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Posts na categoria "Inter"

Não foi só o juiz que errou em Caxias

13 de março de 2017 0

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A derrota do Inter para o Juventude foi definida num erro do árbitro Diego Real que marcou um pênalti inexistente. Mas, mesmo que o gol tenha surgido numa falha da arbitragem, a verdade é que o placar foi justo porque o Juventude foi melhor e o Inter teve muita coisa errada.

Até mesmo Antônio Carlos Zago, que vinha numa crescente, errou e talvez possa ser considerado o principal responsável pelo mau futebol colorado. Afinal, partiu dele a decisão de tirar Uendel do meio-campo e recolocá-lo na lateral-esquerda. Considero Uendel no meio um dos grandes acertos de Zago e isso não pode ser mudado.

William também tem culpa pela derrota. Pois, desde que fez “as pazes” com a diretoria, ele não conseguiu repetir o futebol que mostrava em 2016. E ontem, foi mal no meio-campo e pior na lateral-esquerda onde levou um passeio de Taiberson no começo do segundo tempo.

Até mesmo o matador Brenner rendeu menos que o esperado. O oportunismo do atacante não entrou em campo no Jaconi, pois Brenner teve três chances (duas de cabeça no primeiro tempo e uma cara a cara com o goleiro no segundo) e não marcou.

E, por fim, a direção também errou. Errou no discurso antes do jogo dizendo que jogar no gramado do Jaconi seria arriscado e que o ideal seria transferir o jogo. E errou mais ainda no final. Não ao reclamar do pênalti, afinal ninguém tem duvida que o árbitro errou. Mas errou no tom do discurso ao dizer que o campeonato está sob suspeita e que a Federação tem interesse em que o Inter não conquiste o hepta.

A arbitragem errou não porque é mal intencionada. Errou porque foi mal durante todo o jogo. Errou assim como Vuaden pode ter errado ao não ter marcado um pênalti no Gre-Nal. Errou como o árbitro que dirigiu o jogo da Copa do. Brasil não marcou um pênalti a favor do Princesa do Solimões. Errou como errou o árbitro que validou o gol do Grêmio contra o São José quando Bolaños ajeitou a bola com o braço. Errou porque os árbitros erram. E erram a favor e contra. No Gauchão, na Copa do Brasil, na Libertadores e até na Copa do Mundo.

Goleada e classificação encaminhada

09 de março de 2017 0

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Brenner foi o grande nome do Inter na goleada sobe o Sampaio Corrêa por 4 a 1. Ele marcou duas vezes, assumiu a artilharia da Copa do Brasil com 5, e praticamente coloca o colorado na quarta fase. O jogo de volta, semana que vem, em Porto Alegre, será meramente protocolar.

Apesar de ter goleado, o Inter não fez uma grande partida. Mas fez valer a sua melhor qualidade técnica. E o mais, importante, não correu riscos, nem mesmo quando o Sampaio conseguiu marcar o seu único gol.

Além de Brenner, D`Alessandro, que mais uma vez jogou os 90 minutos, também foi muito bem. Comandou o time e teve participação decisiva, inclusive com um brilhante lançamento para o gol de Nico Lopez.

Alias, o uruguaio,além de marcar um gol e mesmo perdendo outros dois, acrescentou qualidade e movimentação ao ataque do Inter. O garoto Iago foi tranquilo na lateral esquerda e, com isso, Uendel deverá ser mantido no meio-campo.

Aos poucos, o Inter vai pegando jeito de time. Iago mexeu na escalação colocando Iago, Nico, Alemão e Anselmo e o esquema foi mantido. Ja são nove jogos sem derrota. E um progresso que dá confiança ao treinador e ao torcedor colorado.

Uendel fica no meio ou volta para a lateral?

08 de março de 2017 0

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Quando Antônio Carlos Zago começava a consolidar uma escalação no Inter, ele perdeu Carlinhos. E a partir disso, surge uma dúvida a respeito dessa continuidade. Pois, para substituir o lateral que saiu lesionado no Gre-Nal, o treinador tem dois caminhos. Um deles, apostar o garoto Iago e não mexer no esquema. O outro, recolocar Uendel na lateral e escalar outro jogador no mio-campo.

Considero a primeira opção a mais viável. Com ela, Zago não mexe no esquema e preserva aquele que foi o seu grande acerto na arrumação do time: Uendel no meio-campo. O ex-jogador do Corinthians está se revelando a grande contratação Inter neste começo de temporada e tornou-se peça chave na nova estrutura montada pelo treinador.

No jogo de hoje contra Sampaio Corrêa pela Copa do Brasil, aposto na manutenção de Uendel no meio. Mas gostaria de ver uma troca no ataque. Nico López entrou bem no clássico e merece uma chance no lugar de Carlos. Aliás, Carlos rende melhor pelo centro do ataque. Pelos lado,o uruguaio mostra que tem mais recursos.

Gre-Nal: com ou sem Barrios e D'Alessandro?

02 de março de 2017 0
Bruno Alencastro / Agencia RBS

Bruno Alencastro / Agencia RBS

Gre-Nal nunca teve favorito. Mas mesmo assim, dá para apontar quem está melhor. E nesse começo de temporada, mesmo sem ainda ter feito uma grande atuação, o Grêmio larga melhor. Mas essa vantagem desaparece na hora da bola rolar, pois a mobilização e a grandeza dos dois adversários, na maioria das vezes, neutraliza o “pré-clássico”.

A continuidade é o trunfo do Grêmio para o Gre-Nal de sábado. Mesmo perdendo Walace e Douglas, o time ainda mantém uma base consistente e uma forma de jogar definida. Além disso, mesmo com características diferentes, Bolaños, em grande momento, é um substituto à altura para Douglas. O único senão é Jaílson, que ainda não consegue ter um desempenho que dê a confiança de que ele é o nome certo para formar a dupla de volantes ao lado de Maicon.

O Inter,  mesmo tendo crescido muito na última semana, ainda é uma incógnita. O esquema implantado por Zago deu certo contra times menores e o Gre-Nal será o seu grande teste. Um desafio que poderá ser mais ou menos complicado dependendo da presença de D’Alessandro que, nesse caso, faz a diferença pela qualidade técnica em relação a Roberson e também pelo aspecto da experiência e da liderança,afinal, o argentino se transforma no clássico.

E, por falar em transformação, a presença de Lucas Barrios no time do Grêmio também pode interferir. Afinal, ele é um camisa nove dos tradicionais, um homem de área. E, caso Renato aposte no ex-atacante do Palmeiras, o tricolor vai mexer na sua estrutura. Deixará de ter o “falso nove”, pois Luan deverá ser deslocado para a linha de armação ou, quem sabe, jogar em dupla com Barrios, e, de qualquer maneira, isso vai alterar a formatação tática gremista.

O melhor Inter de Zago

23 de fevereiro de 2017 0
Foto: Felix Zucco/Agencia RBS

Foto: Felix Zucco/Agencia RBS

A goleada de 4 a 1 sobre o Oeste traz tranquilidade para o Inter. E, principalmente, para Zago. O time teve muitos destaques individuais e um bom trabalho coletivo. Nos primeiros 45 minutos vimos o melhor Inter de Antônio Carlos Zago até aqui.

O time teve velocidade e objetividade. Liquidou o jogo no primeiro tempo e teve em Uendel,jogando pelo meio, e Brenner, autor de dois gols, suas melhores individualidades. Brenner pegou a vaga que estava encomendada para Roberson. E Uendel, além do entrosamento com Carlinhos, mostrou que existe uma maneira de jogar sem depender unicamente de D’Alessandro.

Outro acerto de Zago foi o lançamento do garoto Léo Ortiz. Ele salvou um gol no começo do segundo tempo, teve um bom trabalho defensivo e ainda brilhou no lance do segundo gol com um lançamento primoroso que Carlos transformou em gol.

No segundo tempo, o Inter não conseguiu manter o mesmo nível de apresentação. Levou um gol e teve certa dificuldade para acertar a marcação no meio-campo. Mas depois, Brenner voltou a marcar e as coisas ficaram mais calmas.

Ânderson quer jogar. E agora?

21 de fevereiro de 2017 0

Foto: Ricardo Duarte/Agênica BS

Anderson cansou de treinar separado do grupo e quer voltar a jogar. O desejo foi expresso nas redes sociais pelo próprio jogador e já existe um movimento que considera que Ânderson merece uma nova chance no Inter. Afinal, Antônio Carlos Zago não conseguiu organizar o time e o meio-campo é um, entre tantos problemas que o treinador encontra nesse começo de trabalho.

Não dá pra dizer que Ânderson não é profissional. Não dá pra dizer que ele é indisciplinado. Até mesmo na briga com Ânderson no ano passado, ele não foi tão culpado assim. Foi multado, afastado, matou no peito e continuou trabalhando. O problema é que Ânderson é insuficiente. Ele não consegue render em alto nível. A sua resposta é muito baixa. Ele foi trazido para ser o substituto de D’Alessandro e não conseguiu se firmar como titular. Teve sequência de jogos e não conseguiu acrescentar nada. Foi apenas esforçado. Nunca foi um protagonista.

Além disso tudo, ele tem um salário desproporcional ao futebol que está jogando. O custo/benefício não valeu o investimento. Considerar que Ânderson pode ser a solução tem a mesma lógica que apostar na recuperação de Paulão. Considero que o ciclo de alguns jogadores no Beira-Rio já terminou. E não admitir isso é adiar uma reformulação de grupo e de espirito para que o Inter volte a ser um time respeitado.

Os empates da dupla Gre-Nal

20 de fevereiro de 2017 0
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Grêmio e Inter empatam na rodada jogando pouco, sentindo a ausência dos seus maestros, levando gol no finalzinho e reclamando da arbitragem. Foram situações muito parecidas vividas na rena e no Vermelhão da Serra.

Em Porto Alegre, mesmo tendo mais qualidade técnica, o Grêmio fez um jogo equilibrado com o São José. O tricolor abriu o marcador e pensou quentinha resolvido o jogo. Deixou de pressionar e acabou sendo castigado. Bolaños foi bem novamente. Ramiro também se destacou. E Lincoln, com tantos desfalques, ganhou uma nova chance e teve boa participação.  Porém, Maicon jogou pouco e acabou sendo escolhido como vilão do dia.

Já em Passo Fundo, não foi dessa vez que o Inter venceu a primeira. O futebol do primeiro tempo foi horroroso. Mas Zago mexeu bem e o time voltou diferente até no ânimo para o segundo tempo. Conseguiu a virada com dois gols de Brenner, mas no final, a zaga falhou novamente e o Passo Fundo empatou. O jogo de ontem serviu o Inter precisa urgentemente de uma nova zaga. Paulão e Ernando: só em caso de emergência.

Encaminhando a saída de Ânderson, o Inter livra-se do primeiro de cinco problemas

14 de fevereiro de 2017 0
Tadeu Vilani/ Agencia RBS

Tadeu Vilani/ Agencia RBS

Nem bem se livrou do pepino que seria contratar Ronaldinho Gaúcho, o Coritiba vai atrás de Ânderson. Existe uma negociação: se ela acontecer, bom para o Inter. Para o Coxa, nem tanto.

Parece que o Coritiba está procurando “sarna para se coçar”. Mas nada impede que Ânderson resolva jogar e dê certo lá no Paraná. Afinal, por lá, Kléber Gladiador, abominado pela maioria enquanto jogou no Grêmio, vai se reafirmando e o mesmo pode acontecer com jogador colorado.

Encaminhando a saída de Ânderson, o Inter livra-se de um problema. Mas existem muitos outros para resolver: Ariel, Paulão, William e Nico López, por exemplo.

Os dois primeiros são o símbolo da campanha do rebaixamento, custam caro e precisam ser negociados.

William treina e segue com a situação indefinida. E Nico tem contrato, tem prestigio com a torcida, mostrou que tem futebol, mas não acontece. Não incendeia. Joga uma e fica lesionado. Não tem sequência e não consegue se firmar.

Se Nico López mudasse e se tornasse um jogador em que se pudesse confiar, Zago teria um grande reforço e um titular indiscutível. Mas parece que a rotina é não poder contar com o jogador. Nico López, desse jeito, dá indícios que o Inter arrumou sarna pra se coçar.

No Inter só restam duas vagas

09 de fevereiro de 2017 0

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Não sei se o técnico Antônio Carlos Zago já percebeu, mas ele tem nove titulares definidos: Danilo Fernandes, Alemão, Klaus, Ernando, Uendel, Rodrigo Dourado, Charles, Valdivia e D’Alessandro. Portanto, restam apenas duas posições para serem definidas.

Caso a ideia seja manter o esquema com três volantes utilizado no jogo contra o Fluminense, Anselmo, Carlinhos, Fernando Bob, Fabinho e o garoto Valdemir são os candidatos para a posição no meio-campo e para ataque, além de Carlos, que está chegando, Zago tem Aylon, Roberson, Nico López, Diego e Brenner.

Porém, caso queira voltar ao 4-4-2, os dois volantes – Dourado e Charles – estão definidos. Valdivia faria um dos corredores e D´Alessandro, numa utilização mais racional. jogaria mais avançado. Faltaria definir quem seria o homem mais avançado no ataque e quem faria o outro corredor junto com Valdivia.

Nos dois casos, apostaria em Carlinhos para jogar no meio e em Carlos para jogar no ataque. Agora resta saber se este também é o pensamento de Zago. Afinal, é ele quem decide.

Os altos e baixos da estreia colorada

31 de janeiro de 2017 0

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O empate em Veranópolis não chegou a ser uma surpresa para o Inter, Por tratar-se de inicio de temporada, as dificuldades eram esperadas e foi o que aconteceu. No primeiro tempo, diante de muitos erros defensivos, quase que o Inter entregou o resultado para o time da casa. No segundo, o time de Zaga melhorou. Voltou melhor organizado, com D`Alessandro mais ativo e quase alcançou a vitória.

Rodrigo Dourado e Danilo Fernandes foram os grandes nomes do jogo de domingo. Dourado já conseguiu colocar em prática um pouco da dinâmica que o novo treinador exige dos volantes. Desarmou, saiu para o jogo e apareceu no ataque. E, não por acaso, foi dele o gol colorado. Além deles, D`Alessandro,Ceará e o garoto Diego foram outros que mereceram elogios.

A defesa, o setor mais reforçado nesse começo de temporada, apresentou muitos erros. Tanto individuais,como coletivos. Uendel foi acanhado. Eduardo errou muito, inclusive no lance do gol.E Fernando Bob, mesmo jogando mais recuado, não conseguiu dar uma boa proteção. Longe da defesa, Roberson também foi outro que ficou devendo. Não conseguiu dar um chute a gol, mas pelo menos deu a assistência que resultou no gol de Dourado.