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Deu certo, mas não acabou

13 de julho de 2014 0

Lauro Alves

 

Os temores de uma Copa do Mundo desorganizada e um vexame brasileiro fora de campo não se confirmaram. Aeroportos lotaram, mas não houve gente perdendo partidas por atrasos. Estádios ficaram prontos em cima do laço, mas com qualidade. Torcedores visitaram as cidades-sede e municípios vizinhos. E o Mundial brasileiro teve um clima de tranquilidade e festividade inesperado antes de 12 de junho.

Fazer uma grande Copa não apaga o debate sobre os atrasos, os altos custos, o gigantesco investimento público. Também não exime a sociedade de trabalhar mais depois da Copa, para que o investimento na imagem do país se pague em impulso no turismo, negócios e aproveitamento da infraestrutura. Argentina e Alemanha fazem a final, mas o Mundial só terminará quando o Brasil extrair o melhor dele.

Veja pontos que funcionaram e outros que terão ainda de ser comprovados para carimbarmos o sucesso no esforço descomunal, e que contaremos para nossos netos, do país em sediar uma Copa do Mundo.

O QUE DEU CERTO

RECEPÇÃO
Receber bem não é apenas sorrir, e os brasileiros mostraram que, apesar do pouco preparo formal, estão prontos para o sonhado aumento no turismo pós-Copa. Porto Alegre, uma cidade longe demais das capitais turísticas, mostrou que pode estar desacostumada a receber estrangeiros, mas tem talento. Durante a Copa, valorizou produtos turísticos como o futebol e a vida noturna com soluções criativas, como o Caminho do Gol.

COMPETÊNCIA
Sim, a Copa brasileira foi organizada. Só depois de começar — até a véspera da abertura via-se voluntários conhecendo os estádios, por exemplo —, mas foi. Com uma vantagem: os rígidos padrões da Fifa ganharam umas pitadas brasileiras para resolver problemas de última hora nos estádios e setores de imprensa.

SEGURANÇA
Nunca se viu tanta polícia nas 12 cidades-sede como nos dias de Copa. Poucas ocorrências sérias de violência foram registradas, apagando da mídia e torcida estrangeira um dos grandes temores pré-Mundial, a criminalidade.
Além disso, a polícia brasileira mostrou qualidade ao denunciar um esquema de desvio de ingressos para cambistas dentro da empresa Match, intimamente ligada à Fifa. Nem tanto ao deixar escapar Ray Whelan, que seria o líder das fraudes _ ele sumiu na quinta-feira _, mas foi um passo inédito.

HONESTIDADE
Havia o temor de que os preços subiriam incontrolavelmente, que o custo de vida se tornaria um custo-turista para quem mora nas cidades-sede. Em Porto Alegre, os preços que subiram foram aqueles diretamente relacionados aos jogos: bebidas em bares, comida em restaurantes, hotéis e passagens aéreas. O impacto nos custos cotidianos não foi significativo.

CLIMA DE COPA
Sem deixar de criticar a organização do evento e os gastos excessivos, a população brasileira abraçou a Copa. Separou o evento esportivo do clima de tensão pré-Mundial e lotou fan fests, promoveu uma integração inédita com visitantes, celebrou o futebol. Como disse Simon Kuper, do Financial Times, vai ser difícil fazer uma Copa sem brasileiros daqui para a frente.

 

O QUE AINDA PRECISA DAR CERTO

IMPACTO ECONÔMICO
Ainda haverá debate entre economistas sobre as vantagens econômicas de sediar a Copa. Em Porto Alegre e outras cidades-sede, a injeção de recursos em alguns setores, como bares, foi forte: no país, o consumo aumentou 25%. O comércio em geral, por outro lado, terminou o evento com vendas menores causadas pelos feriados. A expectativa do governo federal é um impacto de R$ 30 bilhões no Produto Interno Bruto brasileiro. É esperar que os números definitivos confirmem a estimativa.

IMPULSO NO TURISMO
A boa impressão foi deixada: quem veio ao Brasil, gostou. Em Porto Alegre, os depoimentos, tanto de brasileiros quanto de estrangeiros, eram entusiasmados. Agora é preciso manter ações consistentes para trazer de volta os turistas — organizar e promover o que a cidade mostrou de bom, como a paixão pelo futebol e a vida noturna, seria um bom começo.

SEGURANÇA
Ué, não tinha dado certo? Claro, mas a sensação de segurança tem de continuar e, se o número de policiais não pode ser o mesmo e reforços de cidades do Interior têm de voltar, o investimento em tecnologia e integração das polícias precisa mostrar frutos a médio prazo.

ESTÁDIOS
Quem foi a algum jogo da Copa se embasbacou com a tranquilidade na chegada, o bom humor dos voluntários, o conforto dos estádios e a quase ausência de brigas. Nesta semana, o Brasileirão estará de volta, e os clubes terão as novas arenas para gerir no cotidiano dos campeonatos, com todos os novos desafios de manutenção e relacionamento com o torcedor que isso traz.

INFRAESTRUTURA
Serão R$ 8 bilhões investidos em avenidas, viadutos, sistemas de ônibus e metrôs. Outros R$ 6,2 bilhões em aeroportos. Esses mais de R$ 14 bilhões ficam como legado, mas precisam se concretizar. Até agora, menos da metade dos investimentos foram aplicados nas 45 obras viárias no país, por exemplo. Em Porto Alegre, a Copa trouxe 10 projetos de mobilidade urbana, mas só aqueles em torno do Beira-Rio estão prontos. É preciso terminar logo, e aprender com os erros de planejamento que levaram aos atrasos.

A Copa acabou em Porto Alegre – e já deixou saudades

01 de julho de 2014 0

Na manhã desta terça-feira, o governo do Estado vai anunciar que 160 mil estrangeiros passaram por Porto Alegre durante os 15 dias de Copa do Mundo que tivemos. Às 10h, no Palácio Piratini, sairão vários outros números, como por exemplo o de 190 mil torcedores vindo para a capital gaúcha. Ou como o cálculo de que cada um gastou R$ 3 mil, gerando assim um movimento de R$ 1,05 bilhão por aqui. As estatísticas mostram um pouco do legado da Copa para o Estado.

Mas mostram bem pouco. Foi caminhando depois do jogo na Padre Cacique, em meio a alguns amigos que encontrei na saída do Beira-Rio depois de Alemanha 2×1 Argélia, que me dei conta disso, lembrando do que vi nesses 15 dias.

 

IMG_6937Vi dois alemães com coletes dos vendedores ambulantes de cerveja (não entendi se haviam comprado ou ganhado) felizes com seus uniformes de bebuns.Vi um grupo de amigos de Mainz, que uma vez por ano se juntam para ir a uma cervejaria que também é um mosteiro, lá em Munique, caminharem vestidos de monge e tirarem fotos com os nossos brigadianos. Vi agentes da lei alemães, em missão de intercâmbio com a nossa virarem atração turística para nós, tendo que sorrir a cada retrato de celular tirado com brasileiros que berravam “polizei! polizei!”.

Vi um repórter nigeriano injuriado com torcedores gaúchos que insistiam em pular atrás dele e fazer alguma versão da dança do siri enquanto o pobre tentava entrevistar um compatriota. Vi um professor peruano gastar suas férias todas aqui no nosso inverno porque queria saber como era Gramado e Canela, vi um panamenho tocar gaitinha em frente ao Beira-Rio para ganhar uns trocados, e a banda da Brigada virar fenômeno pop.

Vi uma cidade que andava acostumada a ser casmurra se abrir para bater papo em sinaleiras com argentinos vestidos de Smurfs, holandeses cor-de-rosa, argelinos berrando o tempo inteiro. Vi gente feliz da vida berrando palavras estrangeiras que recém aprendera, nos jogos, nas fan fests, nos bares da Cidade Baixa.

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E ainda assim não vi 10% do que foi a Copa do Mundo em Porto Alegre. Ali em cima não estão citados o Messi e o Van Persie que vieram fazer gols, nem os políticos que vieram fazer votos, nem os voluntários que vieram fazer chover para organizar milhares de pessoas circulando ao mesmo tempo pela região central da cidade.

Aliás, ali em cima não está descrita nem a metade do que vi, quanto mais do que houve. Essa Copa de grandes jogos, muitos gols, turistas alegres, gaúchos hospitaleiros, argentinos barramansas e quatro anos de polêmica antes dela, essa Copa não dá para descrever em um texto — talvez nem em livro, nem com a ajuda das estatísticas e do faturamento.

A Copa se foi de Porto Alegre — e já estamos com saudades.

As fileiras bloqueadas pela Fifa no Beira-Rio

17 de junho de 2014 51

 

Foto: Rodrigo Müzell / Agência RBS

Foto: Rodrigo Müzell / Agência RBS

Na primeira partida de Copa do Mundo no Beira-Rio, chamou a atenção a opção da Fifa em não liberar duas fileiras de cadeiras na arquibancada inferior. (Os franceses da foto não deram muita bola para os assentos tapados — queriam era festear durante a vitória fácil contra Honduras).

É especialmente curioso, porque uma das várias polêmicas da reforma do Beira-Rio era justamente a necessidade apontada pela Fifa de rebaixar o gramado para eliminar os pontos cegos.

Ante a dificuldades de custos e de engenharia, o Inter negociou e a entidade aceitou como solução apenas modificar o ângulo das arquibancadas. Não foi suficiente.

Segundo a Fifa, a presença de stewards de pé, fotógrafos e placas de propaganda faz com que as duas primeiras fileiras não tenham visão perfeita do campo. Por isso a organização optou por “matar os assentos”, no jargão técnico.

 Leia todas as notícias sobre Copa 2014

Confira a tabela completa da Copa do Mundo 

 

Depois do polvo, a capivara

12 de junho de 2014 0
Reprodução

Reprodução

Não sei bem o que é melhor nessa história toda:

- ocorrer a alguém que uma capivara poderia ser um bom substituto para o Polvo Paul (pode sim)

- a Prefeitura de Curitiba divulgar o tumblr em suas redes sociais.
Para fãs de capivaras e de zoeiras, eis a dica: capivarapaul.tumblr.com.

(Para Brasil e Croácia, a capivara previu empate)

Gravado na retina: as imagens marcantes da história das Copas

07 de junho de 2014 0

Agência oficial da Fifa, a Getty Images tem um arquivo precioso de imagens de todas as Copas do Mundo. É pelas lentes dos fotógrafos que aprendemos, geração após geração, a ver jogadores como ídolos e futebol, como paixão.

ZH conversou com o vice-presidente do Arquivo da empresa, Matthew Butson, que comenta o papel da fotografia no futebol e aponta imagens memoráveis dos Mundiais.

Como a fotografia contribuiu para tornar as Copas do Mundo megaeventos?
Matthew Butson - Na sua mente, você não pensa em uma imagem em movimento quando lembra de um grande momento, como o gol de mão de Maradona. Você lembra dele parado no ar metendo a mão na bola. Por isso acho que a fotografia é tão importante. Claro que há vídeo, alta definição de imagens, 3D, mas quando se considera a forma como as pessoas guardam as coisas, é uma imagem parada e impactante. O instante exato no tempo.

Como a imensa possibilidade técnica hoje, com vários fotógrafos, ângulos e imagens, mudou o trabalho em uma Copa?
Butson – Pegue um jogo do Arsenal antigamente, quando as câmeras eram com chapas. Você tinha dois ou três fotógrafos, com no máximo 20 imagens por jogo. Agora, em uma partida normal, estavam 36 fotógrafos tirando pelo menos mil imagens. Então temos no mínimo 30 mil fotos por jogo. Apesar disso, capturar o momento decisivo e estar no lugar certo ainda é decisivo. Há centenas de fotógrafos, mas às vezes você tem sorte e pega justo aquele momento que ninguém pega. O talento é insubstituível.

Usualmente, as Copas trazem inovações tecnológicas. Esta terá alguma novidade para os fotógrafos?
Butson – Tivemos muitas novidades nos últimos anos, como fotos panorâmicas, 360º e em altíssima definição, as gigafotos. Mas havia muita dificuldade para as pessoas aproveitarem toda essa qualidade em seus aparelhos normais. Hoje as telas, computadores e gadgets têm essa capacidade e memória e processamento. Acho que a diferença nessa Copa estará mais no receptor do que no material.

Da Banda Saldanha ao Homem do Gato: confira todas as atrações do caminho do gol

05 de junho de 2014 0
Montagem sobre fotos de Anderson Dorneles, Jefferson Botega, Cynthia Vazella, Félix Zucco.

Montagem sobre fotos de Anderson Dorneles, Jefferson Botega, Cynthia Vazella, Félix Zucco.

A Prefeitura de Porto Alegre confirmou hoje as atrações para o Caminho do Gol. Entre os convidados para participarem da festa estão grupos de teatro de rua, circo, blocos carnavalescos, escolas de samba e outras atrações musicais.

A curiosidade fica por conta da presença da Banda da Saldanha, que incomodou a Fifa ao permanecer no meio das estruturas temporárias ao lado do Beira-Rio, e o folclórico Homem do Gato.

_ É um espaço de encontro da população porto-alegrense com os visitantes, com a cultura local e com a diversidade trazida pelos torcedores de outras nacionalidades _ afirma Maurício Nothen, coordenador do Caminho do Gol.

O evento acontece no trajeto entre entre o Mercado Público, passando pela Fan Fest até o estádio Beira-Rio, e funcionará nos dias de jogos da Copa a partir das 10h até duas horas depois do fim do jogo.

Confira abaixo as atrações convidadas:

Circo

- Cia Atmosfera
- Eduardo Toledo

Teatro de rua

- Grupo Oigalê
- Xô de Teatro
- Falos & Stercus
- Homem do Gato
- Zurba Fagundes

Música

- Conjunto Bluegrass Porto-Alegrense
- Gaspo Harmônica
- Afrosul Odomodê
- Banda Marcial São João

Blocos e escolas de samba

- Afro-Tchê
- Bambas da Orgia
- Banda da Saldanha
- Kako Xavier e a Tamborada
- Caio Martinez e a Gafieira Elétrica

Danças Típicas

- DTG Lenço Colorado

Outros

- Grupo Cultural de Capoeira Angola Rabo de Arraia
- Festa do Ridículo

Em vídeo promocional de Porto Alegre, Fifa mostra catedral de Canela

02 de junho de 2014 0
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O vídeo promocional da Fifa sobre Porto Alegre mostra a Catedral de Pedra, em Canela. Foto: Reprodução/Fifa TV

A Fifa divulgou no último sábado, 31, um vídeo promocional das cidades-sede da Copa sobre Porto Alegre. As imagens mostram pontos turísticos da cidade, como a Igreja Nossa Senhora das Dores, o Cais do Porto e o Mercado Público, ainda não afetado pelas chamas, entre outras atrações. O vídeo também conta com a participação do músico Borghetinho.

A surpresa, porém, acontece quando aparecem imagens da Catedral de Pedra, que fica em Canela. Também são mostrados os vinhedos do estado – antes do vídeo se encerrar com o pôr-do-sol do Guaíba.

Clique aqui para conferir o vídeo.

Gandulas gaúchos na final da Copa

30 de maio de 2014 0
Foto: Fernando Ramos, Agência RBS

Foto: Fernando Ramos, Agência RBS

Ninguém sabe que times estarão no gramado do Maracanã no dia 13 de julho, quando o campeão mundial será decidido. Mas 14 guris do time sub-15 do Novo Horizonte, de Santa Maria, sabem quem buscará as bolas fora dos finalistas _ eles mesmos.

Após treinamentos no Brasil todo para selecionar os gandulas da Copa, a Fifa divulgou na sexta-feira um listão tão aguardado quanto o de muito vestibular por aí. E, dos 56 jovens selecionados no Rio Grande do Sul, 14 em Santa Maria foram escolhidos para serem gandulas na final.

— Ver nossos ídolos de perto e participar de um jogo de tamanha proporção para o futebol. É sem explicação o que sentimos neste momento — disse Vinicius Brasil, 16 anos, ao repórter Maurício Araujo, do Diário de Santa Maria.

Os guris irão acompanhados do treinador do Novo Horizonte, Guilherme Ruy. A data de embarque ainda não está definida.

Os escolhidos para a final
Arthur Bevilaqua
Artur Barcellos
Bruno da Silva
Emerson Graeff
Fernando Bueno Jr
Gabriel de Menezes
Gabriel Durlo
João Bordim
Leonardo Comazzetto
Marcus da Silva
Mauro da Rosa
Pedro de Lima
Pedro Rios
Rafael Vieira
Robert Lima
Vinícius Bevilaqua

Foto: Diego Vara

Foto: Diego Vara

Ela estará com Messi
Em abril, conferi a expectativa de Bruna Strey (à esquerda), que participou dos dois dias de treinamentos promovidos pela Coca-Cola e pela Fifa para escolher os gandulas. Na sexta-feira, a aluna do 1º ano do Ensino Médio começou uma série de 26 dias de expectativa: no jogo Nigéria x Argentina, vai ajudar a repor as bolas em campo. Quem sabe, para Messi.

— Sou brasileira, mas vou torcer para a Argentina. Já pensou uma final contra o Brasil?

Veja a lista completa dos gandulas gaúchos da Copa:

Alisson Guilherme Frohlich
Angela Costa Garcia
Arthur Bevilaqua
Artur Barcellos
Bruna Cruz Strey
Bruna Matiele Vaz
Bruno da Silva
Cristiano Lopes Pereira
Eder Luan dos Santos Paim
Eduarda Rafaela da Silva
Elisa Schuler
Elysnandria Portes da Rosa
Emerson Graeff
Emilly Nunes de Jesus
Evelyn Carolina Barth
Felipe Volkweis
Fernando Bueno Jr
Gabriel Fabiano da Rosa Amado
Gabriel Flesch Coelho
Gabriel Freitas Alves
Gabriel de Menezes
Gabriel Durlo
Helen Bueno Nunes
João Pedro de Souza Rolim
João Bordim
Jonas da Rocha Pacheco
Kevin Hermann dos Santos
Kiarah Lorraine Pereira Barbosa
Leonardo Comazzetto
Luiz Henrique Dapper
Luiza Wagner Farinon
Marcus da Silva
Mauro da Rosa
Nathalia da Rosa Correa
Nicolas Daniel Stein
Nicolas Hoch
Patricia de Campos Vieira
Pedro de Lima
Pedro Rios
Piterson Alencar Heinrich da Silva
Rafael Vieira
Renata da Silva Estraich
Robert Lima
Samira Silva de Sousa
Stefani Francieli Nunes Prates
Stephane Juliane Cabral Rocha
Tcharles da Silva Rodrigues
Thaina Paola Sena Peres
Thierry Marcio Correa Trindade
Treyci da Silva Campos
Vanessa Cardoso Wagner
Vinícius Bevilaqua
Vinicius Iuri de Moraes
Vitoria Caroline da Silva
Vivian Annes Bitencourt
William Matheus dos Santos Lima
William Renan da Rosa

Um gênio que alerta para o óbvio: o Brasil é favorito à Copa

28 de maio de 2014 2

AFP

Você acha que futebol é bobagem? Que tal uma das maiores mentes científicas do nosso tempo perdendo tempo com bobagem, então? E uma legião de economistas de dois bancos gigantes?

O físico Stephen Hawking contou, ao jornal britânico Telegraph, o que descobriu ao analisar dados de várias Copas para calcular quais fatores ajudariam a Inglaterra a ganhar a Copa de 2014.

Para ele, são:
- jogar a menos de 500m acima do nível do mar
- jogar em clima temperado (problema à vista em Manaus)
- jogar às 15h (outro pepino, pois um jogo é às 19h, outro às 16h e o último, às 13h).
- Usar o 4-3-3.

Ainda assim, quem explica o universo em uma casca de noz não seria bobo de desconsiderar o Brasil como favorito, já que, como mesmo Hawkings diz, ganhamos 30% das Copas.

E, nesta quarta-feira, dois bancos estrangeiros divulgaram análises estatísticas sobre a Copa. O Brasil é favorito em ambos:

Goldman Sachs - Brasil, Argentina, Alemanha e Espanha chegam às semifinais e Brasil derrota Argentina na final.
Unicredit - Uruguai, Argentina, Brasil e Alemanha nas semifinais.

Calculam, calculam, e chegam ao óbvio. Como não anda faltando balancete para fechar e universo para explicar por aí, a conclusão possível é: a 15 dias da abertura, a febre da Copa está chegando mesmo.

 

Após o Waka Waka, Shakira lança música para Copa de 2014 com Carlinhos Brown

22 de maio de 2014 3

Depois de fazer sucesso com a música oficial da Copa de 2010, disputada na África do Sul,  a cantora Shakira lançou um hit para a o Mundial do Brasil. No clipe, que começa com participação de Carlinhos Brown, aparecem jogadores cantando o “Lalalá” do refrão. Entre eles, Neymar e Messi.

Piqué, marido de Shakira e zagueiro da Espanha, também participa.

Embora tenha feito a música para a Copa, Shakira não é a cantora do hit oficial do evento. A atual canção é interpretada por Cláudia Leitte, Jennifer Lopez e Pitbull.

Confira a música de Shakira para a Copa 2014:

Relembre Waka Waka:


Veja o clipe da música oficial da Copa 2014: