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Posts na categoria "Seleção Brasileira"

Notas dos jogadores do Brasil contra a Inglaterra

06 de fevereiro de 2013 7

E aí, e a reestreia de Felipão no comando da Seleção? Pra mim, o Brasil fez um jogo regular, onde alguns jogadores de quem muito se espera pouco apareceram. Preocupante, pois se tratava de um teste contra um adversário de alto nível, e a nova geração vai ficando com a pecha de pouco aparecer quando precisa.

A derrota foi justa, a Inglaterra foi melhor o tempo inteiro. Mas nem acho que tudo foi ruim. Era um teste, e penso que é muito melhor tirar conclusões de uma derrota para a Inglaterra (ou Itália e França, que ainda serão adversários) do que em goleadas contra China, Iraque, tão comuns nos tempos de Mano Menezes.

Abaixo, minhas notas para os jogadores neste primeiro jogo. Confiram:

Julio César

Não teve culpa nos gols sofridos – e no primeiro até fez uma defesa espetacular antes da bola sobrar pra Rooney. Pelo menos outras duas defesas difíceis, bom retorno. NOTA 7

Daniel Alves

Defensivamente, até foi razoável. No ataque, quase não foi notado. E tomou um baile do garoto inglês Welbeck. NOTA 5,5

David Luiz

Foi um dos melhores do Brasil no jogo. Cobertura eficiente, fez boas antecipações (mostrando que pode ser opção como primeiro volante) e apareceu em cabeceios. NOTA 7

Dante

Talvez tenha sido o peso da estreia, mas se apresentou ao torcedor brasileiro como um zagueiro lento. E ainda foi infeliz em outras jogadas. NOTA 4

Adriano

O mais preocupante nesse caso é o reserva de Marcelo que se apresenta ser ele. É fraco, hoje ficou preso na defesa quase em tempo integral. NOTA 4,5

Ramires

Bateu cabeça com Paulinho, prova disso foi estar completamente perdido no lance do gol de Rooney. Como segundo volante, é ótimo. Como primeiro talvez não dê conta do recado. NOTA 5

Paulinho

Ainda foi um pouco melhor na comparação com o companheiro Ramires. Até apareceu no ataque, mas muito aquém do que costuma fazer no Corinthians. NOTA 6

Oscar

Atuação tímida, quase não foi notado em campo. Trocou posição com Ronaldinho no primeiro tempo, mas faltou entrosamento para render. NOTA 6

Ronaldinho

Depois me acusam de ter má vontade com ele. Na enésima chance de provar que pode ficar na Seleção, só faltou dormir em campo. Bateu o pênalti com displicência absurda. O melhor momento dele no jogo foi o carrinho para tentar aproveitar o rebote de Hart no pênalti. substituído com justiça no intervalo, só o fato de ter jogado pouco no ano ameniza mais uma decepção com a camisa da Seleção. NOTA 4

Neymar

Na Europa, sobretudo na Inglaterra, ainda é visto com enorme desconfiança. E, mais uma vez, deu razão para isso. Em nenhum momento foi sombra do craque do Santos. Pra piorar, perdeu um lance na frente do gol. NOTA 4,5

Luis Fabiano

Até teve alguma movimentação, se esforçou, mas para um atacante da categoria dele, se entregou muito fácil à marcação inglesa. Outro substituído com justiça no intervalo. NOTA 5

Arouca

Entrou no lugar de Ramires e, no único lance que lembro dele em campo, quis brincar e entregou a bola que originou o gol de Lampard, o segundo da Inglaterra. NOTA 4

Lucas

Entrou no intervalo e apareceu muito pouco (roubou a bola que originou o gol de Fred). Não conseguiu nenhuma jogada de infiltração na bem armada defesa inglesa. NOTA 5

Fred

Artilheiro é isso: entrou no segundo tempo e, em dois minutos, fez um gol e meteu uma bola na trave. Depois disso, foi muito mais participativo do que Luís Fabiano. NOTA 7

Miranda, Felipe Luís e Jean

Pouco tempo de jogo. SEM NOTA

E vocês, o que acharam?

A trajetória de Maurinho até o Internacional

25 de janeiro de 2013 0

Reportagem assinada por mim e publicada na edição desta sexta-feira do Jornal Zero Hora, que conta a história da passagem do atacante Maurinho, agora destaque do Inter no início de temporada, pelo futebol do Vale, e também a conturbada ida para a Bielo-Rússia:

Surge um novo Damião no Beira-Rio? Se dentro de campo o estilo não é o mesmo, ainda que a função também seja fazer gols, a trajetória do camisa 9 até cair nas graças dos colorados tem muitas semelhanças com a de Maurinho, o xodó da vez no Inter. Os dois gols na quarta-feira contra o Cerâmica, o bom início de temporada no time sub-23 _ que mereceu elogios da comissão técnica de Dunga _ são o surpreendente desfecho de uma jornada cheia de percalços, mas que ele nunca escondeu a inspiração: seguir os passos de Leandro Damião.

Aos 22 anos, Maurinho, natural de Canoas, teve um 2012 que mereceria virar enredo de filme. Do XV de Outubro de Indaial (que também revelou o então garoto Leandrão), foi levado a vizinha Blumenau para jogar o Catarinense pelo Metropolitano. Marcou seis gols e levou o time a uma improvável liderança. Virou ídolo, mas na mesma semana (início de março), a da véspera de um confronto decisivo com o Figueirense, recebeu a notícia que havia sido negociado com o Dínamo Minsk, da Bielo-Rússia (o que motivou protestos da torcida). Mal teve tempo de se despedir dos companheiros e embarcou. Começava o calvário de Maurinho.

Não bastasse a dificuldade de aterrissar de uma hora para outra na gelada Bielo-Rússia, os cartolas do Leste Europeu resolveram não cumprir com parte do combinado. Não pagaram os US$ 500 mil ao Metropolitano (o clube hoje move ação na Fifa contra o Dínamo para receber o dinheiro) e, sem oportunidades, o garoto sofreu por meses: treinou separado do grupo e chegou a ser emprestado a um clube da terceira divisão da Polônia, praticamente amador. Aí, pediu socorro.

Com ajuda do “paizão” Josélio Kresch, técnico e dirigente do XV de Indaial, conseguiu a rescisão com o Dínamo Minsk e voltou ao Brasil no começo de junho. Josélio o resgatara também em outro momento difícil, cerca de um ano antes, quando teve problemas extracampo na passagem pelo Comercial-MS.

_ Trato-o como um filho, quando ele pediu ajuda, dizendo que lá na Polônia estava muito difícil, não tive como não interferir _ disse Kresch.

De volta ao XV, Maurinho chegou a fazer um jogo pelo clube na Segundona do Catarinense. Até que em outubro, quando parecia improvável que o enredo tivesse um final feliz, surgiu a oportunidade de empréstimo ao Inter. O contrato atual dá a preferência ao colorado para comprar 60% dos direitos do atacante _ os 40% restantes pertencem ao XV.

E assim, marcando gols e caindo nas graças da torcida, Maurinho vai tornando real um sonho que revelou em entrevista ao Jornal de Santa Catarina, em março de 2012, quando surgiu no Metropolitano:

_ Sonho em jogar no Inter, time do meu coração e do meu pai. E também quero chegar à Seleção. O Damião é um exemplo pra mim.

O que pedir pro seu time (se o mundo não acabar)

21 de dezembro de 2012 8

Dizem por aí que nesta sexta-feira, 21 de dezembro, o mundo vai acabar.

Por via das dúvidas, ando parcelando minhas compras todas no cartão de crédito…

Mas para entrar no clima apocalíptico dos Maias, sugiro uma brincadeira com os amigos leitores. É o seguinte:

SE o mundo NÃO acabar, o que você gostaria de pedir para o seu clube do coração em 2013?

Fica também como uma espécie de pedido para o Papai Noel.

Mandem as suas sugestões. Para descontrair, deixo abaixo uma sugestiva música da ótima (e extinta) banda norte-americana R.E.M, uma das minhas favoritas.

Troféu Cavalo Paraguaio 2012 vai para...

19 de dezembro de 2012 28

Eis uma marca registrada desse blog, o nosso querido e simpático (mas que ninguém quer ostentar) Troféu Cavalo Paraguaio!

Neste ano, porém, farei diferente. Vou deixar para você, leitor, a árdua tarefa de escolher o merecedor desta honraria no ano que se encerra. Pode ser um clube, um personagem do esporte, tanto faz. Quem se destacou (negativamente, óbvio) em 2012?

Não darei alternativas para não limitar a criatividade de vocês. O mais votado vence e leva pra casa o cavalinho pangaré rompante.

Participem!

Felipão e Parreira na Seleção. Quem gostou?

29 de novembro de 2012 25

Felipão e Carlos Alberto Parreira estão de volta à Seleção Brasileira. Não teve invenção mirabolante e nem tentativa arriscada. Deu a lógica.

A CBF, que parece sem comando, se deu conta de que não poderia esperar até janeiro para dizer o óbvio, que o Felipão seria o técnico. A bobagem sem sentido faria o Brasil passar uma vergonha em escala planetária no sábado, ao sediar o sorteio dos grupos da Copa das Confederações sem uma comissão técnica para representar a seleção anfitriã. Aí, pronto, pararam com a frescura (e ainda houve pressão da Fifa, sim) e Felipão e Parreira (como coordenador técnico) foram anunciados nesta quinta, como este colunista, aliás, já vinha falando há algum tempo.

Vejam bem…

Parece-me a melhor escolha para O MOMENTO, por questão de perfil.

Não é hora de testes, os dois que ganharam as duas últimas Copas para o Brasil conhecem como poucos o caminho das pedras e me parecem os únicos nomes capazes de suportar com tranquilidade a pressão descomunal que a Seleção passará a sofrer a partir de 2013 até a Copa.

Só não gostaria que a escolha invocasse sentimentos de patriotada, pois isso seria lamentável. E nem que houvesse uma guinada no time em formação (e isso não vai ocorrer). Agora é tocar em frente, a escolha está feita.

E vocês, gostaram?

Guardiola decepcionaria o torcedor brasileiro

26 de novembro de 2012 20

A queda de Mano Menezes na sexta-feira, ainda que esperada pelo menos desde a metade do ano, agitou os bastidores do futebol. A decisão da CBF de só anunciar o substituto em janeiro só colaborou para o festival de boatos.

O torcedor brasileiro, já agoniado pela falta de um trabalho confiável para 2014, clama por uma guinada. Por isso, a brincadeira virou coisa séria e o nome do espanhol Pep Guardiola para técnico da Seleção é quase uma unanimidade. Não gosto de unanimidades, tampouco de modinhas, por isso acho que quem pede o ex-técnico do Barça está errado, ao menos no argumento. Vamos aos fatos:

Guardiola tem um grande trabalho na carreira. Mas um só, e no Barcelona. Convenhamos, você aí que me lê, se treinasse o time catalão, teria grandes chances de se consagrar. Assumir a Seleção Brasileira seria seguir no topo, mas sem algumas vantagens. Ou seja, ele até pode fazer um bom trabalho, mas jamais será como aquele que o tornou sonho de consumo de todo torcedor. Por dois motivos bem simples: primeiro, o Brasil não tem Messi. Segundo, o esquema revolucionário do Barcelona não é obra de Pep, ele é apenas parte dele. Se existisse uma categoria recém-nascidos, nela começaria a forma de jogar do clube. Mas é isso, é uma filosofia, que começa na base e vai até o time principal. Não tem milagre.

Na Seleção, Guardiola teria que se sujeitar aos mesmos problemas de Mano, de Dunga, enfim… Poucos treinos, nem sempre o time ideal e pressão de todos os lados. Se ele quer mesmo, como estão dizendo, sem dúvida é um cara corajoso. Mas a chance de a torcida brasileira, que aposta nele como um salvador da pátria, se decepcionar, é considerável.

Por outro lado

Tem uma outra forma de enxergar a questão: outras modalidades tiveram ganho de qualidade considerável ao quebrar o paradigma (uma bobagem protecionista, na verdade) e apostar em técnicos estrangeiros, de países de ponta. Basquete, ginástica, handebol, os exemplos são vários.

Mano Menezes caiu. Até que enfim!

23 de novembro de 2012 33

E se foi o Mano Menezes.

Quem lê o blog, sabe que eu clamo por isso faz tempo.  E inclusive já especulei aqui que ele já estaria fora há muito tempo, e que a CBF só esperava pelo fim do ano para oficializar. Pois bem.

Lamento apenas que tenha sido num momento que a Seleção começa a ganhar um padrão (que bem poderia ser mantido) e que, ao que tudo indica, tenha sido uma decisão política na guerra de egos da CBF.

Certo é que Mano Menezes nunca foi técnico de Seleção. Fez um trabalho fraco, demorou a dar algum padrão mínimo ao time e não passaria confiança nenhuma nas competições que a equipe vai encarar: Copa das Confederações e Copa do Mundo.

E agora, quem vem?

Vários nomes especulados. Pra mim, é o Felipão. Não que seja meu favorito, mas parece ser a escolha óbvia para o momento. E eu já disse isso desde quando ele saiu do Palmeiras e resolveu “matar tempo” até o fim do ano.

Muricy Ramalho pode surgir por ser um nome forte entre os que agora detém o poder na CBF. E Tite, com todo o respeito, não me parece muito diferente do Mano.

E vocês, o que acham?

Seleção de Mano, enfim, merece elogios

16 de outubro de 2012 7

É parte do trabalho de quem opina no futebol, criticar e elogiar quando deve.

Critiquei os últimos amistosos da Seleção Brasileiros, pelo nível técnico rasteiro dos adversários. As goleadas sobre China e Iraque e as vitórias sobre a Argentina caseira e a África do Sul nada acrescentaram no já atrasado projeto brasileiro para ter um time competitivo nas competições que vai sediar: a Copa das Confederações ano que vem e a Copa do Mundo em 2014.

Nesta terça, num amistoso esquisito, num início de tarde na Polônia, manhã no Brasil (horário para agradar os japoneses), e com estádio quase vazio, o Brasil ganhou bem do Japão e mereceu elogios. E é bom que se diga, o Japão não é uma baba.

Trata-se de uma das seleções emergentes do futebol mundial, vai se classificar com sobras para a Copa (também estará por aqui ano que vem), sexta-feira venceu a França em Paris. Não é top de linha, ainda, mas era sim um bom teste.

E o Brasil jogou bem e, enfim, merece elogios. Com uma formação tática bem interessante, sem primeiro volante e nem centroavante clássicos, o time girou bastante, e aí se destacou a qualidade dos ótimos volantes Paulinho e Ramires e de Neymar. Mas, principalmente, Kaká mostrou a importância dele pra essa Seleção. Encaixou perfeitamente no meio-campo, já virou dono da posição. Do meio para frente, o Brasil foi muito bem. Atrás, foi pouco testado porque o Japão insistiu em chutar pouco, ainda que tenha dado trabalho aos defensores. Também é preciso levar em contas os desfalques, o que também inviabiliza qualquer entrosamento. Thiago Silva é dono da posição, David Luis tenta se firmar. No gol, Diego Alves começa a aparecer como uma boa opção.

Enfim, golear o Japão por 4 a 0 (e ainda teve um gol mal anulado de Ramires e pelo menos três chances claras de marcar, mesmo que o pênalti tenha sido uma homenagem às arbitragens trágicas do Brasileirão) é um bom resultado, bem diferente de bater em bêbados como China ou Iraque.

A Seleção ainda terá um bom teste em novembro, contra a Colômbia de Falcão Garcia em fase iluminada. Mas em 2013 precisa abolir de vez os amistosos festivos contra galinhas mortas e priorizar teste de verdade para consolidar o grupo que vai encarar os desafios que valem, e para os quais hoje a Seleção está longe de estar preparada.

O que fizeram com a Seleção Brasileira?

04 de outubro de 2012 14

Houve um tempo que a Seleção Brasileira de futebol era um orgulho nacional.

Sério, houve mesmo!

Hoje é sinônimo de maracutaia, totalmente contaminada pela fama da CBF.

CBF que colabora, e muito, para o distanciamento da Seleção do torcedor. Antes, só jogava mundo afora, engordando os cofres da Confederação. Ultimamente, virou um engodo, praticamente toda semana tem jogo, um mais inútil que o outro. África do Sul, China, Argentina B (ou C?), Iraque, Japão, só seleções que não testam nada. E os jogos irritam o torcedor, que gostaria de ver os jogadores defendendo seus clubes na reta decisiva do Brasileirão.

O fiasco desta quarta-feira, o jogo cancelado no interior da Argentina por falta de iluminação, é só uma ilustração do que fizeram com a Seleção Brasileira. Aliás, nesse caso o que fizeram com o principal clássico do futebol mundial, o Brasil x Argentina.

Jogos inúteis, situações constrangedoras, falta de foco a menos de dois anos da Copa do Mundo em casa. A relação da Seleção Brasileira, um patrimônio nacional, com o seu dono de fato e de direito, o torcedor, chegou ao fundo do poço.

E nas mãos de quem está, não vejo perspectiva de melhora.

PS: Não poderia deixar de citar. Andrés Sanchez, que ocupa cargo importante na CBF, deu declarações após o cancelamento do jogo posando de defensor da moral e dos bons hábitos. disse que a decisão argentina de levar o jogo para a pequena Resistencia, obviamente sem condições de recebê-lo (e aí deu no que deu) foi politicagem, para fazer média. Até pode ter sido, mas que moral tem para cobrar isso a cúpula do futebol brasileiro, que coloca a Seleção em qualquer buraco que lhe convém, sem perguntar aos jogadores se topam ou não? E que fez uma escolha “altamente técnica” das sedes da Copa do Mundo de 2014, levando jogos para cidades que nunca viram futebol de alto nível, como Cuiabá, Manaus, Natal, além de outras também sem muita estrutura para tamanho evento.

Podem esperar, a nossa vez de ser piada mundial vai chegar.

Felipão fazendo hora para a Seleção?

26 de setembro de 2012 4

Demitido do Palmeiras, Felipão aceitou na terça-feira um serviço voluntário no Ministério do Esporte: dar palestras, gratuitamente, em um programa do governo para jovens.

Muito legal.

Mas aí eu pensei: seria esta uma forma de passar o tempo sem ficar dando sopa no mercado para outros clubes, enquanto espera, pacientemente, pela hora de assumir a Seleção?

Me parece que sim. Não importa o que diga agora Felipão, ele é muito esperto, sabe que Mano logo cairá, ele é a bola da vez (as razões são muitas, ainda que não seja unanimidade) e assim tem a desculpa perfeita para negar convites de clubes que nesse meio tempo fiquem sem treinador (o Cruzeiro, por exemplo, onde Felipão esteve antes de assumir a Seleção, em 2001, mais dia menos dias manda o péssimo Celso Roth passear).

Será?

É Felipão o cara certo?

Opinem!