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Posts do dia 4 fevereiro 2010

Clássico é clássico. E o JEC fez a parte dele

04 de fevereiro de 2010 16

Avaí entrou como favorito no clássico, mas encontrou um Figueirense disposto a mostrar que não seria presa fácil. Quase conseguiu mais do que isso, pois só não venceu porque sucumbiu à pressão nos acréscimos/Flávio Neves

Atacante trombador e filósofo da bola, Jardel disse uma das grandes verdades do mundo da bola: Clássico é clássico. E vice-versa.

Verdade que mais uma vez prevaleceu no clássico da Capital. O Leão entrou na condição de favorito, afinal o rival capengava no campeonato e fervilhava em crise dentro e fora de campo. Só que, em campo, só vale a rivalidade. E o Figueira, na estreia do interino e provável efetivado Márcio Goiano, mostrou raça e uma certa organização que ainda não tinham aparecido no Estadual. Só não venceu por causa de outra pérola do futebol: “o jogo só acaba quando termina”.

O jogo no Scarpelli começou a mil por hora. O Leão marcou logo aos 5 e deu a impressão de que a possibilidade de um novo créu era real. Só que aí apareceu Willian, e o praticamente estreante marcou duas vezes em cinco minutos, o primeiro uma pintura, e o segundo não menos belo, na raça, virando o clássico. A essa altura, o alvinegro era melhor.

Superioridade que prevaleceu por boa parte do jogo. Sávio, outra vez mera figura decorativa, saiu no intervalo. Precisa ainda de muito ritmo de jogo para mostrar o que sabe (ou ao menos sabia). Na etapa final, o Avaí ensaiou pressão, o Figueira segurou como deu. Nos acréscimos, porém, quando já tinha festa na galera, o jovem Medina foi decisivo mais uma vez. Sofreu o pênalti (desnecessário, mas que ocorreu) que Leonardo converteu (e Wilson quase pegou). Tudo igual no clássico. Foi melhor pra alguém? Na tabela, não. No jogo, para o Avaí, que evitou a derrota no apagar das luzes. Mas o Figueira também tem algo a comemorar, apesar do golpe no finzinho: não perdeu, o que muita gente dava como certo. E jogou bem, prenúncio de reação.

Nos outros jogos da quinta-feira, o Joinville fez o que dele se esperava: venceu o Metrô em casa e retomou a liderança. Está praticamente garantido na semifinal do turno. Apesar do 3 a 1, o jogo não foi moleza. O Metrô fez bom jogo, mas pecou na arriscada tentativa de jogar com três zagueiros após um único treino. As falhas foram fatais lá atrás, já que o time marcou o primeiro gol fora de casa, outra vez com o argentino Trípodi, e em alguns momentos foi até melhor em campo. Pior do que a derrota, a terceira em três jogos longe de casa, foi o prejuízo que vem junto da Arena: as expulsões de Mário André e do goleiro João Paulo (esse num lance bobo, bobo…). Vão fazer muita falta no jogo de domingo, contra o Ibirama, no Sesi, onde o clube agora tem obrigação de manter os 100% se ainda sonha com algo no turno. No gol, por exemplo, Davino terá que escolher entre dois garotos, Charles ou Tiago. uma tremenda fria para ambos.

E no outro jogo, o Imbituba reencontrou o Juventus, que subiu com ele da Especial, e mostrou o quanto eles se distanciaram desde então. Terceira vitória do time em casa, enquanto o lanterna Juventus, que terminou o jogo com sete jogadores em campo, caminho decidido de volta para a Segundona.

Postado por Rodrigo Braga, da redação

Sobre o lance a lance de JEC x Metrô

04 de fevereiro de 2010 6

Pessoal, antes que alguém se preocupe achando que fui sequestrado ou algo do tipo, deixo aqui uma explicação para a ausência do já tradicional lance a lance do jogão entre JEC x Metrô, na Arena.

Problemas de instabilidade na internet durante todo o dia me impediriam de fazer uma transmissão em tempo real, com a participação na hora de todos vocês, como sempre. Então achei por bem não fazer dessa vez. Vou acompanhar o jogo e mais tarde coloco aqui minhas impressões do confronto.

Desculpem pelo transtorno, como diria o Willian Bonner (hehehehe).

Postado por Rodrigo Braga, da redação