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Posts com a tag "Gauchão"

Os empates da dupla Gre-Nal

20 de fevereiro de 2017 0
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Grêmio e Inter empatam na rodada jogando pouco, sentindo a ausência dos seus maestros, levando gol no finalzinho e reclamando da arbitragem. Foram situações muito parecidas vividas na rena e no Vermelhão da Serra.

Em Porto Alegre, mesmo tendo mais qualidade técnica, o Grêmio fez um jogo equilibrado com o São José. O tricolor abriu o marcador e pensou quentinha resolvido o jogo. Deixou de pressionar e acabou sendo castigado. Bolaños foi bem novamente. Ramiro também se destacou. E Lincoln, com tantos desfalques, ganhou uma nova chance e teve boa participação.  Porém, Maicon jogou pouco e acabou sendo escolhido como vilão do dia.

Já em Passo Fundo, não foi dessa vez que o Inter venceu a primeira. O futebol do primeiro tempo foi horroroso. Mas Zago mexeu bem e o time voltou diferente até no ânimo para o segundo tempo. Conseguiu a virada com dois gols de Brenner, mas no final, a zaga falhou novamente e o Passo Fundo empatou. O jogo de ontem serviu o Inter precisa urgentemente de uma nova zaga. Paulão e Ernando: só em caso de emergência.

Inter: muitos gols e pouco futebol 

26 de março de 2016 0

INTER NÃO EMBALA E NÃO EMPOLGA

13 de março de 2016 2

O Inter não deslancha no Gauchão. O empate, no Beira-Rio, contra o São Paulo de Rio Grande evidenciou a oscilação que o time vive ao longo desta temporada e da necessidade de reforços. O próprio técnico Argel Fucks voltou a pedir a contratação de um armador e de um atacante, mas o próprio Argel precisa mostrar mais serviço. O esquema montado para o jogo deste domingo não funcionou. Com um quarteto formado por Sasha, Andrigo, Vitinho e Aylon, se esperava um Inter mais rápido e vibrante, mas isso não aconteceu. Mesmo abrindo o marcador logo aos seis minutos, o Inter não teve qualidade, nem volume para ampliar e definir o jogo.

Foto: Divulgação/Internacional

No primeiro tempo, além do gol de Sasha, o time criou apenas outras duas chances. E no segundo tempo, o ritmo colorado caiu. Criou menos ainda e acabou sendo castigado quando o São Paulo, um time organizado e com qualidade defensiva, na única chance de teve, alcançou o empate. Depois disso, o Inter ficou mais confuso ainda e nem mesmo a belíssima bicicleta de Aylon, que acertou o poste, serviu como alento. O resultado foi justo e o Inter decepcionou os mais de 22 mil torcedores que fizeram a festa no Beira-Rio.

Além do público, Eduardo Sasha, que pediu para sair, e Fabinho foram as notícias positivas do Inter. O volante jogou no meio e depois foi para a  lateral e deu conta nas duas funções. Ele aproveitou muito bem a oportunidade dada a partir da lesão de Fernando Bob e confirmou os elogios que vinha recebendo de Argel.  Sasha, além de marcar o gol, se movimentou muito bem, mas não teve parceria no ataque. Na formação colocada por Argel, jogou pelo meio, penetrando e concluindo. Mas foi uma exceção na parte ofensiva.  Por fim, o Inter precisa melhorar . A fase de avaliação está terminando e o time mostra poucos avanços.  E vale o alerta: se o Gauchão é o engana bobo, esse Inter não está enganando ninguém.

Dourado foi a melhor notícia colorada em Caxias 

28 de fevereiro de 2016 3

Um Gauchão que surpreende

22 de fevereiro de 2016 0
 Crédito: Diogo Sallaberry/Agencia RBS

Crédito: Diogo Sallaberry/Agencia RBS

Já se foram cinco e faltam ainda oito rodadas. Mas o Gauchão já começa a apresentar algumas tendências. A mais evidente é a de que o Juventude vai participar da segunda  fase. O time montado por Antônio Carlos Zago , além de ter Brenner, o artilheiro do campeonato com sete gols, surpreende pela regularidade e com cem por cento de aproveitamento já encaminhou vaga para a próxima etapa.

Outras boas surpresas são São José, com 13 pontos, e o São Paulo, com 12. O Zequinha já passou pela Dupla Gre-Nal e fez quatro pontos em seis e , além disso, foi o responsável pelo melhor desempenho de um time diante dos grandes da capital com uma grande atuação na vitória de. 2 a 0 sobre o Grêmio além do goleiro Fábio, conta com um quarteto final de qualidade com Diego Torres, Clayton, Jô e Heliardo e o técnico China Balbino vive uma situação incomum. Pois desde que assumiu o comando do time no ano passado durante as Copinhas, nunca perdeu.

O São Paulo tem quatro vitórias e cinco jogos. Só perdeu para o Juventude . Faz uma excelente largada. Não sei se vai chegar na fase eliminatória, mas pelo menos já não precisa mais se preocupar com o rebaixamento. Talvez precise de mais cinco pontos em oito jogos para seguir na Primeira Divisão. Tem boas chances de classificação, mas ainda precisa enfrentar Grêmio e Inter.

Por outro lado, alguns times decepcionam. O Cruzeiro é um deles. Tento que Antônio Carlos Zaluar, considerado o melhor técnico do Gauchão do ano passado, já pediu o boné e Ben-Hur Pereira assume o comando. O Veranopois também vai mal. Ainda não venceu e Luis Carlos Winck está sob pressão.

O Brasil também patina. Perdeu pro Grêmio na estréia e vem de quatro empates seguidos. Talvez o grupo, que foi guerreiro na conquista da vaga para a Série B do Nacional, precise ser reavaliado, pois com a mudança de patamar, o Xavante passou a ser o time a ser batido e todos os adversários fazem uma mobilização semelhante a dos jogos contra Dupla Gre-Nal quando cruzam com o Brasil.

Naturalmente, duas vagas para a segunda fase são de Gremioe Inter. Outra, certamente, será do Juventude. São Paulo e São José estão encaminhados. Então, teoricamente, restam três. Aposto que Ypiranga e Brasil irão se recuperar e aí sobrará só um lugar para as eliminatórias. E nessa briga, tudo é possível. Não da nem pra descartar o Cruzeiro, hoje lanterna do campeonato.

O laboratório de Argel Fucks

19 de fevereiro de 2016 0
Ricardo Duarte/Inter

Ricardo Duarte/Inter

Desde que chegou, Argel Fucks nunca foi fã do 4-2-3-1. O esquema preferido tinha quatro jogadores no meio-campo(dois volantes e dois meias) e dois homens no ataque (um centralizado e outro pelo lado). O treinador colorado até utilizou o time com três jogadores na linha de armação, mas muito mais por necessidade do que convicção.

Pois, nesse começo de temporada, Argel começa a montar o Inter e ele retoma o pensamento de utilizar quatro homens no meio-campo. A primeira idéia foi repetir o losango no meio-campo, com Bob fixo, Dourado e Anderson pelos lados e Alex mais avançado. O rendimento não foi satisfatório e ele variou entre 4-2-2-2 e 4-2-3-1. E agora começa a testar um 4-4-2, que foi utilizado contra o Avaì e será repetido contra o Cruzeiro.

Definindo o esquema, Argel partirá para a confirmação dos seus onze titulares. O sistema defensivo é o melhor encaminhado até aqui. Alisson, William, Paulão e Artur como nomes certos. A única dúvida fica ente Jackson e Ernando.

No meio, Fernando Bob e Rodrigo Dourado, independente do esquema, sempre foram titulares. A indefinição fica em relação aos meias. Uma certeza é que Argel não pretende utilizar Anderson e Alex ao mesmo tempo. É um ou outro. E a ultima vaga fica entre Marquinhos, Gustavo. Ferrareis e Alisson Farias, que ganha uma chance neste sábado contra o Cruzeiro.

E no ataque, enquanto o reforço não chega, Argel vai encaminhando Eduardo Sasha e Vitinho como a dupla titular. Mesmo que Aylon venha se destacando, ele,,por enquanto é apenas uma opção.

Entre as várias tentativas de Argel,existem alguns méritos que merecem ser ressaltados.o maior deles é o espaço que ele está abrindo para os garotos da base. Outro é a movimentação dos laterais que ganham proteção e começam a avançar com mais freqüência. Porém, o reposicionamento de Dourado precisa ser melhor estudado. Pois,como primeiro volante ele é um dos melhores do Brasil. Mais avançado, Dourado perde qualidade. E continuo considerando que Eduardo Sasha rende muito mais quando joga na linha de armação. Como atacante, ele da conta do recado. Mas, pela versatilidade, tem mais valor quando faz a movimentação pelo meio.

A comparação que incomoda Argel

15 de fevereiro de 2016 2
Félix Zucco/ Agencia RBS

Félix Zucco/ Agencia RBS

Após o tenebroso empate com o Aimoré, no domingo, o técnico Argel Fucks minimizou o desempenho do Inter dizendo que era a chance de testar todos jogadores e reclamou das constantes comparações que fazem sobre o seu trilho. E, sem ser provocado, ele próprio apresentou um comparação com Diego Aguirre, dizendo que, no ano passado, o Inter com o uruguaio tinha sei pontos nas quatro primeira rodadas do Gauchão. E que, agora, o Inter do Argel tem oito.

Os números são verdadeiros. Mas o contexto é diferente. No começo do Gauchão de 2015, Aguirre estava apenas começando o seu trabalho e ml conhecia o grupo de jogadores. Argel, ao contrário, em fevereiro de 2016, está completando seis meses no comando do Inter. E, mesmo com virada do ano e com a tão festejada pré-temporada, o colorado não consegue embalar. Argel continua tendo um grande retrospecto, mas o time segue sem jogar bem. Ou seja, tem resultado, mas não tem desempenho.

Está certo que Argel perdeu D’Alessandro e Valdívia e que o time relvou apenas cinco jogos oficiais, mas, mesmo assim, o Inter já poderia estar em outro estágio. Já poderia ter um time definido e um padrão de jogo. O colorado, ao invés disso, vive uma rotina de vitórias sofrida, quase todas por diferença de um gol, como foi contra o Ypiranga e o Passo Fundo, nos dois últimos jogo no Beira-Rio.

Talvez a comparação que incomoda Argel Fucks não seja com Diego Aguirre, o seu antecessor. E sim com Roger Machado, técnico do rival. Pois Roger, assim como Argel, pegou um time em crise. Mas, ao contrário do técnico colorado, o gremista conseguiu implantar um sistema tático, definiu um time titular e o seu trilho ganhou manchetes e virou notícia. Ou seja, Roger conseguiu evoluir, coisa que Argel está encontrando dificuldades para realizar. Afinal, o Inter de 2016, apesar dos bons números, continua sendo um time desequilibrado e sem um padrão tático definido.

O Grêmio precisa se remobilizar, colocar os pés no chão

13 de fevereiro de 2016 0
5 / 9 Foto: André Ávila  / Agencia RBS

5 / 9
Foto: André Ávila / Agencia RBS

O Grêmio viaja para o México amargando uma inesperada, porém justa, derrota em plena Arena para o São José por 2 a 0. No começo do jogo, parecia que o Grêmio venceria com facilidade, pois dominava o meio campo e surgia com supremacia numérica no ataque.

O time de Roger criou cinco chances seguidas, mas não conseguiu marcar. A partir dos 30 minutos, com a saída do volante Alberto e a entrada de Felipe Guedes, o São José se reorganizou. Acertou a marcação, colocou a bola no chão , equilibrou o jogo e, de lambuja, fez um gol.

No segundo tempo, quando todos esperavam a reação gremista, o que se viu foi o Zequinha mandar no jogo. Crivou chances para ampliar e o panorama só se modificou quando Roger mexeu no Grêmio, colocando Lincoln e o estreante Henrique Almeida. O time melhorou, chegou perto do empate, porém o São José não se apavorou e aproveitou um vacilo da zaga para fazer o segundo gol e liquidar o jogo.

A derrota custou a invencibilidade e a liderança do Gauchão, mas serviu como um sinal de alerta para a estreia na Libertadores. Se o jogo de sexta era uma espécie de ensaio geral para o confronto contra o Toluca, o resultou mostra que o Grêmio precisa se remobilizar, colocar os pés no chão e praticar um futebol com mais intensidade e mais equilibrado do que o apresentado diante do São José.

Na defesa, Wallace Oliveira e Kadu continuam vacilantes. No meio, Edinho é um bom reforço, e Giuliano, se repetir o desempenho de Veranópolis, dará a dinâmica que faltou. E no ataque, Luan é uma certeza, o mesmo não se pode dizer de Douglas, Everton e Pedro Rocha, os três companheiros que o cercam. E quem sabe, os candidatos ao banco para as possíveis entradas de Lincoln e Henrique Almeida?

O Inter não empolga

12 de fevereiro de 2016 0
Foto: Agência RBS

Foto: Agência RBS

Assim como aconteceu diante do Ypiranga, o Inter passou pelo Passo Fundo no sufoco. A vitória de 2 a 1 foi apertada e a torcida sofreu até o final. A diferença é que contra o time de Erechim o colorado marcou nos acréscimos e ontem se salvou nos instantes finais, quando o time visitante criou duas chances que pararam nas mãos de Alisson.

A verdade é que o time de Argel Fucks não evolui e o Inter continua vivendo a mesma rotina do ano passado: consegue o resultado, mas não mostra bom futebol. O Inter continua desequilibrado, sem velocidade e com enormes dificuldades, até mesmo no Gauchão, de fazer valer a superioridade técnica que tem em relação aos times do interior. Taticamente, as equipes montadas por Leocir Dal’Astra e Paulo Porto renderam muito melhor que o Inter de Argel.

Contra o Passo Fundo, o Inter veio modificado, mas no geral, o rendimento foi fraco. Jackson no lugar de Rever foi um acerto. Sem ser brilhante, o zagueiro que voltou do Palmeiras jogou sério e foi eficiente. Outro acerto de Argel foi a separação da dupla Anderson e Alex. O problema é que Marquinhos não acrescentou muita coisa. Entrou para atuar mais adiantado, mas não conseguiu jogar em velocidade, nem se infiltrar. Errou muito e se perdeu na marcação.

Argel precisa endireitar o time

11 de fevereiro de 2016 8

Argel Fucks terá que reorganizar time titular do Internacional (Ricardo Duarte/Inter)

Neste começo de temporada, Argel montou o time do Inter com um losango que tem defeito em todas as pontas e com um ataque que não funciona. Afinal de contas, as estatísticas mostram que o time precisa, em média, concluir  vinte e uma vezes para marcar um gol.

O primeiro sinal é que o ataque precisa de um especialista, um nove matador, que não é Eduardo Sasha. Ele é um jogador multifuncional, que até pode ser escalado no setor ofensivo, mas que rende muito mais quando vem de trás ou quando joga pelo lado. Reposicionar Sasha seria a primeira providência a ser tomada por Argel.

A outra é recolocar Rodrigo Dourado como primeiro volante. Ali, na posição de origem, ele é um dos melhores do Brasil. No lado, pela direita, onde vem jogando, ele é uma improvisação que deu certo no Gre-Nal do returno do Brasileirão e que entusiasmou o trinados a escalá-lo fora do lugar.

Mexendo na posição de Dourado, Argel precisará também recolocar Fernando Bob que como primeiro volante não está acrescentando tanta qualidade como se esperava. Daí, a etapa seguinte seria colocar Anderson mais a frente, ou quem sabe, no banco, e achar peças que deem mais velocidade e intensidade na criação. E aí, Argel poderia pensar em achar um lugar para Marquinhos, quem sabe, ao lado de Sasha no setor de armação.