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Posts de março 2010

Nada de virada de mesa, por favor!

31 de março de 2010 13

Nos últimos dias o festival da boataria tem concentrado forças na possibilidade de uma vergonhosa virada de mesa no Catarinense.

Sinceramente, não acredito, mas coloco o assunto em discussão.

Consistiria no seguinte: aumento de 10 para 12 times no próximo estadual. Ou seja, esse ano não cairia ninguém e subiriam os dois melhores da Divisão Especial. A proposta surgiu em um texto assinado pelo principal patrocinador do Brusque e, segundo consta, teria encontrado apoio pelos lados de Chapecó.

Se for verdade, é uma vergonha. Só isso, vergonha, ponto final. Para início de conversa, pessoas envolvidas com os times que brigam contra o rebaixamento deveriam ter a sensibilidade de não levantarem discussões do tipo, nas quais são os principais (ou seria únicos?) beneficiados.

Se a Federação tiver a falta de noção de aceitar algo do tipo, qualquer pessoa com dois neurônios e um pouco de boa intenção vai à Justiça e derruba isso, baseado no Estatuto do Torcedor, que veda alterações em regulamentos de campeonatos que não tenham sido usados pelo menos por dois anos seguidos (esse ano mudou, lembram?). Ou seja, se der corda, o máximo que a FCF conseguirá será uma bela dor de cabeça judicial.

Além disso, esse aí é o tamanho do Catarinense: 10 times. E ainda assim aparecem algumas podreiras. Com 12, teríamos problemas com datas e uma queda desnecessária de qualidade no campeonato. Os times que vão cair precisam ter a grandeza de aceitar os erros, corrigir o ano ruim e voltar com dignidade e a casa arrumada em 2012, após garantir o acesso na Segundona de forma limpa. No Brasil, graças ao bom Deus, ficou lá atrás o tempo das viradas de mesa comemoradas com estouro de champagne.

Tenho certeza que os torcedores de Juventus, Brusque e Chapecoense, diretamente interessados, concordarão comigo. Virada de mesa pode até parecer bom no curto prazo, mas no fim das contas só serve para manchar a história dos clubes.

Brusque fez a parte dele

29 de março de 2010 1

O Brusque precisava vencer, e venceu. Pressionado pelo resultado da Chapecoense no domingo, não deu nenhuma chance ao desinteressado Tigre no fechamento da rodada. Ou seja, fez a parte dele.

Restou para a Chapecoense torcer por um milagre nas rodadas finais. Além de vencer as duas (Figueirense em casa, domingo, e Joinville fora na outra quarta), precisará que o Brusque não vença mais nenhuma. Se o time do Vale conquistar três pontos ou contra o Metropolitano, domingo, no Sesi, ou contra o Imbituba, em casa, na rodada final, escapa, porque tem vitórias a mais e seria favorecido em um empate no número de pontos. Ao que parece, a reação do Verdão veio mesmo tarde demais. Resta agora tentar aprontar na Copa do Brasil, quinta. Do contrário, tem essa tudo para ser a semana mais triste da história do tradicional clube do Oeste.

E o Brusque foi raçudo. Sem um monte de titulares, alguns vetados na véspera por contusão, lutou desde o primeiro minuto. Viola não jogou e falta nenhuma fez. Lourival e Pantico deram conta do recado e deixaram no mínimo uma pulga atrás da orelha da galera: se a tal aposta marqueteira no veterano Viola não tivesse ocorrido, a dupla Pantico e Lourival teria deixado o clube em outra situação? Bom, como o “se” não entra em campo, a decisão de usar ou não Viola nos últimos jogos cabe ao treinador. quem sabe não aparece uma lesãozinha providencial para facilitar as coisas…

E o Tigre? Decepcionou mais uma vez. Todos os jogos que vi do Criciúma nesse Estadual foram de chorar. A campanha é ridícula para as tradições do clube, e será preciso um trabalho muito grande para tornar o time mais forte para a Série C do Brasileirão. Ah, e com a derrota, o Tigre voltou a correr risco, mesmo que mínimo, de cair. Teria que perder os dois jogos (Imbituba em casa e Figueira fora) e a Chapecoense vencer os dois dela, além de descontar saldo. Mas apenas o fato de o risco existir já é vergonhoso o suficiente para o Criciúma.

Comente Brusque x Criciúma

29 de março de 2010 0

C. Ronaldo namorando capa da Playboy

29 de março de 2010 11

Essa eu li por aí, sei lá se é verdade, até porque fofoca não é meu forte não. Mas fiquei curioso.

Quem lê o blog há mais tempo sabe o que eu penso sobre o gajo Cristiano Ronaldo, que certamente será um dos astros da Copa 2010 e que está no caminho do Brasil. Um bom jogador, sem dúvida, cheio de qualidades técnicas, mas que só foi alçado à condição de estrela e megacelebridade da bola por causa do marketing astronômico despejado sobre ele. Aliás, quando o assunto é se promover, aí sim ele parece insuperável.

Sei que muita gente vai me xingar, mas iguais ao Ronaldo luso eu já vi muitos surgirem e sumirem por aqui, e olha que eu só tenho 31 anos. Imaginem então quem é mais velho.

Bola à parte, o fato é que Cristiano adora o Brasil. De vez em quando aparece por aqui, sempre muito simpático com o nosso país. E, segundo consta nas fofocas mais recentes, uma brasileira estaria no rol de conquistas do gajo (uma lista que, vamos reconhecer, não é para qualquer um).

A moça é (ou seria) a Karina Bacchi, que já foi capa da Playboy e tudo (aquela do piercing, lembrou?). Os dois estariam namorando sério após idas e vindas que já duravam desde 2007. E o cara estaria até pensando em casório (será?).

Pronto, fim do momento fofoca. Se alguém souber mais para enriquecer o tema, manda aí. Mas mesmo que leve uma piaba do Brasil no jogo do dia 25 de junho, em Durban, provavelmente o CR7 vai continuar com boas lembranças do Brasil, não acham?

Figueira toma as rédeas

28 de março de 2010 16

Quem lê o blog desde o começo do Catarinense vai lembrar que eu já disse aqui que era improvável que o Figueirense não reagisse e brigasse pelo título do returno. Com as derrotas de Avaí e Imbituba, o alvinegro manteve a ponta conquistada com a goleada de sábado sobre o Juventus. Além da liderança, o alvinegro joga, nesse momento, o melhor futebol do campeonato. E numa hora importante, decisiva.

A derrota do Avaí não chega a ser nenhum assombro, foi um grande jogo na Arena. Nos palpites, disse que o JEC, mesmo sem muitos objetivos nesse returno, poderia engrossar o jogo, principalmente pela rivalidade. E foi o que aconteceu. Vitória de um time que joga muito bem em casa, empurrado pela torcida que joga junto mesmo. De quebra, o tricolor voltou à briga por vaga nas semifinais. E se deixarem chegar, aí no mata-mata são outros 500… O Leão, apesar de um único ponto nas últimas rodadas, está perto das semifinais. Se vencer o Atlético, sábado, em casa, se garante.

Em Ibirama, um Metropolitano relativamente diferente daquele que andava envergonhando a torcida longe de casa. Infelizmente, no entanto, o resultado foi o mesmo: derrota para o Atlético. Mas aí faz parte desse esporte apaixonante que é o futebol. Perder lutando jamais envergonhará torcida. Foi um clássico de gols esquisitos, quatro deles no primeiro tempo. E o Trípodi fez de tudo: gol a favor, gol contra e cometeu pênalti. Mas ao menos não se omitiu. No fim o time deu uma cansada nítida (não é cornetagem, mas não seria o trabalho do demitido Sinclair já fazendo falta?) O Atlético foi premiado pela insistência e virou aos 49 da etapa final. Resultado normal de jogo também, azar de um, sorte de outro. Na tabela, o Metrô tem duas decisões no Sesi agora: Brusque e Avaí. Se vencer, está nas semifinais. E se o time finalmente jogou com raça fora de casa, é hora de a torcida, enfim, parar de envergonhar também. Os dois próximos jogos são para lotar o Sesi, sem desculpas esfarrapadas. Para o Atlético, as chances de ir às semifinais existem, mas são um pouco mais complicadas.

E a Chapecoense, ein? No jogo que poderia decretar o vexame do rebaixamento, lutou como deveria ter feito em todo o campeonato. Pergunto: será que os afastamentos de sexta-feira (que deverão evoluir para dispensas nesta semana), surtiram efeito? O Verdão está vivo, tirou do Imbituba a chance de ser líder do returno (e complicou demais a vida do time do Sul, que agora fecha com dois jogos fora de casa), e por fim mandou para Brusque uma pressão gigantesca.

Se o Brusque já precisava demais vencer o Criciúma nesta segunda, no fechamento da rodada, agora então virou questão de sobrevivência. Se conseguir a vitória, precisará de apenas mais uma nas duas rodadas finais (visita o Metrô e recebe o Imbituba), independente do que fizer a Chapecoense nos jogos contra Figueirense, em casa (complicadíssimo) e Joinville fora (outra pedreira). Para tristeza da imensa torcida do Oeste, a situação da Chapecoense ainda é muito perigosa. Talvez a reação tenha vindo tarde demais. Ainda mais se o Brusque fizer o que o Verdão não fez: bater o Criciúma em casa.

Palpites da rodada do Catarinense

26 de março de 2010 24

Sem mais delongas, aos palpites da rodada do fim de semana. Notem que, se confirmadas as previsões do blogueiro, teremos um novo, e surpreendente, líder do returno. Quem quiser participar, já sabe como.

Figueirense 5 x 1 Juventus

Se em condições normais de temperatura e pressão o time do Juventus não assusta ninguém, calculem então desanimado, rebaixado e com salários atrasados. Garotada do Figueira passa fácil.

Atlético Ibirama 2 x 1 Metropolitano

Não descarto um empate, mas acho que o Atlético é favorito. Primeiro porque é forte na Baixada, segundo porque o Metrô precisa convencer muita gente que é capaz de ser longe de casa o mesmo que é no Sesi.

CFZ Imbituba 2 x 0 Chapecoense

Acho que a Chapecoense jogou fora na quinta-feira a última chance de escapar da degola. E pior: penso que até os jogadores já se convenceram disso. Então, o Imbituba, de campanha brilhante e que sempre é forte em casa, deve tirar proveito.

Joinville 2 x 2 Avaí

A rivalidade provavelmente anulará o fato de o JEC estar meio desanimado com o returno, já que até a chance de trazer a final para a Arena é remota. Mas ainda assim acho que o Avaí não perde no reencontro com o cenário da traumática final do turno. Vou de empate.

Brusque 3 x 1 Criciúma

Uma vitória, combinada com derrota da Chapecoense, praticamente livra o Brusque do rebaixamento. E como jogará só na segunda, já sabendo do resultado do rival, certamente vai jogar em clima de final de Copa (ainda mais se o time do Oeste ganhar, o que tornaria a pressão por vitória ainda maior). E aí o clima de tanto faz como tanto fez do Tigre torna o time do Vale favorito.

Avaí tem novo atalho pra Libertadores

26 de março de 2010 8

Eis que se confirmada no mês que vem a notícia do colunista Renato Maurício Prado, do Jornal O Globo, de que a Conmebol dará ao campeão da próxima Copa Sul-Americana uma vaga na Libertadores da América de 2011, o Avaí estará entre os oito clubes beneficiados com três possibilidades na temporada de entrar na principal competição do continente. Sete, na verdade, pois se não me engano o Grêmio Prudente, ex-Barueri, não está na Copa do Brasil. Uma vantagem e tanto, se levarmos em conta que os clubes que estão na atual Libertadores têm apenas duas chances, e bem mais difíceis: ficar entre os 4 no Brasileirão ou então ganhar a própria Libertadores.

Ninguém aqui está dizendo que é fácil a tarefa da turma onde está incluído o Avaí, óbvio. Mas sem dúvida é menos complicado do que ganhar a vaga no Brasileirão (quase deu em 2009). Na Copa do Brasil ainda dá, mas é inegável que a coisa ficou feia após o empate com o Coxa na Ressacada. O Avaí precisará jogar o que ainda não jogou em 2010 para reverter a situação no Couto Pereira, semana que vem.

A Sul-Americana, então, finalmente ganhará a importância que nunca teve, sobretudo para os clubes brasileiros, fascinados nos últimos anos pela possibilidade de jogar a Libertadores. Ao Avaí, recomendo redobrada atenção ao planejamento para o torneio, que já seria importante por ser a primeira investida do Leão no cenário internacional. Agora, então, torna-se ainda mais relevante.

O sorteio dos confrontos será dia 28 de abril, em Assunção. Além do Leão da Ilha, representam o Brasil na Sul-Americana Palmeiras, Grêmio, Santos, Atlético-MG, Prudente, Vitória, Goiás. Vale lembrar que dessa turma aí sairá o primeiro adversário do time catarinense, já que a primeira fase é entre clubes do mesmo país.

Arbitragem catarinense: uma lástima

25 de março de 2010 10

Seria crise o que está acontecendo com as arbitragens neste Catarinense?

Não, não é. Porque crise deixa subentendido que houve uma piora daquilo que já foi bom um dia. E eu pergunto: em algum tempo o apito no Catarinense mereceu conceito acima do lamentável?

Este Catarinense 2010 ilustra bem o que quero dizer. Dentro de campo, equilíbrio e até uma certa qualidade técnica dos times. Um bom campeonato, portanto, de acordo com a evolução do futebol do Estado nos últimos anos. Já no apito…

O que vemos a cada rodada é um rodízio de lambanças do grupinho de 5 ou seis árbitros que se revezam no apito. Li o companheiro Castiel, que esteve na Ressacada, qualificando a arbitragem do “vovô” Luiz Orlando de Souza (alô, dona Fifa!) como “digna de aposentadoria”. Precisa dizer mais? Até foguete em campo teve (será que vem punição por aí ou ficará por isso mesmo?) No Sesi, praticamente um oásis: mesmo debaixa de muita água, Paulo Henrique de Godoy Bezerra fez um bom trabalho, sem inventar, na vitória do Metrô sobre o JEC.

Mas convenhamos: relatos como esse do Sesi são exceções. A regra é sempre reclamação, questionamentos e lamentações por erros crassos dos homens do apito. Em Ibirama, também na quarta, o pessoal de Brusque também reclamou do Ronan Rosa no empate sem gols entre Atlético e Brusque.

A pergunta é: tem solução?

Com a palavra, os homens da Federação. Ao meu ver, o quadro de arbitragem catarinense precisa urgentemente de reciclagem. Novos nomes (afinal, onde está a nova geração?) Não foi formada corretamente, por isso não é colocada na vitrine? Até 2009, o principal árbitro do Estado era “importado” (Wagner Tardelli), e antes dele o Márcio Rezende. Ambos vieram aqui encerrar a carreira e, pelo jeito, barraram o surgimento de novos nomes.

Parece óbvio que a arbitragem local precisa urgentemente entrar no mesmo ritmo de evolução dos clubes, que pularam de um semi-amadorismo vexatório para um profissionalismo ainda razoável, mas já satisfatório nos últimos anos. Na maior parte dos casos, claro, nem todos seguiram a tendência.

Nem vou falar em profissionalização dos árbitros, porque esse não é um problema catarinense, mas brasileiro e até mesmo mundial. Mas é possível sim investir mais na qualificação técnica, acabar com os apadrinhamentos e outras politicagens tão comuns no apito. E, claro, aposentar quem já deu o que tinha que dar e deixar surgir novos nomes. Pior do que está dificilmente vai ficar, não acham?

Ah, se fosse sempre assim...

25 de março de 2010 9

Nesta quarta, o Metrô do Sesi voltou a ser o Metrô do Sesi. Ou seja, jogou bem, raçudo, dando bicão quando necessário, e venceu mais uma diante da torcida. Nesse caso, diante da pouca torcida que foi ao estádio (difícil de entender esse povo, viu…).

Importante, nesse caso, foi mesmo vencer. De virada, o time blumenauense está de volta ao G-4 do returno. Ficará por lá se no fechamento da rodada, nesta quinta, o Criciúma não vencer a desesperada Chapecoense no Índio Condá. De qualquer forma, o time está vivo na briga, e de quebra tirou o JEC do páreo. Agora, o campeão do turno só espera mesmo pelo adversário na final, provavelmente obrigado a decidir longe da Arena.

Mas como diz o título do post, ah, se fosse sempre assim Verdão. Falta agora esse Metropolitano, o que tem sangue nas veias, suplantar aquele outro, o apático, que costuma representar a camisa verde nos jogos longe do Sesi (só de lembrar daquele jogo no Scarpelli me dá até um arrepio…). Domingo, o desafio é o clássico regional contra o Atlético, lá na Baixada. A torcida, pelo que ouvi, nem quer goleada como nas últimas passagens por lá, meio a zero tá louco de bom, como diria um amigo meu.

Bom, o post é curto, até pelo adiantado da hora. Mas lembro uma coisinha: cravei na mosca a vitória por 2 a 1 do Verdão nos palpites da rodada.

Outra vez nos acréscimos!

25 de março de 2010 2

O Figueirense deu o troco em grande estilo. No turno, no Scarpelli, tomou o gol de empate nos acréscimos. Nesta quarta-feira, na Ressacada, mais uma mostra de como o futebol pode ser irônico. O Leão vencia até os 49 minutos, até que Willian, que está virando pedra no sapato azurra, deixou tudo igual.

Fantástico, como sempre deve ser um clássico cercado de tanta rivalidade.

Foi um grande jogo, pelo que acompanhei (vi um pouco do clássico, um pouco da vitória de virada do Metrô sobre o JEC). Fiquei com a impressão de que o Avaí foi um melhor, mas, apesar de ter desperdiçado algumas chances de matar o jogo, nada que justicasse vitória mais elástica que o 1 a 0 que ia se concretizando até os 49 minutos. Aliás, que dureza para a torcida azurra. Outro gol de empate em 1 a 1 no apagar das luzes (comparação com a final do turno na Arena é inevitável).

O Figueira lutou, até meio desordenado, e acabou premiado pelo empate. Aliás, 1 a 1 que eu cravei nos palpites da rodada, registre-se. Na tabela, o Avaí lidera, mas vê a turma encostar. Uma derrota na Arena, domingo, por exemplo, poderia complicar uma classificação dada como certa às semifinais. O alvinegro, com 10 pontos, pode perder uma posição se o Tigre vencer a Chapecoense, nesta quinta, mas não deixaria o G-4. Pega o rebaixado Juventus sábado e vai encostar de vez na ponta de cima.

Registro aqui os parabéns à sensacional campanha do Imbituba. Vice-líder do returno, da classificação geral e com o artilheiro isolado da competição, Felipe Oliveira, com 13 gols. Fantástico, até porque ninguém, ninguém mesmo, acreditava nessa possibilidade.