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Coluna do Braga no Santa - 23/1

23 de janeiro de 2012 1

Reproduzo aqui minha coluna desta segunda-feira na edição impressa do Santa, a primeira. Além das edições com o Caderno de Esportes, ela também será publicada nas quartas e quintas-feiras.

Um longo caminho

Não sou adepto do famoso jargão da bola “se o campeonato terminasse hoje”. Por isso, vejo com desconfiança qualquer sentença definitiva baseada apenas no que os clubes apresentaram nesta primeira rodada do Catarinense.
Por isso, a derrota do Metropolitano, em dia de festa pelos 10 anos e pelo anúncio do projeto de construção do CT, tem reflexos mais danosos fora de campo do que na tabela. Os reforços que ainda não puderam estrear não podem levar sozinhos a culpa pela derrota por 1 a 0 para o Brusque, que foi muito mais organizado nos 90 minutos e mereceu os três pontos. O Verdão, ansioso, foi incapaz de se impor. O Brusque até queria empatar, jogou fechadinho para isso, mas quando percebeu que o Metrô não levava perigo, se assanhou e marcou no fim.
Fora de campo, a derrota dá uma freada na tal onda verde e volta a impor ao time a desconfiança do torcedor. Convenhamos, não era hora.

Prejuízo em dobro

O Metrô precisava vencer o Brusque porque nos três primeiros jogos atua apenas no “campeonato do Vale”, aquele que dá vaga na Série D (menos para o Bruscão, que já a tem) e pela fuga do rebaixamento. Quarta, contra o Camboriú, no Litoral, e domingo, novamente no Sesi, contra o Marcílio Dias, vai precisar reagir.

Boa impressão

O Brusque foi superior na partida. Foi uma típica vitória de contra-ataque. Para analisar melhor o time, é preciso esperar a segunda rodada, quarta, quando precisará atacar a Chapecoense em casa. E, quem diria, Felipe Oliveira foi o nome do jogo no Sesi. Quando quer, o atacante veterano faz a diferença. Há tempos isso não acontecia (no Metrô, por exemplo, nada fez). No time de Marcelo Caranhato, pelo jeito, ele está motivado.

Muita calma

O Marcílio Dias foi atropelado pelo Figueirense no Scarpelli, sábado, mas pelo que vi do jogo a maioria dos times do Estadual levaria os mesmos 5 a 0, deu tudo certo para o alvinegro da Capital. Mas é preciso dizer que todo o mistério do técnico estreante Jamelli não adiantou de nada. O Marinheiro pouco mostrou.

Quase goleada

Maicon comandou o Atlético na vitória convincente sobre o Tigre na Baixada. Até o 4 a 1, foi um massacre. Depois, acabou o fôlego do time. E quase que a festa vira frustração.

Pra terminar…

O anúncio da intenção de um CT para o Metropolitano é a melhor notícia para o futebol de Blumenau em muitos anos. Mas não custa nada manter um pé atrás, afinal, estamos em ano eleitoral.

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Comentários (1)

  • vilmar diz: 23 de janeiro de 2012

    Que feio!!! estavam treinando desde novembro, parece que se conheceram ontem, mais um ano lutando pra nao cair pra segundona…ninguem merece.

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