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Encaminhando a saída de Ânderson, o Inter livra-se do primeiro de cinco problemas

14 de fevereiro de 2017 0
Tadeu Vilani/ Agencia RBS

Tadeu Vilani/ Agencia RBS

Nem bem se livrou do pepino que seria contratar Ronaldinho Gaúcho, o Coritiba vai atrás de Ânderson. Existe uma negociação: se ela acontecer, bom para o Inter. Para o Coxa, nem tanto.

Parece que o Coritiba está procurando “sarna para se coçar”. Mas nada impede que Ânderson resolva jogar e dê certo lá no Paraná. Afinal, por lá, Kléber Gladiador, abominado pela maioria enquanto jogou no Grêmio, vai se reafirmando e o mesmo pode acontecer com jogador colorado.

Encaminhando a saída de Ânderson, o Inter livra-se de um problema. Mas existem muitos outros para resolver: Ariel, Paulão, William e Nico López, por exemplo.

Os dois primeiros são o símbolo da campanha do rebaixamento, custam caro e precisam ser negociados.

William treina e segue com a situação indefinida. E Nico tem contrato, tem prestigio com a torcida, mostrou que tem futebol, mas não acontece. Não incendeia. Joga uma e fica lesionado. Não tem sequência e não consegue se firmar.

Se Nico López mudasse e se tornasse um jogador em que se pudesse confiar, Zago teria um grande reforço e um titular indiscutível. Mas parece que a rotina é não poder contar com o jogador. Nico López, desse jeito, dá indícios que o Inter arrumou sarna pra se coçar.

No Inter só restam duas vagas

09 de fevereiro de 2017 0

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Não sei se o técnico Antônio Carlos Zago já percebeu, mas ele tem nove titulares definidos: Danilo Fernandes, Alemão, Klaus, Ernando, Uendel, Rodrigo Dourado, Charles, Valdivia e D’Alessandro. Portanto, restam apenas duas posições para serem definidas.

Caso a ideia seja manter o esquema com três volantes utilizado no jogo contra o Fluminense, Anselmo, Carlinhos, Fernando Bob, Fabinho e o garoto Valdemir são os candidatos para a posição no meio-campo e para ataque, além de Carlos, que está chegando, Zago tem Aylon, Roberson, Nico López, Diego e Brenner.

Porém, caso queira voltar ao 4-4-2, os dois volantes – Dourado e Charles – estão definidos. Valdivia faria um dos corredores e D´Alessandro, numa utilização mais racional. jogaria mais avançado. Faltaria definir quem seria o homem mais avançado no ataque e quem faria o outro corredor junto com Valdivia.

Nos dois casos, apostaria em Carlinhos para jogar no meio e em Carlos para jogar no ataque. Agora resta saber se este também é o pensamento de Zago. Afinal, é ele quem decide.

Os altos e baixos da estreia colorada

31 de janeiro de 2017 0

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O empate em Veranópolis não chegou a ser uma surpresa para o Inter, Por tratar-se de inicio de temporada, as dificuldades eram esperadas e foi o que aconteceu. No primeiro tempo, diante de muitos erros defensivos, quase que o Inter entregou o resultado para o time da casa. No segundo, o time de Zaga melhorou. Voltou melhor organizado, com D`Alessandro mais ativo e quase alcançou a vitória.

Rodrigo Dourado e Danilo Fernandes foram os grandes nomes do jogo de domingo. Dourado já conseguiu colocar em prática um pouco da dinâmica que o novo treinador exige dos volantes. Desarmou, saiu para o jogo e apareceu no ataque. E, não por acaso, foi dele o gol colorado. Além deles, D`Alessandro,Ceará e o garoto Diego foram outros que mereceram elogios.

A defesa, o setor mais reforçado nesse começo de temporada, apresentou muitos erros. Tanto individuais,como coletivos. Uendel foi acanhado. Eduardo errou muito, inclusive no lance do gol.E Fernando Bob, mesmo jogando mais recuado, não conseguiu dar uma boa proteção. Longe da defesa, Roberson também foi outro que ficou devendo. Não conseguiu dar um chute a gol, mas pelo menos deu a assistência que resultou no gol de Dourado.

Zago ainda tem muita coisa para fazer

25 de janeiro de 2017 0

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O torcedor do Inter deve se preparar para “fortes emoções” nas primeiras rodadas do Gauchão. O fraco desempenho e a derrota para o Tubarão no jogo-treino de terça-feira não foi obra do acaso. Foi sim reflexo de um grupo que ainda está cm a confiança abalada e de um time que precisa de muitos ajustes.

A presença de D´Alessandro parece que inibe alguns jovens que pareceram tímidos e pouco participativo. Diego e Roberson rendem mais do que apresentaram na terça. É preciso que eles participem mais do jogo, que tenham mais iniciativa para o time ter maior movimentação e criar oportunidades. A impressão inicial é que todos esperam que D´Alessandro mostre o caminho e diga que deve ser feito.

Fernando Bobo foi a opção para formar a dupla de volantes do Rodrigo Dourado. Se Zago quer os volantes destruindo, passando e saindo para armar o jogo, a movimentação da Bobo precisa ser retificada. Pois, a saída de jogo continua complicada e a transição muito lenta.

O Inter termais três dias de treinos até a estreia de domingo contra o Veranópolis. Pouco tempo para consertar tudo. Então, o torcedor precisa ter um pouco de paciência com o time e o treinador até que os ajustes comecem a dar resultado.

O Inter ainda não está definido

23 de janeiro de 2017 0

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O Inter começa a semana da estreia no Gauchão com o time encaminhado, mas ainda não completamente definido. Pelo jogo-treino de sábado contra o Inter de Lages, Zago deverá adotar o 4-2-3-1 e outras alternativas de esquema ficam para mais tarde.

Valdivia, lesionado, e Nico López, em desvantagem em relação aos outros atacantes, não devem começar. Diego é a principal novidade. E Roberson parece ser homem de confiança do treinador. A grande aposta está na dupla D´Alessandro e Seijas. E as indefinições estão na zaga e no companheiro de Dourado na função de volante.

Os treinos da semana ajudarão a depurar o time que deve ter Danilo Fernandez, Ceará ou Alemão, Néris ou Eduardo, Ernando e Uendel; Rodrigo Dourado e Charles ou Eduardo Henrique ou Anselmo, Diego, D´Alessandro e Seijas e Roberson.

Uendel é, de fato, o primeiro reforço

17 de janeiro de 2017 0

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Uendel é o primeiro reforço do Inter. É a terceira contestação, mas o primeiro reforço. Falo isso porque ele chega para ser titular e e melhor do que o Inter tem em casa. Já Néris e Roberson, que foram apresentados antes, são jogadores em nível de grupo que chegam para disputar posição.

Há muito tempo, o Inter não tem um titular da lateral-esquerda. Kléber, campeão da Libertadores em 2010, foi o último como esse status. Depois, Fabrício foi o que mais jogou, mas nunca chegou a encantar. O clube tentou ate Alan Ruschel. E recentemente promoveu Artur e Geferson sem muito sucesso.

Mas se resolve o problema da lateral-esquerda, o Inter ainda precisa de uma solução para o lado direito. O rompimento com William era algo que não estava nos planos. A situação ainda pode ser contornada, mas parece que a direção não aposta nisso, pois já está quase acertado com Alemão, do Bragantino.

O Inter não mudou de cara

12 de janeiro de 2017 0

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Mesmo com novo técnico e sob nova direção, o time do Inter mudou muito pouco. Continua praticamente com a mesma cara. Caso fôssemos escalar a equipe no 4-2-3-1 do ano passado, teríamos: Danilo Fernandes, Ceará, Paulão, Ernando e Artur; Rodrigo Dourado e Anselmo, Valdívia, D`Alessandro e Seijas e Nico López. Ou seja, praticamente o mesmo time que caiu para a Serie B.

A grande novidade é a volta de D`Alessandro. As mudanças mais profundas até agora são a rescisão com Alex e o afastamento de Ânderson até que ele encontre um novo clube. O rompimento e a perda de William podem ser compensados em parte com a chegada de Uendel para a outra lateral, mas a verdade é que ainda faltam muitas peças e também um acréscimo de qualidade e experiência.

Roberson chegou como reforço de grupo. Néris e Uendel serão anunciados em breve. Mas o Inter precisa de mais. Bem mais.

Chega de medalhão

13 de dezembro de 2016 0
Bruno Alencastro / Agencia RBS

Bruno Alencastro / Agencia RBS

Aprovo a contratação de Antônio Carlos Zago. Já que o Inter, após o fracasso no Brasileirão, quer apagar a imagem da arrogância e da soberba, o ideal é apostar em um treinador novos, sem antigos vícios e pronto para um grande desafio. É hora de colocar a casa em ordem e trabalhar bastante. E, para isso, Zago mostrou-se pronto na coletiva desta terça-feira.

Prevendo o que estava para acontecer, a direção do Inter agiu rápido e trouxe um treinador acostumado com a nova realidade que o colorado irá enfrentar. Antônio Carlos Zago foi um grande zagueiro com passagem pelos quatro grandes de São Paulo, pela Roma e pela Seleção Brasileira. Como treinador, atuou em clubes pequenos, teve uma passagem relâmpago pelo Palmeiras e, para decolar de vez, foi buscar aperfeiçoamento na Europa. Depois de estagiar na Roma e no Shakhtar, assumiu o Juventude e conseguiu recuperar um pouco do prestígio do time de Caxias o reconduzindo à Série B do Brasileirão.

Zago é um técnico emergente. Tem experiência na coordenação técnica, pois já exerceu essa função e é um treinador com metodologia atualizada e um profissional participativo. O seu perfil parece ser o ideal para esse momento de reconstrução do Internacional. Não gosta de treino coletivo, nem de rachão. No Juventude seus treinamentos chamaram a atenção pelo aproveitamento quase uniforme de todo grupo. Ou seja, praticamente todos receberam o mesmo trabalho e a mesma orientação, dando  impressão de que todos poderiam ser utilizados a qualquer momento. Ou seja, conseguiu ter um grupo mobilizado o tempo todo.

No Juventude, com o pouco que tinha, conseguiu crescer bastante. Assumiu o comando na metade de Série C em 2015 e quase chegou à segunda fase. E 2016, precisou montar um novo time e alcançou o vice-campeonato gaúcho. Destacou-se na Copa do Brasil despachando o Coritiba e o São Paulo e só parou nas quartas de final quando foi eliminado pelo Atlético Mineiro nos pênaltis. Mas considero o acesso para a Série B o trabalho mais importante e consistente de Zago no Juventude. Afinal, esse era o desejo que  a Papada mais desejava e o treinador conseguiu.

Com um time modesto e com poucos recursos financeiros, realizou um trabalho de qualidade, E, mesmo sendo paulista, montou um time que tem o espírito competitivo do futebol gaúcho. Talvez isso seja exatamente o que está faltando ao Inter. Esse time aguerrido, de força na marcação, boa consistência defensiva  e velocidade no ataque pode ser o novo desenho colorado. Resta saber com que peças ele vai contar. Pois, depois do rebaixamento pra a Série B, o plantel do Inter está desacreditado e desvalorizado e nessa hora é preciso de muito critério para não liquidar um grupo que tem boas peças individuais, mas que não teve qualidade coletiva.

Para o Inter só restou o Campeonato Brasileiro

03 de novembro de 2016 0

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Na soma dos dois jogos, o Inter jogou melhor que o Atlético Mineiro, mas não ficou com a vaga. O colorado foi melhor em Porto Alegre,onde a derrota foi um grande castigo. E no jogo de volta, em Belo Horizonte, fez um bom primeiro e não resistiu à pressão do Galo na etapa final. Um empate em terras mineiras quase sempre pode ser um bom resultado, mas ontem, diante das necessidades, não foi.

O Inter perdeu a classificação nos detalhes. Falhou nos dois gols que sofreu no Beira-Rio e também nos dois que levou no Independência. Mas erros sempre fizeram parte do futebol. Victor que o diga.Mas o principal erro do Inter talvez tenha sido não ter dado importância à Copa do Brasil, onde, pelo que jogou diante do Atlético, se tivesse escalado os titulares, teria garantido vaga na final.

Ficou sem a vaga na final, se complicou novamente no Brasileiro ao empatar com o Santa Cruz e, de quebra, viu o Grêmio garantir lugar na decisão.Diante de tudo isso, a rodada de domingo ganha muito mais importância. Afinal, agora só restou o Brasileirão. E voltar à zona do rebaixamento, a essa altura, é um risco que o Inter não pode correr.

Sim, Anselmo é titular do Inter

17 de outubro de 2016 0

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Anselmo é titular do Inter. Ou melhor, merece ser titular do Inter. Defensivamente, foi um gigante no jogo contra Flamengo e repetiu o nível de atuação que apresentara contra o Botafogo. Segundo as estatísticas da rodada, o Inter foi o time que mais desarmou na rodada – 22 vezes. E quem mais desarmou no Inter foi Anselmo.

O detalhe na atuação de Anselmo e na excelente atuação do Inter foi a melhora de desempenho de Rodrigo Dourado.Melhor posicionado, Dourado teve uma participação decisiva. Foi, junto com Anselmo e Vitinho, os nomes do jogo pelo lado do Inter. Alias, principalmente, no segundo tempo, o time todo teve uma atuação de muita qualidade. Talvez tenha pecado na criação na linha de três formada por Ferrareis, Alex e Seijas. E não foi obra do acaso o fato de Roth ter trocado dois jogadores desse setor.