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O menu do futebol do sábado na TV

19 de setembro de 2014 0

 O que a TV do futebol reservou neste 20 de setembro, entre 8h e 21h. 

8h45 – Campeonato Inglês: Queens Park Rangers x Stoke City; ESPN Brasil

10h30 – Campeonato Alemão: Hamburgo x Bayern de Munique; ESPN Internacional

11 horas – Campeonato Inglês: Newcastle x Hull City; FOX Sports

11 horas – Campeonato Inglês: Burnley x Sunderland; FOX Sports 2

11 horas – Campeonato Inglês: Aston Villa x Arsenal; ESPN Brasil

11h30 – Campeonato Brasileiro de Showbol: Corinthians x Botafogo; SporTV 3

12 horas – Campeonato Francês: Olympique de Marselha x Rennes; SporTV 2

12h30 – Campeonato Brasileiro de Showbol: Fluminense x Palmeiras; SporTV 2

13 horas – Campeonato Inglês: West Ham x Liverpool; FOX Sports

13 horas – Campeonato Russo: Spartak Moscou x Terek; ESPN Brasil

13h30 – Campeonato Alemão: Mainz x Borussia Dortmund; ESPN Internacional

15 horas – Campeonato Espanhol: Atlético de Madrid x Celta; ESPN Brasil

15h45 – Campeonato Italiano: Milan x Juventus; FOX Sports

16h10 – Série B: Vasco x Náutico; RedeTV

16h10 – Série B: Vila Nova x América-MG; Pay-per-view

16h10 – Série B: Ponte Preta x Oeste; Pay-per-view

16h10 – Série B: Sampaio Corrêa x ABC; Pay-per-view

16h10 – Série B: Santa Cruz x Icasa; Pay-per-view

16h10 – Série B: Joinville x Atlético-GO; Pay-per-view

17 horas – Campeonato Espanhol: Espanyol x Málaga; ESPN Internacional

18h30 – Brasileirão: Atlético-PR x Inter; SporTV

18h30 – Campeonato Brasileiro da Série C: Paysandu x Cuiabá; TV Brasil

21 horas – Brasileirão: Criciúma x Botafogo; Pay-per-view

21 horas – Série B: Boa x Paraná; Pay-per-view

21 horas – Série B: Bragantino x Luverdense; Pay-per-view

 

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Nem CBF sabe como melhorar a arbitragem do Brasileirão

19 de setembro de 2014 6

Em agosto de 2012, o presidente da CBF, José Maria Marín demitiu o presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, Sérgio Correa, e prometeu qualificar a arbitragem brasileira.

Chamou o ex-bandeirinha Fifa Aristeu Leonardo Tavares para liderar a entidade que comanda a arbitragem brasileira. Mas não ofereceu projeto nenhum aos árbitros. Só discurso.

Em fevereiro de 2013, Tavares, que é coronel da PM do Rio, foi afastado por dizer que havia árbitros brasileiros envolvidos em casos de manipulação de resultados. A denúncia nunca foi investigada pela CBF.

Revoltado, Marín buscou então o goiano Antônio Pereira da Silva, o Pereirão. Em maio passado, descontente, trocou Pereirão de posição e o nomeou gestor da Escola Nacional de Arbitragem, e, supresa geral, voltou a convocar Sérgio Correa, que havia sido afastado em 2012.

Marín pode intervir pela quinta vez no comando da arbitragem em dois anos.

A pressão é forte.
Todos os 20 clubes da Série A têm queixas – até os poderosos Flamengo e Corinthians, sempre favorecidos, engrossaram o coro dos descontentes.

A CBF se desculpa.
Em um delas, diz que está lançando uma nova safra de árbitros, nem todos experientes.

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José Maria Marin, presidente da CBF (Rafael Ribeiro/Divulgação,CBF)

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Aranha não entendeu o tom das vaias

19 de setembro de 2014 21

É possível entender Aranha, sentir a sua dor, condenar os racistas que o atacaram. Ele é vítima. Está magoado, doído, revoltado.

Mas ele não pode imaginar que todos os que o vaiaram durante quase 90 minutos na noite de quinta-feira na Arena concordam com os gritos de “macaco” ouvidos da partida anterior. O eco não saiu da cabeça de ninguém, ainda fere ouvidos.

A torcida, a imensa maioria dela, não gritou contra o negro, não apupou a cor. Vaiou o goleiro adversário do Brasileirão. Vaiaria o jogador alemão, o italiano ou japonês. Miraria qualquer um. O Grêmio precisava da vitória, o G-4 estava ao alcance de um gol, que Aranha evitou.

Aranha erra quando imagina que todos os torcedores que frequentam a Arena são racistas. Mistura a atitude de um punhado de fanáticos, na pior expressão do termo, com o comportamento da maioria. Não lembra nem do esforço que o clube faz como instituição para detonar os intransigentes. Não leu a condenação unânime, ou quase, unanimidade não existe.

Não sei, talvez Aranha esperasse aplausos antes, durante e depois do jogo. Jamais receberia qualquer adulação. Ele estava no campo de jogo, era adversária numa partida decisiva. Era o alvo central. Defendia a goleira contrária. O futebol provoca atitudes inesperadas. Ninguém programa, pensa, raciocina e grita depois.

O volume aumentou quando ele fez uma grande defesa no chute rasteiro e forte de Lucas Coelho. Aranha foi o melhor em campo num jogo de absoluta pobreza técnica. Os presentes adorariam ter cantado a exaustão “frangueiro, frangueiro, frangueiro”. Soberano na partida, ele não permitiu. Saiu invicto. Altivo.

Quando os portões da Arena abriram, antes mesmo das 19h, um pedaço da sociedade brasileira, da gaúcha, estava representado nas cadeiras. Sentou o cara legal, o cara nem tão legal assim. Havia racistas, eles estão em todos os lugares – o time do goleiro tem os seus, a cidade de Santos, o Estado de São Paulo… – e gente decente. A vaia misturou todo o mundo. Todos se levantaram contra o goleiro, o tom da pele do jogador não importava, não era a questão.

A vaia calou os racistas, mas indignou Aranha. Ele não entendeu.

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Grêmio ainda espera milhares de camisas da Topper

19 de setembro de 2014 3

O Grêmio ainda aguarda uma remessa de quase 15 mil camisas da Topper.

Se transformadas em dinheiro, as peças colocariam cerca de R$ 1,2 milhão na caixa do clube. Dinheiro é o que mais falta ao Grêmio.

O retorno de Felipão, aliado aos bons jogos da equipe, fizeram a venda dos diferentes modelos de camisas aumentarem em mais de 20% nas últimas semanas.

O Grêmio assinou um pré-contrato com a Umbro, que vestirá o clube a aprtir de janeiro de 2015.

O acordo com a Topper se encerra em dezembro.

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Seleção Brasileira chama jovem gaúcho antes do Uruguai

19 de setembro de 2014 0
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Felipe Gedoz (centro), do Juventude para a seleção de base ( Pablo Porciuncula, AFP/BD)

Atacante, 21 anos, 1m77cm, gaúcho de Muçum, Felipe Gedoz ganhou a atenção de Alexandre Gallo.

Foi convocado para a seleção sub-21, base do time dos Jogos Olímpicos.

Gedoz começou no Juventude e passou por Carazinho e Guarani-RS.

Profissionalizado no Defensor, do Uruguai, fez boa Libertadores no semestre passado e foi contratado pelo Brugge belga.

A CBF ficou com medo que a seleção uruguaia bancasse a sua naturalização.

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Felipão escala mal, mexe mal e não entra no G-4

18 de setembro de 2014 10

Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBSFoto: Ricardo Duarte / Agencia RBS

A vaia comeu na Arena. Atingiu Aranha, o nome do jogo, o melhor em campo, o mais vaiado, Leandro Damião, Enderson Moreira, o Santos inteiro. Poderia ter buscado Felipão depois dos 90 minutos. Ele merecia.

O treinador gremista escalou o time errado, fez as mudanças erradas e perdeu uma grande chance de ingressar no G-4. O Grêmio jogou uma das piores partidas da temporada. Fez força, suou, correu, mas falhou muito. A falta de qualidade assusta. O time marcou apenas 18 gols em 22 jogos. Lucas Coelho perdeu dois gols no interior da grande área. Há 20 jogos que Dudu não marca um gol. Adivinhe qual a posição dele?

O frágil Santos levou um ponto de Porto Alegre. Gostou. A partida teve mais de 70 passes errados em 90 minutos. Quem assistiu ao jogo na TV poderia ter desligado no primeiro tempo. Um bom livro seria um programa mil vezes melhor, muito mais recomendável.

Matias Rodríguez (foto acima) e Pará fizeram uma partida constrangedora – como quase sempre. Os três volantes erram quase todos os passes. A defesa santista poderia rir da força dos meias e do ataque gremista.

O Grêmio não cria, não chuta, não faz gol. Só a sua defesa se salva. Falta o bom toque de bola. Falta o passe mais inteligente. Falta a criatividade.

Fellipe Bastos ficou no vestiário no intervalo. Entrou Riveros. Saiu um volante, Felipão chamou outro. Depois, quase no final, sacou Luan por Fernandinho. Matias Rodríguez saiu por Walace, passando Ramiro para a lateral. Foram feitas substituições óbvias, jamais priorizando o ataque. A síndrome do empate baixou na Arena.

Felipão acertou a defesa, Falta reforçar o ataque. Precisa treinar a bola parada, melhorar a cobrança dos escanteios, obrigar os jogadores a concluir de médias distâncias.

Felipão precisa ser mais ousado. Se ficar no 0 a 0, vai patinar na competição, perder o bonde do G-4.

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Dunga falou o que ninguém quer ouvir

18 de setembro de 2014 3
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Dunga, técnico da Seleção Brasileira (CBF/Divulgação)

Dunga disse que o clube que não quiser jogadores na Seleção Brasileira precisa comunicar à CBF.

Falou porque sabe que os dirigentes não agem assim, temem prejudicar a carreira do jogador, desvalorizar o profissional e ainda melindrar os convocados.

Poderia ter dito o que todos querem ouvir.

Que a CBF, como as grandes confederações do mundo, passaria a respeitar as datas-Fifa e suspender os jogos oficias neste período.

Sete atletas de Atlético-MG, Santos, Botafogo, Cruzeiro e Corinthians foram chamados para os amistosos do mês que vem na Ásia e perderão jogoso do Brasileirão e da Copa do Brasil.

Dunga volta a convocar Robinho no lugar de Hulk, chama Mário Fernandes e ignora Ganso

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Mário Fernandes é unanimidade na Rússia

18 de setembro de 2014 3

Novo lateral-direito da Seleção, Mário Fernandes – que completa 24 anos amanhã – é o xodó dos dirigentes do CSKA.

Desde 2012 em Moscou, o ex-gremista foi convidado a se tornar cidadão russo.

O convite veio junto com um gordo aumento salarial, que hoje supera os R$ 600 mil mensais. Sua multa rescisória é de R$ 180 milhões.

Cada vez que o paulista entra em campo, recebe um cachê especial de R$ 20 mil. Muitas vezes o dinheiro é pago em espécie, ainda no vestiário, logo depois das partidas.

O Chelsea acompanha Mário Fernandes de perto. O técnico José Mourinho elogiou a versatilidade do atleta.

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Mario Fernandes é a nova opção de Dunga para a lateral da Seleção (CSKA Moscou/Divulgação)

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Da Hora e Nilmar: “amigo, irmão, filho e ídolo”

18 de setembro de 2014 2

O baiano Orlando da Hora é um negociador complicado. Empresário de um só grande jogador, Nilmar, entende que o seu atleta é sempre mais importante que o clube, qualquer um.

Como não tem interesse em outros, defende o seu com o vigor “de um pai acuado”, conforme falou um dirigente paulista. O agente define Nilmar como “amigo, irmão, filho e ídolo”.

Torcedor do São Paulo, não aceita argumentos – nem tem muitos na hora da discussão – e controla a agenda das negociações, organizada por ele. Gosta de ser paparicado, tratado como o centro do mundo e adora confetes. Foi próximo de Vanderlei Luxemburgo, tentou negociar a gestão de clubes na Bahia e ditou a carreira do conterrâneo Neto Berola.

Antes de acertar com o Inter, Da Hora consultou empresários, advogados e dirigentes. Queria saber tudo sobre política, projetos e investimentos do clube. Foi ele que motivou o atacante a trocar, em 2012, a Espanha pelo Catar por um salário de cerca de R$ 900 mil mensais.

O empresário tirou Nilmar do futebol europeu, mas o fez milionário no Oriente Médio.

A gratidão é total.
Os bastidores da negociação que trouxe Nilmar de volta ao Beira-Rio

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Orlando da Hora, empresário de Nilmar (Agência RBS/BD)

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O que Nilmar diria do ataque do Inter?

18 de setembro de 2014 2

Disse o ligado repórter de uma rádio instantes depois do péssimo empate em 0 a 0 com o Sport, nesta quarta-feira, na abafada Recife:

- O Abel saiu chutando tudo pela sua frente.

Abel Braga estava irritado.

A torcida mais ainda. Não só pelo desempenho da grande maioria dos jogadores, mas também pelas escalações do time que teimam em não dar certo. Em 10 meses, Abel ainda não conseguiu organizar um time competitivo, capaz de vencer uma partida importante no Nordeste, contra um adversário modesto, inferior em quase todos os sentidos.

Na ânsia pelo gol, o treinador empilhou meias e atacantes, desorganizou o time e quase sofreu a derrota nos contra-ataques. Nem D’Alessandro e Alex, duas unanimidades, foram poupados. Saíram no segundo tempo, quando os gaúchos mais precisavam de inteligência, organização e, quem sabe, de uma jogada de alta qualidade técnica capaz de decidir tudo.

Os maus resultados em série em diferentes competições mostram que unir centroavantes do feitio de Wellington Paulista, que não marca desde maio, e Rafael Moura, que não marca desde agosto, não dá certo, não produz gols. Abel rasgou o manual dos técnicos, o que diz que é preciso alimentar os homens de grande área, seja pelo chão ou pelo alto. Caso contrário, o gol não sai. Não são eles que precisam criar. São eles os matadores, os definidores.

O Inter foi melhor do que o frágil Sport. Teve a posse de bola, dominou, mas errou passes em demasia e careceu do gol salvador. Fosse mais intenso, pressionasse mais, poderia ter alcançado a vitória. Abel não conseguiu explicar o jogo, nem os problemas. Disse que a imprensa tem assunto quando os atacantes não marcam gols. Esqueceu de dizer que assunto não falta quando um treinador não acerta a equipe. Como sempre, como todos os técnicos depois de mais um resultado inesperado, reclamou das viagens, do calendário.

O Inter que joga em setembro ainda não é confiável. Será outro com Nilmar? Sim, mas ele precisará de algumas semanas e uma série de jogos para entrar em forma. Você sabe, como eu, que não é um jogador que vai decidir tudo. É o coletivo.

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O técnico que preocupa Inter em Recife

17 de setembro de 2014 0

Técnico do Sport, adversário do Inter, Eduardo Baptista, 44 anos, é filho de Nelsinho Baptista, 64, que trabalhou no Beira-Rio em 1996 e contra quem os colorados têm uma bronca histórica.

Eduardo era preparador físico permanente do clube, em Recife.

Com demissão de Geninho, em fevereiro passado, ganhou a vaga, mesmo que não quiser ser técnico imediatamente. Preferia ganhar mais experiência antes da decisão.

Sempre, antes das partidas, o filho liga para o pai, que mora no Japão. Nelsinho é seu conselheiro tático.

Adepto dos trabalhos fechados e das jogadas ensaiadas, com insistentes treinos de bola parada, Eduardo é muito elogiado no Nordeste. O Sport está distante cinco pontos do G-4. Começa a ganhar a confiança e o apoio da torcida.

Bruno Gomes, o atacante de cem gols que está na base do Inter

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Eduardo, filho de Nelsinho Batista, comanda o Sport, um dos bons times médios do Brasileirão (Agência RBS/BD)

 

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Caso Aranha: O que pensa um ex-auditor do STJD

17 de setembro de 2014 13

Executivo da Federação Mineira de Futebol e fã do Atlético-MG, o advogado Paulo Bracks, 33 anos, atuou durante seis anos como auditor do Superior Tribunal da Justiça Desportiva (STJD), no Rio. Alcancei-o por telefone, em Belo Horizonte, para saber o que ele espera do julgamento do Grêmio no Pleno do STJD sobre o caso de racismo na Arena. Nesta quinta-feira, o Santos joga outra vez na Arena, desta vez pelo Campeonato Brasileiro.

A pena de exclusão da Copa do Brasil será revertida?
Paulo Bracks – Não creio, mas é a visão de quem está fora do Tribunal. A pena que o clube recebeu estava prevista na Lei, o caso é grave e chamou a atenção de todo o Brasil. Não vejo como reverter se tudo está baseado na Lei. O Grêmio será punido.

O que vai acontecer com auditor Ricardo Graiche, que postou mensagens racistas na internet? Será expulso?
Bracks – Vai responder ao código de ética do STJD. Será ouvido e precisará se explicar. O caso é grave, até pela preservação da imagem do STJD, e precisa ser apurado com rigor. Jogador não é punido pelo que fala nos microfones ou até pelo que publica na internet? Então, o auditor será julgado pelas suas atitudes.

Como é possível livrar o STJD de auditores racistas como Graiche, atrair gente de ficha limpa?
Bracks – É preciso profissionalizar, remunerar o advogado, fazer um filtro fino. Nos clubes não existe o diretor com salário e o que trabalha por amor à camisa? O primeiro, quando não dá certo, é demitido. O outro sai quando quiser, vira as costas, vai embora e não é cobrado.

Felipão: “Vê se eles vão cair na esparrela do Aranha”

Grêmio terá orientadores infiltrados para evitar tumultos na torcida

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Vergonha no pulso da Fifa

16 de setembro de 2014 1

Membros do Comitê Executivo da Fifa que assistiram à Copa do Mundo de 2014 receberam relógios da CBF. Cada exemplar foi avaliado em R$ 60 mil.

O comitê de ética da Fifa não aprovou os mimos.

Antes do Mundial, havia proibido o presidente Joseph Blatter de aceitar um relógio da Hublot, um dos patrocinadores do torneio.

A entidade investiga quem aceitou os regalos da CBF. Pode puni-los.

Em maio, Felipão, então treinador da Seleção, foi homenageado com uma linha de relógios da grife suíça, avaliada em R$ 80 mil a unidade. Mas aí, tudo certo. Fazia propaganda da marca. Visitou até a fábrica. 

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Magistrados querem criar fundo para ajudar o futebol

16 de setembro de 2014 0

A administração do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) recebeu a visita de dois ministros, representantes da Academia Nacional de Direito Desportivo (ANDD).

Vieram conversar sobre “a proposta de criação de um fundo para o pagamento das dívidas trabalhistas dos clubes de futebol”. A sugestão é que os clubes “devedores depositariam, mensalmente, um percentual fixo do seu faturamento com patrocínios, bilheteria, cotas de televisão e outras receitas, a fim de quitar débitos com empregados e atletas”.

Um dos visitantes, o ministro Guilherme Caputo Bastos informou que o quadro de endividamento é mais grave em entidades de pequeno e médio portes. As dispensas em massa depois dos campeonatos regionais nos primeiros meses do ano costumam gerar centenas de ações trabalhistas.

– O fundo seria uma solução para garantir os direitos de todos os credores e, ao mesmo tempo, não inviabilizar as finanças dos clubes – acredita o magistrado.

Criada em setembro de 2013, a Academia pretende ir a fundo nas discussões sobre o Direito Desportivo no Brasil. A entidade abriga 29 integrantes de diversos segmentos da área jurídica.

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O país do críquete tenta Nilmar

16 de setembro de 2014 1

Nilmar foi convidado para disputar a Indian Super League (ISL) – torneio experimental com oito clubes.

A competição estreia no dia 12 do mês que vem e se estende até 20 de dezembro. Tentará despertar o interesse pelo futebol na Índia, país de 1,8 bilhão de habitantes, com o críquete como esporte nacional.

Para encerrar a má fase, Inter retoma a concentração na véspera de jogos

Cada clube contará com um ex-atleta de seleção.

Nilmar jogaria contra times que teriam Anelka, Robert Pires, Trezeguet, Del Piero e Materazzi como estrelas máximas.

O ex-craque Zico acertou um contrato de cinco meses e vai treinar o FC Goa.

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Anelka nos tempos de seleção francesa na Copa do Mundo de 2010 (AFP/BD)

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Você ainda acredita no futebol de Giuliano?

16 de setembro de 2014 21
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Giuliano, baixa média de gols no Inter e no Grêmio ( LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA, BD)

 

Na ponta do lápis, Giuliano, 24 anos, é uma das contratações mais caras dos 111 anos de Grêmio. Custou cerca de R$ 15 milhões. Seus salários são dignos de um camisa 8 de Seleção Brasileira. Seu desempenho, porém, envergonha um juvenil.

Giuliano joga no nome – até a torcida sente e protesta ao seu mudo com, vaias.

Há mil desculpas pelas péssimas atuações: uma lesão, a falta de adaptação, treinos diferentes, companheiros novos, o esquema tático – toda a desculpa possível para um jogador que viveu anos num canto remoto da agora convulsionada Ucrânia.

Confira a classificação do Brasileirão

Nos seus tempos de Inter, Giuliano, 24 anos, nunca se destacou como atacante. Em 102 partidas, fez 21 gols.

No Grêmio, em 14, balançou as redes uma vez.

A média não é de um goleador, nem de um meia que entra na área, de um camisa 8 que sabe chutar de média distância.

Ao ver Giuliano em campo, fica difícil saber que tipo de jogador ele é, se não acerta passes, faz lançamentos ou marca gol. Se não melhorar 200% em pouco tempo, Giuliano será a contratação mais cara e mais desastrada da histórica recente do clube.

 

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Legendas do Barcelona jogarão em Porto Alegre em 2015

15 de setembro de 2014 0

Porto Alegre receberá no ano que vem uma seleção de ex-jogadores do Barcelona, que farão um amistoso na Arena ou no Beira-Rio. São chamados de “legends”, ex-jogadores que ajudaram a fazer a história do grande Barça.

O adversário será recrutado entre ex-atletas de grandes clubes brasileiros.

O projeto prevê ainda clínicas técnicas para crianças e jovens – os mais talentosos poderão jogar na Europa mais tarde –, um projeto social e uma feira esportiva na Capital.

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Abel precisou de 51 jogos para vencer 30 vezes

15 de setembro de 2014 2

Abel Braga precisou de 51 jogos para garantir a 30ª vitória, domingo, contra o Botafogo, como técnico do Inter.

As derrotas são 12, com nove empates.

O time marcou 87 gols, sofreu 48.

O Inter ainda confia em Abel. Acha que ele pode garantir o time no G-4 no final da temporada. O título, nem tanto.

Willians e Juan treinam e ficam à disposição de Abel contra o Sport

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Alex ajudou a dar a 30ª vitória ao Inter em 2014 (Agência RBS/BD)

 

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Nilmar é presente de despedida da gestão Luigi

15 de setembro de 2014 1

Ninguém sabe como ele está. Mas quem se importa? Quem?

O nome Nilmar apaga tudo, alimenta esperanças. Nada como o bom passado para reformar o mau presente e clarear o amanhã.

Quem tem Rafael Moura e Wellington Paulista, quem clama por gols, vê Nilmar como a solução de todos os males ofensivos na grande área. Nilmar não é uma aposta, como os experientes e os jovens de agora. O atacante é pura certeza. Provado e aprovado no Brasil e no Exterior.

Em quase quatro anos de mandato, o presidente Giovanni Luigi não pode ser acusado de fechar as gigantescas portas do Beira-Rio para grandes contratações. Ok, ele negociou maravilhosamente bem Oscar e Leandro Damião, mas trouxe Juan, Forlán _ uma aposta que não deu certo, mas quem não é aposta no futebol –, Aránguiz, Alex e ainda renovou com D’Alessandro, um dos maiores salário de todas as Américas do futebol.

Ao chamar Nilmar, 30 anos, duas passagens pelo clube, Luigi oferece um belo presente de despedida aos colorados. O presidente tem mais quatro meses de gestão. Sabe que o seu time não lutará pelo título, nem com Nilmar, que, fora de forma, ainda terá um largo período de adaptação, mas entende, como o mundo do futebol inteiro, que o G-4 está aberto, escancarado. A Copa Libertadores da América 2015 é um usina de sonhos. 

O presidente tentará fazer seu sucessor nas eleições do final do ano. Nilmar é também um perfeito sinal ao seu futuro candidato.

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Luigi numa imagem de 2011, no início da sua gestão de quatro anos que será completada em dezembro (Agência RBS/BD)

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Inter oferece novas cadeiras no Beira-Rio

13 de setembro de 2014 3

O Inter liberou um novo lote de mil cadeiras no Estádio Beira-Rio. Custam entre R$ 155 e R$ 215.

São assentos centrais e laterais.

O pagamento é mensal.
Além do conforto, quem compra não paga ingressos nas partidas.

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Umbro assume Grêmio em janeiro

13 de setembro de 2014 5

Grêmio e Umbro assinaram um pré-contrato em São Paulo.

A parceria oficial de dois anos começa em janeiro de 2015, segundo informa o mercado paulista– que ainda diz que o Botafogo vai trocar a Puma pela Nike no ano que vem.

A união com a Topper, que havia substituído a Puma, em 2010, encerra-se em dezembro.

Os primeiros uniformes da nova coleção de material esportivo, com camisas tricolores em primeiro lugar, serão apresentados no começo de janeiro, antes da pré-temporada.

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Grêmio conhece o preço de Fellipe Bastos

13 de setembro de 2014 2

 

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Volante preferido de Felipão, o empréstimo de Fellipe Bastos, 24 anos, termina na metade do ano que vem.

Os direitos federativos do jogador, que recebe salários do Vasco – o Grêmio paga os rendimentos de Kleber Gladiador – estão avaliados em cerca de R$ 6 milhões pelo clube carioca, que deseja negociá-lo.

Entre 2007 a 2010, o carioca Fellipe Bastos passou quase três anos na Europa. Jogou na Holanda, em Portugal e na Suíça.

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O currículo dos dois centroavantes colorados

12 de setembro de 2014 8

O questionado Rafael Moura, 31 anos, completou dois anos de Inter.

Jogou 74 vezes.

Marcou 24 gols.

Em nove meses no clube, seu reserva Wellington Paulista, 31 anos, atuou em 35 partidas, quase sempre deixando o banco de reservas no meio da partida.

Fez 10 gols.

E ainda tem gente que acha Nilmar caro.

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Wellington Paulista, atacante colorado (Divulgação , Inter)

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Eleição presidencial gremista vai esquentar

12 de setembro de 2014 0

Candidato do Movimento Grêmio Independente (MGI) à cadeira número 1 do clube nas eleições do mês que vem, o advogado Homero Bellini Jr. vai passar o final de semana na Serra, contatando sócios e torcedores, em Caxias do Sul e Bento Gonçalves.

Na semana que vem, visitará a Região Metropolitana e os vales do Sinos e do Paranhana. O MGI pretende acelerar a campanha nas redes sociais. Um grupo de 15 pessoas alimenta a internet todos os dias. O MGI está otimista.

Nas conversas de bastidores, integrantes do grupo se dizem mais motivados depois que a situação anunciou Romildo Bolzan Jr. como cabeça de chapa.

O movimento, que esperava Fábio Koff, imbatível nas urnas, entende que Romildo é quase desconhecido, não tem história no clube e é ligado a política partidária.

A eleição vai esquentar.

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Celestino Valenzuela brinda os fãs com um livro

12 de setembro de 2014 0

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As jornalistas Eduarda Streb e Rafaela Meditsch colocaram ponto final no livro Que Lance! Celestino Valenzuela Abre o Jogo e Revela Histórias Surpreendentes. Foram 12 meses de minucioso trabalho, quase 15 horas de gravações, dezenas de encontros e depoimentos.

Quase cem páginas foram escritas à mão por Celestino, a partir das suas lembranças e depois entregues a Eduarda e Rafaela, colegas da RBS TV. Quem espiou os originais não conseguiu parar antes da última das 150 páginas. As histórias narradas pelo jornalista, nome histórico do rádio e da televisão, são deliciosas.

A capa do livro (acima), que custará R$ 30, é uma arte de Gilmar Fraga sobre uma foto de Marcelo Campos.

O lançamento, com a presença de Celestino, está programado para o próximo dia 26, a partir das 19h, na Loja Multisom do BarraShoppingSul.

Apareça.

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