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Gre-Nal: com ou sem Barrios e D'Alessandro?

02 de março de 2017 0
Bruno Alencastro / Agencia RBS

Bruno Alencastro / Agencia RBS

Gre-Nal nunca teve favorito. Mas mesmo assim, dá para apontar quem está melhor. E nesse começo de temporada, mesmo sem ainda ter feito uma grande atuação, o Grêmio larga melhor. Mas essa vantagem desaparece na hora da bola rolar, pois a mobilização e a grandeza dos dois adversários, na maioria das vezes, neutraliza o “pré-clássico”.

A continuidade é o trunfo do Grêmio para o Gre-Nal de sábado. Mesmo perdendo Walace e Douglas, o time ainda mantém uma base consistente e uma forma de jogar definida. Além disso, mesmo com características diferentes, Bolaños, em grande momento, é um substituto à altura para Douglas. O único senão é Jaílson, que ainda não consegue ter um desempenho que dê a confiança de que ele é o nome certo para formar a dupla de volantes ao lado de Maicon.

O Inter,  mesmo tendo crescido muito na última semana, ainda é uma incógnita. O esquema implantado por Zago deu certo contra times menores e o Gre-Nal será o seu grande teste. Um desafio que poderá ser mais ou menos complicado dependendo da presença de D’Alessandro que, nesse caso, faz a diferença pela qualidade técnica em relação a Roberson e também pelo aspecto da experiência e da liderança,afinal, o argentino se transforma no clássico.

E, por falar em transformação, a presença de Lucas Barrios no time do Grêmio também pode interferir. Afinal, ele é um camisa nove dos tradicionais, um homem de área. E, caso Renato aposte no ex-atacante do Palmeiras, o tricolor vai mexer na sua estrutura. Deixará de ter o “falso nove”, pois Luan deverá ser deslocado para a linha de armação ou, quem sabe, jogar em dupla com Barrios, e, de qualquer maneira, isso vai alterar a formatação tática gremista.

O melhor Inter de Zago

23 de fevereiro de 2017 0
Foto: Felix Zucco/Agencia RBS

Foto: Felix Zucco/Agencia RBS

A goleada de 4 a 1 sobre o Oeste traz tranquilidade para o Inter. E, principalmente, para Zago. O time teve muitos destaques individuais e um bom trabalho coletivo. Nos primeiros 45 minutos vimos o melhor Inter de Antônio Carlos Zago até aqui.

O time teve velocidade e objetividade. Liquidou o jogo no primeiro tempo e teve em Uendel,jogando pelo meio, e Brenner, autor de dois gols, suas melhores individualidades. Brenner pegou a vaga que estava encomendada para Roberson. E Uendel, além do entrosamento com Carlinhos, mostrou que existe uma maneira de jogar sem depender unicamente de D’Alessandro.

Outro acerto de Zago foi o lançamento do garoto Léo Ortiz. Ele salvou um gol no começo do segundo tempo, teve um bom trabalho defensivo e ainda brilhou no lance do segundo gol com um lançamento primoroso que Carlos transformou em gol.

No segundo tempo, o Inter não conseguiu manter o mesmo nível de apresentação. Levou um gol e teve certa dificuldade para acertar a marcação no meio-campo. Mas depois, Brenner voltou a marcar e as coisas ficaram mais calmas.

Ânderson quer jogar. E agora?

21 de fevereiro de 2017 0

Foto: Ricardo Duarte/Agênica BS

Anderson cansou de treinar separado do grupo e quer voltar a jogar. O desejo foi expresso nas redes sociais pelo próprio jogador e já existe um movimento que considera que Ânderson merece uma nova chance no Inter. Afinal, Antônio Carlos Zago não conseguiu organizar o time e o meio-campo é um, entre tantos problemas que o treinador encontra nesse começo de trabalho.

Não dá pra dizer que Ânderson não é profissional. Não dá pra dizer que ele é indisciplinado. Até mesmo na briga com Ânderson no ano passado, ele não foi tão culpado assim. Foi multado, afastado, matou no peito e continuou trabalhando. O problema é que Ânderson é insuficiente. Ele não consegue render em alto nível. A sua resposta é muito baixa. Ele foi trazido para ser o substituto de D’Alessandro e não conseguiu se firmar como titular. Teve sequência de jogos e não conseguiu acrescentar nada. Foi apenas esforçado. Nunca foi um protagonista.

Além disso tudo, ele tem um salário desproporcional ao futebol que está jogando. O custo/benefício não valeu o investimento. Considerar que Ânderson pode ser a solução tem a mesma lógica que apostar na recuperação de Paulão. Considero que o ciclo de alguns jogadores no Beira-Rio já terminou. E não admitir isso é adiar uma reformulação de grupo e de espirito para que o Inter volte a ser um time respeitado.

Os empates da dupla Gre-Nal

20 de fevereiro de 2017 0
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Grêmio e Inter empatam na rodada jogando pouco, sentindo a ausência dos seus maestros, levando gol no finalzinho e reclamando da arbitragem. Foram situações muito parecidas vividas na rena e no Vermelhão da Serra.

Em Porto Alegre, mesmo tendo mais qualidade técnica, o Grêmio fez um jogo equilibrado com o São José. O tricolor abriu o marcador e pensou quentinha resolvido o jogo. Deixou de pressionar e acabou sendo castigado. Bolaños foi bem novamente. Ramiro também se destacou. E Lincoln, com tantos desfalques, ganhou uma nova chance e teve boa participação.  Porém, Maicon jogou pouco e acabou sendo escolhido como vilão do dia.

Já em Passo Fundo, não foi dessa vez que o Inter venceu a primeira. O futebol do primeiro tempo foi horroroso. Mas Zago mexeu bem e o time voltou diferente até no ânimo para o segundo tempo. Conseguiu a virada com dois gols de Brenner, mas no final, a zaga falhou novamente e o Passo Fundo empatou. O jogo de ontem serviu o Inter precisa urgentemente de uma nova zaga. Paulão e Ernando: só em caso de emergência.

Encaminhando a saída de Ânderson, o Inter livra-se do primeiro de cinco problemas

14 de fevereiro de 2017 0
Tadeu Vilani/ Agencia RBS

Tadeu Vilani/ Agencia RBS

Nem bem se livrou do pepino que seria contratar Ronaldinho Gaúcho, o Coritiba vai atrás de Ânderson. Existe uma negociação: se ela acontecer, bom para o Inter. Para o Coxa, nem tanto.

Parece que o Coritiba está procurando “sarna para se coçar”. Mas nada impede que Ânderson resolva jogar e dê certo lá no Paraná. Afinal, por lá, Kléber Gladiador, abominado pela maioria enquanto jogou no Grêmio, vai se reafirmando e o mesmo pode acontecer com jogador colorado.

Encaminhando a saída de Ânderson, o Inter livra-se de um problema. Mas existem muitos outros para resolver: Ariel, Paulão, William e Nico López, por exemplo.

Os dois primeiros são o símbolo da campanha do rebaixamento, custam caro e precisam ser negociados.

William treina e segue com a situação indefinida. E Nico tem contrato, tem prestigio com a torcida, mostrou que tem futebol, mas não acontece. Não incendeia. Joga uma e fica lesionado. Não tem sequência e não consegue se firmar.

Se Nico López mudasse e se tornasse um jogador em que se pudesse confiar, Zago teria um grande reforço e um titular indiscutível. Mas parece que a rotina é não poder contar com o jogador. Nico López, desse jeito, dá indícios que o Inter arrumou sarna pra se coçar.

Chega de medalhão

13 de dezembro de 2016 0
Bruno Alencastro / Agencia RBS

Bruno Alencastro / Agencia RBS

Aprovo a contratação de Antônio Carlos Zago. Já que o Inter, após o fracasso no Brasileirão, quer apagar a imagem da arrogância e da soberba, o ideal é apostar em um treinador novos, sem antigos vícios e pronto para um grande desafio. É hora de colocar a casa em ordem e trabalhar bastante. E, para isso, Zago mostrou-se pronto na coletiva desta terça-feira.

Prevendo o que estava para acontecer, a direção do Inter agiu rápido e trouxe um treinador acostumado com a nova realidade que o colorado irá enfrentar. Antônio Carlos Zago foi um grande zagueiro com passagem pelos quatro grandes de São Paulo, pela Roma e pela Seleção Brasileira. Como treinador, atuou em clubes pequenos, teve uma passagem relâmpago pelo Palmeiras e, para decolar de vez, foi buscar aperfeiçoamento na Europa. Depois de estagiar na Roma e no Shakhtar, assumiu o Juventude e conseguiu recuperar um pouco do prestígio do time de Caxias o reconduzindo à Série B do Brasileirão.

Zago é um técnico emergente. Tem experiência na coordenação técnica, pois já exerceu essa função e é um treinador com metodologia atualizada e um profissional participativo. O seu perfil parece ser o ideal para esse momento de reconstrução do Internacional. Não gosta de treino coletivo, nem de rachão. No Juventude seus treinamentos chamaram a atenção pelo aproveitamento quase uniforme de todo grupo. Ou seja, praticamente todos receberam o mesmo trabalho e a mesma orientação, dando  impressão de que todos poderiam ser utilizados a qualquer momento. Ou seja, conseguiu ter um grupo mobilizado o tempo todo.

No Juventude, com o pouco que tinha, conseguiu crescer bastante. Assumiu o comando na metade de Série C em 2015 e quase chegou à segunda fase. E 2016, precisou montar um novo time e alcançou o vice-campeonato gaúcho. Destacou-se na Copa do Brasil despachando o Coritiba e o São Paulo e só parou nas quartas de final quando foi eliminado pelo Atlético Mineiro nos pênaltis. Mas considero o acesso para a Série B o trabalho mais importante e consistente de Zago no Juventude. Afinal, esse era o desejo que  a Papada mais desejava e o treinador conseguiu.

Com um time modesto e com poucos recursos financeiros, realizou um trabalho de qualidade, E, mesmo sendo paulista, montou um time que tem o espírito competitivo do futebol gaúcho. Talvez isso seja exatamente o que está faltando ao Inter. Esse time aguerrido, de força na marcação, boa consistência defensiva  e velocidade no ataque pode ser o novo desenho colorado. Resta saber com que peças ele vai contar. Pois, depois do rebaixamento pra a Série B, o plantel do Inter está desacreditado e desvalorizado e nessa hora é preciso de muito critério para não liquidar um grupo que tem boas peças individuais, mas que não teve qualidade coletiva.

Inter continua debaixo do mau tempo

29 de setembro de 2016 0
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Roth pede iluminação divina na hora de escalar o time (Lauro Alves / Agência RBS)

O Inter melhorou nos dois últimos jogos, mas ainda é insuficiente. Segue debaixo do mau tempo. Como, às vezes, diz o Cléo Khun, segue tempo instável com possibilidade de pancadas.

Se fosse em outra situação, o resultado na Vila Belmiro seria festejado, afinal, a derrota de 2 a 1 para o Santos deixa o Colorado na condição de se classificar com uma vitoria de 1 a 0 no jogo de volta. Mas nem isso anima o torcedor que quer saber principalmente o que vai acontecer nos dois próximos jogos.

O confronto contra o Figueirense é tratado como Copa do Mundo. A direção faz promoção para levar 45 mil torcedores. O apoio será fundamental para um time que não consegue se reanimar. Nem técnica, nem animicamente.

Contra o Atlético Mineiro, o Inter fez um bom segundo tempo, mas não conseguiu o empate. Ontem, diante do Santos, fez um primeiro tempo razoável, mas desandou na  volta do intervalo e o máximo que fez foi descontar.

Celo Roth pede iluminação divina na hora de escalar o time. Isso dá uma mostra de quão desesperadora é a situação do Inter. Uma declaração dessas não pode ser levada  a sério. Pois, com onze jogos no comando, ele já  deveria saber o que fazer.

A explicação para as três trocas de Roth no Inter para a estreia na Copa do Brasil

30 de agosto de 2016 0
Félix Zucco / Agencia RBS

Félix Zucco / Agencia RBS

Saem Ceará, Artur e Sasha e entram Geferson, Aylon e Nico López. Celso Roth muda o ataque e tenta diminuir a pressão com uma vitória sobre o Fortaleza na Copa do Brasil.

Com a necessidade de vencer dentro de casa, o Inter terá uma postura mais ofensiva e essa é a explicação principal para a volta de William à lateral-direita no lugar de Ceará, que voltou muito bem, mas será poupado. No lado esquerdo, trocar Artur por Geferson é literalmente trocar o seis pelo meia dúzia. Não faz diferença nenhuma, pois são dois jogadores irregulares.

A grande novidade colorada está no ataque. Aylon e Nico López formarão a dupla ofensiva. Trata-se de uma dupla inédita. Pois, até agora, Roth preferiu apostar prioritariamente em Sasha, Vitinho e Ariel. Mas a resposta tem sido muito fraca.

Desde o jogo com a Ponte Preta, um atacante não consegue marcar. Aylon, que cresceu muito nas mãos de Argel, ganha uma nova chance. E Nico López, a grande contratação da temporada e a grande esperança da torcida, começa a ser resgatado. Chegou a hora de ganhar e desencantar.

Conheça os nomes que estão na lista de possíveis técnicos do Inter

12 de julho de 2016 0
Arquivo/Agencia RBS

Arquivo/Agencia RBS

Mano Menezes não aceita conversar. Não quer trabalhar no Inter enquanto Vitorio Piffero for o presidente. E, mesmo que seja o primeiro nome a ser cogitado, já está descartado e não será o técnico do Inter. Abel Braga não quer trabalhar neste semestre e também tem um certo desgaste com a atual direção.

Assim, com esses dois nomes riscados da lista, o Inter começa buscar outras alternativas para o cargo de treinador. Nomes emergentes perdem força e a tendência é que venha um treinador “cascudo”, com mais rodagem e com bom conhecimento das coisas do Beira-Rio. A lista colorada tem seis nomes: Paulo Roberto Falcão, Celso Roth, Mário Sérgio, Clemer, Gílson Kleina e Vanderlei Luxemburgo.

Pela rejeição da torcida, Celso Roth fica como uma saída de emergência. Gílson Kleina, que passou pelo Palmeiras, Ponte Preta e começou o atual Brasileiro pelo Coritiba, é a surpresa nessa relação. Por nunca ter trabalhado no Inter, nem em Porto Alegre, é um perfil diferente dos demais. Clemer já teve uma chance como interino em 2013 e não se saiu bem. Já Mário Sérgio, com mandato tampão em 2009, quase conquistou o título. Falcão é visto com algumas restrições, e Luxemburgo é caro, tem currículo, mas não consegue realizar bons trabalhos nos seus últimos times.

Coloco Luxemburgo e Kleina como primeiras opções. Falcão, Clemer e Mário Sérgio com chances menores. E Celso Roth como um nome que agrada ao dirigentes, mas que causa pânico nos torcedores.

Piffero prepara o pacotão

28 de março de 2016 0
cleber

Depois da vitória contra o Novo Hamburgo, o presidente Vitorio Piffero anunciou que o Inter procura cinco reforços e três deles estariam muito bem encaminhados. O “problema” é que eles chegarão somente para o Brasileirão. No Gauchão, Argel precisará se virar com o que tem.

Em termos de reforços, até aqui, o Inter foi muito modesto. Trouxe Paulo Cezar Magalhães, um reforço em nível de grupo,  Fernando Bob, que chegou com status de titular indiscutível, Fabinho, uma aposta que deu uma boa resposta,Marquinhos, que ainda não rendeu o esperado, e repatriou o garoto Aylon  que, mesmo sem ser uma solução para o ataque, mostrou pelo menos que é uma boa opção.

Diante do desempenho do time nestes três primeiros meses, o Inter precisa de muito mais para sonhar com títulos e com um 2016 mais tranquilo. Com o que tem em casa, o colorado será apenas figurante no Brasileirão e uma vaga na Libertadores do próximo ano já seria uma grande conquista.

Juan Quintero é o reforço mais próximo  e sua contratação poderá ser anunciada nesta semana. O venezuelano Seijas, do Independiente Santa Fé, continua nos planos. E já se percebe que o meio-campo é a principal preocupação da direção colorada. Afinal, o time perdeu muita qualidade com a saída de D’Alessandro. E as alternativas utilizadas por Argel não vingaram. Os garotos precisam de mais sequência e Anderson e Alex, os mais experientes, não deram a resposta esperada, tanto tecnicamente. como em termos de liderança.

Pra completar, se alguém tinha dúvida a respeito da contratação de um novo goleiro para o lugar de Alisson, a atuação de  Muriel, sábado, contra o Novo Hamburgo, só reforçou essa necessidade. Danilo Fernandes, do Sport, é uma boa alternativa.

Se tudo isso der certo, faltará ainda um atacante de referência. O sonho é Teo Gutiérrez, porém, não sei se o Inter poderá esperar até o começo do segundo semestre.