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Posts com a tag "Libertadores"

O DESAFIO GREMISTA

15 de março de 2016 0

Depois da derrota para o Toluca, o Grêmio encarou a LDU como uma decisão. A recuperação veio e parecia que as coisas estavam sob controle. Mas aí veio o Gre-Nal, a lesão de Bolaños e o inesperado empate com o San Lorenzo na Arena. As coisas voltaram a se complicar  e o jogo de hoje no Nuevo  Gasómetro cresce de tamanho. Ou seja, na Libertadores, o Grêmio vive uma decisão após a outra.

Foto:Marco Souza/Agência RBS

Uma vitória encaminha a classificação. Mas o empate também é um bom resultado. O importante é voltar vivo da Argentina. E para surpreender o San Lorenzo, o Grêmio precisa fazer algumas coisas que não fez no jogo da Arena. O principal  desafio do Grêmio é conseguir jogar, coisa que não conseguiu fazer na semana passada. O Grêmio foi um time passivo que deu espaço para o San Lorenzo e acompanhou o adversário sair desde o campo defensivo, tocando a bola e, muitas vezes, chegando com perigo na área de Grohe.O Grêmio precisa avançar a marcação e forçar o San Lorenzo a quebrar a bola. Não pode Ortigoza fazer a transição do meio para o ataque. Tem que cuidar do lado esquerdo do adversário, onde Mas e Sebastián Blanco circulam muito bem e, principalmente, o Grêmio precisa agredir. Não pode se encolher. Tem que fazer o seu jogo habitual e tem que jogar mais do que fez no jogo da Arena.

Bolaños começa ou fica no banco?

01 de março de 2016 0

Bolaños desde o início. Essa deve ser a definição de Roger Machado para o jogo do Grêmio contra a LDU nesta quarta-feira, pela Libertadores, na Arena. O equatoriano chega como a grande contratação desta temporada. Ele é o homem que faltava desde o ano passado para completar o time. O problema é que Bolaños ainda não tem ritmo, nem entrosamento e que, se   tivesse estreado sábado diante do Glória, teríamos uma condição melhor de avaliar em que estágio ele se encontra.

Foto: André Ávila/Agência RBS

O jogo é complicado porque a LDU estreou vencendo e o Grêmio, que perdeu para o Toluca, precisa desesperadamente da vitória. Caso o quadro não fosse tão dramático, o ideal seria manter Everton no time e iniciar com Miller Bolaños no banco. Utilizá-lo como elemento surpresa. Mas pelo jeito, Roger Machado vai arriscar desde o início, apostando na estrela do jogador e no astral positivo que a torcida vai criar. Futuramente, Roger poderá tentar outras alternativas e outras formações, inclusive colocando Bolaños no lugar de Douglas, que pela importância do jogo da LDU, por enquanto, é intocável.

 

O Galo contrata e o Grêmio fica chupando o dedo

23 de fevereiro de 2016 2
Bruno Cantini/Atlético MG

Bruno Cantini/Atlético MG

Depois de acertar a contratação de Robinho, o Atlético-MG festeja outra grande contratação. Após reunião de mais de seis horas, a direção anunciou o acerto com Clayton, atacante de 20 anos, do Figueirense. Pelo reforço, o Galo pagará um pouco mais de 3 milhões de euros.

O Atlético comemora a grande contratação, a sexta na temporada, e também o fato de ter superado a concorrência de outros grandes clubes, como Corinthians, Santos, Palmeiras e até o Inter. Mas como ele explica que um clube que tem dinheiro para bancar contestações do peso da de Robinho e Clayton não tenha dinheiro para quitar uma dívida de 1,5 milhões de euros com o Grêmio que existe desde 2012?

Alguma coisa está errada. Pois esse valor, referente a venda do goleiro Vitor, apesar das várias reclamações do Grêmio, ainda está pendente, e o Atlético não demonstra muita preocupação. Aliás, muito, pelo contrário. Pois, recentemente, quando a direção gremista tentou contratar o atacante André, os atleticanos não demonstram boa vontade e vetaram qualquer possibilidade de incluir o jogador que fez um excelente Brasileirão pelo Sport no negócio. No fim, André foi para o Corinthians e o Grêmio teve que buscar outra alternativa.

Eu não sei qual será a solução que o Grêmio vai encontrar. Como já entrou na Justiça, talvez tenha que recorrer à Fifa. O curioso e, ao mesmo tempo contraditório, é que o Grêmio terá que acionar judicialmente o Atlético que é seu parceiro na Primeira Liga, um movimento que luta por futebol melhor, que tenta reorganizar o nosso esporte. Mas como acreditar nisso se nem mesmo os integrantes desse movimento se respeitam? 

Que lições o Grêmio tira da derrota em Toluca?

18 de fevereiro de 2016 15

O pessimismo toma conta  do torcedor gremista após a derrota de 2 a 0 para o Toluca na estreia da Libertadores. Não só pelo resultado, mas pelo fraquíssimo desempenho do time e também pela sequência de atuações fracas diante de Coritiba e São José.  Parece que o Grêmio desaprendeu a jogar. Tudo aquilo que Roger Machado colocou em prática no ano passado foi esquecido. O Grêmio foi um time lento, desorganizado e que errou muitos passes. Talvez Marcelo Grohe tenha sido o único que se salvou do incêndio. A entrada de Fred não acrescentou nada no sistema defensivo que teve uma péssima atuação de Marcelo Oliveira e um Wallace Oliveira perdido.  A defesa, que vem sendo o ponto alto do time nas últimas temporadas, esteve irreconhecível. E Roger Machado faz uma análise correta ao dizer que a dupla de zaga errou muito, mas, principalmente,  em consequência de falhas nas laterais e na marcação.

Foto: Toluca/Divulgação

Walace fez falta no trabalho de bola. Edinho sabe marcar, mas não tem a mesma qualidade quando o time precisa se movimentar. Luan foi anulado pelo time mexicano e Giuliano, que havia voltado com força diante do Veranópolis, não conseguiu imprimir a dinâmica esperada ao meio-campo.

Pode-se culpar o resultado pelos fracos desempenhos coletivo e individual, mas o maior responsável pela derrota tenha sido Roger Machado. É, isso mesmo; Roger Machado. Algo raro de acontecer. Afinal, se ele estava correto na maneira de pensar o jogo, com posse de bola e time agrupado, a prática foi outra. O  Grêmio jogou para o gasto no primeiro, mas no segundo, quando se esperava que a equipe gremista tomasse conta do jogo com um homem a mais, o que se viu foi o Toluca largando na frente, tomando conta do jogo e vencendo naturalmente.  Agora é hora de lamber as feridas. Corrigir os erros e voltar para a luta. Não dá pra fazer terra arrasada. A vitória contra a LDU, dia 02 de março, ganhou uma importância muito maior do que tinha. É o jogo da reabilitação. Reabilitação na tabela e da confiança.

Fred, o homem de confiança de Roger

16 de fevereiro de 2016 1
Adriano de Carvalho / Agencia RBS

Adriano de Carvalho / Agencia RBS

O treino de segunda-feira confirmou o Grêmio para a estreia na Libertadores. Giuliano, recuperado, está escalado, o que é uma garantia de maior intensidade no trabalho de meio-campo. Mas a grande notícia está na zaga. Sai Kadu e entra Fred.

Fred é o homem de confiança do técnico Roger Machado. Afinal, foi o técnico que indicou a contração, baseado não só pelo bom desempenho do zagueiro pelo Goiás no Brasileiro, mas principalmente pelo entendimento que existe entre os dois desde o tempo em que trabalharam juntos no Novo Hamburgo no Gauchão do ano passado.

Talvez o momento não seja o ideal para lançar um novo zagueiro. Afinal, o confronto  contra o Toluca, pela altitude, pelo desentrosamento entre os zagueiros e por ser a estreia na Libertadores transformam o jogo numa fogueira, mas Roger preferiu arriscar. Fred, jogou apenas uma partida e foi relativamente bem dintel do Veranópolis. O Grêmio venceu, não levou gol e Fred, o estreante, jogando de maneira simples, sem enfeitar, foi eficiente. 

Estreia por estreia, a de Fred foi mais tranquila do que a Kadu, que marcou um gol contra diante do Danúbio e nunca mais se acertou. Continuou falhando e, apesar da seqüência de jogos, não se recuperou. Fred ganha uma chance e, se corresponder, não sai mais do time.

Roger prefere apostar em Fred, um zagueiro mais técnico, e coloca a virilidade de Kadu, no banco de reservas.,

O Grêmio precisa se remobilizar, colocar os pés no chão

13 de fevereiro de 2016 0
5 / 9 Foto: André Ávila  / Agencia RBS

5 / 9
Foto: André Ávila / Agencia RBS

O Grêmio viaja para o México amargando uma inesperada, porém justa, derrota em plena Arena para o São José por 2 a 0. No começo do jogo, parecia que o Grêmio venceria com facilidade, pois dominava o meio campo e surgia com supremacia numérica no ataque.

O time de Roger criou cinco chances seguidas, mas não conseguiu marcar. A partir dos 30 minutos, com a saída do volante Alberto e a entrada de Felipe Guedes, o São José se reorganizou. Acertou a marcação, colocou a bola no chão , equilibrou o jogo e, de lambuja, fez um gol.

No segundo tempo, quando todos esperavam a reação gremista, o que se viu foi o Zequinha mandar no jogo. Crivou chances para ampliar e o panorama só se modificou quando Roger mexeu no Grêmio, colocando Lincoln e o estreante Henrique Almeida. O time melhorou, chegou perto do empate, porém o São José não se apavorou e aproveitou um vacilo da zaga para fazer o segundo gol e liquidar o jogo.

A derrota custou a invencibilidade e a liderança do Gauchão, mas serviu como um sinal de alerta para a estreia na Libertadores. Se o jogo de sexta era uma espécie de ensaio geral para o confronto contra o Toluca, o resultou mostra que o Grêmio precisa se remobilizar, colocar os pés no chão e praticar um futebol com mais intensidade e mais equilibrado do que o apresentado diante do São José.

Na defesa, Wallace Oliveira e Kadu continuam vacilantes. No meio, Edinho é um bom reforço, e Giuliano, se repetir o desempenho de Veranópolis, dará a dinâmica que faltou. E no ataque, Luan é uma certeza, o mesmo não se pode dizer de Douglas, Everton e Pedro Rocha, os três companheiros que o cercam. E quem sabe, os candidatos ao banco para as possíveis entradas de Lincoln e Henrique Almeida?

OS COLORADOS ACREDITAM NO G-4

26 de agosto de 2015 0

Após os resultados do final de semana, a torcida do Inter se reanimou e já começa a acreditar na possibilidade de uma vaga no G-4. Com a derrota do Fluminense e a vitória sobre o Atlético PR, o colorado diminui para cinco pontos a diferença em relação ao time carioca, atual quarto colocado. Por obrigação, o Inter, que é o décimo, precisa ultrapassar três times com menor tradição – Chapecoense, Sport e Atlético PR. E depois, brigar com o próprio Fluminense, mais Palmeiras e São Paulo e , possivelmente com Santos, que  está atrás, mas é um time em recuperação. Levando em conta que Corinthians, Atlético Mineiro e Grêmio estão com as vagas encaminhadas, teríamos oito candidatos por uma vaga para a Libertadores.

Foto: Divulgação/Internacional

Pois não é que esse entusiasmo demonstrado após a vitória de domingo cresceu de tamanho e alguns torcedores, entre eles o deputado Mano Changes,  já acreditam que é possível que o Inter é capaz até mesmo de terminar à frente do Grêmio na classificação geral. O que considero, neste momento, um otimismo exagerado. Pois, nos três primeiros jogos sob o comando de Argel, o Inter cresceu, mas muita coisa ainda precisa ser feita. E mesmo com a diferença de resultados e desempenhos na última rodada, o Grêmio ainda é um time melhor organizado.E tem muito campeonato pela frente. Mas como o futebol é dinâmico e o Brasileirão, muito equilibrado, tudo pode acontecer. E o Brasileiro e a Copa do Brasil estão aí para confirmar isso. Ou desmentir.

REAÇÃO, QUE REAÇÃO ?

26 de julho de 2015 0

Após a eliminação na Libertadores, a volta do Inter ao Brasileiro decepcionou. O time ficou exposto defensivamente e sem força de marcação e , num jogo em que a palavra de ordem era reabilitação, o empate diante da Ponte Preta ficou abaixo do esperado. E,  diante do pouco futebol apresentado, pode ser considerado um bom resultado, pois se alguém mereceu vencer,  este time foi a Ponte, que é uma equipe modesta mas mais funcional e melhor organizada do que o colorado.

Foto: Banco de Dados ZH

O começo de jogo do Inter até que foi bom. Lisandro López acertou uma bola no poste e Ânderson perdeu uma grande chance na frente de Marcelo Lomba. Mas aos poucos a Ponte Preta começou a dominar o meio-campo, pegar todos os rebotes e avançar sem ser marcada. Criou várias chances, mas parou sempre nas mãos de Álisson.

A escalação proposta de Diego Aguirre repetiu os erros de Monterrey.Lisandro e Nilmar se anularam. O meio-campo não conseguiu marcar ninguém e a zaga precisou se desdobrar para evitar o pior. A solução para o segundo tempo foi colocar Nico Freitas no lugar de um apagado Alex. E  a troca não surtiu efeito. O time continuou sem equilíbrio no meio-campo e exposto na defesa. Na reta final, com as entradas de Vitinho e Valdívia, o Inter ganhou mais poderio ofensivo, chegou mais vezes ao ataque, mas não teve pontaria.  Tentou uma pressão final, muito parecida com a de quarta-feira porém,  igualmente ineficiente. E,  pelo jeito, a reação ficou para a próxima rodada.

 

 

BRASILEIRÃO NÃO É GAUCHÃO

23 de junho de 2015 0

Os torcedores colorados estão incomodados com a cobrança que é feita em cima do Inter que não ganha fora de casa. E a indignação vem acompanhada da pergunta: E o Grêmio ganhou quantas até agora ?   O problema é que o Grêmio não ganhou nenhum dos três jogos que fez fora de Porto Alegre, mas mesmo assim faz uma boa campanha, tanto que já beira o G-4.

O Inter, por sua vez, decepciona não somente por figurar na parte de baixo da tabela, mas principalmente pelo fato de não conseguir confirmar o status de candidato ao título. Aliás, praticamente todos os anos é assim. O Inter começa o Brasileirão como um dos favoritos e, lá pela metade, vê que ficou longe do líder e começa a se conformar em lutar por uma vaga na Libertadores.

Foto: Ronaldo Bernardi/Agência RBS

No atual campeonato, parece o Inter está repetindo esse retrospecto. Tem apenas dez pontos, está oito pontos atrás do líder Sport e não consegue engrenar. Mesmo que após a classificação diante do Santa Fé na Libertadores, o presidente Vitório Piffero tenha dito que chegara a hora de focar no Brasileirão, a verdade é que isso não aconteceu. Dos dez jogos até o confronto com o Tigres, cinco já foram realizados e, entre desfalques e rodízios,    apenas seis pontos foram conquistados. E outro fator que preocupa é justamente o mau rendimento como visitante. Dá pra dar um desconto que contra Atlético PR e Vasco, Diego Aguirre utilizou os reservas. Mas o jogo em São Januário está entre os “vencíveis” e o time só empatou. O mesmo dá pra dizer em relação aos jogos contra Palmeiras e Figueirense, onde parece que o empate foi considerado bom resultado, quando, se jogasse com ousadia, o Inter poderia ter vencido.

E, voltando ao Grêmio, fora de casa, a campanha é fraca, mas o bom desempenho na Arena está compensando. E talvez por ter feito cinco jogos em casa e apenas três fora, o desempenho gremista seja melhor.  Dos cinco jogos com Roger Machado, dois foram fora. A estreia contra o Goiás, onde dá pra dizer que o time deixou escapar a vitória. E o jogo contra o São Paulo, no Morumbi, onde perder até pode ser aceitável. Mas, nesse caso, o que não deu pra aceitar foi a postura do time que fez sua pior apresentação com o novo treinador.

Foto: Carlos Costat/Lancepress!

E para os colorados não acharem que isso é pura pegação de pé, vale lembrar que Brasileirão não é Gauchão. O parâmetro do Inter não deve ser o Grêmio, e sim o líder do Campeonato. A comparação Gre-Nal valeria somente se um dos nossos times estivesse no primeiro lugar. E isso, por enquanto não está acontecendo.

 

INTER: COMEÇO COMPLICADO

16 de junho de 2015 0

Tá certo que o Inter utilizou os reservas na três primeiras rodadas e a prioridade continua sendo organizar o time para os confrontos contra o Tigres pela Libertadores. Mas mesmo assim, o início no Campeonato Brasileiro está abaixo do esperado. Com nove pontos em sete jogos e uma modesta décima-quarta colocação, o colorado está encontrando muitas dificuldades para entrar de fato no Brasileirão e ,caso essa situação de prolongue por mais algum tempo,  será muito difícil continuar sonhando com o título.  Afinal, o time já tem sete pontos a menos que o líder São Paulo e apenas dois a mais do o Santos, primeiro time a figurar na zona de rebaixamento.

Foto: Fernando Gomes/Agência RBS

Por tudo isso, o jogo de quinta-feira contra o Figueirense cresce de importância. Está na hora de vencer fora para recuperar alguns pontos que ficaram para trás. Mas a missão não será fácil. Além da fumaceira que o técnico Argel Fucks prepara no comando dos seus times, o Inter, mesmo quando não quer, se vê obrigado a seguir com o rodízio. Para o jogo em Florianópolis, Anderson e Lisandro López voltam, mas Juan e  Nilmar são dúvidas.  Ou seja, em relação à escalação do jogo com o Corinthians, fica a mesma coisa.