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Novidade no blog

01 de setembro de 2016 0

Caros leitores! O conteúdo do blog Bola Dividida migrou para o site de ZH. A partir de agora, as colunas poderão ser consultadas no link: zerohora.com/zini

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Quanto custará dotar o Brasileirão com o revolucionário sistema de vídeo

10 de março de 2016 2
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Em 2002, na Itália, árbitros locais testaram um sistema que auxiliava a arbitragem em lances polêmicos. Na época, a experiência não avançou (Agência RBS/AE/BD)

A CBF imagina investir R$ 15 milhões para colocar em pé o novo sistema de vídeo aprovado pela Fifa (Video Assistant Referees ou árbitro assistente de vídeo, em portuguêsem jogos do Brasileirão no segundo semestre.

Todos os estádios que abrigarem as partidas dos 20 times da competição, 10 jogos por rodadas, precisarão contar com a nova ferramenta. Caso contrário, a competição perde a uniformidade. O sistema é chamado também de VAR.

O valor será aplicado em equipamentos, treinamento de árbitros e funcionários da área técnica.

O balanço 2015 da CBF mostra um lucro de R$ 72 milhões ou 42% acima dos R$ 51 milhões alcançados em 2014.

O faturamento também foi recorde: R$ 584 milhões.

A Copa do Mundo do Brasil de 2014 ajudou na atração do dinheiro. Neste ano, com a fuga de patrocinadores, problemas na Justiça e a crise econômica, os números serão mais magros.

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Treinador do San Lorenzo é da mesma escola de Roger Machado

09 de março de 2016 1
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Pablo Guede é da nova escola de treinadores do futebol argentino (Juan Mabromata/AFP/BD)

Treinador do San Lorenzo, Pablo Guede, 41 anos, é da nova geração do futebol argentino. É discípulo de Marcelo Bielsa e admirador de Pep Guardiola e Carlo Ancelotti.

Os métodos de Guede se assemelham aos adotados por Roger Machado na Arena, palco da decisão desta noite. Como o gremista, é um estudioso. Se fosse gaúcho, seria da escola de Tite e Ênio Andrade. Antes de tudo, ele sempre diz, quer jogar futebol. Fazer bonito. Seu time costuma ser mais ofensivo do que a maioria.

Guede não gosta de coletivos. Prefere treinos mais curtos, porém muito mais intensos. Segue a máxima dos melhores treinadores da Europa: “treino intenso, partida intensa”. Estuda os seus atletas tão bem como os adversários. Trabalha as individualidades deles à exaustão. Diz que esta é a melhor forma de qualificar um time. Divide a equipe, orienta por setores, um dia a defesa, outro o ataque.

O que ele destaca sempre é que os atletas devem pressionar (muito) quando o adversário está de posse da bola. Garante que os cinco segundos depois que se perde a bola são os mais importantes.
É o tempo da reorganização da outra equipe, do começo de um contra-ataque mortal.

Guede é mais ofensivo, muito mais do que Roger, talvez seja o treinador que mais gostar de atacar em os 32 time sda Libertadores, o que mais insiste. É quase uma filosofia de jogo.

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Daronco está fora do sorteio do próximo Gre-Nal do Gauchão

08 de março de 2016 11

Ninguém da Federação Gaúcha de Futebol, ligado ao departamento de árbitros, conversou com Anderson Daronco logo depois Gre-Nal 409 de domingo passado. Resolveu deixar passar a tensão do trepidante clássico. Nada se resolve com cabeça quente.

O árbitro gaúcho da Fifa, eleito o melhor do Brasileirão 2015, viajou nesta segunda-feira para a Colômbia. Trabalhará nesta terça-feira em Medellin, na Colômbia, no jogo entre Atlético Nacional e Peñarol, pela Libertadores. Daronco nem voltou para Santa Maria, onde mora depois de trabalhar no clássico. Dormiu em um hotel na Capital.

Daronco será chamado à sede da FGF quando voltar do Exterior, possivelmente na semana que vem. Sua arbitragem não agradou também o staff da federação, que estava acomodado na cabine 32 da Arena.                                                                                              “Daronco não estava em dia de Daronco. Algo aconteceu” foi o comentário geral. Os jogadores, que não colaboraram com a arbitragem, também foram muito criticados. Eles fizeram de tudo para atrapalhar o trabalho de Daronco.

É certo que Daronco não participará da escala do próximo Gre-Nal do Gauchão. O sorteio ficará entre Leandro Vuaden, o outro Fifa do Estado, e Jean Pierre Gonçalves Lima.

Nos bastidores da FGF ninguém cogita em chamar árbitros de fora do Estado para cuidar dos clássicos. Há uma confiança total no quadro de árbitros do futebol local.

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Cinco lições de um Gre-Nal que esqueceu o futebol

07 de março de 2016 14
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Tensão total no final segundo tempo do clássico que teve de tudo menos futebol (Agência RBS)

O clássico Gre-Nal, já na 409ª edição, continua tenso, intenso e longe de mostrar a realidade de cada time. É um jogo de superação, vontade, determinação. Nem sempre quem está melhor, em boa fase, vence. O melhor, às vezes, perde. Não obedece a lógica do futebol, que segue certas regras. O empate exibiu a realidade de Grêmio e Inter. Os dois times não animam muito as suas torcidas.

1ª) A vitória sobre A LDU, da Libertadores, deixou uma imagem equivocada. Quando enfrentou um adversário melhor organizado, com uma marcação mais forte, o Grêmio sentiu. Teve a posse de bola, mas não criou situações de gol. Faltaram as jogadas pelas laterais, as triangulações mais rápidas, uma bola aérea mais efetiva e conclusões. O time sente muita falta de Douglas. Luan não esteve nos seus melhores dias. Quando ele não cria, os colegas sofrem juntos. A saída de Miller Bolaños roubou 90% da força do ataque.

2ª) O Inter mostrou uma defesa sólida. Marcou muito forte (não falo da terrível e maldosa jogada de William em Bolaños), tirou os espaços do adversário, que jamais conseguiu ingressar na grande área. Ocupar o espaço destinado às conclusões. Precisa ajustar agora a parte ofensiva, o que só virá com contratações e treino, muito trabalho. Insistir com Anderson no meio-campo não parece o melhor caminho

3ª) A pressão sobre a arbitragem é cruel. Desta vez, foi o Grêmio que pressionou o quanto pode. Os jogadores quase nunca ajudam quando a bola começa a rolar. Sempre atuam contra a arbitragem. Só respeitam cartões. Mas não é um árbitro de fora do Estado que vai conseguir acalmar 22 jogadores pilhados por treinadores, reservas, dirigentes, torcedores, pelo Rio Grande do Sul inteiro. Certos dirigentes deveriam ser impedidos de usar o microfone antes e depois do jogo.

4ª) O clássico ainda atrai o fã gaúcho, lota um estádio. Quase 50 mil torcedores ocuparam a Arena. O Gre-Nal não envelhece. É ainda capaz de emocionar, mesmo numa noite em que o jogo truncado, às vezes violento, venceu. Empate serviu ao Inter, que avança na Primeira Liga. O Grêmio depende de resultados paralelos. Pelo Gauchão, o 0 a 0 serviu ao Grêmio, que continua na frente do adversário na classificação.

 5ª) Gre-Nais ficam na história. Mas as lições dos clássicos dentro e fora de campo quase nunca são entendidas. O 409 teve de tudo, menos o bom futebol. Foi violento demais, maldoso demais, tenso demais. Faltou futebol qualificado, o que todos pediam A partida merece um estudo de especialistas. Os jogadores deveriam rever todas as ações na TV. Ninguém quer clássicos como o que foi disputado na Arena, no domingo.

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O que os jovens colorados podem sentir no calor do Gre-Nal da Arena

06 de março de 2016 0
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|O ex-jogador colorado Dorinho, de casaco preto (D), observa uma peneira do Inter em Alvorada, na Região Metropolitana de Porto Alegre (Agência RBS/BD)

O ex-jogador Dorinho, Oldorelino Nunes Leal para os mais íntimos, completará 70 anos em junho, quase 50 dedicados ao Inter. Olheiro do clube, o professor de Educação Física aposentado, ex-colega de Felipão no IPA, descobriu recentemente Valdívia e Artur, treinou Argel na base e encontrou a maioridade num Gre-Nal nos anos 1960. Ele vestiu a camisa vermelha entre 1964 e 1974. 

Leia a seguir um resumo da conversa com Dorinho.

Argel Fucks, técnico do Inter, classificou os guris do Inter de homens. Jovens trabalhados nas categorias de base dos clubes ganham a maioridade mais cedo?
Conheço o Argel. Fui seu treinador nas categorias de base do Inter no começo dos anos 1990. Ele sempre foi um líder, o que puxava a fila nos treinos e falava no vestiário. Brigava pelos colegas, conversava com o treinador sobre questões táticas e portava-se como um verdadeiro capitão. O Argel estava à frente dos colegas quando jovem. Mas é preciso diferenciar o futebol da vida real. Um jogo tem 90 minutos, a vida tem mais.

Pode explicar, Dorinho?
Com uma boa formação nas categorias de base, e o Inter cuida muito bem dos garotos, o clube pode formar bons atletas. Eles estarão prontos para o jogo depois de três, quatro anos, de lapidação, o que não quer dizer que eles estarão bem encaminhados para a vida fora do futebol. Longe das chuteiras a história é outra. É como um filho. Aos 18 anos, ele fará o vestibular. O resultado ninguém sabe antecipadamente. A gurizada colorada se conhece, fez pré-temporada, joga junta. Farão sucesso.

E se não fizerem?
Sou contra o Gre-Nal como balizador da vida de um atleta local. Eles precisam de mais oportunidades, outras partidas importantes. Sei, lógico, que quem se destaca no clássico tem muito futuro no futebol gaúcho.

Você, que estreou num Gre-Nal aos 17 anos, passou por uma experiência semelhante àquela que os jovens colorados enfrentarão neste domingo na Arena. Pode explicar?
É muito parecida. Eu só tinha 17 anos quando na estreia com a camisa do Inter. Sou um dos três jogadores que mais vestiu a camisa colorada. Eu era um guri de Livramento, não conhecia muito bem o Inter, Porto Alegre, a realidade do futebol. Não é como hoje, quando a TV exibe todos os jogos e o futebol tem espaço nas 24 horas do dia. Sinceramente, quando pisei no Olímpico, não sabia do peso de um Gre-Nal. Era do Interior. Só fui entender depois.

Como você foi no clássico de estreia, em 1964?
Bem, ganhamos, marquei um gol. Entrei em campo sabendo que seria o jogo da minha vida. O Gre-Nal pode liquidar a carreira de um jovem. A responsabilidade é imensa. O treinador precisa conhecer muito bem o menino antes de confirmar a sua escalação. O guri precisa ter tranquilidade, calma e acertar as primeiras jogadas. Quando a confiança chega, tudo fica mais fácil, a bola parece obedecer mais, porém não são todos que conseguem. O Gre-Nal sepultou carreiras promissoras.

É mais fácil ganhar lugar na dupla Gre-Nal hoje ou no seu tempo?
São momentos completamente diferentes. Na minha época, o clássico era tudo, a partida do ano. Eu precisava atuar bem, me destacar, aparecer para conseguir renovar o contrato, que durava apenas um ano. Não havia Brasileirão ou Libertadores. O Gauchão era Copa do Mundo.

Os jogadores gaúchos sentem mais o clássico do que os que chegam de fora do Estado?
Sim, muito mais. A pressão é bem maior com quem é local. Quem nasce no Rio Grande do Sul e se aventura no futebol, que busca uma carreira, é pressionado desde cedo, já nas escolinhas por pai, mão, tio, a família inteira, colega, treinador. Antes de alcançar os profissionais, ele disputa uma infinidade de clássicos e aprende na derrota e na vitória.

O que um Gre-Nal decisivo significa para um jovem atleta?
Uma vida inteira, quase uma carreira. Nem todos têm uma segunda chance. Eu me formei num Gre-Nal.

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Como o Grêmio quase perdeu Miller Bolaños no último minuto no Equador

05 de março de 2016 3
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Miller Bolaños e Rui Costa (Agência RBS/BD)

O Grêmio selecionou dezenas de atletas que atuam em clubes de distintas divisões da América do Sul. Não só os ligados às equipes que disputam a Copa Libertadores da América ou atletas restritos aos mercados dos vizinhos mais óbvios, Uruguai e Argentina. Quem controla a lista de jovens e de mais experientes e abastece o computador é o executivo Rui Costa. Ele faz o controle.

A contratação de Miller Bolaños é um exemplo da nova política gremista. O clube monitorava o jogador equatoriano desde 2015. O preço parecia proibitivo, cerca de R$ 20 milhões. Mas o presidente Romildo Bolzan Júnior permitiiu uma loucura, um só grande gasto na temporada em nome da Libertadores.

Quando Rui descobriu que Bolaños, que fez grande estreia, na quarta-feira passada, com um gol, não jogaria mais no Changchun Yatai, da China, conversou com Romildo e falou da necessidade de viajar ao Equador. Caso contrário, perderia um atacante de seleção. Um jatinho foi liberado em regime de urgência e abastecido para uma jornada de quase 10 horas.

– O que ninguém sabe é que, no momento em que estávamos sentados com o presidente do Emelec, Nassib Neme, em Guayaquil, surgiu uma proposta melhor do que a nossa do futebol inglês. Eram 7 milhões de libras (ou R$ 37.1 milhões), que seriam pagos à vista – revela Rui.

Nem atendeu a ligação, conversou alguns minutos, aumentou a tensão na sala, mas desculpou-se polidamente com os empresários do outro lado da linha. Disse que o negócio com Bolaños e seus agentes estava concluído com os brasileiros. Que um deles estava em seu escritório naquele momento, que o negócio não seria desfeito.

Rui lembra dos momentos decisivos da negociação:

– A proposta veio ainda maior. Eram 10 milhões de libras (R$ 53 milhões). Muito mais do que iríamos pagar. O presidente do Emelec, um dos clubes mais populares do Equador, manteve a palavra empenhada com o Grêmio, mas o fato de estarmos lá, presentes, fez com que o persuadíssemos com mais propriedade.

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Crise da arbitragem afasta outra vez Romildo e Novelletto

04 de março de 2016 6
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Em janeiro, em um restaurante da Capital, durante a criação da Primeira Liga, Novelletto (D) almoçou com Romildo (E), ao lado do presidente do Inter, Vitorio Piffero (Agência RBS/BD)

Azedou outra vez a difícil relação entre o presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Francisco Novelletto, e o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior.

O gremista imaginava que seria atendido na exigência de chamar um árbitro de fora do Rio Grande do Sul para comandar o Gre-Nal 409, no próximo domingo, às 18h30min, na Arena.

Romildo não gostou quando ouviu que um gaúcho, mesmo com escudo da Fifa, seria indicado, nem mandou representante ao sorteio, na quarta-feira passada – sorteio que havia sido anunciado para a quinta-feira.

Ficou ainda mais irritado com o ofício que a FGF enviou negando o pedido. O considerou jocoso, num certo exagero. Nesta quinta-feira, os dois não conversaram sobre a crise, só trocaram rápidas mensagens via celular.

Com medo da ira da torcida tricolor, da repercussão negativa do caso, da escolha de um árbitro gaúcho, Novelletto decidiu não assistir ao Gre-Nal. Como tem negócios em Santa Catarina, passará todo o final de semana em Florianópolis.
Não visitará a Arena, não verá o clássico.

A crise da arbitragem do Gre-Nal 409 alcançou a CBF. O Grêmio pediu à entidade nacional um árbitro para o clássico. A CBF consultou a FGF, uma vez que a partida vale também pela Primeira Liga. Os gaúchos avisaram que Anderson Daronco tinha sido sorteado em Porto Alegre. O contato evitou que dois quintetos de árbitros se dirigissem para a Arena no meio da tarde de domingo.

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Inter negocia com empresa multinacional

03 de março de 2016 5

O Inter negocia em sigilo com um novo patrocinador multinacional.

O futuro parceiro pediu lugar na camisa colorada. O contrato pode ser fechado neste mês. Há um otimismo no clube quanto ao acerto do negócio.

Três espaços do manto vermelho estão livres: manga, omoplata e lateral – uma nova área perto da cintura é a grande novidade. O primeiro custa entre R$ 1,8 milhão e R$ 2 milhões por ano, o segundo, mais caro, entre   R$ 3,6 milhões e R$ 4 milhões, e o terceiro ainda não teve o preço definido, mas será o mais acessível. O nome da empresa, que também conversa com outros grandes clubes brasileiros, é mantido em segredo absoluto. 

Espaços nos calções e nos meiões também foram oferecidos, mas ninguém se interessou ainda.

Camisas da coleção 2016 da Nike, modelos vermelho e branco, com ou sem novo patrocínio, serão lançadas no final de abril – como no ano passado. Será usadas no Brasileirão, talvez nos jogos finais do Gauchão.

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A coleção 2016 da Nike será lançada em abril. Abaixo, um detalhe do uniforme número 1 de 2014 (Nike/Divulgação/BD).

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Posição da dupla Gre-Nal no ranking dos clubes brasileiros na China

02 de março de 2016 0
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Quando jogou na China, Robinho ajudou os torcedores locais a conhecer mais o Santos (CBF/Divulgação/BD)

 

Numa pesquisa exclusiva, o Ibope Repucom levantou o nome dos times brasileiros mais lembrados nas redes sociais acessadas na China no ano passado.

Santos, Corinthians e Atlético-MG, que negociaram jogadores famosos, como Robinho, Jadson e Diego Tardelli, com os milionários chineses, são os três mais citados.

São seguidos por Palmeiras e Vasco. Mais popular do Brasil, o Flamengo é apenas o sexto colocado no ranking.

O Grêmio ocupa a 10ª posição.

O Inter está em 12º.

Segundo o Ibope Repucom, “a pesquisa compreende o período de janeiro a dezembro de 2015 e analisou todas as menções aos times de futebol brasileiros considerando a grafia em português, chinês simplificado e tradicional no Facebook, twitter, Google Plus, blogs, fóruns, comentários e interações em sites de notícias”.

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Operação Gre-Nal da arbitragem começa quinta-feira

01 de março de 2016 0
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Leandro Vuaden é nome cotado para trabalhar no Gre-Nal 409 (Juan Mabromata/AFP/BD)

Na próxima quinta-feira (03), na sede da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), o departamento de árbitros da entidade define os nomes dos árbitros que participarão do sorteio do Gre-Nal do próximo domingo, na Arena. A escolha será realizada às 15h. Os candidatos mais prováveis são os dois homens da Fifa do Estado, Leandro Vuaden e Anderson Daronco. Um deles apitará o primeiro clássico do ano. Caso Vuaden ou Daronco, dois dos melhores do Brasil, seja requisitado pela Conmebol nos próximos dias, o aspirante à Fifa Jean Pierre Gonçalves Lima ocupará uma das vagas.

Pelo trabalho nos 90 minutos do clássico 409 da história, o árbitro Fifa receberá R$ 5.302.
Os dois assistentes ganharão R$ 1.767 cada um.
O quarto árbitro terá direito a R$ 883.

A FGF ainda não decidiu se chamará um quinto árbitro para auxiliar o quarto no árduo trabalho fora das quatro linhas durante o clássico. Assim, cada um cuidaria de uma casamata específica. Muitas confusões durante as disputas de Gre-Nais, algumas com brigas, nasceram a partir de fortes reclamações, envolvendo treinadores, integrantes de comissões técnicas e jogadores reservas. Com dois árbitros policiando as tensas linhas laterais, as chances de tumultos diminuem consideravelmente. Todos reclamam menos. Como acontece antes de cada Gre-Nal, o quarteto de arbitragem (ou o quinteto) deverá concentrar na véspera da partida, ser acomodado em um hotel de Porto Alegre, tudo por conta da FGF.

A FGF está satisfeita com o trabalho dos árbitros nas primeiras sete rodadas do Gauchão. Até elogia o comportamento de jogadores e treinadores. Os atletas parecem mais dispostos a jogar futebol do que reclamar.

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Adversário do Grêmio na Libertadores contratou 10 reforços

06 de fevereiro de 2016 2
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Comandante da LDU, Claudio Borghi foi treinador da seleção do Chile entre 2011 e 2012 (ANFP/BD)

Segundo adversário do Grêmio na Libertadores, no próximo dia 2 de março, na Arena, a LDU – ou Liga de Quito como é conhecida em seu país – fechou 2015 no vermelho.

Perdeu R$ 6 milhões.

Mesmo assim contratou 10 jogadores nos últimos dois meses, pedidos do novo técnico, o argentino Claudio Borghi, 51 anos, ex-seleção chilena.

A LDU estreia neste domingo à tarde à tarde no Campeonato Equatoriano. Enfrenta o modesto Delfin, na cidade de Manta.

A pedido de Roger Machado, o Centro Digital de Dados (CDD) do Grêmio vai monitorar a partida via internet.

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Novo projeto do Inter buscar atrair universitários colorados

06 de fevereiro de 2016 2
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Inter busca mais sócios na Capital e no Interior (Agência RBS/BD)

O Inter fechou a temporada 2015 com 112.025 associados – 52% deles têm entre 26 e 50 anos de idade.
Do total, 91.780 estão em dia.

Em julho do ano passado, no melhor mês do ano, Copa Libertadores da América como motivação, o clube contabilizava 116.501 sócios, com 103.412 torcedores regularizados.

Em cinco meses, entre agosto e dezembro, o Inter perdeu quase 4,5 mil sócios.
Os números oficiais de janeiro do quadro social ainda não foram divulgados no site do clube.

Na árdua busca de novos sócios na Capital e no Interior, o Inter pretende apostar nos jovens colorados em 2016.
No Gigante de Vantagens, programa que reúne grandes empresas nas áreas de lazer, educação, alimentação, saúde, combustível, comércio e serviços e oferece aos associados a possibilidade de receber de volta o valor investido na mensalidade, o clube mira os estudantes em busca de cursos universitários.

Já garante descontos para o associado que se matricular na Unisinos. O plano agora é estender as facilidades para outras universidades particulares instaladas no Rio Grande do Sul.

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Inter usa adesivo na manga da camisa e oculta nome de ex-patrocinador

05 de fevereiro de 2016 0
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Camisa colorada não exibe mais o nome da Tramontina, que não renovou contrato com o clube. Na foto, D’Alessandro procura o ataque contra o São José (Agência RBS/BD)

No jogo de quarta-feira passada, contra o São José, o Inter precisou usar um adesivo vermelho nas mangas da camisa para cobrir o logo da Tramontina, que não renovou o contrato com o clube em 2016. Adotará o mesmo expediente nos próximos jogos e meses.

O grande lote de camisas oficiais que a Nike disponibilizou ao Inter ainda trazem os logos da antiga parceira. Não haverá troca de uniforme.

Aliás, a Tim também deixou a camisa colorada, como a gremista. A empresa de telefonia celular não renovará o compromisso.

Em 30 dias, a Dupla perdeu dois grandes patrocinadores, mas, no meio da crise, negocia com duas companhias de porte nacional.

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Sem D'Alessandro, Piffero precisa fazer a maior contratação da sua vida

04 de fevereiro de 2016 5
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O presidente Vitorio Piffero precisa encontrar um substituto para D’Alessandro (Agência RBS/BD)

Ao liberar D’Alessandro, que saiu por muita vontade própria, o clube ganhou um vácuo no time. Não sai apenas o jogador. Partiu o líder técnico e o capitão. A referência.

As grandes lideranças do vestiário colorado ficam com Alisson, que deixará Porto Alegre em breve, Alex, um veterano nos últimos momentos da carreira, e Paulão, que a torcida não engole bem.

Não  existe ninguém parecido com o icônico argentino no vasto grupo de jogadores do Inter. É preciso ir ao mercado, pesquisar, contratar. Vasculhar o país e o Exterior. Será uma tarefa ingrata.

Mas o Inter não pode pensar num novo D’Alessandro, num clone, numa cópia, melhor ou nem tanto. Não existem dois jogadores iguais. Quando um ídolo troca de time, é preciso criar outro. A posição é detalhe.

O gaúcho Anderson não é o cara. O canhoto teve chances, completou um ano de Beira-Rio e ainda não consegui fazer três grandes partidas em sequência. Com Anderson, o Inter deve fazer dinheiro, caixa, talvez munição para contratar.

O Inter precisa de uma referência técnica, camisa 10 ou não, o jogador que todos apontam como o melhor, o que decide, o que joga para si e para o grupo, capaz de assumir protagonismos. Um atleta com poder de representar a torcida, falar por ela e jogar como ela quer e espera. Será a contração da vida do presidente Vitorio Piffero tamanho o desafio.

Valdívia, que dividiu o posto de melhor jogador do Inter com o goleiro Alisson em 2015, está machucado. Apostar nele, um goleador, é o melhor caminho, antes que a nova referência não ocupe o gramado do Beira-Rio. A bola, porém, está com o presidente.

D’Alessandro não voltará. Se voltar no ano que vem, o que renderá um atleta de 35 anos no futebol cada vez mais veloz dos nossos difíceis dias?

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Inter perde seu jogador mais emblemático do novo século

03 de fevereiro de 2016 0
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D’Alessandro é um dos grandes jogadores da história do Inter (Ricardo Duarte/Inter/Divulgação/BD)

D’Alessandro tem 34 anos. Fará 35 no dia 15 de abril. Já ofereceu o máximo ao Inter. É um jogador no ocaso da carreira. Quantos anos mais terá com a bola nos pés? Um? Dois. Menos? Ele ganhará uma sobrevida no River, sua outra casa.

Os ídolos precisam encontrar o caminho da saída sozinho, descobrir a porta certa, cronometrar a hora correta. Os clubes são campeões em matar seus ídolos longevos, mesmo que a torcida pensa de outra maneira.

O 2015 de D’Alessandro foi precário, atípico, pontuado por lesões e atuações sem relevância. Quase um anúncio de que ele não era mais o mesmo jogador competitivo que chegou ao Beira-Rio em 2008, o que levantou a Copa Libertadores da América e outras taças. mas ele foi, antes de tudo, um vencedor, um atleta carismático, uma referência. Não há como apagar a sua história, seu nome da camisa, seu rosto na sala dos troféus, sua foto na galeria dos heróis colorados desde sempre.

O argentino deixa o Inter no momento certo, preciso. Deixa o clube como um jogador histórico, nove título em quase oito anos, emblemático, capitão, um dos melhores do clube do novo século, riquíssimo em títulos.

Deixará um mar vermelho de saudade.

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Libertadores: quem é o 9 goleador que tira o sono de Roger Machado

03 de fevereiro de 2016 2
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Enrique Triverio comanda o ataque do Toluca e é um dos goleadores do Campeonato Mexicano (Maria Calls/AFP)

Os mexicanos do Toluca o adoram. Encontraram um apelido que deixa todos felizes, mesmo o atacante Enrique Triverio. O chamam de “Kikegol”. Torcida está certa.

Triverio, 28 anos e 1m84cm, é um dos vice-goleadores do Clausura Mexicano 2016. Depois de quatro rodadas, marcou três gols e ainda ofereceu uma assistência. Sua cabeçada é um “tijolo quente”, como avalia o jornal esportivo Record, editado na Cidade do México, capital do país.

Os fãs vibram quando ele é saudado como “matador de los quatro grandes” por ter feito gols em América, Cruz Azul, Pumas e Chivas em 2015.

É em Triverio que Roger Machado se fixa quando pensa no ataque do adversário no próximo dia dia 17, na estreia da Copa Libertadores da América, em Toluca. O alvo tricolor usa o número 21, mas é um 9 dos velhos tempos, um argentino com fome de grande área, intrépido e agressivo. 

Nascido em Santa Fé, foi criado nas séries inferiores do país e teve passagem pelo Argentino Juniors. Foi redescoberto pelo Toluca no ano passado. Chegou em junho. Ganhou fãs em seis meses. Triverio se define assim:

– Soy un delantero que me gusta moverme por todo el frente del área de ataque. Me gusta pelear, me gusta luchar las pelotas, tengo mucho sacrificio, actitud.

A preocupação do técnico gremista deve aumentar quando ele vê Triverio envolver a zaga adversária e marcar de cabeça, como aconteceu domingo passado, contra o Puebla, no México.

Segunda melhor defesa do Brasileirão em 2015, o Grêmio trocou de lateral e de zagueiro. O canhoto Erazo – o clube errou feio ao não renovar seu contrato – oferecia consistência pelo alto. Saiu. O recém-chegado Kadu busca emparelhamento com Geromel.

O processo é lento, mesmo que a nova contratação fosse um grande zagueiro, o que parece que não é.

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Os milhões que a dupla Gre-Nal vai faturar com o PPV em 2016

02 de fevereiro de 2016 4

O Flamengo deverá receber um mínimo de R$ 75,7 milhões nesta temporada via sistema pay-per-view – fora os milhões anuais que chegam da TV aberta. Nenhum clube receberá mais da TV por assinatura, nem mesmo o poderoso Corinthians, dono da segunda maior torcida do Brasil, mas com extrema força no mercado paulista, o mais rico do país. O Timão arrecadará R$ 56,8 milhões nos próximos 10 meses.
A dupla Gre-Nal não faz cócegas nos dividendos dos dois grandes. O Grêmio, oitavo colocado no ranking nacional, levantará R$ 33,4 millhões.
O Inter, nono lugar, ganhará um pouco menos, R$ 31,4 milhões.
Na frente dos gaúchos, mais rentáveis graças aos torcedores que compram os pacotes do PPV, estão Atlético-MG, uma das surpresas da última temporada, com R$ 39, 1 milhões, Palmeiras, que também cresceu, Cruzeiro, Vasco e São Paulo.
Atrás dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, Grêmio e Inter não brigam mais com Minas Gerais, terceria colocada. Juntos, Atlético-MG e Cruzeiro atrairão R$ 76,7 milhões. Unidos, Grêmio e Inter buscarão R$ 64,8 milhões. A diferença pró-mineiros é de R$ 11, 9 milhões.

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Leão da Espanha ameaça Neymar com até oito anos de cadeia

01 de fevereiro de 2016 1
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Neymar está enrolado com os Leões brasileiro e espanhol (Lluis Gene/AFP)

No gramado, a vida de Neymar é uma maravilha: campeão espanhol, europeu e mundial de 2015, terceiro melhor jogador do mundo. Fora, sua vida está no topo de uma cachoeira pós-tempestade.

O brasileiro, número 1 do país, camisa 10 da Seleção, é alvo de investigações no Brasil e na Espanha. É suspeito de fraude fiscal e falsidade ideológica, entre outras acusações. Ele não está só. É acompanhado do pai, Neymar da Silva Santos, do presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, e do ex Sandro Rosell – este com antigas ligações com Ricardo Teixeira, CBF e Nike. Todos foram denunciados pelo Ministério Público Federal, acusados de sonegação fiscal e falsidade ideológica.

Os crimes têm penas de até cinco anos de prisão.

O processo está na 5ª Vara de Justiça de Santos, no litoral paulista. O jogador e o pai, segundo a denúncia, criaram empresas de fachada e adulteraram documentos. Tentavam pagar menos impostos, uma redução superior a 50%.

Por três anos, entre 2010 e 2013, Neymar ganhou R$ 43,78 milhões do Santos, mas desse valor apenas R$ 8,1 milhões foram pagos a ele como pessoa física, como salários. Mais de R$ 30 milhões foram encaminhados a suas empresas.

Nesta terça-feira, Neymar se apresentará ao Tribunal Nacional espanhol, em Barcelona. Será interrogado na condição de indiciado. É investigado por corrupção privada e fraude. Pode ter deixado de pagar quase R$ 40 milhões ao Leão espanhol.

Se condenado, poderá pegar até oito anos de prisão.

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Fábio Koff lançará livro de memórias no Estádio Olímpico

30 de janeiro de 2016 3

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Você vê pela primeira vez acima a capa do livro Fábio André Koff, Memórias e Confidências. O que Faltou Esclarecer.

O histórico presidente gremista ditou as suas memórias para Paulo Flávio e Paulo Silvestre Ledur.

A obra da Editora AGE, 248 páginas, R$ 48, está pronta. Será lançada na primeira quinzena de março no Estádio Olímpico, numa sessão de autógrafos aberta aos torcedores. O endereço foi exigência de Koff. Foi no velho casarão que ele viveu os melhores anos como dirigente e torcedor.

Antes, ele promoverá um encontro mais íntimo na Arena, reunindo familiares, conselheiros, dirigentes e jogadores e ex-jogadores do clube e convidados especiais de todo o Brasil.

O marketing do Grêmio vai anunciar as datas oficiais dos dois eventos depois do Carnaval.

O livro nasce best-seller.

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Bandeirinha precisa comprar bandeira para trabalhar no Gauchão

28 de janeiro de 2016 0
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Foto Agência RBS/BD

É o Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado do Rio Grande do Sul (Safergs) e não a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) que fornece os kits com rádios comunicadores, auriculares e braçadeiras aos seus associados que trabalham nas partidas do Gauchão.

Cada conjunto custa R$ 10 mil e atende árbitro, assistentes e juiz reserva.

Como são sete jogos por rodada, são necessários sete conjuntos. Depois das partidas, o equipamento é devolvido ao sindicato, que os cede novamente nas próximas partidas.

Já as bandeirinhas eletrônicas utilizadas pelos árbitros assistentes precisam ser compradas pelo associado da Safergs.

O produto é importado e a unidade sai por cerca de R$ 2,5 mil. Cada árbitro-assistente tem a sua bandeirinha eletrônica, já que não utiliza seu instrumento apenas no Gauchão, mas em outas competições locais ou nacionais.

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Fifa, Conmebol, CBF: mudam as caras, mas grupos do poder são os mesmos

27 de janeiro de 2016 1
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Alejandro Domínguez fala como presidente da Conmebol, em Luque, no Paraguai (Norberto Duarte/AFP)

 

Desde que sofreu um nocaute do FBI em maio passado, o futebol está tonto. Levará tempo para se recuperar. Oito meses depois, o coma ainda é profundo. O golpe com punho de terremoto atingiu a Fifa, pegou a Conmebol e a CBF, entre outros. Presidentes despencaram e dirigentes foram presos. A Justiça desvendou uma rede que negociava os direitos de transmissões de jogos, com milionárias propinas.

 Com as eleições da Fifa marcadas para o mês que vem, cinco candidatos buscam a sucessão de Joseph Blatter. Não há um só representativo, novo, sem ligações com a velha Fifa. A Conmebol votou horas atrás. Pior, nem usou o voto. Aplaudiu Alejandro Domínguez. O uruguaio Wilmar Valdez desistiu de buscar a presidência. Ele tinha apoio de Uruguai, Equador e Peru. Mas Brasil, Paraguai e Argentina, poderosos historicamente na entidade, articularam com Bolívia, Colômbia, Chile e Venezuela e garantiram Domínguez, o braço direito de Juan Ángel Napout, preso nos EUA.

O poder sul-americano do futebol ficou dividido assim: o colombiano Ramón Jesurum e o venezuelano Laureano González assumem como vice-presidentes. Outros três ingressam no primeiro escalão da Fifa: Domínguez é agora vice-presidente. Luis Segura, da Argentina, será um dos integrantes do comitê executivo, ao lado de Fernando Sarney, vice da CBF. O derrotado Valdez ocupará cargo idêntico no mês que vem – se é que o FBI não vai alcançá-los ali na esquina, no hotel, no avião.

Todos têm contatos com os grupos que tomaram e aparelharam a Conmebol nos anos 1980, liderados por Ricardo Teixeira, Nicolás Leoz e Julio Grondona – abrigados no amplo e obscuro guarda chuva de João Havelange. O primeiro e segundo escalões foram dizimados no inacreditável Fifagate. Assume o terceiro, cria dos anteriores. Todas as entidades vão mudar para que nada se modifique. A CBF é espelho da Fifa e da Conmebol. Quem vê uma, conhece todas. Não existe diferença alguma. Basta cair um dirigente que nasce outro, todos ligados ao mais tenebroso passado do futebol que nós amamos tanto.

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Papel picado e mastro de bandeira: exigências das torcidas organizadas gaúchas

26 de janeiro de 2016 3

Ministério Público, Brigada Militar, Bombeiros, Grêmio, Inter e FGF farão uma reunião especial quinta-feira que vem. A padronização do material destinado às torcidas organizadas é um dos assuntos do encontro.

Os torcedores querem usar bandeiras com mastros nas partidas, mas só serão liberados se os clubes se responsabilizarem por quem carregar os estandartes.

Quando usar? Antes do jogo, no intervalo, depois do final ou durante todos os 90 minutos. Tudo será discutido.

O uso do papel picado é outra reivindicação das organizadas. Se a gremista ganhar autorização, a colorada receberá também. O problema do papel é que, no interior dos sacos, que chegam de diferentes lugares, podem ser escondidos produtos ilícitos.

O papel pega fogo fácil. Como muitos torcedores ainda fumam nos estádios, o perigo de incêndios é real. Se o fumante fosse vetado, o papel picado poderia voltar. O MP deseja que os clubes sejam responsáveis pelos seus torcedores.

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Duas novas camisas gremistas num sábado só

23 de janeiro de 2016 1

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O executivo Adriano Eziliano, diretor de Produtos Umbro, fala sobre os modelos 2016 das camisas tricolor e branca do Grêmio que serão lançadas hoje à tarde na Arena.

Os jogadores vestirão o uniforme tradicional no primeiro tempo da partida contra o Danubio. Usarão a camisa 2 depois do intervalo. Leia a seguir a entrevista com Eziliano.

A torcida gremista elogiou as camisas lançadas pela Umbro na temporada passada. De onde vem as referências para os modelos?
O processo de criação é feito a partir de muito estudo e pesquisa, tendo como base a história do Grêmio e a torcida tricolor, somado ao DNA da Umbro, que é uma marca genuína do futebol. Com os resultados de pesquisa, nossa equipe de produto, que é apaixonada futebol, começa a misturar esses ingredientes para produzir o nosso diferencial.

Pela experiência da Umbro, o que os torcedores gremistas mais gostam nas camisas?
As camisas feitas pela Umbro agradam aos torcedores principalmente pelo design, atenção aos detalhes e tecidos que são usados. Há sempre expectativa nas novidades que serão apresentadas. Outro ponto que agrada muito aos torcedores é o respeito pela tradição e conquistas do clube, os quais procuramos incluir na concepção do design das peças.

O que os fãs não aprovam nos uniformes?
Claro que é muito difícil ter unanimidade e agradar toda torcida, mas temos conseguido sucesso e os produtos têm sido muito bem aceitos. Para citar um ponto que merece muita atenção é o escudo do clube. Ele é um item muito importante e valorizado pelo torcedor e sempre demanda cuidados especiais de nossa parte.

O Grêmio oferecerá duas camisas hoje. Quantas modelos serão lançados em 2016?
As camisas oficiais serão lançadas em duas versões. A versão game é a que o jogador utiliza em campo e é feita com modelagem mais fit, tecidos diferenciados nas costas e mangas, visando melhorar a performance do atleta. A versão fan é feita em modelagem tradicional, que atende melhor ao torcedor em relação ao caimento do corpo e tem tecido único.

A venda de camisas piratas ainda é um problema sério no mercado brasileiro?
Sempre que criamos um novo uniforme, temos o intuito de inovar e apresentar algo diferenciado para a torcida, nesse caso, os apaixonados fãs gremistas. Nossos produtos são produzidos com a mais alta tecnologia, o que cria uma dificuldade para falsificação. Além disso temos, um consumidor muito fiel aos nossos produtos, que sabe da qualidade superior que entregamos.

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Como está o tapete verde da Arena depois das férias

21 de janeiro de 2016 4
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O gramado da Arena foi renovado antes da Primeira Liga, do Gauchão e da Libertadores (Agência RBS/BD)

Quem visitar a Arena no próximo, sábado, tarde do amistoso entre Grêmio e o uruguaio Danubio, notará uma grama mais viva, apesar do verão intenso. Todo o espaço do gramado sofreu uma raspagem à maquina. A palha cinza que o gramado produz foi varrida.

Os pequenos buracos, que se formam com o impacto das chuteiras dos jogadores nas partidas, foram cobertos com areia fina e compactados com equipamentos especiais. Depois de 14 dias de trabalho, de uma varredura geral, a grama ficou outros 14 dias intocada – “só descansando”, como dizem os agrônomos. 

No começo da Copa Libertadores da América, em cinco semanas, contra o San Lorenzo, a grama da Arena estará perfeita, padrão dos melhores estádios europeus.

A partir de março as luzes artificiais que ajudam a dar vida a grama voltará ser ligadas durante 23 horas por dia. O tapete verde será trocado em abril, antes do inverno.

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