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Posts na categoria "Mundo"

Napoli avalia empréstimo de Vargas

15 de junho de 2013 6

Olheiros do Napoli acompanham muito de perto as atuações de Vargas em Porto Alegre, no Brasil e na América Latina.

Os italianos estão satisfeitos com o desempenho do atacante chileno. Entendem que ele está evoluindo, mas não pensam em buscá-lo no meio do ano. Querem que ele fique mais alguns meses no Grêmio. Acreditam que a experiência no futebol brasileiro será muito útil para o futuro do jogador da seleção do Chile, bem posicionado para disputar a Copa do Mundo de 2014.

Segundo a imprensa italiana, o novo treinador do clube, Rafa Benítez, não mostrou interesse na volta imediata de Vargas. Ele quer que o clube contrate dois atacantes mais experientes.

Uma das principais metas de Benitez é ganhar o Campeonato Italiano da próxima temporada.

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Nem Ronaldinho, nem Pato. É Cristiano Ronaldo

19 de outubro de 2010 4

O Real Madrid liquidou o decadente Milan com dois estranhos gols em dois rápidos minutos:

1) Cristiano Ronaldo acertou o chute de falta, a barreira abriu e a bola entrou.

2) O canhoto Ozil bateu fraco de pé direito, a bola desviou num zagueiro, enganou o goleiro e entrou.

O Milan foi dominado sem dó nem pena. Pato e Ronaldinho sumiram na marcação, Robinho ficou sentado no banco até os 26 minutos do segundo tempo. O Milan não conseguiu segurar o Real Madrid no Santiago Bernabeu. Não tem qualidade para tanto.

O jogo foi de Cristiano Ronaldo. Marcelo foi bem outra vez. É jogador de Seleção. Sabe marcar e servir. É lateral esquerdo, poder ser ala, um meia canhoto.

O Madrid de Mourinho começa a Liga dos Campeões com fôlego de favorito. É começo, mas a arrancada recomenda.

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Jaabulaaaani

01 de setembro de 2010 2

A incrível média de gols da segunda rodada do Campeonato Alemão, 4,3 por partida, pode ter uma explicação. A bola oficial da Bundesliga é a Jabulani, que fez sucesso na Copa da África do Sul ao ser criticada pelos jogadores por sua imprevisibilidade.

A tecnologia é a mesma, mas a roupagem é outra e o nome também. É chamada de Torfabrik ou “fábrica de gols”. É a primeira vez em 47 anos que a Bundesliga tem uma bola oficial. Na foto, os jogadores do Bayern Leverkusen procuram, mas não acham a veloz Torfabrik.

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Ataque reforçado

31 de agosto de 2010 4

Pato completa 21 anos em três dias. Com 92 partidas pelo Milan desde janeiro de 2008, o atacante marcou 43 gols. A torcida promete festejar seu 100º jogo com a camisa do clube.

O atacante quase se mudou para Londres, depois do convite do Chelsea. Ficou no norte da Itália porque os dirigentes prometeram formar uma equipe competitiva apesar da crise. Domingo chegou Ibrahimovic, Robinho é esperado nos próximos dias.

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Inter comemora título continental e a tríplice coroa

22 de maio de 2010 26

Faça uma grande fila com 11 jogadores da Inter de Milão. Você encontrará grandes jogadores em todas as posições.

Comece no goleiro. Júlio César é o melhor goleiro do mundo. Quem não gostaria de ter Cambiasso? Só o tapado do Maradona. Qual o time que recusaria Eto'o? Nunca. E Lúcio, capitão da Seleção Brasileira? E Maicon, o melhor lateral do planeta bola? Jogam em qualquer lugar.

O título do Inter, o terceiro no mesmo mês, uma clássica tríplice coroa, é justa, perfeita, inquestionável. Seu técnico, José Mourinho, é o melhor da Europa, é o treinador da moda, pode escolher qualquer equipe que quiser para trabalhar, talvez o Real Madrid a partir de agosto.

A vitória sobre o Bayern (2 a 0, gols de Milito, um em cada tempo), saiu ao natural. Os alemães enfrentaram uma seleção mundial. Júlio César, Lúcio e Maicon se apresentam ao técnico Dunga com três faixas no peito, campeões e confiantes.

A decisão sempre nivela duas equipes, mas às vezes a qualidade dos jogadores se impõe.

O Bayern correu, suou, se impôs em alguns minutos, mas só incomodou Júlio César duas ou três vezes. Robben, sua estrela, ficou muito fixo do lado direito. Sentiu demais a falta do francês Ribéry, companheiro de armação e conclusão.

Milito marcou duas vezes, Cambiasso jogou por ele e por mais meia dúzia, Júlio César foi o grande goleiro de sempre, Lúcio marcou, Samuel não perdeu uma só jogada, Zanetti correu muito. Você notou os passes perfeitos de Sneijder?

A Copa dos Campões é da Inter, sua terceira, sofrida e comemorada taça. A Itália tem o melhor time do continente. Madri, local da decisão, é azul e preto, como no inebriante norte da Itália.

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A conexão gaúcha do uruguaio Lugano

08 de maio de 2010 27

O valente capitão da seleção uruguaia, ex-zagueiro do São Paulo, ídolo do Fenerbahçe turco, Diego Lugano fala da sua vida, do interesse da dupla Gre-Nal, de Jorge Fossati e dos seus favoritos para vencer a Copa do Mundo da África do Sul.

Diego Lugano, 28 anos, atende o telefone dentro de um elevador em Istambul. Ele pede mais cinco minutos. Depois, no seu apartamento, atende a segunda ligação, sabe que é do Brasil. Conta que seus ouvidos não estão bem recuperados. Lembranças de um show do Sepultura, que assistiu a convite do guitarrista Andreas Kisser, um fanático torcedor são-paulino.

Quando começa a entender que o repórter é de Porto Alegre, fala com entusiasmo, esgrimindo um portunhol treinado durante quatro temporadas no São Paulo (2003/2006), quando foi campeão paulista, da Libertadores e do mundo:

– Você não vai acreditar... Eu estava mesmo me organizando para assistir ao Gre-Nal (a entrevista foi feita domingo passado). Vi o primeiro (dia 25 de abril, Grêmio 2 a 0), gostei muito. Assisti ao Inter ser roubado em Buenos Aires (o 3 a 1 contra o Banfield). Que vergonha. Sou de Canelones (cidade do sul do Uruguai). Acompanho muito o futebol gaúcho. Sou gaúcho como você (risos).

Zagueiro do Fenerbahçe (ou fenerbátchê na sua repetida pronúncia), campeão da Copa da Turquia e da liga local, já viu, leu e ouviu seu nome ser envolvido como futuro jogador de Grêmio e Inter muitas vezes.

– Do Grêmio eu fiquei sabendo. Mas o negócio não evoluiu.

– E o Inter? – eu questiono.

– Nunca soube de nada concreto, ao menos o meu empresário nunca me comunicou nada de especial.

– Mas você gostaria de jogar em Porto Alegre? Os dois times gaúchos sempre precisam de zagueiros especiais.

– Claro, são dois bons times, ótimas torcidas, perto de Montevidéu. Vocês fazem um churrasco tão bom quanto o nosso (risos), mas eu gostaria mesmo é de voltar para o São Paulo. É meu time, sabe. Me identifico muito com o São Paulo.
-

Fossati lhe abriu as portas da seleção

Brasil, Uruguai, qualquer transferência não faz parte dos seus planos em maio de 2010. Antes, ele acha que a Copa do Mundo da África do Sul pode definir uma nova etapa na sua carreira de 11 anos. Ele cobiça vaga em algum time da Europa rica. Aliás, quem o convocou pela primeira vez para a Celeste foi um técnico muito conhecido dos gaúchos, seu conterrâneo Jorge Fossati.

– Jorge me ofereceu a grande oportunidade e acho que aproveitei. Fui seu capitão. Eu saí muito novo do Uruguai, tinha 21 anos, os torcedores não me conheciam, desconfiavam do meu futebol e da minha liderança. Jorge Fossati me ajudou muito. Sou grato a ele.

Lugano se derrete em elogios a Fossati, muito contestado em nossas terras.

– Ele é uma pessoal legal, respeita os jogadores, mas tem opiniões fortes. Os atletas gostam muito dele também.

Lugano acredita que o seu Uruguai, dele e de Fossati, pode fazer uma grande Copa do Mundo.

– Contamos com bons jogadores, experientes e que fazem sucesso na Europa. Ninguém nos cita, corremos por fora e eu acho ótimo. Esta geração pode oferecer algo mais ao Uruguai.

– Você acha que o Brasil é o favorito?

– Não, acho que não.

– Quem seria?

– A Espanha, eu apostaria na seleção espanhola, mais do que na do Brasil, muito mais do que na da Argentina. A Espanha está recheada com grandes jogadores, atua junto desde a Copa passada, ganhou a Eurocopa dois anos atrás e ainda exibe grandes individualidades.

– Quem faz você suar nos jogos na Europa (risos)?

– ... (risos) Tem um quinteto que é perigoso como Henry (Barcelona), Benzema (Real Madrid), Milito (Inter de Milão) e Agüero (Atlético de Madri). O Messi é impossível, o Cristiano Ronaldo é diferenciado. A vida de zagueiro não é fácil em lugar nenhum – completa.

Nem dos atacantes, imagino, ainda mais quando se tem pela frente um cara de 1m88cm, quase 90kg, que se recusa a trocar de camiseta com adversários depois dos jogos.

Amigos? Sorrisos?

Só fora de campo, como manda o manual do zagueiro uruguaio que ele segue à risca.

Um charrua nunca se comove dentro de campo.



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Só os argentinos duvidam de Messi

08 de abril de 2010 19

Após quatro gols contra Arsenal, o jornal britânico Daily Mail elegeu Messi: “Primeiro foi Pelé, depois veio Maradona. Agora, saudamos o novo rei”.

Segundo levatamento da Folha, o argentino percorreu 9,91 km em campo, preferindo o meio em vez de investidas pelas pontas. Finalizou oito vezes, seis delas em direção ao gol, quatro tentativas encontraram as redes. Messi ainda deu 40 passes e acertou 33, um aproveitamento de 83%. De acordo com o jornalista Rodrigo Bueno, autor da matéria no jornal paulista, Messi não tocou esse desempenho nenhuma vez em em 2009, ano que venceu a eleição da Fifa de melhor jogador do planeta.

Na Argentina, no entanto, Messi não é tratado nem como príncipe.
Acusam o prodígio de não cantar o hino do país antes dos jogos, de que é catalão, que não sente a camisa argentina e que na seleção ele não tem a mesma atitude (ganas, como dizem os vizinhos) que no Barcelona.

– Nada me molesta más que me digan que no soy argentino – disse Messi várias vezes.

Aos 22 anos, ele continua o número 1 do mundo. Todos esperam o máximo de Messi na Copa, mas, se ele ganhar o Mundial, o mérito também será de Maradona. Muitos acusam Maradona de mau técnico, de não saber posicionar Messi entre seus 11.

Os hermanos acreditam que haja dois Messi. Os fãs do ex-craque criaram até uma frase para dividir os dois: “Con una naranja, Maradona hizo mejores cosas que Messi con una pelota”.

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Vai faltar cerveja em Munique

07 de abril de 2010 4

Diz o velho, old, old man, do futebol:

- Futebol se ganha no detalhe, especialmente em decisões.

Um a um, o jogo se equilibrava em Manchester, oito dias atrás, Evra falhou como um amador no último minuto de jogo na Alemanha, entregou a bola nos pés de Olic e o Bayern empatou.

O jogo corria leve e lindo em Old Trafford, Rafael fez uma falta de primário no francês Ribery no meio-campo, levou o segundo cartão amarelo, recebeu o vermelho na sequência e seu United afundou como um barco de papel de pão no Canal da Mancha.

A equipe alemã, que venceu o jogo de ida por 2 a 1, em Munique, conseguiu a vaga por ter feito mais gols na casa do adversário (2 a 3). Rooney entrou descontado, deu o passe para o primeiro gol, mas não foi ele. Foi menos do que a metade do que é. Ele faria a diferença. Não fez. O "Pelé Branco" dos ingleses, são eles que dizem, eu não, foi um atacante comum.

Bayern e Lyon disputam uma das semifinais da Copa dos Campeões. Os ingleses estão fora. Do outro lado, Inter e Barcelona jogam a outra vaga. Barcelona é o favorito disparado. A temporada é de Messi. Não há estrela maior no nosso universo próximo ou distante.

O jogo entre Manchester United e Bayern parecia definido antes do intervalo. O United jogava como uma academia e fazia 3 a 1 com a facilidade dos campeões. Com 10, os britânicos recuaram naturalmente e sofreram a pressão bávara. O segundo gol veio ao natural, sem que antes o United perdesse duas boas chances. O holandês Arjen Robben chutou de esquerda, no canto de Van der Sar, e marcou o segundo.

Sai a Guinness dos vizinhos irlandeses, entra a boa cerveja clara da Baviera. O estoque da região de Munique, a mais próspera e rica do país, baixará consideravelmente depois de uma noite sem fim.

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Messi é melhor do que Maradona

06 de abril de 2010 62

Messi é genial. Mas sua genialidade não estaciona em diferentes temporadas. Sobe como um prédio colossal de Abu Dhabi. No Camp Nou, com os vermelhos do Arsenal pela frente, Messi marcou quatro vezes, aos 21 minutos, 37, 42 e 88.

O Barcelona bebe sua euforia. A torcida do Barça é feliz. Já vestiram a sua camisa Cruyff, Maradona, Romário, Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho. Há uma fila enorme de craques. Messi é apenas o mais recente.

O troféu da Fifa para o número 1 do mundo será dele outra vez. Sem discussão. Sem um não. Ou você se levanta e é contra?

Quem joga tudo o que sabe na Liga dos Campeões é chamado à Suíça em jato particular. A Fifa reverencia seus príncipes. Messi é o grande jogador do novo século. O futebol está recomeçando com ele no terceiro milênio.

Nunca uma vitória foi tão anunciada. O pobre Arsenal, sem alguns titulares, sem o seu grande jogador, Fábregas, sentiu o poder do melhor time do planeta. Sentiu na sua macia carne inglesa toda o calibre do pé esquerdo de Messi. O nome Messi vai dominar os sonhos, pesadelos, dos fãs dos Gunners.

Aos 22 anos, Messi é definitivamente mais jogador que Maradona com os mesmos 22 anos. Messi não tem mais o que ganhar com o Barcelona, embora os desafios sejam semanais. Se ganhar a Copa da África do Sul, se aproximará mais ainda do 10 de Ouro de todos os argentinos. Se não ganhar, paciência, aos 22 anos ele terá mais dois Mundiais pela frente, talvez um terceiro, antes dos 35 anos.

José Mourinho é o técnico mais preocupado do mundo. Como o seu Inter vai parar o mágico argentino nas semifinais da Champions League? Se você souber, please, avise-me, Eu não sei. Vou ligar para o Mourinho. Saber se ele já sabe.

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Chelsea mostra quem é em Manchester

03 de abril de 2010 7

O clássico inglês do século 21 me despertou cedo, bem perto das 8h. Nem todo o sábado é dia de sono, todo o sábado é manhã de chá preto com um dedo de leite quente. Só duas vezes por ano é manhã de Manchester United e Chelsea. Só raramente uma partida entre os dois times vale tanto.

O domínio do Chelsea no primeiro tempo deixou a impressão que o jogo seria seu. Foi, mesmo que o segundo gol, o de Drogba, fosse em posição ilegal - um impedimento de cartilha de arbitragem.

Vitória justa, dupla. Vencer o Manchester United (2 a 1) dos nossos dias em Old Trafford é feito. Foi prêmio, uma abraço apertado na liderança. O Chelsea volta para a capital inglesa, mais de 300 quilômetros a sudeste de Manchester, como líder da Premier League. Olha o título e sorri. Está no caminho, no melhor deles.

O Chelsea fez um grande jogo. Correu, criou e marcou. Quando anotou o segundo gol, o técnico Carlo Ancelotti providenciou uma forte organização defensiva capaz de ser aplaudida por qualquer italiano em qualquer lugar do planeta. Terry e Alex estiveram no mais alto nível. Joe Cole reencontrou a velha forma. O francês Malouda foi um dos homens da partida.

O United foi uma burocracia só. Correria 10, criatividade quase zero. Sem o talento e os gols de Rooney, machucado, olhando tudo das tribunas especiais, sem o bom jogo de Giggs e Scholes, o United foi um time comum. O lado direito, com Neville e Valência, beirou a inutilidade. O centroavante, Berbatov, estava alheio ao jogo. Alex Ferguson demorou a mudar, quando usou Nani e Marcheda, o jogo estava quase no final.

O Chelsea teve mais posse de bola, controlou quase todo o jogo e ganhou o final de semana e a liderança no Interior da Inglaterra. Ainda não é o campeão, mas o United perdeu a oportunidade de dar um passo gigantesco ao título. Ficou atrás. Vai precisar correr o que o Chelsea correu e usar a mesma criatividade do novo líder nas próximas partidas. O campeonato inglês parece mais mais azul, mas o vermelho não está totalmente pálido ainda.

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Barça vacila em Londres

31 de março de 2010 3

Arsenal e Barcelona correram na tela plana da tevê de plasma da Redação de ZH. Não vi o jogo como gostaria, nos mínimos detalhes, atenção dobrada, ligação absoluta.

O telefone tocava, o celular apitava, os colegas conversavam, o ritmo da Redação depois das 16h é sempre feroz. E eu ainda preciso fechar a minha coluna diária sem repetir informações de Internet, sempre em busca de notícias exclusivas.

Pelo que vi, o Arsenal quase caiu no abismo. Nos primeiro 15 minutos, o massacre espanhol foi impressionante. Um 3 a 0 não seria uma inverdade.

O Arsenal nunca levantou uma Copa dos Campeões. Pelo que eu observei no jogo de Londres, dificilmente passará às semifinais. O Barcelona, que desembarcou favorito nas quartas de final, vai continuar favorito não só à vaga, como ao título, já que Rooney deve ficar 30 dias fora dos 11 melhores do Manchester United.

O empate não caiu do céu porque o Arsenal melhorou no segundo tempo, marcou mais e atacou bem mais. Ok, o 2 a 2 foi injusto, mas o resultado anima o Arsenal a buscar uma vitória quase impossível no dia 6, no Camp Nou.

O Barcelona é um time quase perfeito. Quando Messi vacila, joga mal, Zlatan Ibrahimovic aparece. Marcou duas vezes, foi um dos melhores em campo e mostrou que é quase impossível parar o Barcelona.

O Arsenal perderá Cesc na decisão. Puyol e Gerard Piqué desfalcam o Barcelona.

Tomara que eu tenha tempo de ver o jogo como se estivesse em casa. Será uma das decisões da temporada. Dois times que chamam a bola de você. Mas as individualidades do Barça são superiores.

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Arsenal tentar vingar a Inglaterra

30 de março de 2010 2

Quero ver mesmo Arsenal e Barcelona. Morava perto de Highbury, bairro histórico dos Gunners, quando vivia em Londres. Durante quatro anos não perdi jogo do Arsenal na capital inglesa. Muitas vezes me posicionei atrás dos gols, onde o ingresso era mais barato. Acompanhei o time por outros estádios locais, do Tottenham, do West Ham, do Crystal Palace, do finado Wimbledon, do Chelsea, então uma equipe pequena da capital, até os grandes jogos finais das copas nacionais em Wembley.

O azar do Arsenal é o adversário das quartas de final da Champions League, o Barcelona, talvez o melhor time da década na Europa. Um antigo técnico do Arsenal disse que os times de Arsene Wenger não jogam de olho nos títulos, nas taças, mas só no bom futebol. O jogo bonito basta, faixas de campeões não passam de detalhes.

Enquanto o grande jogo não domina minhas telas, peguei parte de Bayern de Munique e Manchester United (2 a 1). Jogaço! O empate seria mais justo. Os alemães contaram com a sorte. Têm bom time, mas jogaram com 12, a sorte como atacante.

O Bayern, atuando no espetacular Allianz Arena, venceu o jogo após sofrer um gol logo depois do primeiro minutos de jogo. Virou numa incrível falha da excelente defesa do United.

Os dois clubes são históricos e já levantaram a Copa dos Campeões. A equipe inglesa venceu a competição em 1968, 1999, 2008 e a alemã, quatro: 1974, 1975, 1976 e 2001.

Ribery e Rooney, um gol cada um, foram dois grandes nomes do jogo. Mas nada está decidido. Ainda é impossível determinar o nome de um dos semifinalistas. Até porque o segundo jogo é em Old Trafford, estádio que tem uma atmosfera única. Qualquer time menos preparado treme ao sentir o urro unido da inacreditável torcida do United. Uma das únicas torcidas que acredita no poder de reversão do time até o último segundo do jogo, mesmo perdendo.

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Os novos amigos italianos

30 de março de 2010 1

Aproximados por Leonardo, técnico do Milan, Ronaldinho e Pato construíram uma sólida amizade em dois anos no norte da Itália.

Falam sobre tudo, discutem suas atuações, analisam adversários e falam muito sobre Seleção Brasileira.

Pato sabe que não tem chance. Mas Ronaldinho ainda acredita numa convocação aos 45 minutos do segundo tempo.

Os dois brincam muito e um dos temas preferidos das gozações é a dupla Gre-Nal. Eles jantam todas as semanas nos melhores restaurantes de Milão. O encontro é sagrado.

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Fúria à beira do campo também na Europa

26 de março de 2010 3

Em São José e Inter (3 a 0), um treinador (Argel) e um jogador (D’Alessandro) bateram boca. Na Inglaterra, na mesma quarta-feira, o entrevero envolveu dois técnicos, Roberto Mancini (Manchester City, de costas na foto) e David Moyes (Everton), da Premier League...

Mancini avançou sobre Moyes, que segurou a bola no meio do jogo. Os dois discutiram, se empurram, e o árbitro Peter Walton expulsou a dupla encrenqueira.

Moyes pediu desculpas, procurou o italiano e o convidou para uma boa cerveja depois do jogo. Mancini aceitou e ficou tudo ok.

Veja o vídeo:

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Messi, rei também na publicidade

24 de março de 2010 0

Messi ganhou R$ 25 milhões em salários do Barcelona em 2009.

Seus dividendos em publicidade renderam o dobro. Ele tirou Beckham do topo da lista dos reis da publicidade no futebol.

A cada partida, a cada lance, arrancada ou gol, ratifico a minha opinião sobre o argentino: Messi aos 22 anos é melhor que Maradona aos 22 anos.

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O United corre para o abraço na Inglaterra

21 de março de 2010 4

Machester United e Liverpool me despertaram no domingo. O chá preto ajudou a ligar, espantar o sono ainda do sábado. Vi um grande clássico. Jogo de pegada, decisivo, nervoso. Jogo típico da Inglaterra.

Em campo, até a respiração era mínima. Basta um suspiro para que alguém roube a bola. Foi uma partida de muita energia e de poucas jogadas espetaculares.

O Liverpool saiu na frente. O United empatou e virou, com o coreano Ji-Sung Park - antes Rooney, o melhor e mais mortal atacante mundial, havia marcado seu 26º gol na Premier League 2009/2010.

O United procura o título nacional, o quarto consecutivo, uma glória inédita no futebol inglês. O Liverpool luta por uma vaga no G-4, uma vaga direta na Ligas dos Campeões 2009/2010.

A legião estrangeira sem alma do Chelsea empatou com o Blackburn. O Arsenal venceu o clássico londrino com o West Ham.

O United parte em busca do título. Só a Liga dos Campeões pode atrapalhar a sua caminhada. O Arsenal tem um time mais jovem, mas qualificado. O United, pela experiência, pela qualidade do seu grupo, é um time de chegada. O Arsenal não é. O United é favorito. O Arsenal corre por fora. O Chelsea patinou.

Os três ainda brigam, têm chances. Mas a bola está com o United, mais uma vez, pela quarta vez consecutiva. O United é o grande time inglês dos últimos anos.

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Mundial no Japão é bola dentro da Fifa

19 de março de 2010 129

O Mundial de Clubes da Fifa volta em 2011 ao seu habitat natural, o Japão.

Em dezembro, pelo segundo ano consecutivo, os Emirados Árabes recebem a competição com sete clubes de diferentes confederações.

Eu acho que o Japão, onde os gaúchos conquistaram o planeta, é o lugar ideal porque a competição nasceu em Tóquio. Tem tradição, tem um público que adora futebol e lota os estádios em dias de jogos, ao contrário de Abu Dhabi. O que tirou a competição de Tóquio e de Yokohama foi o dinheiro. Os petrodólares pesaram mais que o dinheiro das montadoras.

Mas nem só com dinheiro se faz futebol. É preciso paixão.

O que você acha, leitor, Japão ou Emirados Árabes? Você tem outra sugestão de sede?

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Um tour pelos estádios da Copa 2010

19 de março de 2010 13

Você já leu aqui no blog: 20 arquitetos das 12 cidades-sede da Copa de 2014 viajaram para a África do Sul para conhecer as casas que abrigarão o melhor do futebol mundial entre junho e julho deste ano. Entre eles, o arquiteto gaúcho Maurício Santos, um dos que assinam o novo projeto do Beira-Rio.

Na bagagem, além de referências e ideias, Maurício trouxe suas impressões e imagens dos estádios.

>>> Para visualizar as fotos em tamanho maior, você pode clicar sobre elas.

>>> Mais imagens aqui na GALERIA DE FOTOS.

O arquiteto visitou seis estádios, em cinco cidades diferentes. Destes, dois foram reformados recentemente (Ellis Park, em Joanesburgo; e Loftus Versfeld, em Pretoria) e os outros quatro foram construídos especialmente para a Copa (Soccer City, em Joanesburgo; Green Point, na Cidade do Cabo; Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth; Moses Mabhida, em Durban).


- Pude notar um contraste marcante: os estádios reformados receberam investimento relativamente baixo e certa flexibilidade na adequação aos quesitos da FIFA. Já os novos foram presenteados com vultuosos recursos e estão entre os mais modernos da atualidade - conta Maurício Santos.

Uma das principais preocupações estava no atraso das obras. Mas, segundo o arquiteto, houve um considerável avanço:

- Faltando cerca de 100 dias para começar a Copa, notavam-se poucas obras dentro dos estádios (principalmente de acabamentos) e algumas intervenções maiores ainda em andamento no entorno dos estádios, mas com prazo ainda adequado para as finalizações.

Assim como no Brasil, paira no ar uma desconfiança quando o assunto é o Pós-Copa, o aproveitamento da infraestrutura da competição no futuro. Mesmo com certo ceticismo, os africanos começam a ser fisgados pelas obras monumentais:

- É inegável que alguns dos estádios já se tornaram marcas reconhecidas em suas respectivas cidades, como o caso de Soccer City, em Joanesburgo, e do estádio de Durban.

Maurício teve a oportunidade de assistir a uma partida da África do Sul, em Durban. Uma experiência, segundo ele, inesquecível e que sintetiza a importância de uma Copa do Mundo:

- É impressionante a atmosfera criada por este novo espaço. A iluminação cênica, o sistema de som tocando músicas conhecidas por todos, a escala grandiosa do novo estádio, todos esses elementos contribuiram para a formação de um clima de confraternização e alegria em um lugar tão socialmente complicado como a África do Sul.

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DNA uruguaio leva Nacional a favoritismo

18 de março de 2010 56

Em uma Libertadores sem grande brilho, apareceu um dos favoritos. O Nacional arrastou 5 mil torcedores, que cruzaram o Rio da Prata, terça, e viram o time fazer 2 a 0 no Banfield, em Buenos Aires. Os uruguaios, desde 2006, quando pregaram susto no Inter no Beira-Rio, encorpam suas participações na Copa.

Neste ano, mesmo depois de ter vendido o craque Lodeiro para o Ajax, segue forte. Tem dupla de zaga eficiente, Coates, 19 anos (foto), que o Grêmio tentou contratar, e Lembo, um volante também de seleção, O.J. Morález, e mais à frente Moralez, camisa 10. No ataque, Regueiro também carrega currículo internacional.

E outra contastação: joga com DNA uruguaio, de bom futebol e nenhum receio de usar a trava da chuteira.

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Xingou o juiz e foi torcer na galera

16 de março de 2010 5

O argentino Mauro Zárate (detalhe ao lado) foi supenso por dois jogos e multado em R$ 25 mil por insultar um árbitro na Itália.

Domingo, como um fã qualquer, de cachecol azul, ele assistiu ao jogo do seu time no meio da mais radical torcida da Lazio, a Curva Nord, muitas vezes classificada como fascista.

Foi ovacionado, mas a Lazio perdeu do Bari, 2 a 0.

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A revolução começou no futebol: torcida do Manchester quer o clube de volta

13 de março de 2010 22

O Brasil começa a deixar agora a pré-história do futebol fora de campo, em parte orientado por alguns visionários profissionais de marketing – como os do Corinthians e do Inter. Na Europa, o futuro corre em campo desde os anos 1990. Na Inglaterra, porém, o terceiro milênio não parece tão feliz como os grandes investidores anunciavam ao atrair os maiores clubes para a Bolsa de Valores de Londres.

Em Manchester, por exemplo, uma revolução promete oferecer ao futebol profissional um caminho distinto dos atuais. Fãs declarados do Manchester United e o atual dono do clube, o bilionário americano Malcolm Glazer, 81 anos, lutam abertamente pelo controle do United, fundado em 1878.

Setenta e oito mil fiéis seguidores, entre eles milionários e empresas de outros milionários, do clube mais popular das ilhas britânicas estão por trás dos Red Knights (Cavaleiros Vermelhos) que, por sua vez, controlam o fundo financeiro Must (Manchester United Supporters Trust). É o Must, com a assessoria financeira do banco japonês Nomura, que pretende comprar o United da família Glazer. A sede do grupo fica ao lado da casa de 75.769 lugares do time, o Estádio Old Trafford – que os locais denominam “Teatro dos Sonhos”.

O problema é um só. Os Glazers tiram fortunas do clube e investem em outros negócios. O Must quer que dinheiro permaneça no clube e que os investimentos sejam feitos também em novos jogadores. Já levantou R$ 2,6 bilhões. Os Glazers não conhecem e não gostam de futebol, preferem o futebol americano e enxergam no clube uma maneira de engordar a fortuna de cerca de R$ 3,5 bilhões da família.

A família Glazer adquiriu o United em 2005 por R$ 3 bilhões e não quer vender as suas ações. Na época, parecia tudo bem. Mas hoje sabe-se que as libras brotaram de discutíveis empréstimos bancários. As dívidas, mais juros, foram passadas ao clube. Cresceram.

O United é o clube mais rentável da Inglaterra, mas os R$ 140 milhões anuais do lucro são gastos no pagamento dos juros das dívidas (R$ 2,18 bilhões). Cristiano Ronaldo foi vendido por R$ 213 milhões no ano passado. Nem o total, nem parte do dinheiro, foi destinada a um novo craque. Os fãs protestam pelo custo dos ingressos dos jogos. Um bilhete médio anual em Old Trafford pulou de R$ 1,3 mil para R$ 1,9 mil.

O advogado Eduardo Carlezzo, diretor do Instituto Brasileiro de Direito Desportivo, acompanha o caso de perto. Ficou surpreso com a mobilização dos torcedores, mas não acredita na venda:

– A família Glazer fechou o capital, depois de comprar 100% das ações do clube. Qualquer negócio passa por eles. Acho que só vendem se a pressão dos ingleses for insuportável – explicou.

Quando você vê cachecóis, bandeiras, chapéus e camisas verde e amarelo entre os vermelhos do United nos jogos saiba que é um protesto. O Newton Heath que deu origem ao United, usava as mesmas cores. O protesto é simbólico. Os fãs buscam os valores tradicionais do clube.

Veja no vídeo:

O adesivo “Ame United deteste os Glazers” está em todos os lugares em Manchester, no noroeste do país. A Grande Manchester tem 2, 5 milhões de habitantes.

O United soma 330 milhões de torcedores no planeta. Vende 6 milhões de camisetas por ano. No Brasil, é o terceiro time estrangeiro no gosto da torcida, depois do Milan e do Barcelona (pesquisa da TNT Sports). Sua nova patrocinadora, AON, pagou R$ 60 milhões para ver o nome na camisa a partir de agosto.

A revolução começou.

O fã quer o clube de volta. Deseja no comando alguém que saiba o real significado de um grito de gol.

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Ronaldinho e Kaká: duas histórias, duas realidades

10 de março de 2010 31

Ronaldinho fez em Manchester o que fazia na Seleção Brasileira: nada.

Quem foi vê-lo no Estádio Old Trafford, na Inglaterra, encontrou o inglês Rooney, o melhor em campo, autor de dois gols.

O Gaúcho levou, por exemplo, 30 minutos para sair do lado esquerdo do ataque do Milan e pegar uma bola no centro de campo. Sua inércia ajudou a afundar o Milan, que levou 4 a 0 numa das piores jornadas da sua história de sete títulos da Copa dos Campeões.

Óbvio que Ronaldinho não é o único culpado da derrota, é um deles. Mas sua opaca atuação facilitou a vitória do Manchester United, que avança às quartas de final da mais importante competição do planeta depois da Copa do Mundo.

Seu futuro na Seleção não iria mudar nem com cinco gols, apenas a pressão seria maior, gigantesca. Dunga não o quer. A CBF sabe, o jogador mais ainda. Ele não estará na lista dos 23, ao contrário de Kaká, que teve outra atuação pobre no empate entre Real Madrid e Lyon.

O desastroso resultado varreu o Madrid da Copa dos Campeões. O clube, que gastou US$ 340 milhões em contratações em busca do 10º título da Copa dos Campeões, foi eliminado nas oitavas de final pelo sexto ano consecutivo.

Kaká jogou 78 minutos. Pouco fez.
A torcida local insiste em vaiar o melhor jogador do mundo de três anos atrás. Ele não repete na Espanha seu futebol italiano. Uma lesão no púbis o impede de treinar forte.

A história de Kaká na Seleção é completamente diferente das jornadas de Ronaldinho. Kaká sempre se esforçou, foi um atleta. Ronaldinho nunca ajudou Dunga, nem nos momentos que ele mais precisava, quando queriam sua demissão. Ronaldinho nunca jogou na Seleção o futebol mágico dos seus tempos de Barcelona. No clube ele é um. Na Seleção ele é outro, diferente, inferior, um jogador igual a tantos outros.

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Se Adriano não for à Copa

10 de março de 2010 104

Sem o confuso Adriano (foto), Dunga pode buscar um substituto entre Pato (Milan), Fred (Fluminense), Grafite (Wolfsburg), Diego Tardelli (Atlético-MG), Vagner Love (Flamengo), Rafael Sóbis (Al-Jazira), Hulk (Porto) e Kleber (Cruzeiro) – todos com passagens discretas pela Seleção.

Sobis tem 11 convocações, oito jogos e um gol. Dos sete acima, ele foi o mais lembrado por Dunga em quatro anos de Seleção.

Leitor do blog, qual destes oito poderia substituir Adriano caso o Imperador não vá à África?

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Casa brasileira na Copa da África

08 de março de 2010 0

Palco de Brasil e Costa do Marfim, dia 20 de junho, o majestoso Estádio Soccer City (foto) será reinaugurado em duas semanas. O custo final da remodelação superou 45% do orçamento inicial. Pulou de R$ 520,6 milhões para R$ 756,57 milhões.

O Soccer City vai abrigar o jogo inaugural, dia 11 de junho, entre África do Sul e México, e a final da Copa, um mês depois. Sua capacidade é de 94,5 mil pessoas. A Fifa vai vender 87 mil ingressos por jogo.

Com dois estádios, o outro é o Ellis Park, localizado na perigosa área central da cidade, onde o Brasil estreia contra a Coreia do Norte, dia 15 de junho, Joanesburgo receberá 15 dos 64 jogos do Mundial. A maior cidade do país tem 5,3 milhões de habitantes, 73% deles negros.

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Dica para os gaúchos da Copa

06 de março de 2010 3

Os gaúchos que visitarem a África do Sul em dias de Copa podem matar a saudade de um bom churrasco, mas assado na grelha, longe dos clássicos espetos (como este da foto acima).

Basta falar “braii”, churrasco, em africâder. Aproveite e mate a sede com uma Castle bem gelada, a melhor cerveja local.

Os preços dos pacotes de viagem ao país da Copa flutuam entre R$ 17 mil e R$ 43 mil e ainda estão disponíveis.

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