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Grêmio: meias superam atacantes em número de gols

11 de agosto de 2013 3

Barcos, 28 anos, completa neste domingo, na Bahia, sua 26ª partida pelo Grêmio, com sete gols desde fevereiro.

Somados, os meias Zé Roberto (nove) e Elano (seis), fizeram mais gols (15) do que a dupla de ataque titular, Barcos (sete) e Vargas (seis), na temporada (13). Nas suas 23 partidas em 2013, o reserva quase titular Kleber anotou quatro.

No Palmeiras, em 2012, a média de Barcos animava: 31 gols em 61 jogos.

Kleber, o Gladiador, em junho do ano passado, foto de LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA


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Os clubes brasileiros e suas dívidas com o fisco

11 de agosto de 2013 0

Quase R$ 40 milhões da venda de Bernard aos ucranianos foram retidos pelo governo federal por dívidas do Atlético-MG com o fisco. Autor de Tributação No Futebol: Clubes e Atletas (Quartier Latin, 294 pág, R$ 63), o advogado e Doutor e Mestre em Direito Tributário Felipe Ferreira Silva fala sobre a colossal dívida dos maiores clubes do Brasil.

Zero Hora – Os clubes não estão pagando seus impostos? Por quê?

Felipe Ferreira Silva –Venho alertando que, desde 1997, os clubes profissionais de futebol não são mais isentos do pagamento de imposto sobre a renda. Muitos clubes de futebol consideram-se associações civis sem fins lucrativos e, por isso, não recolhem as obrigações tributárias corretamente, tais como o Imposto de Renda (IR) e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL). Entendo que isso poderá causar sérios problemas com a Receita Federal em um futuro próximo.

ZH – Qual é a responsabilidade dos dirigentes nesta questão?

Silva – Os dirigentes de entidades de futebol profissional respondem solidária e ilimitadamente pelos atos de má gestão ou contrários ao estatuto ou contrato social. Ou seja, podem vir a responder com seus bens pessoais pelas dívidas contraídas pelos clubes. Em relação à questão fiscal, há um passivo tributário oculto, pelo menos no que se refere aos últimos cinco anos. Segundo o Ministério do Esporte, a dívida dos 20 principais clubes do futebol no Brasil está avaliada em cerca de R$ 4 bilhões, no que se refere a impostos, taxas e contribuições.

ZH – E o sócio também pode responder pela dívida do clube?

Silva – Ao contrário de algum tempo atrás, hoje, com a nova redação da Lei Pelé, os sócios não respondem mais pelas dívidas da entidade de prática desportiva profissional. Somente os dirigentes é que são responsabilizados.

ZH – Qual é o futuro dos clubes de futebol do país na parte fiscal?

Silva – Penso que haverá uma mudança de rumo por parte da Fazenda no sentido de fiscalizar com mais rigor as entidades de administração e prática do desporto profissional no Brasil. Isto demandará que os clubes brasileiros encarem com mais seriedade e profissionalismo suas questões fiscais. Entendo que, atualmente, eles são como empresas. Alguns, inclusive, tem faturamento anual quase cinco vezes maior do que o mínimo exigido por lei para que uma companhia seja tributada pelo lucro real.

O torcedor não sabe que seus clubes devem R$ 4 bilhões em impostos ao governo, foto  CHRISTOPHE SIMON/AFP

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Funerária garante salários de adversário do Inter

11 de agosto de 2013 1

Clebel Cordeiro, um baiano cinquentão, milionário e apaixonado pelo Salgueiro-PE, adversário do Inter na Copa do Brasil, dias 22 e 29, é o presidente de honra e dono do clube.

Ele não deixa faltar dinheiro, paga a folha salarial de R$ 180 mil mensal em dia e prometeu distribuir R$ 400 mil entre os jogadores caso superem o Inter.

Cordeiro produzia showmícios na região nos anos 1980. Um dia foi enterrar um amigo. Ficou espantado com os preços. Resolveu investir em serviços funerários, em caixões, flores, velas e cortejos.

 Hoje tem mais de 50 filiais no interior dos estados da Bahia e de Pernambuco.

Fundado em 1972, refundado em 2005, o Salgueiro-PE é chamado de Carcará do Sertão.

O fanático Cordeiro ainda banca uma das duas torcidas organizadas do clube, a Fúria do Sertão.

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Ministro quer uma liga no lugar do Brasileirão

10 de agosto de 2013 0

O ministro do Esporte, Aldo Rabelo, torcedor do Palmeiras e militante ativo do PC do B, defendeu em Brasília a criação de uma liga nacional de clubes para substituir o Brasileirão. Disse que já conversou com a CBF e pediu ainda a alteração do calendário do futebol brasileiro.

Rabelo acha que a entidade deve cuidar da Seleção. Deixar o Campeonato Nacional sob a responsabilidade dos clubes, assim como os europeus fazem com as suas ligas – e com grande sucesso.

A CBF é contra as alterações. Entende que perderia poder, força política e dinheiro sem os clubes, que, por sua vez, estão desunidos e sem uma liderança desde o fim do Clube dos 13, em 2011.

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A grama da nova casa colorada

10 de agosto de 2013 0

Quem conhece o gramado do Estádio do Vale, em Novo Hamburgo, observa que a superfície parece muito melhor.

A grama de inverno é a mesma do Beira-Rio, mas o solo é diferente. A argila abaixo da grama torna a superfície mais dura, o que desgosta os jogadores.

 Pontos do gramado, especialmente na lateral em frente às arquibancadas, estão sujeitos a alagamentos. A drenagem é antiga e defeituosa.

O Inter investiu cerca de R$ 50 mil para qualificar o piso da sua nova casa para o Brasileirão. Não ficou perfeito, mas melhorou. Pode receber grandes jogos do Brasileirão com tranquilidade.

O time testa o gramado neste domingo, contra o Atético-PR.

O gramado do Estádio do Vale, nova casa colorada, em Novo Hamburgo, foto de Mateus Bruxel/Agência RBS


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O ex-colorado que faz gols fora de forma

10 de agosto de 2013 1

Goleador do Goiás, o ex-colorado Walter ainda luta contra a balança. Com 24 anos e 1m78cm, deveria pesar cerca de 75 quilos. Está com 20 quilos a mais.

A torcida esquece o peso quando observa a sua média de gols depois de 13 meses no clube: 57 jogos e 35 gols.

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Clubes paulistas e cariocas recusaram Dátolo

09 de agosto de 2013 4

O problema de Dátolo foi Dunga. Os dois nunca tiveram um diálogo. As lesões e a falta de ritmo atrapalharam mais o entendimento. A saída era esperada.

 O contrato será interrompido, mas o Inter não divulgou o novo destino.

 O argentino com experiência europeia foi oferecido a São Paulo, Flamengo (alegou não ter dinheiro), Fluminense (Abel não quis), Santos e Vasco.

No mês passado, só o Vasco mostrou interesse em negociar, mas aí foi a vez do jogador dizer não. Temeu não receber os salários regularmente.

O Galo mineiro pode ser o destino de Dátolo. O técnico Cuca gosta do meia.

Dátolo foi liberado pelo Inter, foto Agência RBS, Banco de Dados


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Renato precisa ouvir Felipão sobre Barcos

09 de agosto de 2013 14

Depois de 12 rodadas, Barcos e Kleber, juntos e somados, marcaram quatro gols no Brasileirão. É nada quando um time pensa no título, quando uma dupla de ataque recebe quase R$ 1 milhão a cada 30 dias.

A dupla de atacantes é uma ideia errada que Vanderlei Luxemburgo plantou no Grêmio, mas Renato não tem coragem de tocar, discutir, mudar.

A dupla não funciona. Não tabela. Não se aproxima. É uma barbada marcá-los. Perguntem aos zagueiros adversários.

Os dois são bons jogadores, mas lentos. Não combinam.

Barcos sumiu da área. Kleber nunca foi um jogador de grande área. Kleber cai duas vezes a cada duas jogadas, às vezes procura a queda. Barcos está preso entre os zagueiros. Com eles o Grêmio nunca terá um contra-ataque rápido e veloz. Óbvio também que os dois foram abadonados pelos homens de meio-campo, que raramente os colocam na cara do gol.

Renato poderia pegar o celular, pedir um número ao presidente Fábio Koff e ligar para Felipão. Tentar entender como o treinador da Seleção tirou o máximo de Barcos no Palmeiras, campeão da Copa do Brasil.

Goleador no Palmeiras, Barcos perdeu o faro de gol no Grêmio. Foto Agência RBS, Banco de Dados


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Seleção aumenta poder de Marin no Brasil

09 de agosto de 2013 0

O sucesso da Seleção na Copa das Confederações fortaleceu o presidente da CBF, José Maria Marin.

Hoje o candidato que ele escolher como seu sucessor, em 2014, será eleito. O primeiro da lista é Marco Polo Del Nero, o número 1 da Federação Paulista de Futebol (FPF), antigo aliado de Ricardo Teixeira e de Marin.

A oposição, que anda silenciosa nas últimas semanas, tem raras chances de chegar ao poder. O ex-presidente do Corinthians, Andres Sanchez, perdeu força com o sucesso da Seleção. Ele foi o mentor de Mano Menezes na CBF. Os dois caíram quase  juntos no ano passado. Nem o Governo Federal carrega mais contra Marin, mesmo que ele não seja bem-vindo no Palácio do Planalto.

A CBF exibe mais de R$ 300 milhões em caixa, o que impressionas as federações estaduais, sempre em busca de apoio financeiro no Rio.

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Os três clubes europeus mais populares no Brasil

09 de agosto de 2013 1

Pesquisa da Stochos descobriu que Barcelona (24,9%), Real Madrid (11,8%) e Milan (3,7%) são as equipes europeias com mais torcedores no Brasil.

Dois times da Espanha e um da Itália dominam os corações dos torcedores brasileiros.

Com Neymar, o Barça deve subir no ranking. Afastar-se ainda mais da de Madrid e Milan.

Neymar, no dia da sua apresentação, em Barcelona, em junho passado, na foto Lluis Gene/AFP

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Federação Gaúcha de Futebol precisa de R$ 5 milhões

09 de agosto de 2013 0

A Federação Gaúcha de Futebol (FGF) precisa de mais R$ 5 milhões para conseguir inaugurar em março de 2014, três meses antes do início da Copa do Mundo, a sua nova sede.

Localizado na Avenida Edvaldo Pereira Paiva, esquina Ipiranga, na Capital, o edifício, com projeto assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907/2012), já consumiu mais de R$ 10 milhões.

O direito de nome do edifício-sede, assim como os do reformulado Beira- Rio e da Arena, também está a venda. O naming right custa R$ 10 milhões por um contrato de 10 anos.

 Caixa e GM mostraram interesse em inestir no direito de nome do edifício-sede, .

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Grêmio pagará 60% dos salários de Cris no Rio

09 de agosto de 2013 6

Cris, 36 anos, receberá salários do Grêmio e do Vasco.

O clube gaúcho pagará 60% do total dos rendimentos do zagueiro, que chegou em Porto Alegre pelas mãos de Vanderlei Luxemburgo, mas não rendeu o esperado, especialmente na Libertadores.

Ricardo Gomes e o meia Juninho, ex-colega do zagueiro no Lyon, foram decisivos no processo. Eles ajudaram a fazer cabeça do técnico Dorival Jr.

O acerto só não saiu na semana passada porque o técnico Renato queria o jogador no banco de reservas no Gre-Nal, o que irritou muito os vascaínos. Quase que o negócio não sai.

O zagueiro Cris, foto Divulgação/Grêmio, com o uniforme de viagem do Grêmio

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Grêmio de Renato perde caminho do G-4

09 de agosto de 2013 16

Quem advinhar o esquema tático de Renato Portaluppi ganha uma cadeira gold na Arena. Quem conseguir tirar ideias de futebol das suas entrevistas também.

Domingo, ele usou três zagueiros. Nesta quarta, adotou três volantes. Como nada deu certo, chamou quatro atacantes. O problema continuou. O ataque permaneceu isolado, atacantes empilhados. As chances de gol não surgiram.

O problema não está na defesa ou no ataque. Vive no meio-campo. Falta o meia qualificado, o homem do passe, o jogador capaz de colocar a bola no pé direito do atacante na cara do gol.

O time se esforçou. Suou. Correu. Foi só transpiração, zero de inspiração. Errou todos os passes possíveis.

O presidente Fábio Koff classificou o jogo como o pior na temporada gremista depois de sete meses. A equipe foi envolvida pelo adversário, que poderia ter feito muito mais que um solitário gol. Dida fez grandes defesas.

A derrota técnica e tática para o bom e organizado Coritiba exibe toda a fragilidade do Grêmio pós-Vanderlei Luxemburgo. Na entrevista depois da partida, Renato não conseguiu explicar a derrota. Em campo, não se observa o trabalho do treinador. São só sete jogos, claro, mas as jogadas ensaiadas, a bola parada diferenciada, não aparecem.

Mudar esquema a cada jogo não funciona, ainda mais quando o treinador não tem jogadores específicos para as funções. Manter Pará e Barcos é chamar o azar. Kléber é um gladiador isolado lutando contra uma defesa inteira.

O aproveitamento de Renato é apavorante: 37%. Nas últimas três partida, duas em Porto Alegre, ganhou um ponto. Oito pontos já separam o Grêmio dos líderes. A direção imaginou que Renato poderia fazer um milagre. Ele pode motivar os jogadores. Mas falta ao time um desenho tático e um trabalho de campo mais consistente. Os últimos resultados mostram todas as carências gremistas.

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Torcida colorada já tem lugar marcado na Arena

27 de julho de 2013 24

A Brigada Militar anuncia na segunda-feira que o primeiro clássico da Arena terá duas torcidas.

Grêmio e Inter já conversam deste sexta-feira.

Serão liberados entre 1,5 mil e 2 mil ingressos, ao preço de R$ 80.

Os colorados ocuparão um espaço no setor sul, quarto nível, ao lado da goleira que fica à direita das cabines de TV.

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Craques do passado voltam ao pátio do Olímpico

26 de julho de 2013 14

O pátio do Olímpico voltou ontem aos anos 1980. Em um momento, o ponteiro Tarciso e o zagueiro Baidek do time campeão da América e do Mundo de 1983 se encontraram com o jovem Guilherme Biteco (primeira foto, de Léo Cardoso/Agência RBS).

Depois, mataram a saudade do superintendente Antônio Carlos Verardi, 50 anos de história no clube (segunda foto, de Léo Cardoso, Agência RBS).

Esses dois, além de China e Paulo Roberto, reencontraram-se com Renato para a produção de fotos como parte da reportagem especial em homenagem aos 30 anos da conquista da primeira Libertadores do Grêmio que Zero Hora publicará na edição deste domingo.

Assista ao vídeo e à galeria de fotos dos bastidores do encontro em zerohora.com/esportes.

 


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Arnaldo Cezar Coelho sobre a final da Libertadores: "Arbitragem infeliz"

26 de julho de 2013 3

Árbitro da final da Copa da Itália, em 1982 , Arnaldo Cezar Coelho (ao lado), 70 anos, não gostou das arbitragens na Libertadores, que se encerrou com o Atlético-MG campeão. As críticas começam com o juiz da final, o colombiano Wilmar Roldán (abaixo). Alcancei Arnaldo por telefone, quinta-feira, no Rio de Janeiro:

Zero Hora – Em que lance o árbitro da decisão errou?

Arnaldo Cezar Coelho – Cito só o mais importante e decisivo da final. Ele não mandou voltar a primeira cobrança de pênalti de Miranda, do Olimpia. O goleiro Victor se adiantou. Faltou personalidade e atenção ao colombiano. Ele foi omisso. Era preciso voltar, cobrar a penalidade outra vez. O juiz cometeu um erro histórico. Vi uma arbitragem infeliz no Mineirão.

ZH – Como você avalia o trabalho da arbitragem sul-americana na Copa Libertadores?

Arnaldo – Ruim, muito ruim. A Conmebol alega que há uma nova geração de árbitros em atividade. Diz que existe um processo de renovação em todo o continente, que os antigos destaques, os mais experientes, se aposentaram. Mas o que se vê são árbitros falhando em quase todos os jogos, mesmo nos decisivos.

ZH – Você apontaria um destaque?

Arnaldo – Positivo? Não. Negativo? Sim, muitos. Não só o Roldán, como outros. Lembra o que o paraguaio Carlos Amarilla fez em Corinthians e Boca, no Estádio do Pacaembu? Falhou em lances decisivos e prejudicou os brasileiros. A arbitragem na Libertadores foi medíocre.

ZH – Já que estamos no assunto, como anda a arbitragem brasileira?

Arnaldo – Não dá para tirar o Brasil do contexto da América do Sul. Vai mal. Você quer um exemplo claro? Observe que o nosso árbitro da Copa do Mundo de 2014 será o terceiro da lista dos brasileiros escolhidos pela Fifa, o Sandro Meira Ricci, que é um moço inteligente. O paulista Wilson Seneme e o Leandro Vuaden, que é gaúcho, fracassaram nos testes físicos. Não se prepararam corretamente.

ZH – E a nova geração do Brasil?

Arnaldo – Não tem nada, não vejo ninguém nesta nova geração. Parece que eles não levam a sério a arbitragem, não têm um foco definido. É preciso apitar bem num jogo, melhorar no próximo, crescer no seguinte, mas eles não agem assim. Não entendo.

O colombiano Wilmar Roldán, polémico árbitro da final da Libertadores, entre Atlético-MG e Olimpia, na foto de DOUGLAS MAGNO/AFP


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D'Alessandro fala sobre Dunga, Tite, Mazembe e o sucesso na TV

26 de julho de 2013 6

D’Alessandro passou boa parte da tarde de ontem em um estúdio da ESPN Brasil, em São Paulo.

Durante 90 minutos foi o entrevistado do programa Bola da Vez, que vai ao ar na terça-feira.

O argentino falou de tudo. Da sua relação com Dunga, do bem que fez ao grupo de jogadores a chegada do treinador ao Beira-Rio, do seu desentendimento com Tite e a posterior reconciliação, e até da derrota para o Mazembe no Mundial de Clubes da Fifa em 2010, que ele considera a pior da sua carreira

Antes das 20h, pegou um voo direto para Porto Alegre, já que não enfrenta o Náutico, em Recife.

O que o argentino disse sobre o atual técnico colorado:

– Com a chegada do Dunga, a gente sabia que vinha um cara que é muito simples, disciplinado e que a gente precisava disso. Ano passado tivemos muitas coisas que atrapalharam dentro e fora de campo o nosso rendimento. Nossa caminhada está certa.

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Exército Gremista aproxima-se dos 500 mil cadastrados

25 de julho de 2013 21

O projeto Cadastro do Torcedor Gremista – Exército Gremista (CTG) aproximou-se das 500 mil adesões. O programa de relacionamento dá vantagens ao torcedor.

Ele pode comprar ingressos na Arena pela Internet sem passar pela bilheteria, desde que disponha de um cartão magnético fornecido pelo clube.

– Ao comprar o ticket no site da Arena, o cartão é carregado, sendo apenas necessária a sua apresentação para acessar o estádio – garante o executivo de marketing do Grêmio, Carlos Alberto Carvalho Filho,

A meta é cadastrar 700 mil até dezembro.

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Abel Braga pode ser demitido na Arena

25 de julho de 2013 11

Aos 60 anos, 28 de carreira em 19 equipes, Abel Braga enfrenta o Grêmio, domingo, pela terceira vez em 2013, com uma derrota e um empate na Libertadores.

Seu momento no Fluminense é delicado, raros lembram do título brasileiro de dezembro de 2012.

 Abel vem de quatro derrotas seguidas e está desgastado com os dirigentes.

A pichação “Fora Abel” aparece regularmente nos muros das Laranjeiras, sede do clube, no Rio.

Uma derrota na Arena pode afastar o treinador do Flu, 14º no Brasileirão, sete pontos longe do líder Botafogo.

O nome de Ney Franco é o mais lembrado para o lugar de Abelão.

Abel Braga, nas Laranjeiras, no Rio, Rossana Fraga/Photocâmera/Banco de Dados

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Atlético-MG gasta sua cota de milagres, mas é campeão

25 de julho de 2013 7

Os 90 minutos não bastaram. Foi necessário chamar mais 30, pedir pelos pênaltis. Sofrer é com o Atlético-MG. Gastar toda uma cota eterna de milagres também. Vencer a Copa Libertadores da América, a primeira Libertadores, tem um preço. Os mineiros pagaram com o sinal da cruz. Um olho na bola, outro no alto.

O piedoso técnico Cuca usa uma camisa preta com uma imagem de Nossa Senhora. Seus jogadores agradecem aos Céus a cada bela jogada, mas exibem um vasto repertório de palavrões depois dos gols perdidos.

Os Céus estavam com eles na Libertadores 2013. Os gols nos finais dos jogos, os pênaltis perdidos e os convertidos, as defesas milagrosas. Nunca um time foi tão abençoado pelos deuses dos estádios como o Atlético-MG. Os atletas fizeram sua parte igualmente. Exibiram o futebol mais vistosos da competição. O campeão foi o melhor time também. Precisava vencer o Olimpia por 2 a 0 no tempo normal. Superou, empatou na prorrogação, ganhou nos pênaltis.

Ao vencer o copeiro Olimpia no Mineirão, depois de uma seqüência de pênaltis, o Galo, mais forte e vingador do que nunca, começa a freqüentar uma elite do futebol brasileiro, formada por clubes que venceram o rneio sul-americano. Pelo seu tamanho e poder, chega com décadas de atraso. Desembarca bem recomendado e em condições de lutar pelo título do Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, no Marrocos.

O Atlético encerrou uma parte da sua história nas primeiras horas desta quinta-feira em Belo Horizonte. Começa outra, campeão da América tatutada nas suas chuteiras. O jogo será oiutro a partir de agora.

O Galo foi o melhor time da competição. Exibiu um futebol ousado, ofensivo e diferente. O título é justo, especialmente depois de superar o Olimpia, o time que tinha a cara da velha Libertadores.

O Olimpia foi enérgico, lutador, determinado em Minas Gerais. Perdeu um jogo que poderia ter vencido, teve a bola do jogo três vezes. Num lance cômico, seu pesado centroavante driblou o goleiro adversário, mas caiu na hora da conclusão, do gol que mudaria a história da decisão.

O Atlético-MG jogou, mas nunca esteve sozinho. Uma torcida espetacular o fez maior.

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OAS recebe licença para demolir Olímpico

24 de julho de 2013 6

O coordenador executivo do grupo do projeto de demolição do Olímpico da prefeitura de Porto Alegre, Ricardo Gothe, liberou a licença de demolição do estádio para a OAS.

A construtora já pode colocar os tapumes, implantar os canteiros de obras e acionar as máquinas no bairro Azenha.

Mas falta ainda a licença de implosão – entre outros documentos legais.

Gothe adiantou que o perímetro de desocupação em torno do Olímpico será de cerca de 200 metros (veja abaixo no desenho as áreas delimitadas).

A poeira deve baixar em 30 minutos depois que os explosivos forem detonados, calculam os especialistas.

Os moradores dos arredores do Olímpico que forem deslocados serão abrigados numa área criada pela OAS.

A data não foi definida, mas a operação deve ocorre num domingo, dia de menor movimento na região.

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Damião perde vaga no Napoli e no Tottenham

24 de julho de 2013 36

O Napoli não entendeu ainda a recusa do Inter em negociar Leandro Damião por quase R$ 69 milhões.

Nem a posição do atacante, que receberia um ótimo salário, disputaria a Liga dos Campeões, seria recebido por 75 mil pessoas no Estádio San Paolo, em Nápoles, e ganharia nova vitrina europeia.

Eles acreditam que a opção Zenit, da Rússia, não é a ideal neste momento para a carreira do atacante de 24 anos, que pensa na Seleção.

Sem Damião, que teve três conversas com o técnico Rafa Benítez por telefone, os italianos pagaram mais de R$ 100 milhões pelo argentino Higuaín, testado na Europa, ao contrário do 9 colorado.

Outro clube que namorava Damião, o Tottenham, de Londres, vai pagar cerca de R$ 78 milhões por Soldado, do Valencia e da seleção da Espanha, e que fazia dupla com o ex-gremista Jonas.

Outro atacante sul-americano cobiçado é Luis Suárez, que vale R$ 180 milhões, segundo o Liverpool. Dinheiro que só Real Madrid, Chelsea e Manchester United têm.

Luis Suárez treina em Melbourne, na pré-temporada do Liverpool, na foto de  Mal Fairclough/AFP


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Banrisul renovará patrocínio máster com dupla Gre-Nal

24 de julho de 2013 6

Grêmio, Inter e Banrisul finalizam um novo acordo de patrocínio por mais dois anos. Os números são sigilosos.

No mais recente contrato, fechado em 2011 e que expira no final do mês que vem, cada clube recebeu cerca de R$ 12 milhões anuais. A renovação, por um valor maior, deve ser anunciada em duas semanas.

O banco gaúcho é parceiro histórico da Dupla. Ao contrário de equipes do Rio, de São Paulo e de Minas Gerais, que trocam de patrocinador a cada temporada, Grêmio e Inter permanecem fieis ao Banrisul – assim como a Tramontina e a Unimed.

O retorno que as marcas têm com o futebol local reforçam esta associação.

A Caixa fez sondagens, mas as conversas não avançaram. O BMG, que tentou se aproximar no passado, desistiu de investir nos times do Rio Grande do Sul.

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Grêmio tentou contratar novo técnico do Barcelona

24 de julho de 2013 9

Antes de acertar com Renato Portaluppi, no dia 1º deste mês, quando o fim de Vanderlei Luxemburgo estava decretado, em junho, o Grêmio tentou a contratação de Garardo Martino, 50 anos, então treinador do Newell’s, da Argentina.

Em Rosario, onde vivia. conterrâneo de Messi, o novo treinador do Barcelona recebeu o convite.

Em plena disputada da Copa Libertadores da América, não quis entrar em detalhes. Agradeceu muito. Disse que gostaria de tirar meio ano sabático no segundo semestre. Ofereceu a esposta igual ao Santos, que o chamou depois da saída de Muricy Ramalho.

Mas não resistiu ao aceno da Espanha.  

Tata Martino será o quarto treinador argentino na história do Barça, depois de Roque Olsen, Helenio Herrera e Cesar Menotti, campeão mundial com a seleção da Argentina em 1978.

Tata Martino (D), em Rosario, cidade argentina do Newell’s, seu ex-clube, na foto de CARLOS CARRION/AFP


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Qual o tamanho da paixão da dupla Gre-Nal pela Libertadores?

23 de julho de 2013 1

Pesquisa da Nielsen Sports descobriu que o Brasileirão, com 64% de preferência, é o campeonato favorito dos Brasileiros.

 Copa do Mundo (28%) e Libertadores da América (20%) o seguem.

Mesmo na final da Libertadores, amanhã, só 11,2% de torcedores do Atlético-MG destacaram o torneio como competição favorita.

O fã número 1 é o torcedor do São Paulo, com 32,7%.

Depois, chegam Grêmio, 31,5%, e Inter, 28,8%, e, então, empatados, Palmeiras e Corinthians, 25,8%.

Victor, atrapalhado por Alecsandro, vê a bola no caminho do gol depois do chute de Pittoni, do Olimpia, no Paraguai. O Atlético-MG perdeu o primeiro jogo da decisão. O time mineiro nunca venceu a Libertadores.  Foto Norberto Duarte/AFP


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