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Posts na categoria "Volvo Ocean Race"

Volvo Ocean Race em Itajaí - vídeo oficial

29 de maio de 2012 0

Já faz um tempinho, né?

Pra quem ficou com saudade da espetacular passagem da Regata de Volta ao Mundo – a Volvo Ocean Race – por Itajaí, no mês passado, um presente.

O vídeo oficial da Itajaí Stopover, com imagens belíssimas e que entraram para a história naqueles 18 dias no Litoral catarinense.

Quem não viu, confira. E quem quer matar a saudade, fique à vontade. O crédito é da produtora Duna, de Itajaí.

E se você perdeu o contato com os veleiros, o blog também dá uma força. Os seis (incluindo o lanterninha Sanya, que não veio a Itajaí) já partiram de Miami (EUA) e estão cruzando o Oceano Atlântico a caminho de Lisboa (Portugal). Já passaram pelos Açores nesta terça-feira e o líder Abu Dhabi está a menos de 750 milhas náuticas (cerca de 1,3 mil km) da capital portuguesa. A etapa, entretanto, está completamente indefinida.

Acompanhe aqui a reta final da etapa Miami-Lisboa.

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Acompanhe a largada da Volvo Ocean Race

21 de abril de 2012 1

Se você não poderá estar na Vila da Regata de Itajaí no domingo à tarde para acompanhar a largada dos barcos da Volvo Ocean Race rumo a Miami (EUA), acompanhe em tempo real por aqui:

Coluna do Braga no Santa - 19/4/2012

19 de abril de 2012 11

Texto publicado na edição desta quinta-feira do Jornal de Santa Catarina:

Ufa, o Barcelona perdeu

Como as regras do futebol seguem iguais e ainda não dão gol a quem fica com a bola em 70% do jogo, o Barcelona perdeu ontem. Não caiu fora da Liga dos Campeões, e provavelmente nem cairá. Mas perdeu. Para o bem do futebol como ele sempre foi. Imprevisível.

O melhor é que a derrota foi incontestável. O Barça ficou ali, jogando pebolim, tocando bolinha de um lado para o outro, e o Chelsea lá na defesa, sem vergonha de dar chutão. Teve uma chance, tem centroavante e ele resolveu: 1 a 0 e fim de papo.

Não tenho nada contra. Só acho que se a hegemonia deles se estender, teremos uma geração pragmática pela frente (técnicos, com raras exceções, são maria-vai-com-as-outras e interpretam mal tendências até positivas). E periga o futebol só se importar com posse de bola e virar algo tão mecânico como outros esportes por aí, nos quais favoritos sempre vencem, faça chuva, faça sol.

Semana que vem, vou torcer contra outra vez. E no Espanhol também. Os fãs do Barça me entenderão.

É pelo futebol.

Versão verde

A assessoria do Metropolitano deu ontem a versão do clube para o tal churrasco de domingo, após o jogo contra o Avaí, citado na coluna de ontem. Segundo ela, o encontro, oferecido por empresários e parceiros, estava previamente marcado e não seria possível a alteração por causa da folga dos jogadores. Acrescenta que não se tratou de uma festa pela vaga na Série D, mas sim uma confraternização pelo fim da campanha no Estadual. E quem esteve lá garante que o clima não era dos mais animados, e que houve cobranças aos atletas.

Registro feito.

Sem perder tempo

A comissão técnica do Metrô já está de olho em reforços para a Série D. Se dividiu em duas frentes: interior de São Paulo e do Rio Grande do Sul. A princípio, foi procurar por oportunidades e negócios de ocasião.

Pedida

O Stammtisch na Rua XV que me perdoe, mas o fim de semana é de Volvo Ocean Race, que se despede de Itajaí após duas semanas. As regatas de sábado e domingo (essa a da partida dos barcos) são espetaculares. Recomendo.

Volvo Ocean Race - vídeo da etapa de Itajaí

17 de abril de 2012 1

Mais um belíssimo vídeo que dá uma boa dimensão do que foi até aqui a etapa brasileira da regata volta ao mundo, a Volvo Ocean Race, em Itajaí.

A assinatura é do itajaiense Marcos Sérgio Bechtold, da produtora responsável pelos vídeos oficiais de todas as etapas da VOR no Brasil. Confiram, vale muito a pena. E se ficar com água na boca, não deixe de conferir os últimos dias da Vila da Regata em Itajaí _ sexta e sábado têm regata e domingo os veleiros partem rumo a Miami.

Volvo Ocean Race - a chegada a Itajaí

06 de abril de 2012 2

Após 19 dias na mais difícil das travessias em alto-mar, os primeiros barcos chegaram nesta sexta-feira a Itajaí, completando a quinta perna da Volvo Ocean Race que havia começado dia 18 de março em Auckland, Nova Zelândia.

Uma festa maravilhosa na Vila da Regata de Itajaí, que pude testemunhar. Itajaí abraçou a regata volta ao mundo, o público vibrou com o clima de emoção dos últimos dias da etapa. Puma e Telefónica travaram uma disputa eletrizante, com vitória dos norte-americanos.

Publico, porque merece, uma galeria de fotos do site oficial do evento que resume bem como foi a chegada apoteótica a Itajaí.

Um dia, sem dúvida, inesquecível.

Confira aqui a galeria de fotos


Em vídeo, o trajeto da Volvo Ocean Race até Itajaí

02 de abril de 2012 4

Tá chegando…

A etapa de Itajaí da Volvo Ocean Race – a regata de volta ao mundo – começa oficialmente nesta terça-feira, com a abertura da Vila da Regata. Os barcos começam a chegar durante a semana (acompanhe aqui a disputa acirrada dos líderes já na reta final).

Pra entrar no clima, divido com vocês este vídeo muito legal que refaz o longo caminho dos seis barcos desde a largada em Alicante (Espanha), em novembro passado, até a chegada ao nosso litoral. Com imagens e produção do itajaiense, meu parceiro de viagem em Auckland, Marcos Sérgio Bechtold.

Vale a pena. Acompanhe as belíssimas imagens das etapas anteriores e tenha uma amostra do que espera por vocês em Itajaí nos próximos dias.

Volvo Ocean Race - acompanhe os barcos até Itajaí

20 de março de 2012 4

Os barcos da Volvo Ocean Race 2011/2012 partiram de Auckland, Nova Zelândia, no domingo. Agora os olhos do mundo da vela estão todos apontados para Itajaí, próxima parada da flotilha.

Aqui no blog, que mostrou pra vocês os bastidores aqui da Nova Zelândia, acompanhe de pertinho o caminho dos aventureiros até o nosso litoral.

Acompanhe neste aplicativo do site oficial da Volvo Ocean Race a performance em tempo real de cada um dos seis barcos nos 12,4 mil quilômetros da etapa mais longa e perigosa da volta ao mundo. No momento dessa postagem, a liderança era do barco espanhol Telefónica, mas com pouca vantagem e ainda nas proximidades da Nova Zelândia. E o barco de Abu Dhabi, que precisou retornar a Auckland para reparos, bem distante do grupo, provavelmente com a etapa já comprometida.

Divirtam-se

O Saint Patrick's Day em Auckland

16 de março de 2012 3

Enquanto escrevo esse post ainda é noite de sexta-feira no Brasil. Aqui na Nova Zelândia, já é sábado (estamos 16 horas à frente). E sábado de festa. Como em todos os países de colonização britânica, comemora-se no 17 de março o Dia de São Patrício (Saint Patrick´s Day), um dos santos padroeiros da Irlanda.

É muito provavelmente o feriado santo mais divertido do mundo. O St. Patrick’s tornou-se uma celebração da amizade, e as pessoas saem às ruas todas vestidas de verde (cor da Irlanda) e com fantasias e, claro, os chapéus típicos dos irlandeses, aquelas cartolas bem altas. E os bares, em alguns casos, patrocinam a bebedeira para comemorar.

A Vila da Regata da Volvo Ocean Race aqui em Auckland está no clima da festa. A maioria esmagadora das pessoas que lota a área neste sábado, dia de regata, está de verde. Também é o dia em homenagem à Irlanda (o do Brasil foi quinta-feira), já que a Volvo Race vai terminar na cidade irlandesa de Galway em julho.

Festa é festa, amizade é amizade, mas os neozelandeses não perdem a oportunidade de cutucar os vizinhos australianos (uma rivalidade histórica que lembra muito nosso Brasil x Argentina, mas trocando o futebol pelo rúgbi). Em vários bares, cartazes alusivos ao feriado de uma cervejaria irlandesa brincam que o 17 de março é “dia de celebrar a amizade com todos os povos e australianos”…

Volvo Ocean Race - curiosidades de Auckland

16 de março de 2012 4

Nas minhas andanças pela Nova Zelândia nestes primeiros dias já descobri algumas coisas interessantes que conto para vocês abaixo. Na medida que for descobrindo outras coisas, aumento a lista:

Orgulho da água

Costume neozelandês: servir água nos restaurantes durante toda a estada do cliente. tá, isso não é exclusividade daqui, eu sei. Mas tem uma diferença: aqui a água é a da torneira mesmo, algo inimaginável no Brasil.

Arriba, México!

Aqui não é o México, que, aliás, está bem longe. Mas às vezes parece. O povo aqui adora uma pimenta em tudo quanto é comida. E não raramente em doses cavalares para o nosso paladar.

No drinks

Na área central de Auckland é proibido beber nas ruas, seja a hora que for, qualquer dia da semana. As placas delimitam a partir de onde vale a regra. Antes disso, liberado. E tem mais: depois das 23h, os bares são obrigados a colocar os clientes para dentro dos seus espaços, ou estão sujeitos a penalizações. Exceção é o Saint Patrick’s Day, claro, que pelo que vi aqui é o dia em que os comportados neozelandeses façam tudo que não fazem o ano inteiro.

Brasileirada

Dica: se vier a Auckland, cuide com aquelas brincadeiras de ficar sacaneando as pessoas em português. Há muitos brasileiros por estas bandas. A estimativa é de pelo menos 4 mil, a maioria estudantes. Como a cidade não é muito grande, vocês esbarra com eles o tempo todo. Tem até uma churrascaria brasileira em Auckland, bem no coração da cidade, ao lado de onde estava a Vila da Regata da Volvo Ocean Race. Nosso grupo foi comer lá um dia, mas… bom, prefiro o bom e velho churrasco aí do Brasil.

Em greve

Auckland tem mais em comum com Itajaí do que ser sede da Volvo Race. Também é uma cidade portuária, aliás, um dos principais portos da Oceania. E curiosamente esta semana os trabalhadores do porto estão em greve. O protesto, que também cobra aumentos salariais, é principalmente contrário à contratação de trabalhadores estrangeiros. A greve, inclusive, está afetando o embarque do material da regata, que da Nova Zelândia segue para Miami, etapa posterior a Itajaí.

Loucos por esporte

Os neozelandeses são apaixonados por esportes. Bares espalhados pela cidade têm telões passando várias modalidades ao mesmo tempo (foto). Os favoritos são o rúgbi (os All Blacks, a seleção nacional, são os melhores do mundo e uma lenda do esporte) e o críquete, muito popular na Ásia e no Pacífico, mas que para nós brasileiros parece tão interessante quanto um jogo de taco na praia. Futebol eles até gostam, mas não é exatamente uma paixão. Em geral, torcem para clubes ingleses. E o curioso é que por aqui os jogos de futebol na Europa passam de manhã.

Deus salve a rainha… por enquanto

A Nova Zelândia tem ligação estreita com a Inglaterra. É membro da Comunidade Britânica e a chefe de Estado por aqui é a Rainha Elizabeth II. Os traços dessa influencia estão na língua (o inglês com sotaque tradicional britânico), na arquitetura (as casinhas tipicamente inglesas nas áreas residenciais, ou em prédios como a belíssima antiga estação de trem) e no trânsito (a mão inglesa, com o volante do lado direito do carro). Mas é muito forte a presença de japoneses (nesse caso mais turistas), chineses e sul coreanos em Auckland. Seja nos automóveis ou nas pequenas quinquilharias nos mercadinhos, os produtos orientais predominam. E eles são tantos que você chega a achar que está na Ásia, não na Oceania.

Tem, sim senhor

Com a terceira melhor qualidade de vida do planeta (IDH de 0,907 segundo a ONU, atrás apenas da Noruega e da Austrália), é raro enxergar traços de pobreza por aqui. Mas eles existem. Principalmente pela manhã, é possível ver mendigos dormindo em praças. Em geral, são imigrantes de ilhas do Pacífico. O combate a isso é duro. A imigração neozelandesa é considerada uma das mais  ferrenhas, e nós sentimos isso na pele na chegada, quinta-feira.

Para vegetarianos

Há restaurantes por toda parte na área central de Auckland. E desde os mais sofisticados até os que servem lanches mais simples, o cardápio costuma reservar parcela considerável aos pratos para vegetarianos. Em alguns casos, o mesmo prato tem duas versões, para contemplar esta fatia de mercado que parece ser generosa por aqui. Opções não faltam e quem experimentou, aprovou.

Índice Big Mac

Em economia existe o informal “Índice Big Mac” para medir preços mundo afora, já que o famoso lanche está por toda parte. pois bem, aqui em Auckland um combo com batata e refrigerante sai por 8,3 dólares neozelandeses, o que dá algo em torno de R$ 13,50.

Dicas de sobrevivência em Auckland

Diante de tudo que já foi dito deles, é dspensável ressaltar que os neozelandeses respeitam a faixa de pedestre no trânsito (pois bem quando filmei um resolveu furar o sinal). Mas não pense que sua vida será fácil para atravessar uma das largas avenidas de Auckland, por exemplo. O tempo para isso é curtíssimo, varia de 15 a 30 segundos, às vezes menos, e um sinal sonoro estridente (que também ajuda na travessia de cegos) o faz apresssar o passo quase que automaticamente. Estar em forma ajuda.

Tomadas são meio esquisitas por aqui, com três pinos em diagonal. Ter um adaptador universal é gênero de primeira necessidade, mas em alguns casos nem eles resolvem.

Se alguém lhe pedir brincando (e vai pedir) para que traga um canguru para casa quando voltar, mande recorrer aos livros de geografia. Os simpáticos marsupiais saltadores não existem por aqui, são exclusivos da Austrália. O animal símbolo da Nova Zelândia é o desajeitado Kiwi, uma ave ratita (não-voadora) que é um parente distante do avestruz. Ele ajuda na dispersão do kiwi mais famoso, a fruta, que também tem origem neozelandesa.

Se vai beber uma cerveja (deveria), peça direito. Diga ao garçom que quer “beer on tap” e seja agraciado com um copão, em preços que variam de cinco a oito dólares neozelandeses (R$ 8 a R$ 13). As cervejas europeias são maioria, mas há outras opções (experimentar as locais é obrigação, algumas muito boas). E o melhor: diferente dos padrinhos ingleses, aqui ela sempre está bem gelada.

A temperatura nesta região do planeta neste fim de verão via de regra é muito agradável (varia entre 17 e 25 graus durante o dia). Mas quando anoitece (e também nas primeiras horas do dia), é frio e venta bastante. Tenha sempre um casaco por perto para não ser pego desprevenido.

A Nova Zelandia segue o padrão norte-americano de hotelaria. Portanto, se vire para arrumar um café da manhã, pois eles não servem de graça como aí. O do nosso hotel, por exemplo, tem uma variedade gigantesca. Mas é cobrado. E caro.

A maioria das portas por aqui é do estilo “puxe e empurre”, comum aí também. Com uma diferença: elas pesam um horror. Se tentar passar por uma dessas meio desligado, é certo que ela voltará. E vai doer.

Volvo Ocean Race - Itajaí em Auckland

15 de março de 2012 1


Detalhe da placa que identifica Itajaí como uma das paradas da Volvo Race

Itajaí representa o Brasil e a América do Sul na edição 2012 da Volvo Ocean Race, a regata de volta ao mundo. Em Auckland, a cidade é destaque pois daqui da Nova Zelândia os barcos partem rumo ao nosso Litoral na próximo domingo, dia 18. Devem chegar a partir do dia 4 de abril, quando começa a etapa de lá da regata.


Itajaí será homenageada no sábado, quando será entregue a chave da regata ao prefeito Jandir Bellini. Durante a parada neozelandesa, a cidade é identificada em uma das placas que resume as atrações de cada parada da Volvo.

Cada uma das nove cidades-sede da regata é resumida de forma padrão (listam destaques do local, pessoas famosas (no caso, catarinenses _ Guga Kuerten entre eles) e vejejadores brasileiros famosos. A curiosidade apontada fala do Warung, clube itajaiense de música eletrônica considerado um dos principais do planeta.


Detalhe da placa que identifica Itajaí como uma das paradas da Volvo Race