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Um triplo problema para Argel

10 de novembro de 2015 1
Montagem sobre imagens Agência RBS

Montagem sobre imagens Agência RBS

O afastamento de Nilton e Wellington Martins, por causa de supostos casos de doping, cria uma imenso problema para Argel Fucks montar o time do Inter na reta final do Brasileirão. Primeiro, porque o treinador perde, ao mesmo tempo, o titular e o reserva imediato para a segunda função do meio-campo. Segundo, porque, entre as opções do elenco (Anderson, Bertotto, Silva e Nico Freitas), ele não tem alguém com as mesmas características e com cara de solução imediata. Ou seja, Argel precisará fazer uma adaptação.

E, por fim, ao mesmo tempo, o time  está sofrendo com a queda de rendimento de Rodrigo Dourado, uma das raras afirmações do Inter na atual temporada.

É visível o decréscimo do volante, principalmente nos  dois últimos jogos – Goiás e Ponte Preta. E isso é reflexo do mau funcionamento do setor, pois como a linha de armação não consegue fazer a compactação, sobra muito espaço e os volantes são obrigados a sair do lugar e correrem para todos os lados. Foi isso que aconteceu sábado contra a Ponte, em um jogo onde Dourado e Nilton estiveram perdidos e o meio-campo, tanto no combate, como na armação, não funcionou.

E aí está o triplo problema de Argel. Ficar sem dois  jogadores da mesma posição até o final do campeonato; recuperar Rodrigo Dourado e reorganizar o meio-campo, justamente o setor mais importante do time.

Três detalhes separaram o Grêmio da vitória em Recife

09 de novembro de 2015 0

O Grêmio volta frustrado de Recife. A derrota de 1 a 0 para o Sport não pode ser considerada injusta, mas ela aconteceu porque o tricolor se perdeu nos detalhes num jogo entre duas equipes equivalentes. Em um confronto equilibrado, o time de Falcão teve a efetividade que faltou ao de Roger. Afinal, o Grêmio teve pelo menos duas chances claríssimas para marcar e não fez. E quando a chance apareceu para o Sport, André soube como marcar.

Os detalhes que separaram o Grêmio da vitória foram:
- a grande atuação do goleiro Danilo Fernandes que fez duas defesas fantásticas
- a entrada de Ramiro no segundo tempo. O volante, após sete meses, voltou alatine di Grêmio e não foi bem. Faltou ritmo de jogo e isso atrapalhou na marcação e na proteção à zaga.
- a expulsão de Pedro Rocha. Ele entrou no lugar de Everton quando o time já perdia por 1 a 0 e não ficou nem oito minutos em campo. Sua exclusão enfraqueceu o time e praticamente acabou com qualquer chance de reação.

Por fim, derrota na Ilha do Retiro combinada com a vitória do Atlético Mineiro diminui a chance do Grêmio chegar ao vice-campeonato. Mas os demais resultados foram resultados e a vaga para a Libertadores não corre perigo. A confirmação matemática é questão de dias.

NADA DE NOVO NA DERROTA DO INTER

14 de outubro de 2015 0
Foto: Bruno Cantini/ Atlético MG

Foto: Bruno Cantini/ Atlético MG

A parada não fez bem pra o Inter. Argel desperdiçou tempo e não conseguiu apresentar nada de novo no jogo contra o Atlético-MG. No Independência, apenas o Galo buscou o gol. O Inter recusou-se a jogar. Tentou somente se defender e, como já era previsível, não teve organização nem qualidade para, pelo menos, fazer um jogo equilibrado.

Os volantes colorados correram feito dois desesperados tentando fechar o buraco no meio-campo, pois Anderson e Alex não conseguiram fazer nada. Não organizaram o setor, nem conseguiram ajudar a marcar. Assim, o Inter não teve abastecimento no ataque ou segurança na defesa.

O gol – fortuito – de Paulão chegou a dar um certo alento ao Inter no jogo. Mas o time não jogou o suficiente nem mesmo para merecer o empate. Enquanto Argel continuar armando o Inter como um time pequeno, que priorize se defender, o colorado não vai sair do lugar. Faço o desconto de que o jogo foi fora de casa e que o adversário foi o Galo, vice-líder do Brasileiro, mas esse Inter confuso e apequenado de Argel vai apenas cumprir tabela.

ROGER ESTÁ NAS PEGADAS DE TITE

07 de setembro de 2015 0

Com a vitória de 2 a 1 sobre o Goiás, Roger Machado completou 20 rodadas no comando do Grêmio  neste Brasileirão. Pegou o time na rabeira e o colocou entre os primeiros. Conquistou 12 vitórias, quatro empates e quatro derrotas, com aproveitamento de 67%.  Com o pouco que tinha, está fazendo muito.  Deu a Douglas uma utilidade que ele não alcançara desde a chegada. Giuliano, Luan e Walace cresceram. A zaga, mesmo com a saída de Rhodolfo, se mantém.  Pedro Rocha ressurgiu e Edinho e Fernandinho voltaram ao grupo principal.

Foto: Fernando Gomes/Agência RBS

Desde Tite, o Grêmio não tem um técnico tão promissor. E olha  que já passaram pela casa-mata tricolor nomes como o eterno ídolo Renato Portaluppi, Mano Menezes e o badaladíssimo Vanderlei Luxemburgo. Roger se criou no Grêmio. Tem a identidade do clube. Ou, como ele mesmo disse na apresentação, tem o DNA tricolor. E junto a essa identificação, Roger  acrescentou conhecimento, dedicação e uma vontade enorme de dar certo. Ele, em menos de quatro meses no cargo, conquistou o grupo de jogadores, a torcida e até mesmo a direção, que já anuncia prorrogação de contrato.

Roger segue os passos de Tite. Os dois trabalharam juntos quando o atual técnico do Corinthians veio para comandar o time gremista e Roger ainda era jogador. Ambos se ajudaram, trocaram ideias e criaram vínculos. E quarta-feira, eles estarão em lados opostos fazendo o principal jogo da rodada. Uma disputa que pode mudar o destino do campeonato. Por isso, Roger Machado, que busca o jogo perfeito,  sem tempo para comandar um treinamento, precisa tomar todos os cuidados. A força da torcida corintiana, a pressão na arbitragem, a regularidade  do time de Tite, tudo isso pode fazer diferença num momento decisivo. Mas não duvidem da disposição do time gremista e da capacidade de Roger Machado, um treinador que está nas pegadas de Tite neste campeonato e , se continuar assim, possivelmente na história gremista.

 

O GRÊMIO APRESENTOU SUA CANDIDATURA

13 de agosto de 2015 1

Bruno Cantini/ Atlético-MG

Ao derrotar o Atlético MG, por 2a0, em pleno Mineirão com 49 mil torcedores, o Grêmio apresentou-se como candidato na disputa do título do Brasileirão. Tá certo que o time ainda é o terceiro colocado, atrás do Corinthinas e do próprio Galo, e que ainda faltam vinte rodadas. Mas a atuação dessa quinta foi de um time maduro, que não tremeu e que potencial para continuar crescendo.

No começo do jogo, naturalmente, o Atlético exerceu uma forte pressão, mas o Grêmio se segurou, encaixou a marcação e equilibrou o jogo. A partir daí, o tricolor começou a desempenhar aquele jogo a que estamos acostumados a acompanhar, com a famosa intensidade que o Roger exige. O gol de Douglas fez o time crescer, dominar a partida e voltar com confiança suficiente para fazer 2 a 0 no começo do segundo tempo. Depois, o Atlético veio pra cima, criou quatro chances claríssimas e exigiu muito da zaga e de Marcelo Grohe.

O jogo teve dois momentos. Um até o Grêmio marcar o 2 a 0, com participações decisivas de Douglas e Giuliano, e outro, a partir dos vinte do segundo tempo, quando o adversário foi pra cima, mas parou em grandes atuações de Grohe e Geromel. Se na goleada do Gre-Nal, o tricolor aproveitou-se de um adversário despedaçado para fazer 5 a 0, nesta quinta-feira, no Mineirão, pegou um Galo líder e mobilizado e mesmo assim passou por cima mostrando que está no caminho certo e que, neste campeonato, não é coadjuvante e sim candidato ao título.

Argel é capaz de dar a sacudida que o vestiário colorado está precisando

13 de agosto de 2015 0
Sirli Freitas/Especial

Sirli Freitas/Especial

Por caminhos tortos, o Inter talvez tenha encontrado um treinador que consiga dar a resposta imediata que o time está precisando após as turbulências provocadas pela eliminação na Libertadores e pela goleada sofrida no Gre-Nal.

Por ter uma origem no próprio Inter, por estar em atividade, por conhecer todos os adversários do Brasileirão e pelo espírito agitado e mobilizador, Argel é capaz de dar a sacudida que o vestiário colorado está precisando.

Para acertar o time, ele precisa encontrar um modelo mais equilibrado do que o de Diego Aguirre e isso parece ser uma tarefa fácil para o novo treinador, que sempre armou times competitivos com marcação forte e bom estrutura de jogo.

Mesmo que digam que Argel já não seja mais um homem explosivo,ele recentemente esteve envolvido numa briga com o volante Eduardo Costa, no clássico entre Figueirense e Avaí. Mas talvez esse tenha sido um fato esporádico dentro desse novo perfil. Quem conhece Argel garante que a troca de auxiliar-técnico trouxe benefícios. Pois o atual, Galego, consegue blindar o treinador de alguns problemas que ele tinha dificuldades para resolver.

E, no Inter, o primeiro desafio que Argel precisará superar é o conquistar a confiança e o interesse de D’ Alessandro, principal nome do time, que está no Departamento Médico, com algumas sondagens para sair e que há algum tempo, quando o novo técnico colorado ainda trabalhava no São José, se meteu numa,discussão com Argel e foi chamado de juvenil. Essa missão, aparentemente, não assusta Argel, mas, ele, precisará cumpri-la com sucesso para o bem do Inter e para mostrar que, realmente, é um técnico mais maduro.

BRASILEIRÃO NÃO É GAUCHÃO

23 de junho de 2015 0

Os torcedores colorados estão incomodados com a cobrança que é feita em cima do Inter que não ganha fora de casa. E a indignação vem acompanhada da pergunta: E o Grêmio ganhou quantas até agora ?   O problema é que o Grêmio não ganhou nenhum dos três jogos que fez fora de Porto Alegre, mas mesmo assim faz uma boa campanha, tanto que já beira o G-4.

O Inter, por sua vez, decepciona não somente por figurar na parte de baixo da tabela, mas principalmente pelo fato de não conseguir confirmar o status de candidato ao título. Aliás, praticamente todos os anos é assim. O Inter começa o Brasileirão como um dos favoritos e, lá pela metade, vê que ficou longe do líder e começa a se conformar em lutar por uma vaga na Libertadores.

Foto: Ronaldo Bernardi/Agência RBS

No atual campeonato, parece o Inter está repetindo esse retrospecto. Tem apenas dez pontos, está oito pontos atrás do líder Sport e não consegue engrenar. Mesmo que após a classificação diante do Santa Fé na Libertadores, o presidente Vitório Piffero tenha dito que chegara a hora de focar no Brasileirão, a verdade é que isso não aconteceu. Dos dez jogos até o confronto com o Tigres, cinco já foram realizados e, entre desfalques e rodízios,    apenas seis pontos foram conquistados. E outro fator que preocupa é justamente o mau rendimento como visitante. Dá pra dar um desconto que contra Atlético PR e Vasco, Diego Aguirre utilizou os reservas. Mas o jogo em São Januário está entre os “vencíveis” e o time só empatou. O mesmo dá pra dizer em relação aos jogos contra Palmeiras e Figueirense, onde parece que o empate foi considerado bom resultado, quando, se jogasse com ousadia, o Inter poderia ter vencido.

E, voltando ao Grêmio, fora de casa, a campanha é fraca, mas o bom desempenho na Arena está compensando. E talvez por ter feito cinco jogos em casa e apenas três fora, o desempenho gremista seja melhor.  Dos cinco jogos com Roger Machado, dois foram fora. A estreia contra o Goiás, onde dá pra dizer que o time deixou escapar a vitória. E o jogo contra o São Paulo, no Morumbi, onde perder até pode ser aceitável. Mas, nesse caso, o que não deu pra aceitar foi a postura do time que fez sua pior apresentação com o novo treinador.

Foto: Carlos Costat/Lancepress!

E para os colorados não acharem que isso é pura pegação de pé, vale lembrar que Brasileirão não é Gauchão. O parâmetro do Inter não deve ser o Grêmio, e sim o líder do Campeonato. A comparação Gre-Nal valeria somente se um dos nossos times estivesse no primeiro lugar. E isso, por enquanto não está acontecendo.

 

UMA RODADA DE ESTREIAS PARA GRÊMIO E INTER

29 de maio de 2015 0

Grêmio e Inter terão estreias na rodada de domingo. No Grêmio, o confronto com o Goiás marca o começo do trabalho de Roger Machado como treinador. Talvez o discurso vigoroso da terça-feira possa mobilizar o grupo para um jogo que tradicionalmente é complicado, não só pelas dimensões do gramado do Serra Dourada, mas também pelo time goiano que sempre foi uma touca para a Dupla Gre-Nal.  Porém, a expectativa estará toda voltada para que tipo de mudança poderá fazer na forma de jogar do time do Grêmio com poucos dias de trabalho.

Foto: Fernando Gomes/Agência RBS

O jogo do Beira-Rio também tem cara de estreia, pois, pela primeira vez o Inter utilizará o time principal no Brasileirão. Até aqui, com os reservas, a equipe conquistou quatro pontos em três rodadas o que, dentro das circunstâncias, é uma campanha razoável. Mas como o presidente Píffero afirmou após o jogo de quarta, o foco agora é o Brasileirão, todos esperam que o Inter entre com força nessa rodada para enfrentar um São Paulo que não vive um bom momento, mas pode reanimar-se com a chegada do colombiano Juan Carlos Osorio. E para complicar a vida colorada, a ideia de usar força máxima fica prejudicada, pois D`Alessandro e Sasha estão lesionados e Aránguiz segue para o Chile. São desfalques importantes, mas é hora de apostar no grupo, uma hora que Diego Aguirre, até aqui, usou muito bem.

 

 

 

 

 

 

FELIPÃO, O MISTERIOSO

07 de novembro de 2014 0

A semana chega ao fim e Felipão mantém o mistério em relação ao Grêmio.  Mistério que ganhou um ingrediente novo, logo após o jogo de sábado, quando o treinador disse que pretendia lançar um jogador que estava na reserva.  A incerteza cresceu quando se viu Giuliano treinando entre os titulares. Até mesmo o titular Rhodolfo, liberado pelo departamento médico, não teve presença confirmada. E entre os setoristas segue  especulação se o time começa com três volantes ou com dois, se Dudu e Luan correm risco e  se Alán Ruiz vai começar. E no trabalho de sexta, o treino foi aberto, mas o time tinha 14 jogadores. E essas dúvidas, pelo que parece, seguirão até domingo. Como Felipão não concede entrevista antes dos jogos,  o mistério vai continuar até momentos antes do clássico de domingo. Ou seja, o treinador gremista, mesmo tendo dito que o Gre-Nal é um jogo que vale o mesmo que qualquer outro do Brasileirão, ele está valorizando o clássico  ao não dar nenhuma pista ao inimigo de como pretende escalar o time.

Foto: Ricardo Duarte/Zero Hora

FELIPÃO NO BRASILEIRO

Felipão estreou no Gre-Nal do primeiro turno. Pegou o time em décimo lugar com 19 pontos e, após um turno inteiro, está em sexto lugar com 54 pontos. Quando começou, o Grêmio estava seis pontos atrás do Inter. Perdeu o clássico e ficou com nove a menos. Atualmente, tem dois a menos que o rival.

Nos 19 jogos em que comandou o time no Brasileiro, Felipão alcançou 10 vitórias, 5 empates e 4 derrotas. O aproveitamento é de 61,4%. Ou seja, se o treinador fosse um time, ele teria o terceiro melhor aproveitamento do Campeonato Brasileiro.

FELIPÃO EM GRE-NAIS

Felipão estreou no clássico vencendo o clássico 286, dia 14 de junho de 1987, quando Grêmio, pelo Gauchão, fez 3 a 0 no Inter, com gols de Alfinete, Lima e Cristão. Foram 5 clássicos na primeira passem em 87.  Mais nove de 94 a 96 e mais uma no atual retorno.

No total são 15 Gre-Nais com 7 vitórias, 5 empates e 3 derrotas. O aproveitamento em clássicos é de 57,7%  contra 42,5% de Abel Braga, comandante colorado.

 

DO MESMO JEITO

01 de novembro de 2014 0

As experiências feitas durante a semana não surtiram efeito. Com dois volantes e quatro jogadores com características mais ofensivas, o Grêmio teve a mesma produção dos  últimos jogos e o resultado de 1 a 0 sobre o Vitória não foi nenhuma surpresa.  Não dá pra dizer que o desempenho foi decepcionante. Pois esse é o Grêmio de Felipão que alcançou a oitava vitória de 1 a 0 no  Brasileirão.   Mais uma vez, valeu muito mais o resultado do que a atuação. O time venceu e chega vivo, muito vivo para o Gre-Nal da semana que vem.

Foto: Diego Vara/ Agência RBSVatra

Mais uma vez faltou articulação. Por incrível que pareça, um defensor, Pedro Geromel,  foi o destaque do time. Zé Roberto fez falta. E pelo que se viu contra o Vitória, Alán Ruiz, mesmo sem muito cartaz com Felipão, parece  que começa a subir de cotação e pode ser, pela carência criativa do time, uma boa aposta para o clássico.