirigente amador não consegue dar todo o seu tempo, a sua força, ao futebol. Nem pode. Precisa cuidar também do seu trabalho, de onde tira o sustento. É normal, certo? Ele chega ao clube às 16h e sai quatro horas depois. Eu estou sempre presente. Trabalho em tempo integral. Atuo em todas as áreas regularmente. Acompanho a delegação em todas as viagens.

Não há rejeição por parte da grande torcida do Bahia?
Não. A torcida aceitou um presidente jovem, e os jovens significam mudanças profundas.

Os outros clubes do país não estranham a sua posição?
Nos encontros na CBF, no Rio, ou com políticos e governo, em Brasília, com clubes da Série A ou B, alguns dirigentes me olham atravessado. Normal. Mas o estranhamento só acontece num primeiro momento. A minha relação é muito boa com todos. Tanto que muitos dirigentes de clubes importantes e dirigentes de federações pedem explicações sobre o trabalho de um presidente remunerado. Eu dou.

Sem descontos, você recebe R$ 21 mil mensais. Você não acha o salário baixo, já que o presidente de um grande clube pode cuidar de milhões em uma só temporada?
É uma boa discussão. Se os valores forem altos, mais de R$ 100 mil por mês, o salário poderá atrair mais interessados, só que mais pelo dinheiro do que pelo cargo ou pelo clube. Eu fiz curso no Exterior, me especializei, quero modernizar o clube e ajudar a desenvolver uma gestão profissional. Quero ajudar a sanar financeiramente o Bahia, devolvê-lo à Série A, seu verdadeiro lugar, e disputar títulos.

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Quanto valem os ombros das camisas da dupla Gre-Nal

24 de julho de 2015 1
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Os espaços nas camisas de Grêmio e Inter estão cada vez mais valorizados (Agência RBS/BD)

Lugar fixo da Tramontina nas últimas temporadas, os ombros das camisas da dupla Gre-Nal são espaços supervalorizados pela exposição que os jogadores recebem na mídia em jogos, treinos e entrevistas.

O contrato com a empresa gaúcha, parceira fiel de Grêmio e Inter, encerra-se no final do ano.

Há outros interessados em ocupar área nobre. A Viton 44 fez uma investida recentemente. Não levou porque existe um contrato em andamento e uma parceria sólida.

Juntos, os clubes esperam faturar entre R$ 10 milhões e R$ 16 milhões só neste tipo de patrocínio em 2016.

O ombro das camisetas é a nova mina de ouro dos clubes brasileiros.

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Argentino que suspendeu Diego Aguirre na Conmebol está preso

24 de julho de 2015 1
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Aguirre foi punido por tribunal da confederação e ficou fora do banco de reservas nas semifinais (Agência RBS/BD)

 

Os advogados do Inter tentaram anular a suspensão do técnico Diego Aguirre até as 16h de quarta-feira, horas antes da partida contra o Tigres, no México. Não conseguiram.
O Tribunal de Disciplinar da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) vetou. O treinador ficou fora da decisão na semifinal da Coa Libertadores da América.

Um dos mais ativos membros do tribunal, com sede no Paraguai e presidido pelo conhecido Caio César Vieira Rocha, também presidente do STJD, é o argentino Alberto Lozada Añez.

Com trânsito livre em todos os obscuros gabinetes da Conmebol, o dirigente é ainda secretário geral da Federação Boliviana de Futebol (FBF) e vive em prisão domiciliar em La Paz, guardado por escolta da polícia boliviana.

Lozada Añez é braço direito de Carlos Chávez, presidente da FBF. Chávez está detido na prisão Palmasola, a maior do país. É acusado de receber cerca de R$ 27 milhões em propinas. A dupla é investigada pelo FBI, e seus nomes aparecem em destaque no Fifagate.

Lozada Añez e o chileno Carlos Tapia Aravena respondiam pelo Tribunal quando Diego Aguirre recebeu uma suspensão de três jogos por invasão de campo na partida com o Santa Fe, em maio.

Os advogados que acompanharam o caso acharam a pena excessiva.

Imaginavam algo bem mais brando, talvez um só jogo de suspensão.

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A histórica foto de um dirigente do Fifagate atrás das grades

23 de julho de 2015 1
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O presidente da Federação Boliviana de Futebol e tesoureiro da Conmebol, Carlos Chaves (Fredy Perez/AFP)

Apareceu ontem a primeira foto de dirigente graúdo do futebol sul-americano atrás das grades depois dos escândalos de corrupção da Fifa.

A Justiça da Bolívia ordenou a prisão preventiva de Carlos Chavez (acima), presidente da Federação Boliviana de Futebol. Mas seu poder não se encerra no país. Chavez é tesoureiro da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e era do grupo do paraguaio Nicolas Leóz, ex-presidente da entidade e que aguarda extradição para os Estados Unidos. Ele está preso na penitenciária de Palmasola, na cidade de Santa Cruz, no leste do país.

No dia 27 de maio passado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos indiciou por corrupção 14 pessoas de alguma forma ligadas à Fifa. Nas investigações do FBI surgiu o nome de Chavez. Ele teria recebido cerca de R$ 27 milhões em propinas nos últimos anos.

O presidente assumiu o comando da federação pela primeira vez em 2006 e foi reeleito duas vezes em eleições polêmicas. A justiça da Bolívia investiga possível desvio de dinheiro em 2013.

Parte da renda do amistoso entre Bolívia e Brasil seria destinada à família de Kevin Beltrán, que morreu ao ser atingido por um sinalizador numa partida entre São Jose e Corinthians, em 2013, no Estádio Jesús Bermúdez, na cidade boliviana de Oruro.

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Tigres mostra ao Inter como se joga em casa na Libertadores

23 de julho de 2015 9

O Inter viajou ao México, quase 13h no ar. Foi jogar uma decisão. Não jogou. Viu o Tigres mandar em campo. Fazer uma das melhores partidas na Copa Libertadores da América edição 2015. Vencer com uma tranqüilidade jamais imaginada pela imensa torcida colorada.

O Tigres marcou três vezes, comprou o tíquete das finais e enfrenta o River como favorito.

Não fosse as grandes defesas Alisson, que melhora a cada jogo, o placar seria muito pior, bem mais elástico. O goleiro segurou até pênalti. O nervoso Sobis, um dos piores em campo, parou na frente de um dos melhores.

O grande nome da decisão foi o liso Aquino. Pelo lado esquerdo, bem aberto, ele envolveu William e toda a defesa colorada. Driblou, cruzou, chutou e sofreu um pênalti. Desestabilizou o adversário. Nem dois jogadores na marcação conseguiam impedir as suas avançadas em alta velocidade, bola grudada no pé direito, o drible armado.

O sonho do tri colorado sumiu em rápidos 39 minutos, entre os 17 do primeiro tempo e os 11 do segundo. Foi o tempo que os mexicanos gastaram para marcar os três gols, um deles contra de Geferson, num lance infeliz. O gol colorado depois dos 40 minutos do segundo tempo, muito tarde para esboçar qualquer reação mais significativa.

O Inter desabou na América do Norte. Mas a classificação foi perdida no sul da América do Sul, sete dias atrás, no magro 2 a 1 do Beira-Rio. Longe do banco, suspenso, Diego Aguirre escalou o time certo. Errou nas mudanças, substituiu tarde. Sasha poderia ter entrado no intervalo. Valdívia poderia ter ficado um pouco mais.

O técnico não contava com a péssima partida de Nilmar, a lentidão de D’Alessandro, a má jornada de Aránguiz e o fracasso defensivo e ofensivo dos dois laterais William e Geferson. Quando o time mais precisou do seu capitão e articulador, D’Alessandro não se apresentou. Ficou oculto atrás da força, da vontade e do bom futebol do Tigres.

Sem Libertadores, abre-se o Brasileirão e a Copa do Brasil, atalho para o torneio sul-americano de 2016. Não é hora de mudanças radicais, de troca de técnico.

O Inter tem bom grupo. Basta motivá-lo e reorganizá-lo.

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O meia que dá calafrios no Inter

22 de julho de 2015 3
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Javier Aquino (E) e William fizeram uma disputa especial durante o jogo de ida no Beira-Rio (Jefferson Bernardes/AFP/BD)

Meia de 25 anos e 1m67cm, o rápido e habilidoso Javier Aquino surgiu como uma das grandes promessas do futebol da América do Norte no começo da década.
O atrevido meia destro estreou na seleção mexicana na Copa América de 2011. Ganhou medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres de 2012. Disputou a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo do Brasil de 2014 e a Copa América deste ano no Chile.

Passou por Villarreal e Rayo Vallecano entre 2013 e 2015, mas não aprovou na Espanha. Faltou regularidade, sobraram problemas extracampo. Aquino voltou no mês passado ao Tigres, mesmo que tenha sido criado pelo rival Cruz Azul, e já ganhou a condição de ídolo da torcida em poucas semanas.

O salário do mexicano ronda os R$ 600 mil mensais. Com ele, o Inter precisa ter atenção dobrada.

Está nas mãos do Inter oferecer aos brasileiros o 18º título ao país em 56 edições da Copa Libertadores. A Argentina é a maior vencedora do torneio, com 23 conquistas. O Uruguai é o terceiro, com oito.

A vitória do San Lorenzo no ano passado interrompeu uma série de quatro títulos de clubes brasileiros: Inter (2010), Santos (2011), Corinthians (2012) e Atlético-MG (2013). Faz mais de 20 anos que o Brasil não fica duas Libertadores seguidas sem pelo menos um representante na final.

Em 2014, a decisão envolveu San Lorenzo, da Argentina, e Nacional, do Paraguai.

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Pênaltis? Chame Marcelo Grohe da Seleção

21 de julho de 2015 4

Contra o Criciúma, em duas partidas pela Copa do Brasil, o Grêmio perdeu o primeiro e venceu o segundo. Em 180 minutos, na Arena e no Heriberto Hülse, os placares ficaram iguais, mínimos, 0 a 1 e 0 a 1.

Cada equipe ganhou na casa do adversário. Sem prorrogação, foi preciso chamar os pênaltis imprevisíveis de sempre.

Na marca da cal, Marcelo Grohe foi mais preciso e seguro, como tinha sido no jogo inteiro. Defendeu duas vezes, duas cobranças, uma em cada canto. Garantiu a vitória, a classificação para as oitavas de final do maior torneio do futebol brasileiro. Como continua na Copa do Brasil, o Tricolor não participará da Copa Sul-Americana.

Na partida, antes dos 10 pênaltis, o Grêmio dominou o adversário no primeiro e no segundo tempo. Controlou as ações, teve a posse de bola, mas fez um jogo pobre, comum e dispersivo. Repetiu os mesmos problemas dos últimos jogos: passes errados e raras conclusões. Não faltou aplicação, faltou qualidade. Quem observou o time, não viu evolução.

Giuliano decepcionou de novo. Sua instabilidade já preocupa Douglas foi o de sempre. Fernandinho repetiu o Douglas dos passes errados na etapa final. Brian Rodríguez perdeu gol e até pênalti. Luan continua mal no chute final, no lance decisivo. Os dois laterais raramente tocam na linha de fundo e cruzam. O lado esquerdo falhou em seqüência. Faltam as jogadas ensaiadas.

Roger Machado vacilou. Podia ter evitado a tensão dos pênaltis. Mudou tarde e mudou mal. Roger repete as substituições. Insiste com jogadores que não dão certo. Precisa renovar as opções no banco.

O Criciúma é Serie B. O Grêmio está perto do G-4 da Série A. A diferença entre dois times é tremenda, mas não apareceu nos escores. Reforço no ataque e no meio-campo é o que o Grêmio mais precisa.

A vitória veio nos pênaltis e graças ao goleiro, Mas a festa não pode mascarar os problemas.

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Time alemão cerca volante na Beira-Rio

21 de julho de 2015 5
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O volante chileno Aranguiz é um dos jogadores colorados mais cobiçados pelos europeus (Agência RBS/BD)

É antigo o interesse do Bayer Leverkusen por Charles Aránguiz, 26 anos. É nova a investida do time alemão sobre o volante chileno em Porto Alegre.

O AS, diário online de esportes do Chile, publicou que Jonas Boldt, gerente esportivo do clube, esteve no Brasil dias atrás para tentar acelerar as negociações com os dirigentes colorados e investidores do jogador.

Aos jornalistas chilenos, Boldt, que agora está na Áustria, cuidando da pré-temporada do time alemão, disse que seu clube não é o único interessado no chileno campeão da Copa América 2015.

Boldt informou que pediu ajuda ao zagueiro Juan, ex-Leverkusen. O dirigente espera que ele possa convencer Aránguiz a trocar de camisa depois do final da Copa Libertadores da América, na janela de agosto de negociações do mercado europeu.

O Bayern Leverkusen aguarda uma reposta do Inter, positiva ou negativa, nos próximos dias.

Boldt não mencionou os valores do possível negócio. 

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Árbitro de Tigres e Inter foi vilão do Grêmio

21 de julho de 2015 1
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O equatoriano Vera é protegido pela policia colombiana depois de marcar um pênalti contra o Grêmio nos acréscimos em partida pela Copa Sul-Americana em novembro de 2012 (Eitan Abramovich/AFP/BD)

Sem sorteio, a Conmebol escalou o equatoriano Carlos Vera para cuidar de Tigres e Inter, amanhã, no México.
Com 39 anos, ele é um árbitro experiente, carrega o escudo da Fifa desde 2006 e apitou Copa Libertadores da América, Copa Sul-Americana, Copa América, Mundial de Clubes da Fifa, Eliminatórias e Copa do Mundo.

Vera é funcionário do Ministério do Esporte do Equador e tem todas as regalias do governo para treinar e dedicar-se ao máximo a arbitragem.

No Mundial do Brasil, apitou Nigéria e Irã e Grécia e Costa de Marfim. Foi o quarto árbitro na final, entre Alemanha e Argentina.

O árbitro da decisão colorada na Libertadores não é bem lembrado pelo lado azul. Em novembro de 2012, na Colômbia, Vera marcou um discutido pênalti nos acréscimos contra o Grêmio na decisão com o Millonarias, em jogo pela Copa Sul-Americana.
Revoltados, os atletas brasileiros cercaram o árbitro no final. Elano chutou um assistente e depois pediu desculpas pelo twitter.

No ranking dos árbitros de elite da Conmebol, Vera é sexto colocado.

O venezuelano José Argone, que apitou o jogo de ida, ocupa a 24ª colocação.

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Como o Grêmio se comporta fora de casa na Copa do Brasil

21 de julho de 2015 2

 

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Torcida do Grêmio feste em Criciúma em 2003 (Agência RBS/BD)

Vencer o Criciúma em Santa Catarina na Copa do Brasil é tarefa ingrata.No Estádio Heriberto Hülse, em 34 jogos, os catarinenses ganharam 23, empataram oito e perderam somente três.

Foi superado por Fluminense, em 1992, Vasco, 2006, e Atlético-PR, 2012.

Na história do torneio, o Grêmio disputou 78 partidas fora de casa desde 1989.

Empatou mais do que ganhou, 31 a 30.

Foi derrotado em 17 oportunidades.

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Brasil está fora da nova Fifa

20 de julho de 2015 2

 

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Foto do ano: comediante inglês invadiu coletiva da Fifa, em Zurique, e jogou dinheiro falso em Blatter (Fabrice Coffrini/AFP)

No final da tarde do dia 26 de fevereiro na Suíça, manhã em Brasília, a Fifa escolherá um novo presidente. O atual mandatário, Joseph Blatter, não participará das eleições, segundo decisão do Comitê Executivo da entidade que se reuniu em Zurique nesta segunda-feira para discutir o assunto.

Blatter queria continuar. Só recebeu apoio de alguns países da África e da Ásia. Foi aconselhado pelos europeus a sair de cena. Foi pressionado – até históricos patrocinadores do futebol mundial exigiram a sua saída. Desistiu.

O francês Michel Platini, presidente da Uefa, decide nos próximos dias a sua candidatura. Ele é o nome mais forte para ocupar o posto de Blatter. Platini precisa do apoio de asiáticos e africanos, os que sempre estiveram ao lado do suíço Blatter desde o final do século passado.

O Comitê Executivo é formado por 27 dirigentes de todo o mundo. O Brasil não mandou representante. Marco Polo Del Nero, número 1 da CBF, não viajou. Ficou com medo de ser preso pelo FBI em solo europeu.

A ausência do paulista Del Nero, integrante do comitê, mostra que o Brasil não tem mais espaço na Fifa e perde relevância no futebol mundial ao não enviar representante numa das reuniões mais importantes da história da Fifa. Três ex-presidentes da CBF são tratados como corruptos na entidade, na Europa, no mundo: José Maria Marin, preso na Suíça, João Havelange, ex-comandante da Fifa, e Ricardo Teixeira.

Parece pouco provável que Del Nero tenha espaço na nova Fifa, que nascerá no ano que vem. Pelo seu passado, não será bem-vindo e será afastado do Comitê Executivo nos próximos meses. Antes de uma reforma profunda na CBF, o Brasil não terá espaço na Fifa.

Em um comunicado, liberado durante a coletiva de Blatter, a Fifa lembrou algumas propostas que sugerem a  sua reinvenção. São elas “controles da integridade dos membros do Comitê Executivo, a introdução de limitação dos mandatos, maiores padrões de governo em todos os níveis e estruturas do futebol, incluindo confederações e associações membros.”

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Como empresários podem prejudicar um clube

20 de julho de 2015 9
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O zagueiro paranaense  Rhodolfo deve jogar no futebol turco a partir do mês que vem (Agência RBS/BD)

O negócio envolvendo Rhodolfo, Grêmio e Besiktas, ainda não fechado, mostra como os empresários do futebol podem ser nocivos à saúde financeira de um clube.

Ao contrário de consultar os dirigentes antes e abrir uma negociação com o atleta depois, os agentes foram direto ao zagueiro, ofereceram um alto salário e em euros, fizeram a sua cabeça e asfaltaram o seu futuro.

Ao contrário de seguir as regras, os empresários aproximaram-se do Grêmio só num segundo movimento. Fosse num país mais civilizado, com regras mais claras no negócio futebol, a falta de ética dos agentes seria punida.

A Europa e a Uefa enquadram os agentes rebeldes. É o clube que deve autorizar a negociação com o jogador e nada pode se mover antes.

O Grêmio não queria negociar seu capitão.

Os dirigentes reclamam. Dizem que “o pacote do negócio” chegou pronto.

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Os que os números falam sobre Tigres e Inter

20 de julho de 2015 0
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O francês Gignac, com o colorado Alan Costa, é o atacante mais perigoso dos mexicanos (Vinicius Costa/AFP/BD)

Pelo terceiro ano consecutivo, as semifinais da edição 2015 da Copa Libertadores da América exibem times de quatro países Inter (Brasil), Tigres (México), River (Argentina) e Guaraní (Paraguai). Neste século, o único ano em que o Brasil não teve representantes nesta fase foi em 2014.a

 Tigres, do atacante francês Gignac, e Inter fazem a quarta semifinal da história entre mexicanos e brasileiros. O Brasil sempre superou os estrangeiros. Em 2002, o São Caetano eliminou o América. No ano seguinte, Atlético-PR superou o Chivas e, em 2006, o São Paulo ganhou do mesmo Chivas.

O Tigres briga pelo primeiro título mexicano da Libertadores. Outros seis tentaram. Só dois chegaram às finais. Cruz Azul, em 2001, e o Chivas, em 2010, mas foram derrotados – este último pelo próprio Inter.

 Em 11 edições da Libertadores, o Inter enfrentou seis vezes equipes do México. Perdeu apenas uma vez. Foi batido pelo Jaguares, 1 a 0, em 2011.

Esta é a primeira vez que Inter, que faz a sexta semifinal da história, e Tigres se enfrentam em uma competição sul-americana.

Na Libertadores, times de Brasil e México jogaram 36 vezes. A hegemonia na competição é brasileira, com 26 vitórias, seis derrotas e quatro empates.

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Ronaldinho enfrenta Grêmio na estreia

20 de julho de 2015 2

 

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Ronaldinho, reforço do Fluminense (Agência RBS/BD)

Com a quinta maior dívida entre os clubes brasileiros, calculada em R$ 440 milhões no ano passado, o Fluminense aceitou pagar cerca de R$ 500 mil mensais fixos e mais uma remuneração variável em cima do aumento de receitas a Ronaldinho, um jogador com 35 anos e em decadência.

O time carioca é o 11º mais popular do país, com um contingente de 3,6 milhões de torcedores, semelhante aos números do Bahia, de acordo com pesquisa do Ibope, e bem inferior aos de Grêmio e Inter.

Apresentado neste domingo, antes de Fluminense e Vasco (1 a 2), no Maracanã, Ronaldinho estreia no dia 1º de agosto contra o Grêmio. O jogo está marcado para às 18h30min, no Maracanã.

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O que o hospital diz sobre Pelé

19 de julho de 2015 1
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O Rei no auge: Pelé no Tricampeonato da Copa do Mundo de 1970, no México (Agência RBS/BD)

Pelé, 74 anos, completa nesta segunda-feira uma semana de internação no Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo.

Na terça-feira, dia 14, o Rei do Futebol sofreu uma cirurgia na coluna lombar. Mesmo sem uma informação oficial, o ex-jogador deve receber alta nos próximos dois dias (segunda ou terça). De acordo com o hospital, o pós-operatório ocorre dentro do esperado.

Pelé queixou-se de dores nas pernas na semana retrasada. Estava com dificuldades até para caminhar. Os médicos decidiram interná-lo.

Entre 2012 e 2015, o ex-jogador passou por uma cirurgia no quadril. Ganhou uma prótese de titânio e cerâmica no lugar de um osso. Tratou de cálculos renais e de um problema na próstata nos anos seguintes.

Pessoas próximas ao ex-jogador estão preocupadas. Pelé exibia uma saúde de ferro até os seus 70 anos. Aos 74, sua condição física não é mais a mesma. Ele emagreceu. Caminha com dificuldade. Os médicos, que exigem exames periódicos, estão sempre atentos. Há um cuidado extra com Pelé nos últimos meses.

O que diz o último boletim médico, divulgado nesta sábado.
O Hospital Israelita Albert Einstein informa que o paciente Edson Arantes do Nascimento (Pelé) internou-se na Unidade Morumbi em 13 de julho para ser submetido a um procedimento cirúrgico previamente programado de cirurgia em coluna lombar para descompressão de raiz nervosa (estenose foraminal). A cirurgia aconteceu em 14 de julho, sem intercorrências e o pós-operatório ocorre dentro da normalidade esperada.”

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Grêmio perde em câmera lenta no Maracanã

18 de julho de 2015 14

O imprevisível Flamengo, os quase 45 mil torcedores, o histórico Maracanã e a distância de casa assustaram o Grêmio no Rio. Guerrero marcou o gol solitário dos cariocas, que ainda acertaram o travessão e obrigaram Marcelo Grohe a fazer as defesas mais importantes do bom jogo. Os gaúchos não tiveram poder de reação. O Mengão quase fez mais.

Ao contrário de atuar com a intensidade que carimbou o início do trabalho de Roger Machado, o Grêmio passou a tocar a bola, a rodar e a pisar no freio. Velocidade só a de Emerson Sheik, o melhor em campo, o atacante que o Grêmio precisa ter, mas não encontra na base, nas redondezas ou no Exterior. 

Falha Roger ao insistir com o desestimulante Douglas, herança de Felipão. Repete o erro quando chama Fernandinho.  São dois jogadores que abusam das jogadas individuais, erram dribles e a grande maioria dos passes. São atletas que não agregam em equipes competitivas. A troca é comum e não dá certo.

O jogo mostrou problemas que o treinador precisa consertar com urgência. São três derrotas (Chapecoense, Flamengo e Criciúma) nos últimos quatro enfrentamentos entre o Brasileirão e a Copa do Brasil.

Roger deve chamar Walace. Explicar que o futebol é coletivo e que volante não precisa driblar e enfeitar as jogadas. Pedir que Luan largue a bola com mais rapidez. Orientar Galhardo na hora da marcação e do apoio. Fazer com que Pedro Rocha entre na grande área. Falta fome de gol ao ataque do Grêmio. Faltam atacantes mais qualificados. Falta conclusão.

O Grêmio perdeu para um Flamengo desorganizado, estruturado em cima das suas individualidades. Jamais conseguiu contra-atacar com perigo. Quando teve a bola no pé, abusou dos passes laterais e perdeu a velocidade. Não surpreendeu o adversário. Não usou jogadas ensaiadas. Nem nas bolas paradas foi feliz. Chutes ao gol? Quase nada.

Giuliano, um dos poucos que cria e marca gols, fez uma partida abaixo da sua média. Quando ele não acerta, o Grêmio cai. Quando Luan acompanha Giuliano numa má jornada, a derrota chega sem pedir licença. O adversário não importa, pode ser até um dos mais irregulares da competição como o carente Flamengo de julho de 2015.

O Brasileirão começa a acelerar, mostrar quem pode continuar no G-4 e avançar.

O Grêmio, ao contrário de imprimir velocidade, fica preso no trânsito pesado da tabela. 

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História de Flamengo e Grêmio no Maracanã

18 de julho de 2015 1
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O estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (Vanderlei Almeida/AFP/BD)

Flamengo e Grêmio, que jogam hoje no Rio, disputaram 26 partidas no histórico Maracanã desde o nascimento do campeonato nacional, em 1971.

A vantagem é carioca e é considerável.

São 13 vitórias, contra oito empates e só cinco derrotas.

Mas a história dos confrontos na segunda década do novo século é favorável aos gaúchos.

O Flamengo não vence o Grêmio há quatro anos..

São sete partidas, todas envolvendo o Brasileirão, com cinco vitórias gremistas e mais dois empates.

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A entrevista mais esperada de 2015

18 de julho de 2015 0

 

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Blatter promete falar com a imprensa na segunda-feira, em Zurique ( Fabrice Coffrini/AFP/BD)

O Comitê Executivo da Fifa reúne-se segunda-feira em Zurique, na Suíça. Não estarão muito distantes das prisões que albergam seis dos sete ex-dirigentes presos acusados de receber e movimentar propinas de mais de R$ 500 milhões no futebol, entre eles o brasileiro José Maria Marin.

O encontro estabelecerá uma data para o congresso extraordinário da organização, definirá uma nova eleição presidencial e discutirá reformas estruturais na entidade.

À tarde, depois das reuniões, o presidente Joseph Blatter e o secretário-geral Jérôme Valcke, participarão de uma entrevista coletiva. Será o primeiro encontro de Blatter com jornalistas depois do escândalo de suborno, lavagem de dinheiro e fraude envolvendo dirigentes ligados à Fifa.

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Dupla recusa logo amarelo nas camisas de jogo

18 de julho de 2015 0

A 99Taxis, empresa nacional do mercado de apps para solicitação de táxis 24 horas por dia, tentou aplicar a sua marca no uniforme de jogo da dupla Gre-Nal. Mas as conversas entre as três partes não evoluíram.

A oferta financeira foi considerada pouco atraente. Além do dinheiro curto, o logo amarelo da 99Taxis, que atende 300 cidades, descaracterizaria as camisas azul e vermelha de Grêmio e Inter, segundo dirigentes dos clubes. Usar o logotipo nos calções foi outra opção considerada nas discussões do contrato.

A Dupla conta com os logos de Banrisul, Tramontina, Unimed e Tim nas camisas.

De acordo com fontes do mercado, a empresa, que está ao lado de Coritiba, Atlético-PR, Botafogo e Sport, pagou R$ 500 mil por um espaço na camisa do Cruzeiro durante 12 meses. Ao Corinthians, segundo clube mais popular do Brasil, ofereceu três vezes mais.

Cerca de 10% das chamadas de táxi no Brasil são realizadas via smartphone.

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Foto Agência RBS/BD)

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Grêmio e Inter querem volta da cerveja aos estádios

17 de julho de 2015 0
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Agência RBS/BD

O deputado estadual Juliano Roso (PCdoB) vai propor uma emenda que flexibilize a Lei estadual n° 12.916, válida desde 1° de abril de 2008, que proíbe o consumo de álcool nos estádios do Rio Grande do Sul. Num primeiro momento, o político promove uma rodada de conversas com Ministério Público, Judiciário e Brigada Militar, entre outros.

Os clubes da Capital, especialmente a dupla Gre-Nal, e do Interior apoiam a movimentação do deputado. O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr., recebeu Roso na Arena na tarde desta quarta-feira.

Roso tenta vender a ideia de que é possível vender cerveja, e não outro tipo de bebida alcoólica, antes, no intervalo e depois das partidas. Ele planeja, ao mesmo tempo, criar um fundo de investimento para melhorar a segurança nos estádios.

O dinheiro sairia da venda das cervejas aos clubes, seria depositado numa conta bancária e só poderia ser utilizado em casos especiais na Capital e nas cidades do interior.

O Ministério Público (MP) é contra a volta da venda de cervejas na Arena, no Beira-Rio ou em qualquer outro estádio gaúcho. O MP vai mais além.

Movimenta-se também para combater e evitar a comercialização de qualquer tipo de bebida alcoólica no entorno dos estádios, seja por vendedores ambulantes ou em bares e restaurantes.

Imagina uma imensa área livre de álcool em dias de jogos.

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Dupla Gre-Nal quer a volta das cervejas aos estádios

16 de julho de 2015 5
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Agência RBS/BD

Com ajuda de políticos gaúchos de diferentes partidos, Grêmio e Inter vão tentar flexibilizar a legislação que não permite o consumo de bebidas alcoólicas na Arena e no Beira-Rio.

Vão propor a venda de cerveja antes, no intervalo e no final das partidas, nunca durante o jogo, quando a bola estiver correndo.

A dupla Gre-Nal acredita que a liberação da cerveja pode atrair patrocinadores poderosos e melhorar as finanças dos clubes.

Os outros 18 clubes da Série A e os 20 da Série B também querem a volta da cerveja aos estádios.

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Quanto o Beira-Rio lucrou no jogo contra o Tigres

16 de julho de 2015 10
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Foto Agência RBS/BD

José Argote, Jorge Urrego e Carlos Lopez, o trio venezuelano da Fifa que apitou Inter e Tigres, na noite desta quarta-feira no Estádio Beira-Rio, receberam R$ 2,4 mil cada um pelo trabalho – fora passagens, diárias e hotel. O juiz reserva faturou R$ 1,8 mil.
O dinheiro saiu do borderô da partida pelas semifinais da Copa Libertadores da América.

Inter e Tigres geraram uma arrecadação de cerca de R$ 2 milhões, mas somente  R$ 200 mil entram nos cofres do clube.

Nem todo o dinheiro chega às bilheterias devido as diferentes modalidades de sócios que adquirem os ingressos, os descontos nos bilhetes e os donos de cadeiras que não pagam.

A Conmebol fica com 10% do total do borderô.

A CBF fatura 5% e a Federação Gauchão de Futebol outros 5%.

As despesas são altas. O custo de abertura do estádio em um jogo de semifinal do torneio encosta nos R$ 280 mil.

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Conheça a toca do Tigres no México

16 de julho de 2015 1
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A casa do Tigres, adversário do Inter na Libertadores (Tigres/Divulgação)

A casa do Tigres, que espera o Inter na próxima quarta-feira, abriga 42 mil torcedores, com 220 camarotes, 10 suítes de luxo e 840 assentos vip. O Estádio Universitário está localizado no campus da Universidad Autónoma de Nuevo León, em San Nicolás de los Garza, na região metropolitana de Monterrey, no México.

Quem entra é vigiado por 25 câmeras. Imagens de dentro e fora do estádio são projetadas num telão de 12m48cm de largura por 9m de altura, um dos maiores da América Latina.

Construído em 1967, o estádio abrigou jogos importantes de clubes e seleções e recebeu lendas do futebol como Pelé, Maradona e Beckenbauer.

Foi nas arquibancadas deste estádio, em 18 de setembro de 1984, dia de um amistoso entre México e Argentina, que nasceu “La Ola”. A onda se espalhou. Virou febre, especialmente em jogos de seleções.

As dimensões do gramado são as mesmas do Beira-Rio, 105m por 68m, padronizadas pela Fifa.

O local não abriga apenas encontros do Tigres. Foi endereço de shows de bandas como, The Rolling Stones, Iron Maiden, Coldplay, Metallica e Kiss.

A torcida apoia o time o tempo inteiro e é uma das mais barulhentas do México.

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Inter teve o tíquete das finais na mão

16 de julho de 2015 4

A torcida pedia, queria, exigia a vitória contra o Tigres. O Estádio Beira-Rio pulsava inteiro na primeira partida das semifinais da Copa Libertadores da América.

O Inter atendeu. Mais de 44 mil torcedores, o maior público pós Copa do Mundo de 2014 no estádio, receberam dois gols em 10 minutos. A festa começou cedo. Ninguém esperava tanta facilidade.

O time voava rente ao gramado padrão Fifa. Os mexicanos não conseguiam passar da linha do meio do campo, ficavam trancados em seu espaço. A goleada parecia próxima, ao alcance de mais um ataque implacável. A classificação estava próxima já no primeiro jogo.

O ímpeto colorado se encerrou aos 23 minutos, com o gol de Ayala. O zagueiro subiu e aproveitou o erro da defesa. Logo, Alisson foi chamado para fazer duas grandes defesas. Impediu a virada. O Inter sentiu a força adversária. O Tigres conseguiu se organizar depois dos dois gols e começou a pressionar.

Aos 11 minutos do segundo tempo, depois de uma jogada violenta, Ayala recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais durante meia hora, o Inter não soube aproveitar a vantagem, apesar das chances de gol. Faltou mais pressão, faltou o toque de bola mais rápido e objetivo, faltou jogada lateral mais decisiva, faltou o chute de média distância, faltou a palavra da moda “intensidade”

O 2 a 1 não alivia os gaúchos no México. O escore é perigosíssimo. Os mexicanos sempre jogam melhor protegidos pela própria torcida. Mais de 40 mil pessoas vão apoiar o Tigres na região metropolitana de Monterrey.

A vitória magra passa muito, mas muito mesmo, pelas atuações discretas de D’Alessandro e Valdívia, apesar dos gols. Lisandro López não foi bem, assim como os dois laterais, Nilmar e Aránguiz. Salvou-se Rodrigo Dourado. Alisson foi o melhor. 

Diego Aguirre mexeu mal. Nos 30 minutos finais, 11 contra 10, poderia  ter colocado Anderson e Vitinho, que acelerariam mais o jogo. Forçariam as jogadas laterais. Tentariam abrir a defesa pelos lados. Fosse mais aplicado, tivesse mais fome de gol, o terceiro gol viria e a viagem ao Exterior chegaria com um clima de classificação antecipada. Sasha ainda está longe da melhor forma física e técnica.

O Tigres é competitivo. Está recheado de bons jogadores. O segundo jogo será muito mais difícil do que o primeiro. O técnico do time mexicano, o brasileiro Ricardo Ferreti, estava de bom humor na entrevista coletiva. Minutos antes, no final da partida, ainda no gramado, os seus jogadores se abraçaram. Sinal de que o resultado não foi de todo ruim para os visitantes. Marcar gol fora é quase uma vitória. A decisão está totalmente aberta.

 

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