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Posts com a tag "Dunga"

Seleção: vencer ou convencer ?

17 de novembro de 2015 0

Mesmo que muitos ainda acreditem nas qualidades de Dunga, a paciência da torcida brasileira com a nossa Seleção está diminuindo gradativamente. E hoje contra o Peru, no último jogo da temporada, se pergunta o que é mais importante para a sequência do trabalho: simplesmente o resultado ou necessariamente uma grande atuação?

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Vencer sem convencer, apesar de colocar o Brasil tranquilamente entre os quatro primeiros na classificação das eliminatórias  e bem próximo da liderança, nos fará encerrar o ano sem grandes avanços e com poucas definições. Talvez, o trio William, Neymar e Douglas Costa – ainda não completamente afirmado – seja a nossa única grande novidade. O resgate de Ricardo Oliveira não se confirmou. Dunga tenta com ele o que já fez com Diego Tardelli, Firmino e Hulk: achar um homem de referência que dê alternativas para o time não depender exclusivamente de Neymar.

O ideal hoje em Salvador é fazer a lição de casa, ou seja, vencer e mostrar uma evolução em relação à vitória sobre a Venezuela e principalmente em relação ao empate de sexta contra a Argentina. Ao invés da opção vencer sem convencer, a equipe precisa ganhar e arrasar.

Na zaga, Gil ocupa o lugar de David Luiz e, se for bem, pode ganhar a posição. No meio, Lucas Lima precisa começar a jogar algo parecido com o que faz no Santos. E no ataque, apesar de gostar da ideia de escalar Ricardo Oliveira, vejo que o time rende mais com Neymar como o falso nove e principalmente com o bom momento de Douglas Costa, um garoto muito mais à vontade na Seleção do que o experiente Ricardo Oliveira.

O VACILO ARGENTINO NAS ELIMINATÓRIAS

14 de outubro de 2015 0

Nem a liderança do Uruguai, nem tampouco a boa largada de Equador e Chile. A grande surpresa no começo  da Zona Sul-Americana das Eliminatórias é a Argentina. O time de Tata Martino, incluindo a final da Copa América, completou três jogos sem vitória e sem gol marcado. Com um ponto apenas, larga na sétima posição e precisará a todo custo da recuperação em cima do Brasil em novembro. Ao contrário de nós,  que só temos Neymar como extra-classe, a Argentina não pode colocar na ausência de Messi todo o peso dos  vacilos diante de Equador e  Paraguai. Afinal, os hermanos contam com muito mais recursos . Sem Messi, tinham Agüero, e têm Mascherano, Di Maria e Tevez, jogadores que são titulares em praticamente todas as seleções do mundo.

Foto:Rafael Ribeiro/CBF

A respeito da vitória  brasileira, o mais importante foi vencer. Os três pontos amenizam a péssima estreia contra o Chile e o rendimento do time, mesmo com algumas falhas, fez ressurgir a esperança de que Dunga consiga montar uma equipe mais equilibrada, onde os três setores se comuniquem e que tudo não dependa apenas do brilho de Neymar.  Em Fortaleza, Willian foi disparado o melhor em campo. Filipe Luís talvez tenha feito a sua melhor apresentação com a camiseta da Seleção. Oscar, que atravessa uma fase ruim, cresceu durante o jogo, mas Lucas Lima está melhor e merece ser titular. Ricardo Oliveira, mesmo pouco acionado, mostrou ser mais eficiente que Hulk. E Douglas Costa, apesar da criação da jogada do terceiro gol, não teve o mesmo destaque que teve diante do Chile. Os dois volantes apareceram mais no jogo. Mas a defesa, apesar da fraqueza da Venezuela, errou de mais,levou um gol e quase complicou o jogo.

 

NEYMAR 4 X 0

14 de outubro de 2014 0

Se Dunga já estava satisfeito com a vitória sobre a Argentina no sábado, depois da goleada do Brasil, hoje, sobre o Japão , ele deve estar completo. Afinal de contas, o time dele fez o que tinha que fazer. Utilizou a superioridade técnica e goleou por 4 a 0 sem dó, nem piedade e com uma atuação sensacional de Neymar, autor dos quatro gols.

Foto: Rafael Ribeiro/ Divulgação CBF

Neymar foi protagonista desde o começo. No primeiro tempo, quando o Japão jogou mais compactado, o Brasil teve dificuldades na criação, pois Oscar e Willian não conseguiram assumir o comando no meio-campo. Mas Neymar resolveu sozinho. E, após acertar uma cobrança de falta no travessão, abriu o marcador e ainda poderia ter feito o segundo em jogada individual. Na etapa final, logo aos dois minutos, ele fez o segundo gol e, a partir disso, os japoneses se mandaram para o ataque ,deram muito espaço e facilitaram as coisas para o Brasil. Dunga gostou da atuação, do placar e da oportunidade de testar algumas alternativas com as seis substituições processadas.

Além de Neymar, o time teve em Philippe Coutinho um destaque no segundo tempo. O meia do Liverpool mostrou qualidade no passe e foi rápido na transição do meio para o ataque. Kaká entrou bem, acertou uma cabeçada no travessão e , na combinação com Robinho, outro veterano, criou a jogada do quarto gol. Mário Fernandes não foi tão bem assim. Jogou todo o segundo tempo, mas participou pouco.

 

 

 

 

CONVOCAÇÕES

03 de outubro de 2014 0

Pego de surpresa com três desfalques, Dunga foi obrigado a mexer na Seleção. Além de ter agregado Marcelo Grohe a partir da lesão de Jefferson, que não foi cortado, o treinador fez três trocas em relação à convocação inicial. Ontem havia chamado Souza,d o São Paulo, para o lugar de Ramires e hoje anunciou mais duas modificações: Kaká ocupa a vaga de Ricardo Goulart e Juan Jesus, ex-Inter e atualmente na Internazionale, entra na de Marquinhos. Não sei qual o critério para chamar o ex-zagueiro colorado e não vejo nele uma evolução considerável em relação ao que apresentava por aqui que justifique uma convocação.  Mas como é período de testes, vale quase tudo. Assim como a convocação de Kaká, que mesmo que tenha reerguido do São Paulo no Brasileiro, está muito aquém daquele jogador que já foi apontado como o melhor do mundo. Mesmo com todo respeito que tenho em relação ao ídolo são-paulino, não vejo a Seleção nas Eliminatórias com Kaká.  Mas talvez a experiência tenha definido essa convocação.Muito mais útil e prático seria chamar Paulo Henrique Ganso esse com idade para projetos de médio e longo prazo.

Foto: Ricardo Duarte/Agência RBS

Quanto a Marcelo Grohe, repito o que já havia escrito, foi uma convocação justa. O goleiro gremista vive a melhor fase da carreira. Mas Dunga para ser justo por completo, precisaria chamar Fábio, do Cruzeiro, que há muito tempo está se destacando e merece uma chance, assim como Grohe.

BOM COMEÇO

06 de setembro de 2014 0

Foi bom, mas não é para soltar rojão. A frase não é minha, mas vou adotá-la para resumir a primeira partida do Brasil na volta de Dunga ao comando. O time não foi brilhante, sensacional, extraordinário. Mas jogou sério, foi competente e competitivo e deu uma reanimada no espírito de uma desconfiada torcida brasileira que ainda não assimilou a goleada de 7 a 1 para a Alemanha.

Foto: Bruno Domingos/Mowa Press,divulgação

A vitória suada de 1 a 0 com um gol de falta no finalzinho mostra a dificuldade que foi o jogo. Afinal, Brasil e Colômbia, pela carnificina do primeiro tempo, pareciam que estavam disputando um tempo-extra das quartas de final  da Copa do Mundo. Sinal que nenhum dos lados esqueceu o que aconteceu em Fortalaza no Mundial. Os brasileiros “mordidos” com a chegada de Zúñiga em Neymar e os colombianos, com a eliminação.

Apesar dos méritos brasileiros, precisa se dar um desconto ao fato de James Rodríguez ter jogado muito menos do que pode,  ao retorno com pouco tempo em campo de Falcão Garcia e à expulsão de Cuadrado no começo da etapa final. Mas mesmo assim, o time brasileiro tem aspectos positivos, entre eles a seriedade, a pegada na marcação(marca característica de Dunga), a velocidade na transição para o ataque e a qualidade ofensiva, mesmo sem jogar com um centroavante fixo.  Individualmente, alguns nomes saíram em alta, mas destaco, além de Neymar,  Miranda,  Diego Tardelli e Éverton Ribeiro, um nome sempre pedido pela torcida, que apareceu na metade do segundo tempo e mostrou qualidade.

UMA CONVOCAÇÃO CONSERVADORA

19 de agosto de 2014 0

A primeira convocação de Dunga na volta à Seleção Brasileira não apresentou grandes surpresas. A base do grupo que disputou a última Copa do Mundo foi mantida. Dez jogadores  chamados por Felipão continuam nos planos de Dunga, entre eles alguns que talvez já tenham dado o que tinham que dar, casos de Maicon e Hulk.  Entre as novidades:  Alex Sandro e Danilo, os dois laterais do Porto, e a dupla de armadores do Cruzeiro, Ricardo Goulart e Everton Ribeiro, que, merecidamente ganham suas oportunidades.  A volta de Diego Tardelli não deixa de ser um fato novo, mas me parece muito mais por falta de opções do que por convicção. E do exterior, o treinador abre espaço para o experiente Miranda e o garoto Philipe Coutinho, dois nomes que poderiam já ter figurado no Mundial.

Foto:  Assessoria CBF

Dunga foi conservador. Não foi ousado. Primeiro porque precisa mostrar resultado na largada e não pode fazer feio contra Colômbia e Equador. Depois porque a safra continua sendo pobre. Não temos um grande atacante e continuamos sem um líder no meio-campo, um homem que pise na bola, que dite do ritmo do time e que seja, acima de tudo, um líder de um grupo que na Copa mostrou que ainda é verde e que precisa de confiança e segurança nesse período de turbulência e transição. Neymar segue sendo a referência técnica e pensei que ele ganharia um parceiro para dividir essa responsabilidade. Mas Dunga preferiu não chamar Robinho, um jogador mais rodado e que poderia auxiliar nessa tarefa.

Quanto aos ausentes, parece que Marcelo, como já havia acontecido com Dunga na Copa da África, ficará fora dos planos. Paulinho perde o lugar para Elias. Daniel Alves está com o prestígio abalado na Seleção e no Barcelona e Fred dificilmente voltará à Seleção.  Por fim. Jefferson e Rafael Cabral ganham a chance de sepultar definitivamente as chances de Júlio César.

OS TÉCNICOS DE D´ALESSANDRO

09 de outubro de 2013 0

O ouvinte Ivo Brusa pergunta quantos técnicos trabalharam no Inter desde a chegada de D`Alessandro em julho de 2008. Então, lá vai.

2008

D`Alessandro chega em julho e Tite está no comando. O treinador assumiu em junho na vaga deixada por Abel Braga.

2009

Tite segue no comando até outubro quando cai e é substituído por Mário Sérgio.

2010

O Inter aposta no uruguaio Jorge Fossati que dura até maio. Enderson Moreira assume interinamente até a contratação de Celso Roth que estreia em julho.

2011

Roth vai até abril. André Döring faz um jogo como interino até a chegada de Paulo Roberto Falcão. O antigo ídolo trabalha de abril até julho e cai durante o Campeonato Brasileiro. Osmar Loss assume provisoriamente até agosto, quando a direção confirma a contratação de Dorival Júnior.

2012

Dorival resiste até julho. Fernandão assume e dura quatro meses. Ele abandona o cargo em novembro e o restante da temporada tem Osmar Loss como interino.

2013

Dunga vai de janeiro a outubro e é substituído interinamente por Clemer.

Clemer é o décimo-primeiro técnico a trabalhar com D`Alessandro no Inter.

Clemer é o décimo-primeiro técnico a trabalhar com D`Alessandro no Inter.

 

 

 

DE QUEM É A CULPA ?

30 de setembro de 2013 0

O título há muito tempo escapou. Uma vaga no G4 começa a ficar distante.  A Copa do Brasil é a única esperança. Ou seja, o horizonte colorado está cada vez mais restrito. O começo do returno é desalentador com apenas quatro pontos em  quinze disputados, ou seja,  a mesma campanha do Náutico, último colocado na classificação geral.

O Inter passou o Campeonato Brasileiro repetindo desculpas. Primeiro foi o Centenário. Depois o jogo atrasado com o Santos que , quando cumprido , colocaria o time na real posição da tabela.  O Estádio do Vale não ajudou muito. E o time se acostumou a levar um golzinho no começo de cada jogo.

Foto: Fernando Gomes

Damião completa onze jogos sem marcar. Forlán foi para o banco. A defesa é de Z4 e Dunga não consegue ajustar a dupla de volantes. Se a campanha do primeiro turno dava esperanças, hoje, o Inter é sétimo colocado com 34 pontos e pode perder até sete posições nas  próximas rodadas.

Após 24 rodadas, o Inter 2013  faz uma campanha inferior a do ano passado sob o comando de Fernandão, quando o vestiário era um campo minado e todos viviam na “zona de conforto”.

Esse é o resumo da situação do Inter.  Uma realidade pobre para um time rico e que não aconteceu.

POUCAS DERROTAS, MUITOS EMPATES.

05 de setembro de 2013 0

Faltando duas rodadas para o fechamento do primeiro turno do Brasileiro, o Inter, sexto colocado na tabela, tem 27 pontos. Nos 17 jogos, venceu seis, empatou 9 e perdeu duas partidas(Bahia e Náutico). Até aqui, o time de Dunga é o que mais empatou e o que menos perdeu entre os 20 disputantes do campeonato.

Foto: Bruno Alencastro/Zero Hora

Confira como foi o comportamento das equipes ao final do primeiro turno nos últimos campeonatos de pontos corridos. A lista inclui as competições de 2012 até 2006, primeiro ano em que o número de participantes foi reduzido para 20 equipes.

  Quem menos perdeu                 Quem mais empatou

2012     Fluminense 1                                         Bahia e Santos 8

2011     Flamengo   1                                          Flamengo   9

2010     Fluminense 3                                       Palmeiras 9

2009     Palmeiras   2                                        Santos e Botafogo 8

2008     Grêmio       2                                         Figueirense 7

2007     S.Paulo e Botafogo 4                        Fluminense e Corinthians 8

2006     S.Paulo e Inter   3                              Botafogo 9

 

RENATO X DUNGA

03 de agosto de 2013 0

Neste domingo, Dunga e Renato, como treinadores,  se enfrentarão pela primeira no Gre-Nal Na época em que eram atletas, houve apenas um confronto que terminou empatado em 1 a 1. O clássico foi disputado dia 02 de outubro de 1983, no Beira-Rio, pelo Campeonato Gaúcho.

FICHA TÉCNICA

GRE-NAL 265

INTER 1 X 1 GRÊMIO

Campeonato Gaúcho/ Estádio Beira-Rio

Arbitragem: Roque José Gallas

Gols: Mauro Galvão 2/2  e Osvaldo 10/2

INTER – Benítez, Luís Carlos Winck, Mauro Pastor, Mauro Galvão e André Luís; Ademir Kaefer, Dunga(Renê)  e Ruben Paz; Sílvio(Gérson), Geraldão e Silvinho. Técnico: Dino Sani

GRÊMIO – Mazaroppi, Paulo Roberto, Baidek, De León e Paulo César Magalhães; China, Osvaldo e Bonamigo; Renato, Caio Júnior(César) e Tarciso. Técnico: Valdir Espinosa