Quando substituiu Paulo Odone, em dezembro de 2012, alguns dos principais assessores do presidente Fábio Koff não viam em Vanderlei Luxemburgo o técnico ideal para o Grêmio de 2013. Reclamavam do alto salário do treinador, das suas exigências e do espaço que ocupa nos times que o contrata. Muitas vezes Luxa se confunde com o próprio presidente do clube.
Na época, Luxemburgo era unanimidade entre os torcedores gremistas. Encerrou a temporada com aplausos no Olímpico, como ídolo. Quatro meses depois, sem o melhores resultados, fora do Gauchão e claudicante na Libertadores, o treinador não tem mais o total apoio dos torcedores e ainda sofre a pressão de integrantes do conselho de administração do clube.
O certo é que o trabalho de Luxemburgo está sob severa avaliação. A partida de quarta-feira, contra o Independiente de Santa Fé, é uma linha que Luxemburgo precisa cruzar. Se for bem, ganha fôlego. Se o time vacilar, como aconteceu nos últimos jogos, seu projeto pode ter um fim prematuro.
Joga em nome de Luxemburgo a falta de bons nomes disponíveis no mercado e mão firme de Koff, que ainda o segura.













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